Este é um conto de adaptação. Baseado em fatos reais.
Uma vez, em uma Capital Ferederal distante, muito distante...
Meu nome fictício é Carla. Vou contar uma aventura que se passou comigo. Meu namorado é engenheiro civil e supervisiona a construção de edifícios em Brasília. Nos damos muito bem e sempre conversamos sobre nossas fantasias sexuais. Uma vez havia lhe dito que tinha enorme vontade de transar em um dos prédios em construção. Gostaria muito de fazer amor, ser penetrada e gozar olhando todo mundo lá embaixo trabalhando. Tinha de ser um prédio alto, pois gostaria muito de olhar a paisagem enquanto Ricardo fazia o serviço em mim.
Ele sempre inventava uma desculpa para que isso não acontecesse, achava que era loucura demais. Entretanto depois de insistir muito e ameaçar fazer uma greve de sexo, ele acabou concordando.
Havia um prédio que estava entrando na fase de acabamento. Ele me levou até lá. Era mais ou menos logo após o almoço. Eu estava excitadíssima só de pensar como seria aquela transa: num prédio, cheio de homens trabalhando... ai que loucura. Minha xaninha já estava molhadinha com uma leve palpitação. Senti os meus lábios vaginais ficarem intumescidos. Neste dia eu vesti uma saia curta, blusa decotada sem sutiã e sandália de salto médio. Estava muito sexy e atraente. Sabia que, ao descer do carro, atrairia todos os olhares daqueles trabalhadores, principalmente porque tinha um corpinho bem definido, de pernas torneadas e longas, cintura fina e seios médios. Sem o sutiã eles ficavam bem soltos. Os mamilos estavam intumescidos, marcando a blusa, quando tirei a calcinha, antes de descer do carro. Ricardo me disse que estava muito sexy e provocante. Passamos pelo escritório da obra e todos os homens, que estavam lá, me comeram com os olhos. Pegamos os capacetes de proteção e fomos para o elevador. À medida que subia eu imagina mil coisas. Minha xaninha, toda ensopada neste momento, já pedia um cacete urgentemente. Já não via hora de sentir a pica de Ricardo enchendo minha bucetinha. Haaaa que pica gostosa que ele tem.
Fomos até o ultimo andar. Lá ele me mostrou os apartamentos. Em um dos apartamentos com vista para a cidade, ele enfiou sua mão por baixo de minha saia. Minha xana estava tão molhada que, quando percebeu, Ricardo levantou minha saia, me colocando apoiada numa varanda. Abriu minhas pernas e se agachou atrás de mim, levantando minha saia. Ele lambeu minha xana, que de tão molhada, já estava escorrendo pelas coxas. Ricardo lambeu, chupou, enfiou a língua na minha xana, lambeu meu cu. Quando senti a língua dele lambendo o meu cuzinho, fiquei mais louca de tesão. Ai que gostoso sentir aquela lingüinha furiosa tentando entrar no meu cu. Ainda bem que havia feito a higienização antes. Já não agüentava de tanto tesão. Queria o cacete dele enfiado na minha xana o quanto antes.
