Na entrada da rodoviária Tiete parei e olhei demoradamente pra as pessoas que ali se movimentavam.
Minha primeira viagem de ônibus pelo Brasil. Destino: Paraná.
As pessoas passavam rapidamente por mim sem perceberem meus olhares curiosos.
Caminhei admirada com aquela multidão que me fazia anônima.Mais uma no meio daquela selva.Anônima....pensei.
Hummm O que um anônimo pode fazer..as possibilidades são infinitas!!
A mulher invisível,assim me coloquei naquela rodoviária.Ninguém me conhecia,estava livre dos olhos repressores das relacões sociais.Eu estava sozinha e anônima e poderia realizar tudo o que quisesse e apenas minha consciência seria minha única testemunha e ela era minha maior aliada.
Mochila nas costas, vestida de suburbana , calca jeans camisa de malha e tênis , caminhava com um sorriso malicioso estampado no rosto.Feliz.
O ônibus.O encontrei.Lá estava ele com aquele bando de gente fazendo fila com suas malas e sacolas...Me aproximei e entrei na fila.
Minha atencão foi despertada por umas vozes masculinas atrás de mim.
Uns homens falavam e riam alto.Pareciam animados com a viagem.Ouvi um dizer : - Vamos pegas as gatas!.Olhei pra trás e sorri, eram cinco amigos.
Meus olhos passaram rapidamente por todos e se fixaram no olhar de um cara que se encontrava atrás do grupo de aventureiros. Ele me olhou no fundo dos olhos sugando meu olhar pra dentro do dele e sorriu pra mim, sorriu com os olhos.
Virei o rosto encabulada.Pela primeira vez um homem tinha me deixado sem graca.
Ri por dentro e subi no ônibus.
O fundão é sempre melhor e lá era o meu lugar.
Alojei minha mochila no armário de cima e sentei .O ar de aventura corria dentro daquele ônibus.Eu era uma anônima no meio daquela gente.Sorri.
Percebi que o ônibus não iria está lotado ,pelo contrário, ele estava bem vazio.Algumas pessoas já improvisavam uma cama, alojando seus pertences em outras cadeiras. Fiz o mesmo, desci minha mochila e a coloquei no assento do meu lado.
Quando terminei essa tarefa levantei meus olhos e o vi.
Se dirigia pra o fundão onde eu me encontrava.Sorriu e se sentou próximo.: Oi, disse. Olá,respondi com um sorriso e mais uma vez aquele homem sugou meu olhar a ponto de me deixar com as bochechas vermelhas.
Ele deveria ser do sul,tinha olhos claros e cabelos castanhos claro.Era alto, quase 1,90 de altura.Ombros largos e peito definido e vestia uma calca jeans agarrada no corpo, definindo nitidamente o volume da sua ferramente. E que volume!!!!
Era uma montanha que se encontrava ali exposta.Que indecência!!Pensei.
Volume esse que se tornou mais definido quando ele se sentou.
Imaginem o coitadinho ali dentro daquela cueca suada e daquela calca jeans apertada.Que maldade!
Minha sina por rola sempre comeca pelo volume.Um pensamento leva a outro, que consequentimente, leva a outro e assim sucessivamente até me imaginar sentindo aquele cacete dentro de mim.
È geralmente nesse momento que minha xota dá sinal de vida....O problema é, não comecar um pensamento malicioso... Mas..Como bloquear o pensamento se ele é instigado visualmente???
Deixei de pensar no porquê do pensar essas coisas e sorri pra o cara que correspondeu imediatamente.
Confirmando seu interesse saiu do seu lugar e veio sentar-se perto de mim. Posso sentar-me do seu lado? Assim temos companhia durante a viagem.Disse me olhando nos olhos.
Claro! Falei tirando minha mochila do assento.
Assim que ele sentou-se senti uma corrente de ar passar rapidamente por mim.Era o cheiro!!
O cheiro de homem que logo se apossou do meu alfato. Respirei fundo aquele cheiro e puxei conversa.
Com o diálogo pude saber que ele era paulista com parentes no sul.Estava indo visitar seu pai.Tinha 34 anos e estava solteiro. Frizou bem que estava solteiro.
Ri, o fato dele ser solteiro ou casado não interferiria em nada...mesmo porque ele iria apenas me satisfazer e bye.
E logo o ônibus iniciou seu trajeto .Já eram 18 da noite e a viagem iria ser longa e cansativa.
