sonho de consumo

Heterosexuais  
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Autor: angela
Email: angelamareli(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
7,7
Meu Vizinho, Meu Sonho de Consumo Sexual Moramos em um apartamento localizado no primeiro andar de um edifício, a varanda deste apartamento fica na lateral e não na parte frontal, varanda da qual tenho o privilégio de ver um telefone público que atente a uma república de rapazes, e que estão constantemente utilizando. Em especial, existe um negro, corpo atlético, não muito malhado, nota-se, pois esta sempre de short e camiseta. Cabelos bem curtos, lábios carnudos e deve ter um pau delicioso e grande eu imaginava. A freqüência dele ao telefone publico é grande, acho que é um argumento para me paquerar, pois normalmente estou na varanda e ele sempre com um olhar muito safado fica me observando. É o tipo de homem de meu sonho de consumo sexual. Confidenciei a uma amiga minha, a Deise, sobre o negro, nosso vizinho, do qual ela ficou muito curiosa e interessada porque ela também tem o mesmo tipo de tesão sexual que eu. Ela não sossegou enquanto não o viu junto ao telefone. A semana já havia passado e eu não estava agüentando mais aquela situação. Comentei com o Marcio, meu marido, a respeito do mulato, nosso vizinho e como é que eu poderia fazer para sair com ele, pois o rapaz parecia ser muito tímido pelo tempo que ele estava me paquerando já devia ter tomado alguma providencia. Sem muito que comentar, Marcio me respondeu que pensaria em uma maneira. Três dias depois ele apareceu com o numero de um telefone celular. Esse número de telefone é do seu vizinho ébano, me confirmou ele. Brincadeira, respondi. Não, não é brincadeira, pode ligar. Como você conseguiu? Isso não interessa agora. Eu vou dar uma saída, você pode aproveitar e liga para ele. E se não for o telefone dele? Você só vai saber se ligar. É, você esta certo. Respondi. Marcio saiu, ele já sabia que na frente dele eu não ligaria, e o mais que rápido que pude, liguei para o numero que ele me dera. Deu três toques, alguém já atendeu. Pronto. Quem fala? Perguntei. Aqui é o Sergio, quer falar com quem? O frio na barriga, e um arrepio na espinha chegou, não imaginei que sentiria aquilo. Meio gaguejando falei. Eu acho que quero falar com você mesmo. Você é um rapaz de cor, que mora em uma república e vai sempre ao telefone público em frente a sua casa, do outro lado da rua, e esta sempre vestindo shorts, e camiseta e sandália? Sim, sou eu. E você quem é? Dei uma respirada funda e respondi. Olha, eu sou a Ângela, uma loira de cabelos compridos, que mora no prédio quase em frente a sua casa, que estou quase sempre na varanda observando você me paquerar. Ah, já sei. Aquela loira muito bonita. Desculpe-me, pois eu não resisto ficar muito tempo sem te ver. Olha, mas se você não gostou, me desculpe, não vou mais paquerá-la. Sei que você é casada, me desculpe novamente. Pode me paquerar a vontade, eu gosto de ser paquerada. E o que eu quero falar com você não pode ser pelo telefone, tem que ser em particular e ao vivo. Só me responda como conseguiu o numero de meu celular? Isso depois eu te falo, agora eu só quero falar com você. Tudo bem, pode ser amanhã? Hoje não dá, estou de plantão aqui no quartel. Você é militar? Sim, eu sou cabo. Então é por isso que você tem um corpo atlético. É, eu gosto muito de me exercitar. Então, amanhã a tarde, eu passo ai para falar com você? Ótimo, amanhã eu saio do plantão as quatro da tarde. Se você sabe onde é pode vir? Sei sim, conheço bem o quartel. Como conhece? Meu ex-noivo era militar. Conheço ele? Não sei, amanhã nós falaremos, daí eu vou saber. Então esta certo, amanhã as quatro da tarde eu passo ai no quartel para te pegar, pode ser? Pode sim. Me espere na área reservada para visitantes, ok? Ok. Nesta mesma noite não dei folga para o Marcio. Ele chegou eu já estava pegando fogo de tesão. Comentei com ele, que já tinha