Implorei para ele me penetrar logo. Dito e feito, ele arrancou o cacete duro de dentro das calças e foi logo enfiando na minha xana. Ai que delícia... minha boca enchia de água ao sentir aquele cacete entrando e saindo da minha bucetinha. Ricardo, cada vez mais excitado, metia com mais avidez. Não demorou muito e comecei a gozar, estava tão excitada que não agüentava mais. Gozei, gozei e gozei enquanto Ricardo ainda metia na minha bucetinha. Ele dizia obscenidade para me deixar mais louca ainda. Quando ele começou a gozar eu me virei para ele abocanhando seu cacete. Ele Terminou de gozar na minha boca. Não querendo que o cacete dele ficasse mole, eu comecei a chupá-lo do jeito que deixa ele louco. Quando o cacete dele ficou totalmente duro eu pedi para ele enfiar no meu cu. Tava doidinha para tomar no cu. Quando ele se preparava para me enrabar eu olhei de lado e percebi dois vultos passando por trás da porta da sala, indo para a cozinha. Ricardo não percebeu e eu não falei nada. Adorei a idéia de ter platéia me assistindo. Mostraria a eles como é que se dá gostoso o cuzinho. Ricardo lubrificou minha florzinha com saliva e colocou a cabeça de sua pica na entradinha do meu cu. Apoiada na mureta da varanda, de costas para Ricardo, abri minhas pernas, arrebitando o bumbum expondo bem minha florzinha sedenta. Ele Começou a enfiar bem devagarzinho enquanto eu rebolava de leve para ele, facilitando a entrada. Neste dia meu cuzinho estava bem fechadinho depois que eu o lavei em casa. Senti a cabeça do cacete de Ricardo entrando. Uma dorzinha de leve eu senti, mas o tesão era tão grande que nem dei bola, aliás aquilo me excitava mais. Ricardo foi enfiando, enfiando, enfiando até que senti todo o cacete dentro de mim. Falava para ele meter bem devagarinho, tirando quase tudo e enfiando novamente. Ficamos assim até que falei para ele meter, meter com vontade. – Ai Ricardo, tora meu rabinho tora... toraa. Após longo tempo, metendo e surrando meu cuzinho, Ricardo gozou. Mais do que a primeira vez. Ele adorava me enrabar e eu adoro dar meu cuzinho para ele. Senti a porra dele enchendo meu rabo. Ahhh que delícia sentir aquele cacete gozando no meu cu.
De repente Ricardo olhou no relógio e viu que estava atrasado para um compromisso. Eu disse para ele ir à frente, que não se preocupasse comigo. Eu pegaria um táxi para casa, mas antes ficaria ali um pouco, apreciando a paisagem por uns momentos... me recompondo.
Na verdade eu estava com outras intenções. Aqueles dois que haviam entrado, sem Ricardo perceber, ainda estavam lá. Ricardo se despediu com um beijo longo e foi embora. Virei-me para a sacada e fiquei ali debruçada sobre o parapeito, com a blusa semi-aberta com um dos seios de fora, olhava a paisagem. Passados alguns minutos, ainda sentindo dois pares de olhos gulosos me observando, pensei “por que não?”. Abri levemente minhas pernas e ergui a saia, deixando meu rabo totalmente a vista daqueles dois. Se isto não os encorajasse teria de ir lá buscá-los!
Entretanto não foi preciso fazer este esforço. Logo senti duas mãos grossas percorrendo minhas coxas, indo do joelho até meu bumbum. Sem me virar falei para que fossem gentis para comigo, assim brincaríamos de tudo que eles quisessem. Sem nada dizerem, senti outro par de mãos percorrendo por dentro de minha blusa, alcançando meus seios. Ahhh que mãos fortes, grossas. Roçavam suavemente meu corpo, me deixando arrepiada de tesão. Uma das mãos tocava de leve minha xaninha, que a esta altura já estava novamente ensopada. Nunca havia feito isso assim, com dois estranhos. Virei-me e topei com dois homens completamente nus na minha frente. Morenos, um mais velho que o outro. O mais velho chamarei de João e o mais novo de Tonio. Quando olhei para o cacete de Tonio fiquei maravilhada. Que cacete lindo. Era grande e grosso, bem grosso. Devia ter uns 20 a 22 centímetros de comprimento. O cacete de Ricardo media uns 16 centímetros no máximo. A cabeça do cacete de Tonio era arredondada e pungente, atarraxada no tronco. Mas ao olhar o cacete de João não pude conter o espanto. Nunca havia visto um cacete daquele tamanho ao vivo. Era enorme e muito, muito grosso. Parecia uma tora de madeira negra. Fiquei de joelhos perante os dois e os olhava admirada. Minha mão não conseguia dar volta no na tora do João, de tão grossa que era. E o cabeção do cacete! Era obliquo e pontudo, sendo pouco destacado do tronco, dando o aspecto de ser maior ainda. Devia ter uns 30 centímetros. Tinha um cabeção lindo! À medida que os tocava e os admirava, minha xana ficava mais e mais molhada, tesuda.
