Traí meu marido com ele mesmo

Heterosexuais  
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Autor: alexiatorres
Email: sra-torres(a)bol.com.br
Ler SEM as mãos
nota
7,0
Depois de 15 anos de casada, estava separada há três. O trabalho, a vida corrida, o trato com os filhos e a minha timidez ainda não haviam permitido que eu me relacionasse com outros homens. E foi então que aconteceu: o convite, o encontro marcado para sábado à noite. Seria na minha casa mesmo, eu havia deixado as crianças irem passar o final de semana na casa de amigos. Depois de tantos anos, me sentia quase virgem. Passei a semana em devaneios: como seria o meu primeiro encontro, após tanto tempo? Como seria namorar novamente? Então chegou o grande dia! A noite estava fria e aconchegante... Fiz um jantar bem gostoso. Leve, mas bem gostoso. Arrumei um cenário bem propício: uma sala aconchegante, com sofá macio, almofadas convidativas, uma mesinha de centro arrumada com flores. Coloquei uma bandeja repleta de uvas, maçãs, morangos, chocolates, petiscos e um bom vinho. Preparei o DVD e o som. Espalhei incensos, coloquei uma luz baixa, íntima... Arrumei a cama com um deslizante lençol de seda, almofadas, travesseiros e reservei um edredom bem quentinho... Escolhi uma roupa quase casual, mas que revelava a mulher quente e sensual que sempre fui e que, com o passar dos anos, ficou ignorada, invisível... separei um lingerie preto pequeno, mas confortável, que me deixava desejável e ao mesmo tempo à vontade. Tomei um banho morno, demorado, relaxante, porém estimulante. Enchi-me toda de cremes, óleos, cheiros, enfim, tudo o que me deixaria ainda mais macia e saborosa ao toque. Lavei, escovei e perfumei os meus cabelos, torcendo para que o rosto dele se afundasse neles sem demora... Perfumei meu corpo inteiro, rosto, pescoço, ventre, pernas... E o vão entre elas. Pintei as unhas de um esmalte bem clarinho, para não denunciar logo de entrada o fogo que me consumia... Porém, as deixei de um tamanho médio, para deslizar na pele dele, bem devagarinho... Enfim, quando ele chegou, encontrou uma mulher cheirosa, fresca, macia, sorridente, tímida, ansiosa, olhos brilhando... Eu disse um “oi” meio sem jeito. Ele estava lindo, cheiroso, sorridente e com uma sacola de filmes e uma garrafa de vinho na mão. Mostrei a casa, meus livros, meus CDS, algumas fotos com as crianças, meu pequeno mundo. Deixei que ele nos servisse o vinho que trouxe, servi uns aperitivos. Sentamos-nos no sofá, conversamos um pouco. Para disfarçar o meu embaraço, perguntei pelos DVDs que ele trouxe: O caçador de pipas (que havíamos escolhido), um romântico e um de ação, como ele gostava. Coloquei para rodar a me aconcheguei no sofá. Ele me puxou para perto dele... Juntos, assistimos ao filme de ação. Depois, servi o jantar leve que preparei, tomamos mais vinho, enquanto ele elogiava a comida e a sobremesa. Comemos pouco, mas com apetite e, no meio de muitas risadas, ele me contou suas histórias: coisas da sua infância, pequenas cenas do seu dia-a dia ... Fomos novamente ver tv. Desta vez colocamos um filme denso, envolvente, com uma linda trilha sonora, o filme romântico. Desta vez, ficamos abraçados, sentindo o perfume, a pele, o calor um do outro. Então, ele pegou minhas mãos quase com timidez, deslizou entre as suas, beijou, sentiu o perfume, passou os lábios lentamente na pele, numa doce e deliciosa tortura... Deslizava de vez em quando a mão pelo meu rosto, me olhava nos olhos, passava seus dedos em meus lábios e meus dedos em seus lábios, como se pedisse algo. De vez em quando, pegava minhas mãos e ficava brincando com as unhas, passando - as na pele do próprio braço, lentamente, como que antegozando algo que mais cedo ou mais tarde chegaria. Enquanto isso, tentávamos assistir o filme. No meio de uma cena mais óbvia, ele pegou mais vinho para nós, enquanto eu peguei umas uvas, uns morangos, um pouco de chocolate... Saboreamos só um pouco. Então, ele, quase sem querer, começou a esbarrar as mãos pelas minhas coxas, enquanto ia pegar algo: um cd, um livro que trouxe para me dar... E eu sentia um imenso prazer nisso. Um prazer e uma promessa. Quase no fim do filme, ele colocou uma uva bem doce na boca e, num beijo, o primeiro, a passou para a minha... Ficamos ali, nos beijando longamente, até eu sentir uma leve tontura, um esmorecimento nas pernas. Ele, levemente ofegante e com o coração acelerado, me chamou para ouvir um CD que havia trazido. Após os primeiros acordes, me puxou pelas mãos e juntos, rodopiamos pelo ar, pelo