Eu e ela - Fantasias do meu marido

Lésbicas  
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Autor: brianna
Email: briannapena(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
6,8
Eduardo e Mônica (nada a ver com a música do Renato Russo), formavam um casal perfeito. Eram relativamente jovens, bonitos e se amavam. Mas Eduardo, como a maioria dos homens, tinha uma tara secreta: ver sua mulher transando com outra mulher. Mas esse tipo de assunto ele nem sonhava em propor a Mônica pois temia que ela não entendesse. Porem um dia, estavam assistindo ao filme LIGADAS PELO DESEJO, onde aparecem várias cenas lésbicas e Mônica percebeu que Eduardo ficou excitado. Na hora da transa ele se superou o que comprovou ainda mais a teoria de Mônica. Como eles tinham um relacionamento franco e aberto, um dia depois de uma transa Mônica aproveitou para perguntar a Eduardo se ele tinha alguma fantasia. Eduardo se surpreendeu com a pergunta, mas haviam prometido nunca mentir um para o outro e ele cumpria suas promessas, portanto foi obrigado a se abrir. Mônica já sabia, só desejava que ele falasse e ele falou. Mônica se fez de surpresa e disse que iria pensar no assunto. Ela nunca havia transado com outra mulher e sequer havia fantasiado sobre isso, mas para agradar Eduardo, e dependendo da companhia até seria capaz de encarar. Os dias passaram sem que nada acontecesse. Mas, já que Mônica abrira a guarda Eduardo resolveu ir a fundo. Certo dia, Eduardo encontrou uma antiga namorada, Rosana. Eduardo e Rosana viveram o primeiro amor. Aquela coisa inocente de cineminha, clube no final de semana, Discoteca aos sábados. Longos passeios de mãos dadas e tudo isso foi revivido neste encontro. Rosana com dois filhos estava separada, mas ainda tinha um belo corpo e um rosto muito atraente. Trocaram e-mails e se despediram. Eduardo não contou a Mônica sobre o encontro, pois sabia que Mônica ficaria com ciúmes. Depois de alguns e-mails, passaram a se encontrar com mais frequencia e até almoçaram juntos um dia destes. Papo vai, papo vem. Eduardo contou sobre Mônica e a fantasia. Rosana sutilmente se propôs e fazer o papel, pois ainda nutria uma paixãozinha por Eduardo e também já tinha ficado com algumas garotas na época da faculdade, para ela seria moleza. Eduardo adorou a idéia. Mas como fazer com que Mônica se envolva sem que saiba que eles combinaram? Rosana trabalhava como vendedora de um massageador elétrico e iria visitar Mônica com o pretexto de mostrar-lhe o produto, como se tivesse sido indicada por uma amiga. E assim se deu. Rosana muito simpática logo fez amizade com Mônica. Ja na primeira visita ela foi fazer uma demonstração. Mônica deitou-se de costas na cama e ficou nua da cintura para cima. Rosana depois de lhe esfregar delicamente um creme massageando com suas mãos, usou o aparelho. Monica relaxou e sentiu-se ótima. Rosana aproveitou-se da situação e fez mais que o de praxe. A forma como lhe tocava insinuava que era mais do que uma simples massagem. Mônica, ao perceber levantou-se rapidamente cobrindo com a toalha sua nudez e tentando se afastar de Rosana. Esta se aproximou percebendo o espanto no rosto de Mônica. Mônica caminhava de costas até encontrar a parede e Rosana ia de frente para ela. Era como um ritual. Sem ter para onde fugir, Mônica tentou sair correndo, mas Rosana a segurou e disse: - Calma, não vou lhe fazer mal....relaxa.... - Quem é você, o que quer de mim.....eu confiei em você e vcê agora vai abusar de mim, me roubar, ou me matar? Rosana soltou sua gargalhada contagiante: - Calma, minha fofa....não seja dramática. Sei do que você gosta... - Ah é e do que eu gosto? - Disso.....sem dar chance para reação Rosana segurou-lhe o rosto e roubou um beijo de Mônica, que tentou reagir, fugir, mas era mais fraca e aos poucos foi cedendo. Enquanto a língua de Rosana roçava levemente a de Mônica, os hormônios trocados criavam uma química entre as duas que jamais Mônica imaginava sentir com outra mulher. Suas pernas amoleceram. Sua toalha caiu e Rosana pode sentir o toque dos mamilos de Mônica sobre sua blusa. Os biquinhos estavam rijos. Mônica voluptuosamente abriu a blusa de Rosana. Ela também queria sentir sua pele, sem nenhuma roupa entre elas. Quando os seios se tocaram, foi como se ligassem os botões do amor. Ambas estremeceram. O beijo se tornou pouco, o abraço era insuficiente. Quatro mãos percorriam os corpos com carícias jamais experimentadas por ambas. Rosana enfiou sua mão por dentro da calça de Mônica e percebeu o quanto ela estava excitada. Mônica acariciava a xaninha de Rosana por cima da calça jeans que a esta altura já mostrava a mancha do liquido do amor, denunciando o tesão reprimido. Botões se abriram apressados, calcinhas voaram. Dois corpos nus cairam sobre a cama. Eles se procuravam, se atraiam, se esfregavam