Feliz Natal....

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Autor: paulinha_cervantes
Email: anapaulatras(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
8,1
Ola, eu sou a Paulinha Cervantes espero que ainda lembrem de mim dos contos anteriores. Só pra refrescar a memória, tenho 18 anos, morena de cabelos longos e lisos, estilo índia, tenho 1,68 de altura e peso...bom isso não se revela, mas diria que tenho um corpão. O que relato a seguir aconteceu no dia 25 de dezembro de 2007. Como de costume, no dia seguinte a noite de natal, vamos para a casa de um amigo do meu pai de infância. A casa dele fica no Riacho Grande. Quase todos os anos é assim, almoçamos no dia 25 lá e no final do dia aproveitamos e vamos para o litoral, para o ano novo. A casa tem um quintal que desemboca na represa, e nos dias quentes o pessoal costuma andar de jet sky. Chegado o dia, fomos para lá, tava um baita calorão, cheguei lá e a primeira coisa que perguntei foi do jet sky, meu irmão até deu bronca, falou que eu parecia uma interesseira. Mas como já sou de casa o pessoal não falou nada. Este amigo do meu pai, o Ruy é casado com a Flávia e tem dois filhos, uma casal, o Renan e a Juliana. Eles tem a idade próxima a minha. Bom fomos almoçar, comi muito, mas tudo bem é natal então pode. Assim que acabou o almoço, lá pras duas da tarde comecei a pentelhar o pessoal pra andar de jet,ninguém quis. Perguntei pro Ruy se eu poderia ir sozinha, ele disse que sim e só disse para eu tomar cuidado. O jet já estava no lugar certo, fui até o banheiro e coloquei um maio preto, porque bikini poderia cair com uma queda. Fui até o jet,ligar foi fácil, dei umas aceleradas, mas ele não andava direito, fiquei assim,o motor parecia que ia explodir, mas achei que fosse normal. Andei poucos metros e já estava de frente pra uma outra casa, lá estava um cara nadando e quando me viu acenou, perguntou se eu era amiga do Renan, afinal estava com o jet dele. Expliquei a situação, ele sorriu e me explicou que eu estava afogando o motor da maneira que eu estava dirigindo. Para não ser mal educada me apresentei e ele também, Álvaro. Ele então se ofereceu pra explicar, por fim perguntou se queria dar uma volta comigo na garupa. Eu disse que sim e fomos. Logo que sentei ele já acelerou com tudo, eu para não cair agarrei em seu tronco, passei meus braços em volta dele e colei meu rosto na suas costas. Senti que ele se arrepiou e até desacelerou, olhou pra trás e disse “assim eu me descontrolo”. Eu entendi bem o que ele dizia, não posso negar que me empolguei com o abraço, afinal, ele é meu tipo preferido, negro, seu corpo não era muito forte, mas o cheiro que sua pele exalava já era o suficiente. Falei para ele ir mais devagar, ele foi, cada vez indo mais longe, eu então comecei a passar a mão pelo seu corpo, apertava suas coxas e passava a mão entre as pernas rapidamente, aquela sunga azul clara dele era uma delícia. Em pouco tempo senti que seu pau estava duro, fui até seu ouvido e pedi para que ele seguisse em frente direto, que eu gostaria de fazer umas carícias, ele sorriu e me obedeceu. Antes de começar enfiei minha língua em sua orelha, enfiando fundo, e ele só ficava mais louco. Fiquei massageando seu pau sobre a sunga, esse eras dos grandes e grosso, apertava com força, e aquilo estava mais parecendo um pedaço de pedra. Ele perguntou se queria que eu parasse, mas disse que não, que apensas continuasse andando. Ele pedia para eu enfiar a mão por dentro da sunga, mas eu disse que não. Perguntei se ele gostava de pés, ele disse que sim, ai me apoiei com os braços pra trás e o envolvi com minhas pernas, juntando meus dois pezinhos em seu membro, sobre a sunga, o jet sky