Oi, gente. B. escrevendo pra vocês de novo.
Primeiro, gostaria de deixar claro uma coisa. Sou uma menina de classe alta, assim como minhas amigas. E todas temos uma filosofia de vida mais ou menos como a Paris Hilton. Todas nós sempre tivemos tudo que quisemos, por isso acabamos perdendo noção de limites, por isso gostamos de curtir a vida. E pra mim a melhor forma de curtir a vida é fazendo sexo. Transo, pelo menos, uma vez por dia, se não fico louca, e enquanto tem muita gente por aí se envolvendo com violência, com drogas, com roubo, política, eu prefiro dar minhas transas. Faço por prazer, porque é algo que adoro, e vou continuar fazendo. Sou ninfomaníaca, fazer o quê?? =D
Bom, e agora, partindo pro que interessa, vou relatar algo que aconteceu hoje no caminho para casa. Meu carro estava emprestado à minha mãe, porque ela teve de deixar o dela no concerto. Ela me deu carona até a universidade, mas tive que voltar de ônibus. Acho que faz uns dois anos que não ando de ônibus, mas encarei. Liguei para ela me buscar, ela não podia, e como terminei uma prova antes das minhas amigas, não quis ficar esperando e resolvi voltar para casa. A universidade fica longe e só tem um ônibus dela para minha casa, por isso peguei o primeiro que chegou. Eu estava usando um vestido jeans, justo, sem alça, na altura da metade da minhas coxa. E, aquilo, que todos vocês que lêem meus relatos já sabem, o vestido valoriza muito meu bumbum, e isso foi realçado porque eu estava de salto alto, um tênis All Star que tem um saltinho, e isso me deixa toda empinada.
Junto comigo entraram mais quatro pessoas no ônibus, uma menina e três meninos. O ônibus não estava lotado, mas não havia mais lugar para sentar e já havia algumas pessoas em pé. Fiquei em pé, com uma mão segurando no ferro e outra os meus cadernos. Ninguém se ofereceu para pegar. Um dos carinhas parou atrás de mim. O detalhe é que ele não precisava fazer isso. Tudo bem que já tinha gente em pé, mas havia espaço no ônibus. E ele ficou atrás de mim, sem se encostar. E aí começa aquela coisa deliciosa que muitas meninas relatam aqui. O cara começou a me encoxar. Cada balanço que o ônibus dava, ele fingia que balançava pra frente para dar uma "paulada" em mim. Notei que o pau dele estava duro na primeira. Na segunda, quando ele deu, olhei para trás, mas ele fingiu que não estava percebendo, como se fosse por acidente. E continuou. Cada balanço, cada freio que o ônibus dava o safado roçava a rola em mim.
O ônibus começou a parar pelo caminho, começou a subir gente e aí foi só o que o safado queria. Começou a se encostar em mim. E aí o pau dele "grudou" na minha bunda. Se longe de mim ele já tava dando jeito de roçar em mim, quando o ônibus encheu o safado me encoxou com tudo. E aí também não tinha nem como disfarçar. A rola dele ficou exatamente entre minhas nádegas e ele começou a roçar direto. Não precisava o ônibus balançar nem nada do tipo. Claro que gostando, foi dando um calorzinho lá em baixo, eu abri um pouco as pernas para facilitar o sarro. Isso bem discretamente. Meus seios ficaram duros de tesão e meus mamilos marcavam o vestido. Quanto mais o tempo passava, mais ele colocava pressão do pau dele no meu bumbum e mais eu gostava. Minha xana começou a latejar e molhar minha calcinha e o cara teve a cara de pau de perguntar "Você quer que eu segure seus cadernos pra você se apoiar melhor?" Eu, calada, passei os cadernos pra ele e pude me segurar com as duas mãos no ferro do ônibus. Aí dei uma empinada extra no bumbum pra "agradecer" a ele pelo favor. E tome sarro no meu rabo. Fiquei doida para pôr uma das minhas mãos dentro da calcinha, por baixo do vestido, mas lá dentro do ônibus é que eu não ia fazer isso. Não sou (tão) louca! Se fosse numa rave, né? Hahahahahahahahaha!
Quanto mais o tempo passava, mais ele roçava na minha bunda, e eu, pra ajudar de novo, comecei a balançar o bumbum pra direita e pra esquerda bem de leve, como se tivesse balançando por causa do sacolejo do ônibus. Até onde pude perceber, ninguém no ônibus notou o roça-roça. Depois de algum tempo ele deu uma encoxada bem forte e fez pressão com muita força, e notei o pau dele dando umas mexidas. Uns minutinhos depois o pau dele baixou, e tive certeza que ele tinha gozado. Quando o ônibus começou a esvaziar de novo, vagou dois lugares. Eu sentei na janela e o cara veio e sentou do meu lado. Olhei para a bermuda dele e vi que estava manchada e confirmei que ele gozou. O safado me entregou o caderno e puxou conversa comigo. Perguntou meu nome, começamos a papear. Durante a conversa notei que ele vez por outra olhava minhas coxas, e algum tempinho depois vi o pau dele fazendo volume na bermuda de novo e ele nem aí em disfarçar.
Eu pedi parada e desci e o cara desceu comigo. Quando chegamos na porta para esperar o motorista parar e abrir, ele ficou com o pau encostando no meu bumbum de novo e me pressionou com outra encoxada na hora do freio. Veio conversando comigo até a porta do prédio e ainda pediu meu telefone. E eu dei! Hahahahahahaha! Acho que preciso andar mais de ônibus!
Tava tão louca de tesão com essa situação toda que, quando cheguei em casa, fui pro meu quarto, fechei a porta e não tirei nem o vestido. Apenas o levantei até minha cintura, afastei a calcinha para o lado e enterrei meu consolo na minha xana. Fiquei tirando e botando o consolo bem devagar, bem devagar, e gemendo baixinho. O tesão foi crescendo, fui lembrando da delícia que tava no ônibus e comecei a acelerar o ritmo, até que passei a tirar e botar bem rápido. Gozei gostoso no meu consolo. É delicioso, mas eu quero ainda mais. Quero dar umas trepadas bem gostosas hoje. Fui pra academia pensando nisso, fiquei mais excitada ainda com os marmanjos da academia ne secando e estou aqui me tremendo de tesão. Tô doidinha pro J. chegar e dar uma gostosa com ele.
Beijos, meus queridos.
Por favor, me escrevam. No relato anterior recebi um monte de e-mails e no último recebi apenas alguns poucos. Quero ter mais contatos com vocês. Já fiz alguns bons amigos, todos muito safados e tarados por mim, e quero ainda mais amigos virtuais.
B.