Meu nome é Bela. Casei muito nova, com 16 anos, com um homem muito mais velho, já beirando os 60 anos. Foi um escândalo na minha cidade no interior do RS, mas meus pais eram muito humildes e viram nessa possibilidade de casamento uma maneira de escapar da pobreza.
Eu sempre fui uma garota de chamar a atenção e quando me tornei mocinha despertava os olhares mais cobiçados de todos os homens da minha cidade. Loirinha, de cabelos lisos levemente cacheados que sempre mantive compridos até minha cintura, carinha de menina, olhos e boca inocentes, mas um corpo cheio de curvas, durinho, coxas que revelavam uma leve penugem clarinha, seios médios apontados pra cima e um bumbum arrebitadiho e durinho. Meu marido era um dos homens mais ricos da cidade, estava há pouco tempo lá, e viúvo, assim que me viu me desejou.
Casamos, mas o sexo para mim foi uma decepção. Além dele não ser assim muito vigoroso, ele se satisfazia mais me olhando e se masturbando, do que exatamente pelo ato... Mas achei que era assim mesmo e fui tocando minha vidinha.
Um dia, estávamos a passeio e meu marido parou pra abastecer num posto de gasolina. Ele saiu do carro pra conversar com um dos mecânicos que havia numa mecânica perto do posto e eu fiquei sentada dentro do carro. Notei que o frentista que veio abastecer o carro me olhou muito descaradamente. Eu estava de vestido, minhas coxas ao sol reluziam os pelinhos loiros da minha perna e o homem passou meio babando, olhando para o meu corpo e depois para o meu rosto. Fiquei acanhada e procurei puxar o vestido. Era um homem de uns 45 anos, eu já tinha 20 na época, mas bem diferente do meu marido, ele parecia ter muito vigor e apetite, percebi que seu macacão escondia já certo volume e fiquei admirada que ele continuava a rodear o carro me comendo com os olhos.
Meu marido voltou e me disse que iria precisar deixar o carro pra arrumar e aproveitaria pra jogar uma partida de truco com alguns homens que estavam lá (meu marido e viciado em jogo) então saimos do carro e fomos par a tal mecânica. Assim que desci do carro, senti um arrepido, pois vi que o homem me olhava com um tesão fora de controle e eu tb já estava excitada com aquilo tudo, ele era discreto mas seu olhar de lobo mau dizia tudo que ele queria comigo e isso me deixou muito sem jeito e ao mesmo tempo excitada.
Quando estávamos lá na salinha, meu marido ficou todo empolgado com o jogo e foi a deixa pra que eu pudesse me ausentar sem que ele percebesse.
Fui lá fora com a desculpa de ir ao banheiro e me indicaram um que ficava atrás do posto... Fui indo, era meio escuro o lugar, e de repente, sinto um braço me puxar com força. Era ele. Eu quis dizer alguma coisa, mas ele nem deixou, me deu o beijo mais longo, molhado e gostoso que já senti e logo suas mãos começaram a percorrer meu corpo po baixo do vestido.
Eu já estava ofegante e ele me devorando com aqueles beijos, então ele me disse baixinho no ouvido: vc é a gatinha mais gostosa que eu já vi em minha vida...
eu protestei, meio faznedo tipo, dizendo que era casada, ele riu e me disse - seu marido não tem o que eu tenho pra te dar...
falando isso ele me puxou para um quartinho que tinha atrás do posto e entrando lá me empurrou pra cama abrindo o cinto da calça e tirando a camisa... Logo vi pela cueca dele o que eu iria receber, era um cacete duro e enorme, como eu nunca havia visto. ele abaixou a cueca e fez meu rosto chegar perto daquela tora... A essa altura eu já estava louca, peguei o membro dele e comecei a chupá-lo com vontade, mas sem muita experiência. Ele fechou os olhos sentindo minha boca pequena indo e vindo e logo me pegou pelos cabelos forçando os movimentos...
Chupei deliciosamente aquele membro e ele estava a ponto de explodir, mas ele segurou apertando a pontinha e me deitando na cama, tirou minha calcinha e meu vestido. Eu me sentia como uma criança, com vergonha e excitada, e ele admirado de me ver... então ele abriu minhas pernas e comecçou a me chupar... Foi tão delicioso sentir aquela língua quente que comecei a gemer alto... eu me contorcia e gemia com vontade e ele me lambendo, chupando... era demais, mas ele tinha um propósito- era me deixar sem resistências... e de fato fui ficando molinha, molinha e quando estava no ponto, ele subiu mamou meus peitos com vontade e posicionou o membro na minha grutinha. A primeira tentativa de entrar eu parecia uma virgem, pois era bem apertadinha, e gemi mais forte sentindo a estocada, ele só conseguiu colocar a cabeça... Ele cerrava a boca e os olhos e disse com a voz rouca - que delícia, vc é toda apertadinha como uma menina gostosa - eu nunca comi uma ninfetinha sabia ? - então estocou com mais força e entrou com tudo... foi demais... eu delirava de prazer e ele tb... Ele estocava forte, dizendo que me achava gostosa demais, que eu era deliciosa, que ele ia me comer inteira e de todos os jeitos. Eu gemia alto sentindo aquele mastro todo entrando... Eu nunca tinha tido um homem assim, eu ofegava e sentia que ele estava louco de tesão...
Então, ele tirou e me colocou de 4 na cama. Eu segurei no engradado da cama e ele entrou me enrabando, a cada investida eu tremia toda, meu corpo entrava em frenesi, ele estocava forte, me puxava pelos cabelo e se encurvou nas minhas costas e me dizendo no ouvido com voz baixa o quanto ele estava gostando de me comer, que eu era um tesãosinho, um desperdício com aquele meu marido velho, que eu precisava saber o que era um homem de verdade. E estocava que eu sentia as bolas batendo na minha bunda, ele começou a ir mais rápido, fincou suas mãos na minha bunda e começou e estocar mais rápido e mais forte... Eu ouvia sons como - Uh ! Ah! Gos to sa ! Ah De lí cia ! E de repente, numa estocada final, ele grudou em im como umcachorro gruda numa cadela, ele urrou de przer jorrando sem parar um um jato quente que em escorreu pelas coxas e quase desmaiamos de tanto prazer...
Mas não terminou aí... Depois de um tempo, quando estávamos deitados nos recuperando, ainda com a respiração acelerada e o cheiro de sexo no ar, ele me disse com voz maliciosa, ainda quero a sobremesa - e olhou pra minha bundinha...
Mas esssa estória eu conto outro dia.