Era um dia comum... um voo comum... com passageiros comuns... isso era o que eu pensava...
Quase na hora de descolarmos, chega um passageiro pedindo para esperar... ele estava atrasado, dizendo ser culpa do transito... Esperei e o recepcionei, neste momento nossos olhos se encontraram, e pela primeira vez após tantos anos de trabalho, deparei-me tímida diante de um passageiro... ele exalava masculinidade, era charmoso e sedutor...
Seu cavanhaque mostrando sua maturidade, seu cabelo bem penteado, seu andar atraente...
Meu corpo paralisado era cutucado pelo colega de trabalho, era hora de sentar e colocar o sinto... decolamos... e eu decolei para a maior aventura que viveria...
Já no ar, fui servir os passageiros... e atento em todos os meus movimentos, aquele homem me olhava, parecia ler minha mente, enxergar minha alma... ele me despia com seu olhar...
Meu colega servia os passageiros do lado do avião onde sua poltrona se encontrava, e para nossa surpresa, ele recusou-se ser servido pelo comissário e pediu para que eu o servisse... assim foi feito.
- Suco ou refrigerante? - Perguntei.
- Suco! - disse ele.
E pela primeira vez servi alguém com as mãos tremendo... ele me intimidava com seu olhar penetrante... e ao debruçar-me para lhe servir, seus olhos ficaram em direção aos meus seios... Meus fartos seios sendo observados fixamente, me deixou envergonhada... afinal estava sem soutien naquele dia...
Enquanto eu o servia sentia um calor em meu rosto, que descia por todo meu corpo... e ele, sem parar de olhar meus seios... foi então que com sua doce voz disse:
- Como é seu nome?
- Fabiane, senhor! Ao seu dispor!
- Muito prazer! Sou Sr. Alexandre.
E naquele momento não consegui dizer-lhe nada, somente suspirei profundamente... mas ele insistiu:
- Seios lindos!
E em um ato impensado, levantei subtamente e continuei a servir os outros passageiros. Mas aquela frase havia mexido comigo.
Após servir todos, voltei para meu lugar. Estava eu guardando tudo na cozinha, quando sinto uma respiração em meu pescoço, e aquela doce voz novamente dizendo:
- Você pode me ajudar?
Foi quando percebi que era o Sr. Alexandre sussurando em meu ouvido... e logo senti aquele fogo tomar conta do meu corpo novamente... foi quando, sem me virar respondi:
- Sim, o que posso fazer?
Então ele aproximou-se mais e foi quando eu pude sentir seu pau duro... não acreditei quando encostou em mim, fazendo com que eu sentisse com estava excitado. Fingi não perceber nada e dei um passo a frente, mas ele novamente e aproximou-se dizendo:
- Estou muito tenso, preciso que faça algo para me ajudar a dormir!
Já era tarde, um voo longo e todos os outros passageiros dormiam. Então respondi:
- Tenho comprimidos para dormir, o Sr. aceita?
- Não posso tomar comprimidos, preciso relaxar de outra forma...
Aquela resposta soou com um convite para mim, mas será que ele queria foder uma simples comissária?! Foi quando eu sem hesitar perguntei:
- O que o Sr. quer que eu faça?
E neste momento ele pegou minha mão e colocou dentro de sua calça, pedindo para que eu lhe desse algum prazer, pois assim poderia relaxar e dormir. Tão logo tirei minha mão e disse que não conseguia imaginar outra maneira. E ele virou-me e olhou nos meus olhos dizendo:
- Quero que me faça gozar... agora!
Por um instante pensei e chupa-lo ali mesmo... mas resistir e pedi gentilmente para que ele voltasse ao seu lugar. E ele me encarando, foi.
Após alguns minutos, eu já toda melada, fui até sua poltrona, posicionei-me em sua frente e ele com seriedade disse:
- Agora!
Eu sabia o que ele queria, e afinal era minha função dar-lhe todo conforto, então ajoelhei-me na sua frente, abri seu ziper, peguei sei pau duro e já melado e comecei a passar a lingua... lentamente em suas bolas... e depois chupando... e elas já estavam duras, de tanto tesão.
Corri minha lingua pelo seu pau, que não tinha fim... Lambia e batia uma punheta pra ele... e ele somente olhando, sem esboçar reação alguma...
Foi quando pegou minha cabeça, segurou e enfiou seu pau inteiro na minha boca... me fazendo sufocar... e ele soltou um gemido de prazer... e com mais força comecei a chupa-lo. Chupava rápido e com força, pressionando meus lábios contra seu pênis. E a cada chupada eu me molhava mais... foi então que comecei a passar a mão em minha xoxota.... estava muito molhada e colocava o dedo junto com o pau para eu chupar.... assim eu sentia os dois sabores.... deliciosos...
Foi quando comecei a serrar meus dentes na cabeça do pau e ele sem prévio aviso gozou...
Jorrou tanta porra em minha boca que me afoguei... mas consegui engolir tudo. E quando eu ia levantar, ele disse:
- Agora limpa!
E me segurou no chão... como sabia ele que eu adorava isso?! Foi quando mais do que depressa comecei a limpar... passando minha lingua em tudo, subindo das bolas até o final do pau... sem deixar nenhum vestigio de porra....
Então guardei seu caralho, fechei o ziper e ele somente me olhando....
Por fim, ele dormiu e eu voltei pra meu lugar...
Logo o avião chegou a seu destino e eu ainda com o gosto da porra na boca... foi quando ele passou por mim e disse tão somente:
- Trabalho eficiente!
em 10/6/2010
enviado por André Luizo
Conto meio sem graça, não tem muita atividade, de várias viajens que eu já fiz, e olha que longas já foram umas vinte, vou contar o que aconteceu quando fui ao Canadá, no avião, um voo que era noturno, me deu uma vontade de mijar, cheguei no banheiro, vejo um cara americano, metendo forte no cu da comissária, e ela perguntou se eu gostaria de participar, eu na h