parecia sem rumo agora. O tempo começou a virar, e as nuvens escureceram o céu, Álvaro perguntou se eu queria voltar, disse que ainda não, que agora eu que iria pilotar. Trocamos de lugar, ele se sentou atrás e me ajudou a passar para a frente, e quando sentei fiz questão de raspar minhas bunda em seu pauzão. Pedi algumas explicações e em pouco tempo eu estava guiando. Ele parecia estar sem graça então virei e pedi, “por favor lindo, me encoxa e bate uma pra mim”, na mesma hora ele veio pra cima de mim, encaixando seu mastro por entre minhas nádegas e enfiando o dedo dentro do meu maiô...eu estava ensopada. Como eram ágeis os dedos de Álvaro,ele deve ter ficado uns 5 minutos direto sem parar, senti que ia gozar e o avisei,ele afundou seus dedos e eu tremia feito uma cabrita gozando, fiquei louca, parei o jet, coloquei minha mão pra trás e enfiei em sua sunga segurando o seu pau, dei umas massageadas, e coloquei pra fora aquilo, esmaguei contra o banco, me levantei e sentei sobre seu pau e passei a rebolar... Não agüentei muito tempo e disse “eu quero você dentro de mim”. Me debrucei pra frente, empinei a bunda e falei, “fique a vontade, só me faça gozar de novo”. Ele afastou o maio, cuspiu no pau e começou a enfiar no meu cuzinho, colocou a cabeça, mas pedi para ele parar, “primeira na frente, mais tarde no cu”. E então começou a enfiar. Eu sentia cada centímetro, e a chuva começou, eu gemia alto, afinal ninguém nos escutaria e ele se empolgava, metia com mais força, ele fazia como eu gostava, abria bem minha bunda, me dava tapas e as vezes enfiava um dedo no cuzinho. Eu rebolava feito uma cadela no cio, não resisti e avisei que gozaria de novo, assim que disse isso ele puxou meus cabelos, eu quase morri de tanto gozo, eu gozei por muito tempo e ele fodia sem dó,do jeito que gosto. Devemos ter ficado ali uns 40 minutos, e estranhei que ele não gozava, perguntei se ele não queria gozar, mas ele disse que tava muito bom, e se gozasse teria q parar porque era perigoso engravidar. Disse para ele relaxar e avisasse quando fosse gozar que eu tiraria e não teria perigo algum. Disse isso e então ele falou “então é agora, sai, sai”, joguei meu corpo sobre ele e sentei em seu pau com tudo, e só fui sentindo as contrações daquele cacete jorrando porra dentro de mim, ele gozava muito, eu galopava com força e disse “agüenta mais um pouco que vou gozar de novo”, aaaaaaaaaaaaaaa, como gozei. Eu devo ter desidratado o Álvaro, fui fazendo mais devagar, senti seu pau amolecer, pedi para ele fechar os olhos e deixar comigo, tirei minha bucetinha de seu pau, mas deixei sobre ele, fiz força com os músculos vaginais para expulsar aquela porra, fui encharcando o seu pau mole com sua própria porra. Quase cai do jet, mas não cai não. Me equilibrei e passei a chupa-lo, juntei toda a porra que vazou com a língua e “suguei”, engoli tudinho e fiquei chupando o pau dele. A chuva ficou muito forte, parecia tempestade, mas tava tão bom seu pau voltando a endurecer, e ele disse “você é demais, a vontade que tenho é de contar pros meu amigos, mas jamais acreditariam”. Eu sorri e disse, “e se tivesse mais um deles com você, ele acreditaria?”