acertado com o Sergio, o nosso vizinho, e já fui empurrando o Marcio para o quarto onde estraçalhei o pau dele, chupei tanto, imaginando estar chupando o Sergio, foi uma loucura. Acordei no outro dia, já era quase dez horas d amanhã, Para mim chegaria às oito horas da noite e não chegaria as quatro horas da tarde, tanto era a expectativa minha. Três e meia, já estava pronta, toda produzida, coloquei uma roupa bem provocante, com um decote que mostrava bem meus seios, bem perfumada e muito impaciente. Peguei o carro e sai. Cheguei no quartel as quatro horas em ponto. Encostei o carro na área reservada para visitantes, e logo em seguida olhei pelo retrovisor, vi o Sergio vindo na direção do carro. Meu coração disparou, começou a bater mais rápido que o normal, até parecia um encontro marcado nas minhas épocas de adolescente. Oi! Cumprimentou-me ele, já encostado na janela do motorista abaixada. Oi, acho melhor você entrar no carro. Pedi a ele. Ótimo. Deu a volta, abriu a porta e sentou-se. Pode falar, sou todo ouvido para você. Disse ele. Não sei por onde começar. Já sei, você vai reclamar que eu fico te paquerando lá de baixo do telefone público? Não, que nada, não tem nada haver. Eu só queria ter o prazer de conhecê-lo. Pois é ao contrario, quem paquera sou eu, porque você é o meu sonho de consumo? Então você também me paquera? É claro. Que susto você me deu. Você sabe, sempre que estou no telefone fico te admirando, te acho uma mulher muito bonita e sensual, gostaria de subir no seu apartamento. Pena que você seja casada. E você sabe, eu não gosto de encrenca, pois eu sou mais do amor do que da guerra. Eu também sou do amor. E não se preocupe com meu marido, você não o conhece, pode ate se surpreender com ele. Surpreender? Como? Não, nada, depois nos falamos disso. Agora eu quero saber de você se podemos sair daqui e ir a outro lugar? Sim, posso sair agora, porem antes preciso assinar a minha saída. Você pode aguardar um instante aqui mesmo. Ok. Aguardo com muito prazer. Dava para sentir que ele sabia como acabaria aquela nosso encontro, pois o tempo todo ele estava com uma expressão bem maliciosa em sua face e em seu sorriso. Quando ele voltou, para entrar no carro e sentar-se já apoiou a sua mão esquerda no meu joelho, e me deu um beijou na face, nesta hora eu senti um arrepio de tesão percorrer meu corpo inteiro, pois sempre tive tara por homens abusados. Não agüentei, tremendo, liguei o carro, engatei na marcha D, é um carro automático, acelerei um pouco para sair de lá, e já coloquei minha mão direita um pouco acima de seu joelho, dava para sentir que ele estava exitado. Olha, me desculpe, eu nunca agi assim, sou uma mulher bastante liberal, porem nunca nestas proporções. Para mim, foi a maior dificuldade tomar uma atitude de falar com você. E fui subindo com a mão em direção a sua virilha. Que surpresa! Antes de chegar na virilha eu já estava encostado a mão no seu pau duro. Apertei-o e senti que realmente era um pau grande. Ele não perdeu tempo, virou-se de frente para mim e com sua mão direita, já enfiou dentro da blusa e estava apertando o bico de meus seios por dentro da blusa, pois a blusa era bem cavada. Acho melhor nós pararmos por aqui com as mãos, senão será impossível chegarmos a algum lugar, eu gostaria de estar em um motel com você agora. Comentou ele. É, você está certo, eu também quero ir para um motel, não estou agüentando de tesão, faz muito tempo que eu estou sonhando com este momento. Vou tocar direto para um motel. Me recompus e rumei para o motel mais perto e o mais rápido possível. Quando entramos na suite, ele já foi me beijando loucamente com aqueles lábios carnudos, eu abaixei-me e fui arrancando suas roupas, quando, que surpresa. Saltou em meus olhos um pau fantástico, do tamanho do que eu sonhara. Imediatamente já abocanhei aquela delicia, e comecei a sugá-lo vorazmente e carinhosamente. Nos jogamos na cama, ele ficou com aquele pau duro virado