Os dois cacetões estavam completamente duros. Comecei a chupa-los, um por um. Não conseguia chupar João. Eu dava chupões nas cabeças das toras, ao mesmo tempo em que massageava os dois, punhetando cada um. Depois de algum tempo assim, Tonio me deitou, abrindo minhas pernas. Que tesão louco, sentia. Estar ali com aquelas duas picas enormes. Meu cuzinho pulsava de tanto tesão. Tonio fez carinho nas minhas coxas e finalmente alcançou com sua boca a minha xana ensopada. Sua fome era tanta que chupava minha bucetinha com toda a boca. Enfiava freneticamente a língua dentro dela. Que tesão louco ele me dava. João se deitou ao meu lado e passou a chupar meus seios. Minha mão acariciava aquele cacetão de ébano. Pedi para João me deixar chupá-lo novamente. João o colocou na minha boca e fiquei saboreando aquela tora enorme. Tinha de fazer esforço para abrir a boca e chupa-lo.
Passado alguns instantes, senti que Tonio ia me penetrar na xana. Disse para ele que queria que me comesse de quatro, enquanto chupava João. Levantei e me virei de gatinha para Tonio, abrindo bem as coxas e deixando o bumbum arrebitado para que minha xana ficasse toda exposta para ele. Avisei-o para ir devagar pois nunca havia recebido um cacete como o dele. Ele falou que já estava acostumado e iria colocar bem devagar para eu me acostumar com ele. Ao sentir a cabeça do Tonio entrando na minha bucetinha, um calafrio percorreu meu corpo. Agarrei o cacete de João com força, enquanto Tonio entrava. Nossa que coisa louca. Que tora. Imaginei quando fosse a vez de João. Aquela tora entrando na minha xana me fazia ficar ensandecida. Meu cuzinho palpitava. Ahhh... ahhhh... ahhhh que tora! Senti Tonio encostar a virilha na minha bunda. Minha buceta tava totalmente cheia de pica. Que tesão, que maravilha, nunca sentira minha buceta tão cheia assim. Minha xana tava toda entalada de pica. Tonio logo começou o vai-e-vem bem devagarzinho pra me acostumar com a pica. Tirando e colocando a metade. Minha xana estava ensopada com aquilo. Voltei a chupar João com vontade. Passado algum tempo Tonio já quase tirava todo o cacete e recolocava na minha buceta, que agora tava toda arreganhada e feliz. Que pica! Que delícia de cacete. Tonio socava tudo, até as bolas. Mais e mais rápido ele metia com toda delicadeza a tora. Quando ele passou a tirar e enfiar a tora toda, não agüentei mais de tanto tesão e gozei, gozei e gozei. Gozava desesperadamente a cada metida de Tonio. Minha bucetinha tava toda inchada, mas gozava sem parar. João vendo como eu rebolava pra pica do Tonio se encheu mais de tesão e gozou na minha boca. Chupei, engoli toda a porra do João. Tonio gozou na minha buceta enquanto ainda metia. Todos nós ficamos extasiados, deitados no chão.