As pessoas se distribuiam pelo ônibus aproveitando os assentos vazios.
No fundão, onde eu e o cara nos encontrávamos haviam alguns lugares vazios e um outro homem se encontrava próximo de nós, mas este, já dava sinais visíveis de sono .
Fiquei imaginando besteira quando o cara do meu lado sorriu e aproximando-se do meu ouvido susurrou : Quer companhia pra essa noite?!.Me surpreendi dele ser logo tão direto, mas depois da nossa troca de olhares não teria mesmo motivo pra enrolar e perder tempo com joguinhos de seducão.Gostando da iniciativa dele, respondi com um sorriso timido e um beijo no cantinho dos lábios.Ele por sua vez , já tendo o sinal liberado, me beijou e sua língua logo invadiu minha boca com voracidade e desejo.Nos beijamos!
Beijei sem medo aquele estranho .Eu ainda continuava anônima, ninguém sabia sobre mim ali....Essa sensacão me proporcionava grandes poderes.Os poderes de fêmea no cio,que curte sexo,que quer sexo e que não se importa com as hipocrisias da sociedade com seus conceitos pudicos e falsos moralismos que acabam em uma cama de motel.
Após alguns beijos, ele voltou a susurrar no meu ouvido, dessa vez palavras úmidas:Estou louco por você, olha como você está me deixando....E mostrou com os olhos o volume da calca.Vi aquela montanha de carne presa dentro da calca e não resistir.Precisava mostrar pra ele que eu o queria e como o queria,ou iríamos durar a viagem toda naquele joguinho de seducão.
Dei um selinho nele e no ouvido dele disse baixinho: Quero mamar!
O cara ouvindo minhas palavras me beijou com violência como que tentando controlar a fúria do tesão que sentia, acho mesmo que sua vontade era abrir as calcas e me estocar ali mesmo me chamando de Puta,Vadia,Vagabunda e todos os nomes que que ditos na hora do tesão não nos ofedem mas nos levam ao delírio.Ser ser puta era saber gozar, então eu era a maior delas!
Apressado, abriu a calca e tirou o bicho pra fora .Olhou pra os lados, o único homem que poderia nos ver já se encontrava roncando.
Vi aquele pau duro e cabeludo ali na minha frente, com o saco ainda coberto pela cueca e suas pernas grossas abertas ao máximo desenhavam todo o cenário do paraíso.
Sua mão agarrava o corpo do pau com forca, já ousando uma masturbacão tímida.O cheiro de homem parecia agora mais forte do que nunca.Não entendi como os outros passageiros não o sentiam.Eu sentia e curtia um cheiro de pênis a distância....Imaginei se também alguém ali daquele ônibus o sentia.calada...curtindo o cheiro....
Respirei novamente, profundamente sentindo o cheiro de pau duro acompanhando de uma cabeca melada. Abaixei em direcão ao cogumelo vermelho no meio de suas pernas.Tirei sua mão do cacete e assumi o comando. Peguei na Tora!
Senti seu cilindro pesado e quente.Cheirei e soltei as bolas pra fora da cueca.Me aproximei dos pêlos pubianos chegando a encostar meu nariz na sua selva negra e cheirei sem pudor .HUMMMM
Cheiro de homem!!!
A cabecinha, já melada...Vi o buraquinho em formato de meia-lua na ponta da cabecinha e seu líquido transparente saindo do furinho numa quantidade rasa porém constante.
Com a pontinha da língua provei aquele melzinho.Hummm parecia docinha, um gosto que tentei apurar com mais exatidão.Ainda, apenas com a língua percorri a cabecinha,devagar do jeito que gosto, curtindo cada centímetro do pênis.Passando minha línguinha no final do cogumelo e início do cilindro, naquela dobrinha que separa a cabeca do corpo.Ali, na chapeleta chupei demoradamente arrancando um palavão dele: Piranha!
Dei uma atencão especial ao saco gordo e peludo.
Ali onde se encontrava meu leite cremoso.Onde produziam aquele leite viscoso e quente.
Claro, precisava de uma atencão toda especial.E mamei seu saco com chupadas fortes sugando a pele pra dentro da minha boca e arrancando gemidos dele.
Com a boca entre o comeco do saco e o fim do cilindro chupei naquele local mesmo.