para cima, eu terminei de tirar a minha roupa, e pulei em cima dele, imediatamente já fui chupando e me virando para podermos fazer um sessenta e nove. Que delicia. Ele me chupou com uma tara descomunal, aquela língua grossa e dura dele percorreu toda a minha vagina subindo para o clitóris e me fazendo gozar em sua boca. Tentei engolir o pau dele inteiro, porem não dava, pois não estou acostumado a engolir um pau tão grande. Eu conseguia chupar bem a cabeça indo até a metade de seu pau. Ele também estava com tanto tesão que não demorou muito para eu sentir uma explosão de porra dentro de minha boca, que delicia. Você não imagina a quantidade de porra, era muita coisa para engolir. Depois de gozarmos bastante, continuamos deitados, ficando na mesma posição de um sessenta e nove. Eu continuei a acariciar seu pau com a língua, para aproveitando as ultimas gotas que ele conseguia expelir. Minha outra surpresa, notei que o seu pau não amolecera, continuou duro, bem igual a quando entramos no motel. Fui subindo em direção a sua boca, passando a língua sobre sua barriga, o pescoço e dei um beijo bem prolongado na sua boca, continuei me movimentando por cima dele e fui colocando o seu pau dentro de minha vagina. Que maravilha, realizando uma fantasia e sentindo aquele enorme pau entrando em mim. Sentei bem e comecei a cavalgar violentamente e freneticamente, pois quanto mais eu cavalgava, mais eu sentia tesão. Ele ficou acariciando os meus seios, apertava bem meus mamilos, que me levou a uma explosão de gozo sobre ele. Continuei cavalgando, porem, mais compassado e demorado, até que novamente ele gozou, e gozou muito, pois eu sentia o seu pau jorrar toda aquela porra dentro de mim. Deitei para frente, sobre ele, e fui descendo, passeia com a língua sobre a sua barriga, descendo até seu pau, a cabeça do seu pau ainda estava muito molhada com um pouco de porra misturado com meu gozo, aproveitei e suguei o resto que ali ficara. Levantei-me, fui ao chuveiro tomar uma ducha para me recompor, pois ele estava me matando de prazer. Outra surpresa, olho para trás quando vejo o Sergio vindo em minha direção, segurando o seu pau duro na mão. Não acreditei. Abri a ducha entrei debaixo bem rápido. Aquela água fria veio bem para me refrescar um pouco, nisso ele entrou e ali mesmo, já me possuiu novamente debaixo do chuveiro. Virei-me, eu fiquei de quatro, e ele loucamente começou a socar aquele pau enorme dentro da minha vagina. Eu não estava acreditando, a quantidade de sexo que estava fazendo com o mesmo homem e em pouco tempo. Ele me possuiu com tanta vontade que dava para sentir o seu saco bater no meu clitóris, ele socou aquele pau com tanta rapidez dentro de mim, que em pouco tempo eu já estava gozando novamente. Gozei, e em seguida novamente ele gozou porem em cima de minhas costas, eu sentia a quantidade de porra que jorrava de seu pau, pois eu comecei a sentir escorrer. Voltamos para a ducha e acabamos de nos banhar, nos vestimos e saímos de volta para casa. No caminho ele indagou a respeito do meu marido. Você me falou que eu poderia, surpreender-me com seu marido? Como assim? E pode sim. Foi ele quem conseguiu o numero do seu telefone. Não acredito! Pode acreditar sim, e tem mais, quando você quiser pode ir lá em casa, podermos fazer sexo lá mesmo com muita liberdade, porem ele vai estar junto. Ele é bi? Perguntou-me. Não, ele é muito hétero, porem, nós gostamos de sexo em todas as maneiras. Somos adeptos ao swing e ao ménage e a outras formas mais. Brinquei. Você na esta falando sério, eu não acredito. Olha que eu vou. Então fica marcado, Sábado a noite, nos estaremos esperando por você lá no apartamento. Pode ir sim, já está tudo acertado. Esta historia vocês vão conhecer em outra oportunidade, porque quem ira narrá-la é o Marcio, pois só ele pode dar detalhes que eu não vi. Beijos e boas transas. Meu e-mail: angelamareli@hotmail.com

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