Tenho 37 anos, sou divorciada e vivo com meus dois filhos, Carla e Tiago. Todos nós gostamos muito de exercícios físicos, e temos corpos bem definidos. Também, pudera... São horas na natação e musculação, tudo isso acompanhado de comida muito saudável, vegetais, frutas e verdes nas refeições.
Somos conhecidas, eu e minha filha Carla, como as boazudas do prédio. Os olhares masculinos nos devoram, principalmente depois da separação de Caio, o chato e mesquinho cara com quem eu era casada.
Tiago é o sucesso das meninas e da mulherada, pois além de muito bonito, corpo perfeito e algumas medalhas de natação, é muito simpático, cumprimenta do porteiro a mais idosa moradora do prédio.
Após as apresentações vou falar da nossa vida íntima. Somos muito livres, eu, Carla, que completou 15 anos agora, e Tiago, que está com 18, um rapaz já formado, quase um homem. Como qualquer família, fazemos nossas refeições juntos, assistimos televisão quando os filhos estão em casa e temos uma vida muito unida.
Desde cedo, adquirimos um hábito que não é visto com muito respeito, pelas pessoas que nos conhecem. Sempre nosso banho da tarde é tomado em conjunto, hábito que eu e meu marido pegamos de um casal de japoneses, amigos que perdemos o contato.
Sempre olhei com discrição para o Tiago, cujo corpo nu dava vontade de agarrar, e notava que ele olhava muito meu corpo, tratando-me com muito carinho e sempre que possível, beijando minha face enquanto segurava deliciosamente meus braços e ombros.
Mas naquela tarde de maio, as coisas mudaram. Carla estava no sítio de uns amigos, e eu e o meu filho havíamos voltado da ginástica. Fomos juntos, era comum. Como sempre, fomos para o banheiro, tiramos nossas roupas e entramos no chuveiro forte. Eu havia percebido que Tiago tinha olhado para o meu corpo com olhos diferentes, este dia. Aquilo me excitou, e eu já andava de olho no meu filhote fazia tempo. A cada mês que passava, parecia que seu pau aumentava de tamanho e grossura, embora eu nunca tivesse visto duro.
Mal começamos o gostoso banho, ele falou para mim “mãe, você está com um corpo lindo.” Retribui a gentileza, dando um beijo de leve no seu peito.
Qual não foi meu susto ao sentir nas pernas um contato leve, discreto. Olhei para baixo e vi o pau do meu filho. Estava duro, muito duro, e era muito maior do que eu imaginava. Grosso, e levantado, de tão duro. Fiquei hipnotizada com a cena, que Tiago percebeu.
- Tiago, nunca houve isso entre nós. Tome cuidado, querido.
- Mas você hoje está linda, mãe – disse enquanto me deu um beijo delicado na face. Eu senti o pau encostando nas minhas coxas com mais vontade.
Afastei-me e muito sem vontade falei com delicadeza que aquilo não poderia acontecer, pedindo que ele saísse do banheiro, mas com os olhos e o corpo cada vez mais atraídos pelo pau lindo que teimava em ficar roçando em minhas coxas.
- Tudo bem, mãe. Se você não quer que eu fique, saio e depois tomo banho. Estou mesmo muito excitado.
As palavras do meu filho foram ditas com carinho, e eu já havia perdido completamente o juízo, estava quase agarrando o meu filho, e com esta demonstração de respeito dele, fiquei mais louca ainda.
- Não, querido. Não precisa sair, mas cuidado que pode ficar mais excitado ainda.
- Mais excitado, mãe? Estou no auge do tesão.
Era a primeira vez que fava assim comigo. Baixei mais os olhos e parecia que o pau havia aumentado de tamanho. Sem saber o que estava fazendo, movida apenas pela mais pura atração, segurei firme o pau do meu filho, que ficou espantado, mas não retirou minha mão, nem fugiu. Pelo contrário, me abraçou com muita firmeza e me deu um beijo no canto da boca.
