Dois homens e duas mulheres: uma delícia.

Grupal/Orgias  
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Autor: Santilhana
Email: santa.escreve(a)yahoo.com.br
Ler SEM as mãos
nota
6,7
Olá, voltei de férias. Fui à Floripa, vi o meu tio que vocês já conhecem de outras histórias. Depois, fui à Ubatuba, passar um tempo. Levei comigo o meu homem gostoso, porque eu não passo as férias longe daquele pinto. Fomos à casa de dois amigos. Vocês também já os conhecem. Trata-se do meu caro amigo Mauro e a sua mulher, Silvia, escrava da minha boca. Pois estamos nós na praia. Conversando como gente civilizada. A Silvia a minha frente, com um biquini cortininha, tomando goles de cerveja gelada. A pele estava dourada, seca, com sal espalhado e um brilho de protetor solar. Nossos homens conversando normalmente, falando de investimentos e carros. Conversas aleatórias. Eu fiquei ali mirando aquela gostosa. Ela, logo percebeu a minha cara, pois o meu olhar diz tudo. E a Silvia, que vive com vontade de que eu a chupe, na hora, ficou com os bicos dos seios duros. E olhando mais de perto, focando bem na parte de baixo do biquíni, vi que ela se ensopou, pois sabia o que eu estava pensando. E eu pensava mesmo em passar a minha língua de cabo a rabo naquela xana, porque o mel dela é delicioso. Ela sentou ao meu lado e disse: "Quero trepar com você". Eu passei a língua nos lábios, demonstrei tesão, mas não me mexi, só sentindo a respiração dela ficando mais tensa. Depois de alguns momentos, fomos para a água. Lá, ela também colou em mim, e ficava se oferecendo: "Quer mamar meus seios", "vem gostosa, vem me chupar". Eu não respondia. Ficava quieta encarando-a, pois normalmente sou eu quem a seduzo, e estava achando ótimo ver essa mulher se expondo para mim pela primeira vez. Passei vontade nela, mas confesso que não via a hora de ter aquele grelo no meio dos meus lábios, para massageá-lo com a língua, só para ouvir essa mulher uivar. Nosso homens, claro, perceberam a empolgação da moça. E, até ao final da tarde, ficamos em um flerte doido naquela praia, entre comidinhas e cervejas. Meu homem disse no meu ouvido: "Vocês vão dar um showzinho para nós dois?". No que eu concordei com a cabeça. No início da noite, chegamos na casa. Eles dois se soltaram, um no sofá, outra na espreguiçadeira. Eu fui até a geladeira, peguei mais uma cerveja, dei um gole, e, aproveitando a Silvia em pé, passei a latinha na pele das suas costas. Foi o sinal para a gente começar o show. Ela me olhou, e eu, fui passando a mão por aquele corpo de sol, bem de leve. Cheguei por trás e disse: deixa eu ver essa xaninha. Ao mesmo tempo em que deslizava a mão para dentro da calcinha e desatava o nó do biquíni. A pele dela arrepiada, quente de sol, temperada de sal: uma verdadeira delícia, pronta para ser sorvida. Ela sempre arqueia de tesão, e eu, adoro ver essa mulher louca de tesão por mim. É como se eu sentisse, por um momento, um poder masculino de ver uma mulher praticamente implorar pela minha chupada, pela minha boca, e dizer que sonha molhado com isso quase todos os dias. Ela também foi tirando o meu biquíni. Ficamos nuas, em pé, nos beijando na boca apaixonadamente, esfregando nossos seios, os bicos colados um no outro, e as minhas mãos preparando o terreno. Fui de mão inteira na xaninha. Passava de trás para frente no meio da rachada, massageando aqueles lábios, apertando o grelinho com calma, fazendo a mulher dançar na minha mão. E ela dança gostoso: joga o cabelo para trás, me oferece os seios e geme. Ficamos assim um tempo, e nosso homens tesos, cada um deles massageando o próprio pau, duros, excitados vendo as duas fêmeas se beijando e se esfregando sensualmente a frente de ambos. Meu homem babava. Dava para ver ele segurando a onda, o bicho dentro dele, só para não avançar em nós duas naquela hora e meter a pica no primeiro buraco que ele pudesse. Foi aí que eu a abaixei na poltrona, a fiz abrir as pernas de frente para eles, a buceta aberta, escancarada, com aqueles pelinhos meio loiros, e a xaninha rosinha, lubrificada, deliciosa, chamando a minha boca. E antes de sugá-la, fiquei massageando aquele grelinho suculento, tirando o caldo que escorria com os dedos e provando, para provocar os dois homens. O pinto do meu amigo estava roxo de tesão, e dava para ver o caldinho saindo na ponta do pau saindo, dando o sinal do tamanho do tesão que a visão proporcionou... E foi assim que eu comecei a chupá-la, finalmente. Ela gemeu e disse que me esperou o dia inteiro, mal se conteve e começou