Eu comi a mulher do pastor - II

Lésbicas  
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Autor: brianna
Email: briannapena(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
6,8
Com o passar dos dias eu ficava cada vez mais apaixonada pela mulher do pastor, mesmo sabendo que não teríamos um futuro juntas, pois ela não parecia disposta a largar o bem bom que tinha pra ficar comigo. Largar o pastor seria abandonar uma vida, embora 'mentirosa'. Ela não tinha tal coragem. Ela sabia que eu a amava muito e abusava as vezes, tirando proveito da situação. Eu percebia que o encanto estava se acabando. A curiosidade a descoberta o vislumbramento dela ganhava novos contornos. Logo eu já não era mais tão essencial em sua vida. Eu me sentia como sendo apenas a pessoa que a fez abrir os olhos, nada mais que isso. Eu sentia que ela queria alçar outros vôos. Fiquei deprimida, pois meu amor por ela me fez abrir mão de muitas coisas, de me resignar para vê-la feliz, enquanto ela não tinha a mínima consideração. Um dia aconteceu algo que mudou o rumo de nossas vidas. Minha prima Rita veio passar uns dias em minha casa. Eu não a encontrava há uns 10 anos mais ou menos. Rita estava linda, deixara de ser uma menina, era uma mulher. Quando crianças éramos carne e unha, mas um dia eu me abri com ela dizendo que sentia tesão por ela, só que eu era mais velha e ela ainda uma criança e isso a deixou assustada. Depois desse dia nunca mais tivemos contato. Mas agora, Rita estava alí de novo na minha frente. Uma tentação em carne e osso e que tentação! Eu resisti. Rita sabia de minha opção sexual e começou a se insinuar. Percebi que ela queria algo mais. Só que não tivemos oportunidade de ficar sozinhas nem de conversar mais calmamente. Naquela tarde, fomos com minha mãe ao culto. Eu não perdia um culto só para ver minha amada. Ir com Rita seria uma forma de quem sabe, provocar ciúmes na minha amada. Eu ja me vestia mais modestamente quando ia aos cultos, mas Rita, despertou olhares das 'irmãs' e 'irmãos', pelo modo ousado de se vestir. O pastor encerrou o culto dizendo que faria um curso de uma semana numa outra cidade. Quando ele falou isso, a mulher do pastor piscou maliciosamente para mim e deu um sorriso maroto. Percebi que os proximos dias prometiam. Rita inocentemente não percebeu nada. Após o culto, como sempre, tive a chance de me aproximar da mulher do pastor e aproveitei para apresentar minha prima Rita. O jeito como se olharam me deixou enciumada. Pintou um clima entre elas, percebi isso de cara. O feitiço virou contra o feiticeiro. Mas fiquei cheia de dúvidas. Será que Rita agora aceitava 'ficar' com outra mulher? A mulher do pastor nos convidou para ficarmos em sua casa e tomarmos um lanche, pois seu marido iria viajar logo em seguida. Levamos mamãe em casa e voltamos. Isso deu tempo para os irmãos esvaziarem a igreja e o pastor seguir sua viagem. Eu olhava tudo perplexa. Rita estava sorridente, alegre, cheia de surpresas. As duas pareciam velhas conhecidas. Em vez de provocar eu é que senti ciúmes. Esvaziamos uma garrafa de vinho tinto. Ficamos bem 'alegrinhas', Rita e a mulher do pastor começaram a fazer gracinhas uma com a outra. Fui até a cozinha a pedido do meu amor para buscar uma nova garrafa de vinho e quando voltei à sala elas estavam se beijando. Não era um beijo qualquer. Era um beijo de língua, daqueles suaves, onde as línguas de tocam suavemente, as bocas abertas enquanto as línguas buscam no toque provocar e ser provocada, aumentando a libido. A mulher do pastor abriu os olhos e me viu, piscou marotamente e ficou alí chupando a língua de Rita e me olhando com os olhos apertadinhos como se estivesse quase tendo um orgasmo. Deixou sua mão escorregar entre as pernas de Rita e acariciou-lhe por cima da calcinha. De onde estava percebi que Rita estava molhadinha. Fiquei parada imóvel. Sentia ciúme, muito ciúme, era uma punhalada nas costas, mas ao ver a mulher do pastor, digo minha mulher, alí com minha prima, senti alguma coisa diferente. O meu amor de infância e o meu verdadeiro amor, estavam se esfregando bem na minha frente e eu fiquei paralisada, apenas. Um frio percorreu minha espinha, fiz menção de sair correndo da sala, mas elas me seguraram e me puxaram para a festa. A principio eu fiquei com receio, mas comecei a me envolver com as duas, logo estávamos nos beijando, comecei a gostar. Nunca havia feito com mais duas mulheres. O prazer vinha em dobro. Eram duas mãos a mais, uma língua a mais, uma xaninha a mais. Fechei os olhos e me entreguei ao prazer platônico. Eu já não sabia mais quem eu beijava e quem me chupava ou quem eu chupava. Sob o efeito do vinho e do amor, gozei inúmeras vezes e fiz elas gozarem muito também. Foi uma experiência incrível. O sexo se sobrepôs ao amor. Amei e fui amada. O climax foi quando gozamos as 3 juntas, num triângulo sob a cama, eu chupava Rita, que chupava a mulher do pastor que me chupava. Nossos gritos de êxtase soaram num só coro. Dormimos assim as 3 juntas e amanhecemos para nova orgia bem cedo no dia seguinte, mas desta vez mais consciênte, sem o efeito do vinho. Assim nasceu um triangulo amoroso maravilhoso.

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Comentários (4)

em 18/10/2009
enviado por BAZUKA
POIS EU COMERIA AS 3 GOSTOSAS,
A SAPATÃO,A SUA PRIMA SAFADA E A VAGABUNDA DO PASTOR CORNO...
MEU SONHO É TREPAR COM UMA ESPOSA DE PASTOR POIS ESSAS É Q SÃO CARENTES DE MADEIRA ENTRE AS PERNAS LHES FARIAM MULHERES DE VERDADE.
em 27/6/2009
enviado por Cellya
quero saber mais dessa historia ela vai ficar casada rsrsrs
em 12/6/2009
enviado por alice
serio achei muito exitante,mais
se vc amava msm ela n devia ter transado com as duas..eu sou muito romantica iria embora e nãao fazia nada.
em 23/10/2008
enviado por nuilton
muito bom