Oi, gente! Sou eu, B.!
Primeiro, gostaria de agradecer a quem me mandou e-mail sobre meu primeiro relato, "Bumbum Irresistível". E quem não me escreveu... não se envergonhe! Me escreva! Diga o que achou do meu relato, o que sentiu lendo ele.
Vou relatar aqui mais uma tarde deliciosíssima que vivi.
Eu AMO piscina, e adoro visitar um parque aquático aqui da minha cidade. Nem preciso dizer que arraso quando vou a ele, não é? Certa vez, pus meu boné, vesti meu biquíni preto pus um shortinho rosa enfiadinho e fui ao parque aquático com minhas amigas. Chegando lá, aluguei um armário, abaixei vagarosamente enquanto tirava meu shortinho, guardei no armário e me mandei para a piscina.
Meu biquíni não é fio-dental. Mas meu bumbum é tão gostoso, grande e empinado que "puxa" o bumbum pra dentro, e ele sempre fica enfiadinho. Logo, todos os olhares do Parque sempre se voltam para meu bumbum. Sabendo disso sempre ando toda arrebitada e rebolando, claro! Comecei a me banhar nas águas fresquinhas das piscinas, descer nos toboáguas, e sempre via um monte de rapazes me paquerando.
Um em particular me chamou atenção. Ele era lindo e acho que já o tinha visto antes, mas não sabia de onde. Dei um mergulho, quando levantei, estava puxando meu cabelo para tirar o excesso d'água, quando olhei para trás e o vi atrás de mim, olhando descaradamente para meu bumbum. Quando ele viu que notei, deu um sorriso todo envergonhado para mim, mas eu não fiz nada. Virei a cara e continuei andando.
Alguns momentos depois, pedi para uma amiga para tirar umas fotos minhas. Comecei a fazer poses pelo parque e ela me fotografando, quando vi que tinha um monte de gente me olhando (ou melhor, BABANDO), entre eles o tal cara me olhava de longe. E notei um volume dentro da sunga branca dele. Continuei sem dar trela para o carinha e fiquei lá, sendo fotografada. Claro que chegou um monte de espertinho se enxerindo para mim e para minha amiga depois das fotos, fazendo piadinha, pegando na minha cintura, mas o tal cara não veio até a gente.
Depois, dando uma volta no parque, percebi que o cara tava me seguindo. Desci por um toboágua, quando caí na piscina ele tava embaixo, me esperando, e quando passei por ele, ele me comeu com os olhos, me olhando de cima abaixo. Se era pra tirar onda, tirei também, e quando passei por ele desenterrei o biquíni do bumbum, e senti o olhar de deleite dele quando me viu puxando o biquíni. Ah, claro. O pau dele estava durão debaixo da sunga.
A última foi quando fui comprar um chiclete. Me apoiei no balcão esperando meu chiclete e fiquei lá, com meu bumbunzão empinado, quando o cara chegou no balcão, pediu uma água e em seguida virou para o lado e se inclinou para trás, para ficar olhando meu bumbum. Olhei para ele com um olhar de reprovação, mas ele deu outro sorrisinho amarelo e parou.
Quando estava almoçando, com as meninas chegaram alguna carinhas que conhecíamos e sentaram na mesa conosco, conversando, perguntando coisas. E quando vi, o tal cara que me seguia tava com eles. A primeira pessoa que ele falou foi justamente eu. "Oi, você é a B., não é?" Eu nem respondi e ele já disse "Sou H. Sou colega do seu namorado". Aí foi que me toquei. Sempre que via o J. com a turma dele, esse cara tava entre eles. Eu estava começando a gostar dessa história.
Os meninos passaram o resto da tarde conosco, e, obviamente, alguns começaram a ficar com minhas amigas. A JJ. mesmo sumiu com um carinha lá. E eu passei a tarde conversando com o H. e olhando discretamente para o pau duro dele, que não abaixou um segundo sequer a tarde inteira. E, claro, me interessei por ele. Além de lindo, ele era gente fina. Gente finíssima. Me fazia rir bastante. O fato é que quando olhei ao redor, eu e H. estávamos sozinhos. O lugar onde estávamos era uma espécie de rocha com queda d'água, e as putas das minhas amigas me deixaram sozinha com ele. Quando olhei ao redor e não vi mais ninguém, olhei para o H., ele bateu os ombros e deu um sorrisinho, como quem diz, "pois é, nos deixaram a sós". Dei um sorrisinho malicioso e mordi o dedinho da mão. O H. tirou minha mão da minha boca e me beijou. Em seguida, me segurou forte e me pôs no colo dele. Sentei bem em cima daquele pedaço de pedra que tinha dentro da sunga dele. Quando aquilo roçou na minha xana, já era. "A fera" dentro de B. acordou e eu tinha que dar uma trepada ali mesmo.
