Me chamo Amanda, sou uma loira, 1,60cm, 48kg, 22 anos, carinha de menina virgem, mas em certas horas me revelo uma safada. Era um domingo a noite, não esperava nada desse dia, sai com alguns amigos para beber, voltando do bar de carona com a Michele senti que seria um dia diferente e cheio de novidades, ela era uma loira linda, era mais velha, mais experiente, mas nem por isso mais safada que eu, tinha a pele de pêssego, seios turbinados e empinados, olhos quentes, boca molhada e ardente de uma vampira, era muito cheirosa, exalava sexo quente, já tinha desejo por ela por muito tempo.
Era confuso, pois não sabia se podia arriscar ali com ela, mas parecia que também desejava uma noite louca cheia de tesão, percebi quando apertou a minha mão e colocou entre suas pernas, com aquele olhar de canto, mordendo os lábios, e dirigindo, destino... seria sua cama, já tinha certeza.
Chegando no seu apartamento, subimos trocando olhares, estava cada vez mais tenso, eu chegava perto e encostava meus seios nela como se não quisesse nada, silêncio e um suspense, não sabia ao certo qual era a dela, e isso só me deixava com mais tesão, por mim transaria ali mesmo no elevador se ela topasse.
Abriu a porta do apartamento, foi logo fazendo uma caipirinha, me provocou colocando um gelo por dentro da minha blusa, e começou me beijar devagar e depois com mais ritmo insinuando uma transa louca, levantou a blusa e esfregou aqueles peitos macios, torneados e empinados contra os meus, que ela adorava, dizia que eram pequenos e delicados, e mordia sem dó.
Fui para o seu quarto deitei em sua cama, ela tirou a roupa devagar e como quem não quisesse nada pediu para eu tirar sua correntinha, chupei aquele pingente de pimentinha, e logo já imaginava estar chupando sua buceta, toda molhadinha, quentinha.
Mas a Michele se antecipava em tudo, não me deixava dominar, dizia que eu era uma menina e que eu tinha muito o que aprender, achava que eu era virgem, se sentia atraída por isso, realmente eu já tinha ficado com um cara antes, mas não foi o suficiente para romper meu hímem, então ela estava certa, a virgenzinha se entregou com muito tesão, a Michelle gostava de fazer seu show, escolhi a musica pra ela dar o showzinho, meu e particular que delícia,coloquei erotica da madonna, ela escolheu a lingerie mais sexy toda rosa e transparente, mostrando aqueles seios suculentos, chuparia com o maior prazer, então chupei de verdade com tanto tesão ao mesmo tempo arranhava todas suas costas, deixei toda roxa, com força querendo uma briguinha ela me puxou no canto da cama abriu minhas pernas e me chupou loucamente, enfiando a língua com vontade na minha buceta carnuda, grandinha até, mas que dizia que era uma delícia de chupar, gemi de loucura, de extase, fiquei louca ela pulsava, depois meteu os dedos nela, doeu um pouco, mas aqueles dedinhos molhados do meu gozo, fez cara de safada e chupou tudo.
Quis retribuir a loucura de tesão, me recuperei do orgasmo ofegante e virei ela de costas fui beijando o pescoço e descendo até chegar naquela bunda gostosa, era bom demais para ser verdade dei uma leve mordida e depois virei sua buceta de frente a minha boca também molhada, tinha acabado de tomar um gole daquela caipirinha, que até derrubamos na cama, a calcinha estava toda molhada, então passei a chupar a sua buceta e rapidamente beijava sua boca tentando fazê-la sentir seu próprio gosto e cheiro, frenéticamente com a língua com movimentos rápidos senti a pulsação, chupei e esfreguei seu grelinho com toda vontade, até ela gemer e explodir de prazer, ela me chamava de vagabunda, safada, e só fazia meu tesão aumentar.
A vontade era de dominar, mas me senti inexperiente, deixei ela por cima, tinha vontade de puxar seus cabelos, de penetrá-la com um brinquedinho, só pra ver aquela cara de safada, selvagem, toda descabelada, me lambendo toda e pedindo pra eu meter mais, até descobrir seu ponto G. Estava amanhecendo precisava ir embora, ela logo dormiu, cansada, fui embora com um fogo que não passava, se eu pudesse repetiria várias vezes, ela era demais, gostosa, sabia de tudo, sua língua era macia e deliciosa, fui lembrando por onde passou aquela linguinha em cada pedaço do meu corpo. Como lembrança e ensinamento guardei o beijo que ela sabia dar como ninguem, enchia a boca de um pouco de bebida e quando me beijava jogava lá dentro, me molhava e escorria toda, me deixando louca de tesão.
Foi minha primeira e única mulher, transar com ela foi o ato de mais pura verdade, fui livre, solta, foi a melhor transa da minha vida até hoje porque teve desejo e carinhos femininos verdadeiros, eu sabia o que ela sentia e queria e ela sabia sobre mim também.