a se esfregar na minha cara, forçando o grelo por toda a extensão do meu rosto. Ela praticamente se masturbou na minha face, e a cada vez que ela rebolava, mais eu lambia aquela xana, para mais caldo ela produzir. Eu a prendi, segurando-a pela bunda, forçando a buceta dela na minha boca: suguei, sorvei, chupei e lambi aquela delícia alucinadamente. Até ela gritar de tesão, me chamar de "minha mulher gostosa", gritar "me chupa mais, mais", " me fode com a língua". Ela gozou muito, tremeu de corpo inteiro sobre as minhas mãos, tremia e se agitava com a buceta colada na minha boca. O meu homem falava: "Tesão gostoso, goza gostosa". Assim mesmo, bem safada, ela deslizou para o chão. Jogamos almofadas pelo chão, ela se deitou, e foi a minha vez de oferecer a minha buceta para a a boquinha dela. Sentei na sua cara. E fiquei me mexendo sensualmente. Exibindo os meus seios para os dois homens que foram se aproximando. O meu homem puxou a bunda de Silvia, colocou-a sobre uma almofada e passou a comer aquela bucetinha linda. Enquanto ele fazia isso, eu olhava para trás, só para ver a cena daquele mastro teso, entrando na xaninha que tinha sido minha: ensopada e brilhante. Como é lindo ver um homem metendo a pica em uma buceta tesuda. Fiquei hipnotizada vendo aquele nervo grosso, com a cabeça pulsante, entrando e saindo. Fiquei louca, olhando a cara de macho do meu homem contorcida de tesão, comendo a Silvia na minha cara. Eu ainda podia sentir a língua dela varando para dentro da minha buceta, ela tirava e colocava, alternando entre movimentos leves e fortes, passando a sua língua para dentro dos lábios, ao redor, e no meu grelo, que era deliciosamente sugado entre os lábios, da forma como eu a ensinei. E vendo aquela cena de suruba, sentia os caldos deslizando para dentro dos lábios de Silvia. Meu homem, enquanto bombava, ao mesmo tempo, apertava os meus seios com uma das mãos, fazendo uma massagem circular ao redor dos meus mamilos, me deixando louca. Pois quanto mais ele bombava, mas a mulher me chupava, mais oferecida eu ficava e mais ele apertava os meus mamilos, e mais caldo deslizava. Era uma loucura. E mais loucura ainda, quando o meu amigo Mauro, marido de Silvia, enfiou a tora dele na minha boca, e passou a fazer uma foda forte, másculo, de sentir as bolas batendo no meu queixo, em pé, na minha cara. Ficamos os quatro, cadencialmente dançando no ritmo da foda. Eu ouvia: "piranha gostosa, toma um pica bem dura na sua boca", ouvia o meu homem dizendo para Silvia: "putinha gostosa, rebola a bucetinha para o papai". De repente, senti que Silvia tremia de gozo, e mal podia gritar, pois eu estava sentada na cara dela, deslizando a minha xana por toda naqueles lábios, me agitando naquela boca. Quando eu a senti gozando, na mesma hora, o meu homem gozou, tirou fora e gozou nas minhas costas, e bem rápido, passou a espalhar a porra quente no meu corpo. Logo a seguir o meu amigo também gozou, na minha boca, me segurando pelos cabelos. Fiz de tudo para que ele visse eu engolindo tudo, para que ele ficasse satisfeito. Lambi os meu lábios só para ele. Por fim, a Silvia, passou a me lamber com mais vigor, com a língua às vezes dura, às vezes flácida, com agilidade no grelinho, até que eu gritei de gozo, espalhando com as minhas próprias mãos, com um jeito de vagabunda, toda a porra jorrada: pelo meus seios, pela minha pele. Ficamos os quatro caídos na sala, até recuperar o fôlego. Logo após, eu ainda fui tomar banho com os dois homens enquanto a Silvia caiu em sono profundo. A trepada no chuveiro e muitas outras eu conto depois. Passamos quatro dias ali. Voltei para casa varada, pois dei a buceta, dei o rabo, chupei muita pica, tomei porra, várias vezes. Lambi aquela buceta doce até cansar. E ela, viciou no meu mel, cansou de mamar os seu seios, me chamou de minha fêmea inúmeras vezes. E todos nós nos fartamos de tanto sexo.

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Comentários (5)

em 15/4/2009
enviado por Luiz
vem ca sua puta minha mulher quer te ter como professora
em 7/4/2009
enviado por Néia
gostosa, vem pra cá ia dar uma trepad com vc e meu marido cachorra
em 3/3/2009
enviado por mix
ai como queria vc aki pra eu e meu marido te comer todinha gostosa
em 23/2/2009
enviado por marta
gostaria que voce me chupasse tambem e adoraria que voce mamasse e que se marido comece meu cu e depois mina buceta
em 23/2/2009
enviado por marta
gostaria que voce me chupasse tambem e adoraria que voce mamasse e que se marido comece meu cu e depois mina buceta