Nossa, nunca havia gozado tanto assim e com tanta intensidade. A pica de Tonio me deixou extasiada e satisfeita. Passado alguns instantes, João disse que queria comer minha bucetinha também e logo foi levantando. Disse para ele esperar mais um pouco, pois ainda não havia me recuperado, além do mais João acabara de gozar também e tinha que esperar mais um tempinho. - Que nada, disse João, levantando-se com pau já novamente duro. João me pegou do jeito que estava, deitada de costas. Afastou minhas pernas, sem muito esforço, pois elas ainda estavam moles. João disse que seria mais carinhoso e cuidadoso que Tonio, pois sua pica era maior e mais grossa. João aproveitou que minha buceta tava toda gozada e cheia da porra de Tonio e foi enfiando seu cacetão devagar. A xana molhada não ofereceu resistência ao cacete enorme de João. Este foi entrando devagar e pude sentir aos poucos. Tentava me agarrar em algo ao sentir aquele poste me arrombando. Porém sem forças não pude fazer nada, apenas relaxei mais ainda e deixei a tora entrar. João sabe do cacete que tem e com muito jeito e experiência foi colocando a tora até onde ela cabia. Se o cacete do Tonio me fez sentir cheia, o de João me deixou atolada, com falta de ar. Mas o estranho era que não sentia medo e sim um tipo de tesão, vontade que nunca sentira antes. Ahhhhh... ohhhhh... ahhhhh.... ahhh. Que pica... me entalou toda.... ahhhhh.... ahhhh.... sentia aquele cabeção entrando na bucetinha.... cada vez mais fundo.... Nooosssaaa.... ahhhh.... enfia João..... enfia tudo..... E abria mais a buceta para ele. Sentia cada centímetro daquele poste infincado na xana. João dizia que fazia muito tempo que não torava uma bucetinha tão apertadinha quanto a minha. João enfiou até onde deu e ainda ficou bastante de fora. João passou a meter devagar e pude sentir a torona entalando minha xana. Que delícia indescritível. Que tesão louco. Sentia vontade de gozar por horas. Não demorou muito e João começou a meter no vai-e-vem. Como estava sensível por ter gozado a pouco. Não resisti e comecei a gozar de novo. Passei a me sentir como uma cadelinha, gozando... gozando... Tonio vendo a cena não resistiu e colou o cacete dele na minha boca para chupá-lo. Abocanhei seu cacete enquanto punhetava com a mão. Gozei como uma louca desesperada com João entalando minha buceta com aquele poste cabeçudo. Enfiando e enfiando, já não sentia mais nada, só o gozo que vinha. Minha vista só enxergava um céu azul com estrelas piscantes enquanto gozava. Já não sabia e não queria saber de mais nada. Naquele instante só existia o êxtase do gozo. Tonio esporrou na minha boca e engoli todo o leite dele. João urrou quando gozou. Tirou o cacete da minha xana e veio terminar de gozar na minha boca. Lambi, chupei e engoli tudo... Que delícia... estava no céu.
Ficamos deitados por quanto tempo não sei. Quando consegui me levantar, ficar de pé, senti algo escorrendo por minhas coxas, passei a mão e vi que era meu gozo, misturado com o dos dois. Nossa minha xana tava arrombada! Mas me sentia completamente feliz, realizada. Como nunca!
Fui me despedir dos dois com um beijo carinhoso em cada cacete.
Primeiro peguei o do João e o chupei novamente, bem lânguida, sensual e safada. Chupar cacete meio mole também é gostoso, ainda mais se forem grandes como este do João. João ficou de pé e tive de ficar agachada para chupá-lo. Tonio vendo aquilo se “animou” novamente e veio por trás e fez algo que não esperava. Ele tocou num ponto que me deixa completamente pirada. Eu adoro dar o cu. Amo sentir um cacete entrando no meu botãozinho. Tonio foi logo enfiando um dedinho no meu cuzinho, enquanto eu chupava João. Instintivamente fiquei novamente de quatro abrindo toda minha bunda, expondo meu cuzinho para Tonio. Tonio logo entendeu que poderia fazer o que queria com meu rabinho. Não perdeu tempo e foi logo lubrificando meu buraquinho com seu cuspe. Deixou ele bem molhado e pôs a cabeça da rola nele, forçando a entrada. Relaxei bem meu cu, para deixar aquela picona entrar. Doeu um pouquinho no começo, afinal nunca tinha recebido uma pica daquela no meu rabo. Aquilo foi entrando gostoso. Senti cada pedacinho enchendo meu rabo. Logo todo ele tava dentro. Tonio enfiou tudo. Sentia aquela cabeçona entrando e saindo. Tonio sentindo que poderia forçar mais, começou a meter sem dó. Enfiava e enfiava todo ele. O tesão cresceu tanto que começou a me dar falta de ar. Sentir aquela picona me enrabando era o máximo. Que tesão louco sentia pela bunda! Tonio meteu com força até começar a gozar. Enquanto enchia meu rabo de porra eu gozava ensandecidamente. Caímos os dois suados e eu estava tremendo de tanto gozar. Senti-me aliviada quando aquela picona saiu do meu cu. Nossa!