tempo! Ouvindo aquela música suave, envolvente, demos um segundo beijo. Longo, delicioso, convidativo. Ele me apertava cada vez mais junto de si, e eu, trêmula e tonta, senti meus lábios, meu corpo e tudo o mais, mais quentes, mais úmidos... Ele deslizou as mãos dos meus ombros até a cintura, me puxou para mais perto de si, e revelou todo o seu desejo ali: quente, rígido, desafiante... E eu fiquei imensamente feliz e vaidosa em me redescobrir mulher, capaz de provocarar um homem...! Então, depois de mais um beijo, ele me tomou nos braços e fomos para o quarto. Após passar pela porta do quarto, ele me colocou no chão e, após alguns beijos, foi abrindo a minha blusa. A cada botão aberto, dava um beijo quente na pele descoberta, que me deixava palpitante. Tirada a blusa, foi descendo e, conforme ia beijando, ia abrindo e tirando a minha saia jeans. Então, me deixou apenas de lingerie, porém, antes do próximo passo, parou para me contemplar, fazendo- me corar de prazer e timidez ao ver o fogo dos seus olhos... Então, eu, no meio de um ansioso beijo, tirei a camisa dele, não sem antes beijar aquele peito e esfregar o meu rosto delicadamente nos pelos, adorando o delicioso cheiro de homem. Então, olhei bem nos olhos dele e, lentamente, fui abrindo o zíper e descendo a calça, sem me desviar, num ímpeto de coragem. Desci as calças completamente e olhei, extasiada, o espetáculo pulsante à minha frente. Então, fui beijando a boca, o peito, a barriga, o espaço que separa o umbigo dos pêlos grossos e escuros... Nesse momento, ele me puxou e me beijou novamente, dessa vez com alguma loucura e urgência e, com cuidado, me deitou na cama, deitando em seguida sobre mim, enquanto me sugava os lábios, os seios, e ia descendo mais... eu gemia baixinho. Daí, ele se livrou das últimas peças de roupas que ainda vestíamos, enquanto a gente continuava se beijando... E aí, me perguntou baixinho no ouvido se eu queria mais. Eu apenas acenei que sim, que estava pronta. E ele, delicadamente, encaixou seus joelhos entre minhas coxas e as entreabriu. Eu fechei os olhos e ele, olhando bem para o meu rosto, medindo as minhas reações, me penetrou, deslizando suavemente para dentro de mim, para depois começar um lento, mais firme e profundo vai – e vem. Só assim, finalmente, fechou os olhos, aproveitando o prazer de cada centímetro daquela fenda quente, úmida, apertada. Eu, por minha vez senti toda a pressão daquele corpo forte sobre o meu, aqueles pêlos grossos que roçavam a minha pele, a barba que arranhava de leve o meu pescoço, as mãos que apertavam as minhas mãos... E o sexo quente e latejante que explodia dentro de mim. Às vezes, eu achava que ia partir ao meio, tamanha pressão, mas não, tudo era harmonia, tudo se encaixava perfeitamente... Parecia que sempre esteve ali, naquele vertiginoso vai -e – vem. Ficamos assim alguns minutos, saboreando um ao outro... Era puro delírio. Então, de repente, o senti mais ofegante, respirando forte e me abraçando com mais força, e aí não vi mais nada, pois o ápice do prazer explodiu subitamente, em mil luzes coloridas, num espetáculo brilhante e sonoro dos nossos gemidos abafados pelos beijos que antecederam o grande desfecho. Só então ele saiu de mim, cansado, mas satisfeito, molhado com o nosso suor. Deitou ao meu lado e me puxou para si. Eu encostei a cabeça no seu peito e fiquei brincando com aqueles pêlos que eu adoro, sentindo o nosso cheiro impregnado ali. E assim, abraçados, puxamos o edredom e dormimos um sono relaxante e reparador por algumas horas. Dali a pouco, acordamos felizes e famintos, então ele decidiu ir buscar a bandeja com o vinho, as frutas, os queijos e o chocolate. Porém, como estávamos com sede, optamos pelo refrigerante que estava na geladeira e pelos petiscos, até ele ter a idéia de assistirmos ao outro filme. Porém, ao pegar o chocolate, preferiu esfregá-lo nas partes mais deliciosas do meu corpo e do seu corpo, para então saborearmos tudo, num gostoso recomeço. Dormimos nos braços um do outro. No domingo, passamos um dia maravilhoso e, no início da noite, fomos ao hotel pegar as coisas dele e as crianças. Só então contamos para eles que desta vez o papai voltou pra casa para sempre.

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Comentários (4)

em 29/7/2010
enviado por Pat
se vc escreveria um livro de romance.. rsrsr
linda historia...
mais romantica q erotica.
em 27/7/2010
enviado por otoniel
Que merda !!!!!
em 25/7/2010
enviado por nana
q ridículo
em 25/7/2010
enviado por luiza
eu amei essa historia bem romantica