Hóspede VIP

Fetiches  
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Autor: Pimentinha Mineira
Email: minha.nefertiti(a)gmail.com
Ler SEM as mãos
nota
7,1
Trabalhei em um grande hotel de negócios em uma capital e já estava muito acostumada com os hóspedes habitues (assim são chamados os mais frequentes). Por estar localizado em uma região com inúmeros escritórios empresariais, o maior público deste hotel eram homens, entre 30 e 50 anos, sempre bem trajados. Sou muito simpática e acho que isso facilitou para que eu recebesse investidas dos mais variados hóspedes, que sempre eram dispensados. Não sentia a menor atração por nenhum deles, nunca sai da linha e desde adolescente estou sempre com algum rolo com rapazes da minha idade... Vinte e poucos anos! Era final de ano, eu estava solteira e percebi que as coisas mudaram aos poucos: havia me cansado de meninos. Comecei a prestar mais atenção à aquelas cantadas sutis do dia-a-dia e aos sorrisos maliciosos. Passei a ver com outros um dos nossos hóspedes mais frequentes, o sr. L. Ele era elegante, imponente, agradável, discreto, polido e tinha um ar de inalcançável. Apesar de estatura mediana, era perceptível a presença dele, ora por seus funcionários bajuladores, ora pelo timbre da voz. Mesmo com cabelos grisalhos, eu imaginava que ele teria seus 40 anos e descobrir que aquele homem era cinquentão foi um choque. Era mais que o dobro da minha idade! Bom, o fato é que perceber que eu nunca teria aquele homem foi o que mais me motivou a abrir sorrisos maiores. Não sei se era coisa da minha cabeça, mas percebi que ele também passou a me olhar diferente, de um jeito arrebatador, através do meu uniforme, como se quisesse me devorar... E cada encontro semanal eu me ardia mais e mais por dentro. Mas como distinguir meus desejos com a realidade? Ele era muito discreto para tentar qualquer coisa no meu ambiente de trabalho e eu não tinha certeza da reciprocidade... Podia ser um tiro pela culatra! Depois de quase 3 meses atraída por esse coroa e fantasiando como seria ficar com um homem bem mais velho, resolvi mandar um email despretencioso. Não demorou para ele retornar e ai começa nossa história... Trocávamos emails várias vezes na semana e eventualmente o assunto foi ficando mais picante. Ele sabia que eu estava louca de vontade de experimentar uma transa com um cara mais experiente e ele estava disposto a ser meu “professor”. Marcamos um encontro, mas nem conseguimos sair do carro... O primeiro beijo foi um susto, não estava esperando. Os seguintes foram ficando cada vez mais quentes e molhados! Sentir aquela língua dentro da minha boca me deixava toda arrepiada! Lentamente ele começou a descer o dedo entre os meus seios e tirou vantagem do decote em minha blusa. Não demorou muito para que sutilmente colocasse a mão entre meu peito e o sutiã, apalpando-o deliciosamente. A outra mão foi descendo pela minha cintura, passou barriga, pelo cós da calça e chegou entre minha pernas, revezando entre carícias e apertos. A situação estava ficando cada vez mais fora do controle e nosso carro estava parado ao lado de barzinhos lotados e com um vigilante por perto. Ia ser difícil continuarmos nossos amassos ali com tanta gente em volta. Resolvemos ir para um motel que apesar da curta distância, nos pareceu eterno aquele trajeto! Enquanto eu dirigia, ele abriu o botão e o zíper da minha calça e foi esfregando a mão por cima da minha calcinha... Ao mesmo tempo sussurrava as mais gostosas safadezas em meus ouvidos. Mal saímos do carro, ele arrancou minha blusa com o sutiã e caiu de boca em meus seios. Lambia meus mamilos e chupava meu seio durinho como se estivesse com uma fome feroz. Eu estava em chamas, louca para retribuir todo aquele prazer oral... Meus dedos passavam entre seus cabelos macios e via aquele rosto com barba se esfregar nos meus peitos, me arranhando, dando mordidinhas e longas lambidas. Aquilo me dava um tesão incontrolável e me segurava para não virar os olhos... Ele me jogou na cama e começou uma outra sessão de beijos, enfiando sua língua toda em minha boca e roçando seu membro duro na minha. Só ai consegui tirar a camisa social dele. Aquela dança de corpos estava me deixando mais molhada ainda e ele sabia... Estava me torturando!!! Nossos peitos se esfregando nus e nossas calças a ponto de estourar... Estávamos a ponto de bala quando ele arrancou minha calça e eu abri o cinto dele... Depois disso foi fácil tirar tudo e ter meu presente ao meu alcance! As lambidas voltaram e foram sentido sul, passando novamente pelos meus seios, por minha barriga, alcançando minha calcinha que sem receio, ele arrancou com os dentes. Agora então, despida por inteira, ele começou a beijar minha boceta insensantemente e chupava com tanta vontade, que para não puxar seus cabelos de tanto tesão, apertava uma mão na outra, como se agradecesse em uma prece! Gozei loucamente em sua boca e então puxei-o para cima, como encaixando meu quadril no dele. Para mim uma das sensações mais gostosas é a primeira penetração e aquelas metidas pausadas no começo e ele sacou. Enfiou aquele pau cheio de tesão dentro de mim e com aquela cara de safado ficou me olhando gemer, economizando nos movimentos, tentando sentir toda aquela umidade em seu membro. A medida que a velocidade das metidas foram aumentado, mais alto meus gemidos ficavam e intercalavam com gritinhos... Aquela posição de papai-e-mamãe estava ótima, mas eu queria cavalgar naquele homem e dominar a situação. Por cima, segurei ele pelos pulsos e fui mexendo o quadril violentamente, como se estivesse engolindo o pau dele com a minha boceta. Aquilo foi deixando-o louco, e sem as mãos ou a língua alcançando meu corpo, lhe restou as palavras. Sem medir, me chamava de putinha safada e narrava nossa transa com palavras eróticas. Não resisti e cedi, libertando suas mão que em um golpe rápido, pegaram em minha cintura e me viraram, me colocando de quatro. Não tive nem tempo de pegar um ar e aquele membro gostoso entrara em mim novamente! Com uma das mãos na minha cintura, a outra mão ficou encarregada de apertar meu bumbum... até descer os dedinhos para meu períneo. Uma onda de calor subia dentro de mim e não era mais capaz de pensar... Meus gritos foram sufocados por minhas próprias mãos de tão altos que estavam. Senti que a gozar de novo e dei as coordenadas ao meu hóspede favorito que em meio a urros e gemidos, não resistiu, parou de segurar e gozou bem gostoso dentro de mim. Sabia que nosso affair não ia acabar ali naquela cama... mas que pelo fato daquela noite ter virado em madrugada, não seria naquele dia que iria retribuir toda aquelas delícias orais... Assim como haviam reservas de hospedagem para a próxima semana, sabíamos o que mais iria acontecer...

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