Terminado com Tonio, ainda com o cacete de João na minha mão, não resisti à idéia que me passou pela cabeça. Já que havia agüentado a tora de Tonio, por que não a de João? Falei de minhas intenções a João e ele disse que nunca havia comido um cuzinho, pois nenhuma mulher se arriscava a “encarar” a tora dele. Disse a ele que iríamos tentar, pois seu cacete é realmente grande. Recebe-lo na xana foi incrível. Entretanto estava louca para experimenta-lo no cu. Como sempre costumo andar preparada para quase todas as situações, pequei um creme para penetração em minha bolsa. Usava-o sempre que ficava “sequinha”. Ajoelhei-me em frente a João e comecei a lambuzar o pau (o poste) dele com o creme. Pedi a Tonio para nos ajudar e pegar um pouco do creme e passar no meu cuzinho. Tonio, com todo o carinho, lambuzava a portinha de meu cuzinho. Pedi a ele para enfiar bastante dentro do meu rabo. Tonio pegava o creme e lubrificava por dentro do meu cuzinho com os dedos. – Enfia bastante Tonio, passe bem passado. A tora de João já estava completamente rígida em minhas mãos, toda lambuzada. Pedi a João que empilhasse uns sacos de cimento para eu poder ficar apoiada para ele. Dito e feito João empilhou três sacos e fiquei de bruços com o bumbum para cima.
Abri minhas pernas e disse a João para começar. Pedi a Tonio que ele orientasse João na penetração. João se pôs atrás e encostou a cabeçorra da tora no meu cuzinho. Tonio abria minha bunda para João. Um calafrio percorreu novamente meu corpo. Fiquei imaginando a cena e o tesão do meu cuzinho aumentou. João segurou firme o cacete e foi empurrando devagar. – Ai... mais devagar sua tora é muito grossa... Tira e vai colocando devagarzinho. João retirou e colocou de novo, forçando mais. Comecei a fazer força para agüentar a tora, empurrando o cacete dele para fora. – Aaaiii que torooonaaa. Tentava relaxar o cu mais que podia, mas estava doendo muito. A tora era grossa demaiiiissss. – Ahhhh... aaaaiiii. Nossa João que tora! Estava suando frio e ele ainda não havia enfiado a cabeçona. – Aiii pára... pára me dá um tempo para respirar... estou sem fôlego. João tirou a pressão e pude respirar aliviada. Então tive a idéia de como relaxar mais meu cuzinho para João entrar. Tonio já estava com o cacete duro novamente só de acompanhar a cena. Pedi para ele lambuzar ao máximo seu cacete e enfia-lo todo em meu rabo. Tonio não perdeu tempo e após lambuzar de creme, meteu todo ele na minha bunda. – Devagar Tonio, não quero que fique doido. Tonio fazia o vai-e-vem bem gostoso e devagar. Orientei a ele para tirar o cacete e enfiar mais creme enquanto o cuzinho ficasse aberto, em seguida enfiasse o cacete para colocar o creme bem lá dentro. Passava mais e mais creme. Quando ficou bem lubrificado.