. Ele não entendeu e eu expliquei, que se tivesse algum lugar que desse para ficarmos com privacidade que ele poderia chamar alguém e fazermos um segundo round. Ele sorriu e disse, eu topo. Voltamos para a casa, deixei ele na direção da casa dele e fui até a casa do Ruy, parei o jet de qualquer jeito e corri para casa. Logo que entrei meu pai me deu uma bronca, disse que estava muito preocupado, etc, etc. Já era 16:00, e eu tinha que me apressar, fui tomar um banho para não pegar um refriado. Sai do banho e me vesti, afinal não poderia continuar de maiô. Coloquei uma roupa basicona, um vestidinho de praia e um tamanquinho de madeira. Fiquei um tempo com o pessoal na sala, meu irmão tinha saído com os filhos do Ruy e tava eu lá com um monte de velhos. Me encheu e falei pro meu pai que iria dar uma volta, comprar um sorvete. Fui pra rua e caminhei em direção da casa de Álvaro, sei lá pra ver se ele me via, ou fazia algum sinal. Dito e feito, tava olhando uma árvore quando ele chegou, falou baixo, acho que era pra não me assustar, “vem comigo, nos vamos pro meu quarto, tem visita lá em casa e podemos ficar a vontade, mas ele explicou que para ser mais tranqüilo eu teria que entrar sem ninguém me ver. Ele entrou pela porta da sala e disse para eu ir pra lateral da casa que eu entraria pela porta da cozinha. E assim fizemos. Entrei e podia ouvir as vozes das pessoas na sala, mas continuei sem me preocupar. Chegamos na porta do quarto dele e Álvaro me disse, “va entrando que vou lá embaixo só fazer uma social, me espere no ponto,e outra coisa, cumpri o combinado, tem alguém ai dentro te esperando, mas não acenda a luz ta, quando eu entrar eu ligo o abajour”. Eu achei aquilo estranho e excitante. Abri a porta e fui entrando lentamente, não sabia onde era a cama, onde tinha alguém, fui apalpando, ai senti o pé da cama, apoiei o joelho, quando coloquei as mãos senti que tinha alguém deitado, que fez “shhhhh” para eu ficar quieta. Fui apalpando com minhas mãos, encostei na canela, fui subindo, era bem peludo, fui passando a mão nas coxas, fui com as mãos até o meio de suas pernas, o safado já estava nu. Passei a masturba-lo, era incrível a sensação de não saber quem era, o pau já estava bem duro, e ouvi dele bem baixinho “me chupa logo vai, vai”. Abri minha boca bem e abocanhei aquele pau que nem sabia de quem era, passava a mão em suas bolas e sentia muitos pelos, mas como era gostoso, ele se contorcia, colocou a mão na minha nuca e passou a coordenar meus movimentos,pra cima e pra baixo, as vezes ele acelerava, ai diminuía,senti que ele iria gozar logo. Enquanto eu chupava seu pau fui virando meu corpo, passei uma das pernas sobre ele e deixei minha xoxota na cara dele, de repente senti suas mãos afastando minha calcinha e enfiando uma língua quente, me chupando com força, e eu ali controlando pra não gemer. Ficamos assim uns 3 minutos e senti que ia gozar, acho que ele também estava no ponto porque ele dava diversos espasmos com o corpo, avisei ele, “lindo vo gozar já já,mas quero gozar com você dentro de mim”,nem bem terminei a frase e já levantei,sentando em seu pau com tudo, assim que começou a entrar comecei a gozar, joguei meu corpo pra trás, e ele começou a apertar meu seios, foi apertando com mais força e começou a resmungar “to gozando, to gozando”,eu sentia aquele pau gozando dento de mim, eu tava com muito tesão, fui virando de frente pra ele, sem tirar seu pau de dentro, comecei a cavalgar com fúria, mexia bem gostoso para o pau dele não amolecer.Tolinha eu, o pau continuava duro pra caramba. Eu apesar de estar por cima era dominada,ele abria minha bunda e batia, começou a enfiar o dedo no meu cuzinho,dizendo que estava preparando pro Álvaro. Não demorou para aporta se abrir, Álvaro entrou com uma lanterna, e disse “pelo jeito já se conheceram, Paulinha este é o Jéferson, Jéferson,esta é a Paulinha”. Finalmente pude ver a cara dele, devia não ter visto, o cara era feinho, devia ter uns 30anos, sei lá, mas preferi ficar pensando só no pau dele, afinal, era bem gostoso. Falei “cala boca e vem logo, não tenho muito tempo”. Álvaro já tirou seu pau pra fora, que pra variar tava duro e começou a colocar na portinha do meu cu. Pedi pra ir com cuidado pois DP