Colega de trabalho

Heterosexuais  
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Autor: Sempre_sim
Email: kikagloria(a)ig.com.br
Ler SEM as mãos
nota
6,3
Meu conto inicia-se em um escritório de advocacia, onde já prestava serviços externos não periódicos, mas que iria freqüentar diariamente pois entrava para a equipe. Eu já conhecia todos q lá trabalhavam, mas não tinha quase nenhuma intimidade com o único homem – alem do sócio – que lá trabalharia comigo. Não sei bem qual o momento mas comecei a me aproximar do Bacharel, aproveitando da minha maneira espontânea de ser sempre arrumava alguma desculpa para aproximar. Tratava-se de um homem de seus 27 anos, ombros largos, braços fortes e pernas deliciosas. O único inconveniente era uma aliança em sua mão direita q logo passaria para a esquerda. Ao voltar das festas dos final do ano comecei a me insinuar mais diretamente a ele. Em alguns momentos ao falar com ele, acomodava a cabeça nos meus seios (eu muitas vezes ficavam com os bicos duros) e aproveitava para alisar seu peito com as mãos. Nossas brincadeiras ficavam cada vez mais animada, ele por sua vez passava pela minha mesa e acariciava meu pescoço que fazia eu perder o raciocínio, ou ainda mais desconcertante, puxava maliciosamente meu cabelo, que eu claro já deixava arrumado para tal ato, ficando totalmente tonteada com isso. Desculpas diversas era subitamente arranjadas e nos encontravam por segundo na cozinha do escritório, onde conseguíamos nos tocar momentaneamente, ele não tinha o habito do toque, então quando fazia era motivo de euforia, pois sabia que titubiava diversas vezes antes de executa-lo. Um certo dia ouve o convite pelo msn no trabalho p tomarmos algo no final do expediente. E após 7 cervejas, quando o levava embora veio o primeiro beijo. Para a minha frustração no dia seguinte ele veio conversar comigo para q eu esquecesse o q havia ocorrido, Eu mesmo assim continuei da mesma maneira que sempre estive com ele, ou seja, provocando-o. Uma semana depois, veio novamente o convite p beber, eu claro não recusei, mas desta vez bebemos um pouco menos e fui leva-lo embora mais cedo, enquanto bebia por diversas vezes meu pensamento estava em sua boca, corpo e pele, me desprendendo do assunto que ali estava, mau ele sabia que somente a sua companhia já me fazia ficar toda molhada, pois minha cabeça não parava de pensar em nos dois juntos, me sentia uma cachorra no cio, onde quer cruzar como o cão que esta ao seu lado em qualquer local. Na saída do bar nos beijamos, sua língua invadia minha boca com vontade e no carro mesmo comecei a lisa-lo, sabendo bem o que eu queria fui verificar o grau de excitação dele, que estava da maneira que eu queria ou seja, seu pau latejando de duro dentro da calça, chegando próximo do local que ele iria desembarcar, procurei uma rua onde pudesse matar um pouco a fome daquele homem, sem perguntar se podia ou não ordenei que abaixasse o encosto do banco, ele sem falar uma palavra acatou a ordem e sem perder tempo comecei lamber a cabeça do seu pau e fui descendo até chegar ao saco e lamber suas bolas. Ele respirava forte a cada chupada que eu dava, e seu quadril fazia movimentos eróticos impulsionando seu pau a ser chupado com mais profundidade, Suas mãos subiam pelas minhas coxas em direção a minha bunda e levantou minha blusa para chupar o meu seios, nesta altura, já estava toda molhadinha, pedi para que ele meter na minha buceta que tava sedenta por seu pau, fomos para a parte de trás do carro ao entrar em mim comecei a sentir minha buceta contrair, estava gozando e ele também começou a pulsar aquele cacete dentro de mim, o clima estava tão quente que não durou mais de 5 minutos e os dois já haviam gozado. Tenho ciência que a rua não estava tão erma, mas a vontade era maior que tudo. Hoje não estou mais no escritório, sinto falta destes jogos de sedução que aconteciam, e relembro tudo me masturbando no meio da madrugada, ainda nos encontramos esporadicamente, sendo o nosso ultimo encontro bem mais forte e intenso que todos os outros, ouço sempre que é a ultima vez que nos veremos pois a data do seu casamento esta se aproximando, acredito que um dia realmente vai acabar, mas peço com todas as minhas forças para que continue sendo convidada a tomar alguma bebida, pois o final da noite nunca é previsível.

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