no suor que escorria por todos os poros. Sedentas ambas descobriam o inesperado, o amor. Imaginavam terem até este momento vivido plenamente o amor, mas a partir de agora, teriam que rever os conceitos. Surgiu alí o verdadeiro amor. Foi como se cupido tivesse flexado o coração delas. O mundo la fora não interessava mais. A fantasia de Eduardo...... quem é mesmo Eduardo? Quando trocando de posição cada uma sentiu na boca o gosto do prazer da parceira, era como se o ato tivesse sido consumado. Virilhas, coxas e clitóris, foram usados como símbolos do prazer mútuo e cada uma parecia saber exatamente o que mais propiciava a satisfação da outra. Encaixaram como o côncavo e o convexo. Rosana que veio apenas para ajudar um amigo e quem sabe se divertir um pouco caiu na teia secreta que o amor tece. Mônica, inesperadamente ficou refém de Rosana, a quem não conhecia, mas a quem juraria amor eterno desde então. Uma transa apenas, bastou para ligar estas duas mulheres. O que sentiam uma pela outra, só era superado pelo prazer que ambas proporcionaram. Depois do banho, vestidas e comportadas sentadas na sala, ao final do dia, aguardavam a chegada de Eduardo, que não sabia que Rosana, estaria lá. Rosana não contou esta parte da história para Mônica. Eduardo entra no apartamento e ao ver Rosana se surpreende, mas sorri maliciosamente achando que se daria bem esta noite. Mônica faz a apresentação e diz que convidou Rosana para jantar. Mõnica está lindíssima numa micro saia que deixa a mostra suas coxas grossas, quase sem esforço pode-se ver sua calcinha. Rosana veste a mesma roupa, mais formal. Calça jeans e camisa. Ao ver a esposa assim, Eduardo não tem dúvidas. Ele não imagina a cena de amor vivida entre elas à pouco, achando que o assunto vai ser mencionado naturalmente durante o jantar. Após o jantar os três se sentam no sofá. Falam de banalidades. Eduardo está numa poltrona sozinho, Rosana está na poltrona dupla e Mônica serve um café. Mônica senta-se ao lado de Rosana e sem dizer uma palavra pega a mão da 'amiga' e fica brincando com ela. Depois olhando para Eduardo que já começa a ter uma ereção coloca um dedo de Rosana na sua boca e chupa com aquela carinha safada. Rosana também é surpreendida pela atitude de Mônica, mas encara bem o papel. Deixa sua outra mão escorregar por entre as pernas de Mônica acariciando suas coxas maravilhosas e macias. Mõnica abre a blusa e enfia a cara de Rosana entre seus seios, deitando-se de costas e abrindo bem as pernas, bem de frente a Eduardo que neste momento quase goza nas calças. Rosana acaricia o clitóris de Mônica, ao mesmo tempo que lambe os biquinhos dos seus seios. Eduardo faz menção de querer participar, mas Mônica o contém: - Calma, lá mocinho, isso aqui não é uma suruba. - Mônica neste momento sente mais ciúmes em relação a Rosana do que em relação a Eduardo. Ela não aceitaria ver seu novo amor com seu velho amor. Eduardo acha que o espetáculo é para ele e se conforma em se masturbar vendo essas duas mulheres maravilhosas se comendo no seu sofá. Rosana deixa o dedo para Mônica chupar, depois o introduz levando Mônica ao delírio total. Depois introduz também no seu cuzinho, mexendo bem devagarinho, levando a um orgasmo jamais alcançado na vida por Mônica, em parte por estar na presença do marido. Mônica fica de quatro e Rosana por trás a agarra na posição que geralmente os homens gostam, enlaçando-a com as mãos e brincando no seu sexo, até o êxtase. Isso é demais para Eduardo que já gozou duas vezes e tem dificuldade para uma terceira ereção. As duas voltam a vivenciar o amor pleno e satisfatório. Amor carnal, platônico. Eduardo se convence que o espetáculo foi pra ele, Mônica e Rosana estão convencidas que se amam e que uma não vive mais sem a outra. Um mês depois. Eduardo caminha pela praia. Cabisbaixo, pensando no divórcio que acabara de assinar. Um freesbee cai proximo aos seus pés, ele se abaixa e o apanha, quando vai entregá-lo, se assusta diante de tanta beleza. Uma mulher jovem sorridente agradece a gentileza. Inicia-se um diálogo que se transforma em chopp à noite, que vira balada, que vira sexo, que vira comunhão. Enquanto isso. Mônica, abre a porta e entra correndo. Rosana se levanta do sofá e pergunta: - E aí? - E aí que você vai ser papai! Ambas se abraçam se beijam, se amam. Longe dalí Eduardo inicia um novo relacionamento sem saber que vai ser papai. F I M

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Comentários (3)

em 26/8/2009
enviado por Alf
Nossa! Eduardo foi liberal demais! O cara testemunhou uma transa lésbica e nem ligou... que cara sortudo!!!
em 26/8/2009
enviado por Alf
Nossa! Eduardo foi liberal demais! O cara testemunhou uma transa lésbica e nem ligou... que cara sortudo!!!
em 19/12/2008
enviado por augusto
sou rj quem queira entar contato passa um imail ok