dói um pouco, levantei um pouco do pau do Jéferson, enfiei os dedos em minha xoxota e lambuzei com a porra, passei então no meu cu e disse “agora vamos, os dois com força”. Sentei de novo no Jeff, empinei a bunda e o próprio Jeff abriu minhas nádegas para “facilitar” a vida de Álvaro, foi enfiando sem dó, quando eu ia dizer para ir devagar ele foi com tudo, dei um grito e um dos dois tapou minha boca com a mão. Dupla penetração é uma das coisas mais incríveis de se sentir, não pra entender bem da onde vem o que, mas é muito bom, eu fiquei louquinha, e os três loucos para gemer, mas só se ouviam os murmuros. Eu não agüentei e comecei a gozar de novo, Álvaro percebeu e falou “a putinha nem avisou que ia gozar” e começou a meter com mais força,em algum momentos doía, mas eu não conseguia pensar nisso. Passado um tempo Jeff pediu para trocarem, paramos um pouco, Álvaro enfiou seu pau em minha boca e me ordenou que chupasse, sentia o gosto do meu próprio cuzinho. No escuro tudo fica uma loucura, eu era uma escrava manipulada ali. A lanterna estava apagada, era um breu total. Só senti Alvaro me puxando para ele, sentei, e de repente senti Jeff me penetrar,mas agora doeu muito, estranhei pois o pau de Jeff era menor, fui apalpando e senti um saco mas sem pêlos, nem deu tempo deu falar nada e já senti enfiando, parecia que eu ia rachar no meio,tinha certeza que aquele não era o Jeff, será que era outro cara? Bom isso só me deixou mais excitada, Álvaro me puxou e enfiou sua língua na minha boca dizendo que ia gozar, que delicia sentir ele de novo gozando, sentia os jatos dentro de mim, ele parou de bombar e só quem estava atrás metia com gosto, aproveitei e fui até o ouvido de Álvaro e perguntei “quem esta atrás, não éo Jeff né? Quantas pessoas tem aqui nesse quarto”. Ele disse “sabia que perceberia, quer mesmo saber quantos ou prefere curtir e no final te conto?”. Fiquei com a segunda opção. Álvaro pediu para eu chupa-lo e ficar de quatro aos pés da cama. Obedeci, seu pau estava bem pequeno, mole e muito melado, fiz todo esse movimento sem tirar o outro do meu rabinho, o filha da mãe de trás não parava, perguntei seu nome ele disse “oi neném, sou o Gustavão e vou gozar dentro desse cuzinho”. Eu disse faça-me tua escrava, ele então cravou, o cacete de Álvaro já voltava a endurecer na minha boca, foi quando senti uma mão pegando a minha mãe e encaixando num pau, acho que era no Jeff, e passei a punhetar, ai pegaram uma outra mão e colocaram em outro pau, eu desequilibrei, atolei minha boca no pau de Álvaro, nisso Gustavo começou a fungar alto e sentia que estava gozando, mas mesmo assim não parava. Passou mais um tempo e ele disse “próximo”. Um dos que eu punhetava saiu e ja senti que cravou no meu rabinho, nisso Gustavo já sentou e puxou minha cabeça até o pau dele, “me chupa linda, chupa com gosto que já melo sua cara”,nunca tinha visto aquilo, dei umas chupadas e senti ele tirando o pau da minha boca e esguichando na minha cara. O que estava no meu cuzinho, não sei era o Jeff,acho q não porque parecia ser gordo perguntou, “onde gosta de sentir o esguicho,na frente ou atrás”, respondi que o melhor era na xoxota, dava mais prazer, na mesma hora ele tirou o pau do meu cuzinho, pegou no meu quadril, encaixou na minha xoxota e enfiou, gemendo gozando, meu deus, quantos jatos. Eu estava muito confusa, com a cara melada,com a xoxota melada,com o cu melado, o gordinho continuou metendo e disse que queria mais uma gozada dentro de mim, mas algum deles disse que queria também, ai o gordinho tirou o pau, me virou e disse, “senta num cacete com o cuzinho que vou comer você pela frente”, eu nem sabia onde estava um cacete para sentar, e quem disse