E fui subindo com a boca pelo cilindro até chegar ao cogumelo que já expelia um leitinho pouco mas muito cremoso.Mamei ali na cabecinha e desci com minha boca engolindo seu pau até meu limite.Minha garganta.
Ele mexia o quadril e segurava-me pelos cabelos empurrando minha cabeca em direcão ao seu pau, sem se importar se me machucaria ou não empurrou minha cabeca até sentir o limite e ali me segurou.Senti a cabeca já encostando no fundo da minha garganta e o cheiro forte de pica invadindo minhas narinas e seu movimento de quadril socando devagarinho.Com a cabeca mostrei que queria sair daquela posicão e ele notando minha intencão, liberou minha cabeca.Respirei fundo tirando o pau da boca e mamando um pouco no saco recuperei o ar roubado e voltei a mamar na cabecinha. Agora usava as mãos pra masturbá-lo.Fazia um vai e vem com ajuda das mãos e mamava na cabecinha passando a língua na chapeleta úmida.
PUTA! Gemeu baixinho.
Senti o pau pulsar na minha boca e achei que ele fosse gozar mas ele me puxou rapidamente pelos cabelos tirando seu pau violentamente de dentro da minha boca e disse: Tira a calca e senta.Mandou. Ficou maluco? Vão notar...Disse .Estão todos dormindo,faremos baixinho.Vai logo! Ordenou.
AHHH Homens... Quando colocam uma coisa na cabeca não tiram !Cedi, claro ao seu comando. Vestia um jeans e o abaixei até os joelhos tirando a calcinha e me sentando em seu colo, antes claro, ele apalpou a minha bunda e passou o dedo na minha xana melada.Me puxando pelo quadril alojou a piroca na entradinha e eu fui descendo devagar.Coloquei um casaco por cima da minha xana me protegendo da visão alheia e olhei pra o cara que se encontrava no assento do outro lado dormindo.
Senti a cabecinha encostando e forcando a abertura na minha xana apertada.Desci e fui sentindo cada centimentro entrar até sentar por completo na sua rola.Fiquei ali espetada nele me acostumando com sua piroca pontuda e comecei a rebolar devagarinho enquanto ele bombava dentro da minha buceta e apertava meus seios e puxava meu cabelo pra trás me fazendo encostar a cabeca no seu ombro ficando com meu rosto colado no dele e ouvi baixinho seus susurros : Puta,toma!, está sentindo entrar? Está gostoso? Sente vadia...
Susurrei também algumas palavras : Me come cachorro! Mete a pica cacetudo!
E ele ouvindo meu despudor apressou as bombadas enquanto eu rebolava no seu pau.Minha vontade era gritar e gemer alto feito cadela, mas haviam criancas no ônibus e me esforcei pra ser silênciosa.
TOMA! Ele descontrolado falou um pouco alto e senti uma estocada muito forte que fez barulho acordando alguns passageiros e senti uma invasão molhada dentro da minha xota.Era o leite dele!
Havia gozado ragendo os dentes com raiva e me segurando com forca quase me machucando.Rebolei e senti o leite escorrer pra fora da buceta melando as minhas coxas.
Sai de cima dele e me sentei do lado o abracando e sentindo seu coracão bater apressadamente .
Alguém falou alto : Tem crianca aqui,seus porcos!!
Rimos baixinhos envergonhados,ele, ainda com o pau pra fora mas coberto pelo casaco, alisava meu rosto com carinho e olhos úmidos que brilhavam pelo orgasmo sentindo.
Descansando, logo foi guardar o pau, mas foi impedido por mim.Tirei o casaco e me aproximei ainda cheirando o cheiro de macho que ele exalava, mamei novamente na sua tora limpando seu pau e aproveitando um pouco de leite que havia caido e sujado o saco e uma parte da cueca.Chupei ali mesmo na cueca, sugando o tecido com a boca .
E ele vendo tudo e alisando meu cabelo.Coloquei a ferramenta de volta na cueca e ele fechou o zíper.
Passou os dedos pela minha boca, como que tentando limpá-la ou mesmo como um gesto carinhoso de agradecimento. Me beijou na boca e me abracou alisando meus cabelos.
Senti carinho por ele.Como você se chama ? Perguntou. Narceja,respondi.Narceja?Estranhou.Sim. Que nome diferente,difícil de esquecer!Disse mais uma vez meu nome:Narceja! E sorriu...