Comecei a masturbar, apertar seu pênis como se estivesse possuída! Senti que estava meio esporrado e não sei como, quando vi, estava abocanhando e lambendo aquele pau delicioso. Tiago estava tão tarado quanto eu. Enterrou o pau na minha boca, pedindo que eu chupasse mais, e eu obedeci imediatamente, engolindo todo o cacete, que parecia cada vez maior.
Tiago segurou meus ombros e passou a foder minha boca alucinadamente. Depois de algum tempo, tirou o pau da minha boca e ajoelhado começou a lamber minha bocetinha, bem depilada, não sem antes ter mordido os biquinhos do meu seio e chupado eles divinamente.
Gozei a primeira vez, mas não pretendia deixar que ele me penetrasse na frente, eu não estava tomando pílula e não queria usar camisinha.
Puxei Tiago para cima e murmurei no seu ouvido que queria ser penetrada.
- Foder você, mãe? Dizem que isto é um erro sério.
- Erro é não gozar com este caralho dentro, meu querido. Enxuga a mãe que eu enxugo você e vamos fazer a coisa que pensei. Na cama.
Com os corpos perfumados, fomos para a minha cama. Agarrados, continuamos no 69 que estávamos fazendo no banheiro, quando eu fiquei de quatro, empinei a bunda que eu sabia desejada por ele, e peguei meu gel.
- Passa isso no seu pau e bote no meu cuzinho, amor. Depressa!
Ele não sabia que eu tinha esta pomadinha lubrificante, e passou no pau, principalmente na cabeça, conforme eu pedi. Talvez fosse o maior caralho que eu já tivesse enfrentado, foram poucos, na bundinha.
- Vai devagar, Tiago. Bota a cabeça e empurre o resto com calma.
Foi o que ele fez, com estrema facilidade.
- Onde você aprendeu isso, Tiago? Foi com quem?
- Com a Clara, mãe – e enfiou o pau que deslizou para dentro do meu cuzinho. Clara era minha amiga, e eu nunca desconfiei de nada entre eles.
Tiago me fodeu muito, seu pau havia invadido o meu cuzinho ainda meio virgem, e ele mostrou muito mais conhecimento do que os homens que já me haviam penetrado, empurrando firme e segurando meus quadris.
Comecei a rebolar furiosamente, sentia que estava no início do gozo, o que ele percebeu também, empurrando fundo no meu cuzinho.
- Tiaaaaaaaaago, fodeeeeeee muitooooo!
Não precisou pedir e eu estava inteiramente sob o domínio do meu filho, enrabando-me como nunca pensei, e gozando feito louca. Sentia seu pau me dilacerando o cu, rasgando tudo, e gozava cada vez mais forte.
Tive mais de quatro orgasmos, e meu filho continuava me fazendo carinhos com as mãos e com o pau firme, todo dentro do meu cuzinho!
Implorei a ele que gozasse, queria ser esporrada, e ele não se fez de rogado. Com o caralho todo enterrado na minha bunda, deu um berro de prazer, senti seu pau latejando dentro da minha bundinha e gozamos juntos. Senti seu jato de porra inundar meu cuzinho...
Ele foi muito carinhoso comigo. Ficou quieto, não disse nada, só passou os dedos nos meus cabelos. Estava visivelmente envergonhado, não queria olhar para o meu rosto, embora não parasse de me acarinhar. Um amante perfeito.
- Que deu em você, meu querido?
- Eu acho que não devia ter feito isso, mãe.
- Se você fez é porque eu quis, eu deixei. Mas me diga uma coisa. Quem é melhor, eu ou a Clara – perguntei morrendo de ciúmes.
- Mãe, a Clara não é páreo para você...
Sentindo a porra quente escorrendo do meu cuzinho, agarrei meu filho, dei um beijo longo e fui correspondida e pensei: “nunca mais vou ser de ninguém.”
Acabara de conquistar o mais gentil e perfeito amante.