que precisava,alguém me puxou e foi encaixando, gente, sentei gostoso, fundo, eu esfregava minha bunda contra a barriga de sei lá quem, nisso o gordinho metia na frente, desesperado, muito rápido, não agüentei e comecei a gozar, o gordinho deve ter se empolgado que eu estava gozando e começou a tremer, dando estocados com força e lentas, cada enfiada, um jato....eu estava com a cabeça pra cima,com a boca aberta “gemendo em silencio” e senti uma mão me pegando e enfiando um pau na minha boca, e logo que enfiou senti os esguichos, mas ele travou minha cabeça e metia como se fosse uma buceta, eu engoli, ele continuou metendo e nisso outra mão me puxa e faz a mesma coisa, goza na minha cara, esfrega o pau na porra e enfia na minha boca Minhas pernas estavam bambas, eu estava exausta, perguntei que horas eram, e o gordinho falou “não interessa,você só vai quando estivermos secos”. Eu pensei, ferrou, vou me atrasar, 20hs tenho q estar em casa, Álvaro gemeu “relaxa, são seis horas. Gustavo deu uma idéia, um ficaria no alto da cama, segurando meu pés pra trás, de barriga pra cima, ou seja, deitaria e jogaria meu pés pra trás, eu disse que não precisaria ninguém segurar que eu conseguiria. Fiquei assim,de pezinhos pra cima e vinha um bombava por uns cinco minutos e trocavam... Meu cuzinho não fechava mais, juro que nem mais sentia. Senti cada um deles, naquele escuro, o quarto estava com um cheiro muuuito forte. Nisso o telefone do Álvaro tocou, era sua namorada “sujou galera, ela ta vindo pra ca, vamos sair fora”. O gordo perguntou “quanto tempo ainda temos”,”uns 20minutos”. “Então vamos acabar com elas, dp nela,galera vamo secar de tanto gozar”. Me levantaram,me jogaram na cama sobre um deles enfiou na minha xoxota e outro no meu cuzinho, um enfiou na minha boca e outro esfregava o pau no meu pé. O gordo ordenou, quem for gozar avisa e goza dentro desse cu maravilhoso. E foi assim, o gordo logo gozou no meu cu, saiu e já veio outro enfiou e gozou também,o que estava embaixo disse queria gozar também,o outro tirou o pau e ele enfiou e gozou, não sei dizer quantas gozadas levei. Até que tudo parou, ai vi uma luz no meu rosto, não via quem estava com a lanterna, mas me entregou um copo e disse, “abre o cuzinho sobre ele”, e fiz, saiu muita porra e caiu no copo, meio copo de requeijão praticamente. Fiz cara de inocente e ouvi “agora toma”, sorri e virei aquele copo, quase vomitei no inicio, mas foi bom. Álvaro estendeu uma toalha e minhas roupas e disse “se vista, tenho que tira-la daqui”. Obedeci,e ouvi em coro “Paula te amamos”, puta queu pariu, quantas vozes. Na hora de sair até tentei ver alguma cara ,mas não deu. Álvaro me levou ate um banheiro, fiz um bochecho e lavei o rosto e fui. Pernas bambas... Fui pra rua, fui até a padaria , comprei um sorvete,vi que eram 19:20, comecei a voltar pra casa do Ruy. Na entrada da casa dele tem uma rede, deitei ali com o sorvete, tomei todo, nisso chegou minha mãe “o filha você ta ai? Fiquei preocupada, sua dorminhoca”. Nisso passou 5 caras correndo....será que era? Ainda não sei, mas peguei o contato do Álvaro e vou descobrir. Paula Cervantes – apelido novo “Pimentinha” (pezinhos mágicos)

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Comentários (4)

em 13/10/2009
enviado por menininha
nossa q safada!!!!mais deve ter sido uma delicia!!!
em 21/5/2009
enviado por gato
safada hem! o tesão
em 14/2/2009
enviado por beta
morro de vontade de fazer isso ,mas nao sei se vou aguentar meu cu doi muito ja na primeira vez quaswe morro mais juro k ainda vou tentar bjoss
em 11/1/2009
enviado por Marcello
oii gata.. adorei seu conto.. e sei onde fica isso, bem q a gnt podia marcar de se encontrar heim !Beijos