Puxei a perna da sunga de H. para o lado e pus o pau dele para fora. Ele afastou meu biquíni para o lado também e começou o sarro. Não dava para penetrar, mas ao menos ficamos roçando a cabeça do pau dele nos meus lábios, que estavam molhados, tanto da água do parque quanto de secreção minha. Ele pôs o pau para dentro de novo, se levantou e foi até a frente da área onde estávamos. Voltou dizendo que não dava para fazer nada ali, porque as outras zonas do parque estão cheias e a qualquer momento podia aparecer alguém ou mesmo um monitor.
A gente tinha que dar um jeito e o H. disse que estava de carro. Mas eu não queria ir pro carro dele. Queria trepar por ali mesmo. Foi aí que apareceu a JJ. agarrada com um carinha, e ela disse que estava transando até agora com ele. Perguntei onde e ela apontou para uma área que tem umas piscinas desativadas. As piscinas ainda estão cheia d'água, mas como a área tá em obras, ninguém vai. Aliás, vão casais para trepar. Só isso. Não tem perigo de aparecer peão porque a obra só acontece nos finais de semana, e era quarta.
Chegamos lá e tinha um casal transando. A área é muito afastada e cercada por umas pedras, não tem como sacar nada do outro lado do parque. A mulher gemendo, o cara socando nelas nos deixou muito excitados. Eles nem notaram nossa presença, e se notaram, não se incomodaram. E eu já sabia muito bem o que H. queria. Tirei o lacinho do biquíni e fiquei de quatro. H. se ajoelhou, bateu de leve nas minhas nádegas, esfregou a mão na minha xana e depois socou rola. Minha xana tava muito lubrificada e molhada das piscinas e o pau imenso do H. entrou facilmente. E aí foi aquela delícia. Eu não gemia. Eu berrava de prazer. Enquanto metia na minha buceta, H. aproveitava que meu bundão tava ali arrebitado e aberto para acariciar meu cuzinho com o dedo dele. Eu sentia meu cu piscando e minha xana gemendo, e o H. lá bombando dentro de mim.
Depois da primeira gozada, o H. cansou e começou a perder ereção. Eu disse "ah, não... agora não". E pus o pau todo gozado o H. na boca. Chupei, chupei e o bicho ficou duríssimo de novo. Aí dei uma tapa na cara do H. e o empurrei no chão. Sentei no pau dele e comecei a cavalgar. O pênis do H. era tão grande que doía, mas era muito delicioso. Enquanto eu cavalgava, H. apertava de leve meus mamilos, que estavam bem durinhos. Por um momento, abri os olhos e vi uma amiga minha transando por lá também. Havia um outro casal e o primeiro casal que estava quando chegamos não estava mais.
Gozei enquanto cavalgava no H. e ele gozou também. Começou a morrer de novo. Apertei o pau dele e disse "Que papo é esse. Passa o dia todinho me secando de pau duro e agora fica morrendo?" O H. disse que é normal depois que gozar o pau baixar para descansar, e eu disse "não comigo!" Chupei o H. de novo e o deixei duro. O joguei na parede, fiquei de costas, me empinei bastante e, de costas, desci minha xota na arma do H. E mais uma trepada deliciosa. O lugar tinha mais um monte de casais transando e isso me excitava demais.
Depois da terceira, H. achou que finalmente ia descansar, e falei "Quero a saideira". Deitei num batente e levantei as duas pernas. H. apoiou minhas pernas no ombro dele e meteu com tudo na minha buceta. Socou com força e eu berrando muito, muito alto. Ele dizia "Grita, sua gostosa, que eu quero ouvir" e eu lá, berrando. Essa trepada foi a melhor da tarde. Senti que o H. gozou duas vezes dentro da minha bucetinha e eu tive mais três orgasmos.
Voltei para cara de carona com o H. Quando chegamos na porta da minha casa, ainda rolou uma rapidinha dentro do carro, lá no banco do motorista.
H. virou um caso meu e até hoje marcamos umas saídas muito gostosas.