João passou mais creme no seu poste e veio para cima de meu rabinho. Encostou novamente a cabeçorra no meu cuzinho que agora estava relaxado por ter tomado mais a pica do Tonio. João foi forçando e pude sentir a cabeçona entrando. – Devagar João que ainda está doendo muito... vai devagar. Após uns momentos de tentativas frustradas, sem eu ver, João deu um sinal a Tonio para ir a minha frente e me segurar. Quando Tonio me segurou, eu já vi que era tarde para argumentar qualquer coisa. Somente pedi o João que fosse com calma. Mas João com fome do meu rabo não perdoou. Foi fazendo força com a cabeçona e entrando na marra no meu cuzinho. Fiz toda a força possível. Estava suando e tremendo corpo todo. Sentia aquela cabeçona arrombando meu cu imperdoavelmente. Relaxei o máximo que podia mas a dor era grande demais. Tonio torceu sua camisa e me deu para morde-la. –Aaahhh que tooora. Entrando, entrando. Finalmente senti que o cabeção havia passado para dentro. Meu corpo tava todo ensopado de suor. João parou ali sob comando do Tonio, para me dar tempo para respirar. Arfando de cansaço e suando muito soltei a camisa e falei para ele tirar um pouco, tava ardendo muito. Tonio concordou e acenou para João tirar. Falei para eles que agora que a cabeçorra da tora do João entrou o resto seria mais fácil. Pedia a João que passasse mais creme no meu cuzinho arrombado. O creme proporciona certo alivio. Já recuperada do inicio, me posicionei novamente e pedi a João que abrisse meu cuzinho com os dedos, fazendo movimentos circulares com ele enfiado dentro. Depois de abrir minha florzinha ele foi logo enfiando a cabeçorra da tora. Novamente ele teve de forçar para ela entrar, mas desta vez não doeu tanto. Disse para ele ir colocando o resto bem devagarzinho, fazendo movimentos de vai-e-vem indo cada vez mais fundo. Sentir aquele cabeção no meu rabo foi uma experiência única. Quando penso nisso hoje fico louca de tesão. Sentia aquele poste cabeçudo entrando aos poucos, cada vez mais fundo. Disse a João que o rabo tem mais espaço que a bucetinha e que ele podia enfiar o cacete todo. João enlouqueceu de tesão, pois nunca havia enfiado todo seu cacete em uma mulher. Eu seria a primeira e talvez a única a dar este prazer para ele. João foi fazendo os movimentos de vai-e-vem cada vez mais profundos. Minha bucetinha estava toda encharcada novamente. Sentir o cacetaço do João no meu rabo era indescritível. Tava lotada, não entalada, com aquele poste no meu cu. João foi metendo, metendo, metendo e quando encostou sua virilha na minha bunda, percebi que estava com 30 centímetros de cacete entalado no meu rabo. Que delícia, que tesão enorme. Nunca sentira tanto tesão. Incrível sentir aquele poste todo dentro de mim. João fez o vai-e-vem devagar, bem devagar, passando toda a extensão do cacete pelo meu rabo.
Adorava sentir cada centímetro daquele monumento me comendo o cu. Aquela cabeçorra passando para lá e para cá dentro do meu rabo me enchia de tesão. Passado algum tempo, com meu cu acostumado com o poste, João começou a meter mais rápido e forte. Meu cu tava todo aberto para aquele cacete. Não havia limites. João lotava até o talo! Eu fazia todas as caras de satisfação. Mordia meus lábios. Pedi a Tonio para morder minhas tetas, me chupar. Tava ensandecida de tesão. João comia sem dó agora. As vezes tirava todo o cacete e o enfiava novamente. Meu rabo era dele, só dele. Tava todo arreganhado só para ele. – Aiii João... come... mete... mete. Pedi a Tonio para meter na minha boca o cacete dele e chupei como nunca havia feito antes. A tora comia o meu rabo sem piedade e comecei a gozar com o cu. Nunca gozara daquele jeito com o cu antes. Que delícia, que tesão. João gozou em seguida e gritei para ele encher meu cu de porra. Que deixasse tudo lá. Após João ter gozado, saí dele me virando, pedi para sentar no colo de Tonio, enfiando o cacete dele na minha xana. Cavalguei ele já com a bucetinha querendo gozar mais. Tonio demorou para gozar, mas eu não parava de gozar no cacete dele. Sentir a tora de Tonio gozando mais uma vez na xaninha foi o máximo. Loucura absoluta.
Pois bem este foi meu relato da transa mais louca que já tive.
By Talomax.