Toda a mulher que entra em um novo grupo social sabe que irá precisar se esforçar para ser aceita pelas outras mulheres. Mas eu nunca imaginei que precisaria me esforçar tanto. Nem que esse esforço seria tão gostoso.
No primeiro dia de aula na nova faculdade, notei um grupo de quatro meninas, todas muito gostosas, com corpos perfeitos. Os homens babavam quando elas passavam. Após uma semana de aula, tentei me aproximar.
A líder do grupo, a loiraça Nicole, propôs que eu andasse com o grupo. Mas teria um rito de passagem para eu mostrar que merecia andar com elas. Aceitei o desafio e encontrei-as no banheiro feminino desativado do subsolo após as aulas.
Assim que elas chegaram, Mayara, uma morena com uns peitos enormes e maravilhosos, mandou que eu abaixasse a saia e tirasse a calcinha. Fzi o que ela mandou, mas me assustei. Achei que fosse mais brincadeira. Não era. Assim que viu minha xota, Nicole se aproximou. “Deite e abre bem as pernas”. Fiz o que mandou. Ela olhou para dentro da minha xota e eu já estava toda molhada, cheia de tesão, louca de vontade que ela enfiasse o dedo bem lá no fundo. Ela mandou que a mais alta, a Carine, verificasse se eu era “arrombada”. Reclamei e disse que queria respeito. Ela riu de mim e eu nada fiz quando Carine enfiou um dedo, depois o outro e um terceiro na minha xereca que estava lambuzada de tanto tesão. Comecei a me contorcer de tesão e vi que Nicolle ligava uma câmera. “Não grave isso, por favor!” pedi, entre sussurros e sem parar de rebolar. Ela não me atendeu e mandou que Carine saísse da frente porque ela queria gravar dentro da minha buceta. Fiquei com muito tesão e abri o máximo que pude as minhas pernas. Suava muito enquanto ela dizia “abre mais a perna, piranha! Todo mundo vai adorar ver essa xoxota arrombada! Isso, abre mais!”. Quanto mais a Nicole falava, mas eu desejava que ela me lambesse, chupasse meu grilo, enfiasse o dedo no meu cu. De repente, a altona mandou que eu ficasse de quatro e passou a laber meu cu que estava encharcado com sua baba. Comecei e me masturbar, mas uma xereca apareceu na minha frente e comecei a lamber aquela coisa grande e quente. Eu nunca tinha feito nada com mulheres antes e aquilo estava sendo maravilhoso. Gozei varrias vezes enquanto aquela buceta enorme era esfregada na minha cara. Me deitei outra vez e, enquanto algumas meninas chupavam meu peito, outra chupava e enfiava dedos na minha buceta. Nicole gravava tudo e nada dizia. Quando não agüentava mais gritar e gozar, Nicole desligou a fita e mandou as meninas me largarem. Eu estava morrendo de tesão por ela e queria ser arrombada por ela e queria que ela enfiasse a língua na minha xoxota e fudesse meu cu. “Quero você agora!”, eu disse. “Não” – respondeu Nicole – “Você é piranhida demais pro meu gosto”. Todas saíram, gostosas como nunca e eu, me sentindo humilhada tive que enfiar o dedo na minha buceta e, esfregando o grilo, me masturbar e gozar pela Nicole. Só resta saber o que ela faria com aquela fita. Ah, meu Deus!