De Ninfeta a Puta Completa

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Autor: samanthaputa
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nota
8,0
SARITA – de ninfeta a puta completa Esta história me foi pedida para escrever, enquanto Sarita ia me descorrendo sobre o acontecido. Ela pediu-me para escrever, pois queria sentir o mesmo prazer que sentiu quando se tornou de NINFETA PARA A PUTA COMPLETA que seu marido a tornou. Mais vamos a história, que é real e assim como eu... cheia de tesão. Oi, meu nome é Sarita, tenho 28 anos e sou casada há 14 anos com o mesmo homem, isso mesmo, casei com 14 aninhos, ainda uma criança, mais como diz meu marido muito avançada para a pouca idade. Ele tem 45 anos, e ainda me fode como antigamente, levando-me a loucura, faz de mim o que quer, e eu adoro servi-lo assim como uma fêmea completa e bem putinha para ele. Assim eu mantenho meu marido sem necessidade de mentiras e satisfaço o meu ego de fêmea, sabendo que ele me é fiel em seu amor, mais no sexo somos completamente liberais. Quando nos conhecemos ele tinha 31 anos e eu ainda 14 aninhos, tinha um corpinho ainda de menina, seios pequeninos, nenhum pelo pubiano, meus lábios vaginais ainda não eram como são hoje. Também não tinha tido nenhuma experiência antes de conhecê-lo. Logo fiquei sabendo que meu pai devia muito dinheiro a ele, e que por diversas vezes tentava me negociar como parte da divida, como fiquei triste quando soube disso... mais isso é passado. Só que até aquele domingo, nunca tínhamos nos visto, e neste domingo ele foi a nossa casa para ter uma conversa definitiva com meu pai a respeito de sua divida, e ai eu entrei na sala, foi uma troca de olhares que até hoje eu não sei explicar, sei que senti seu olhar profundamente dentro de mim, e sorri para ele. Só sei que quinze dias depois, ele estava me levando para sua casa, o acordo com meu pai estava selado e eu nem sabia. Os primeiros dias em sua casa foram normais, ele me olhava, sorria, jogava-me beijinhos, a tarde quando chegava trazia-me presentes, mais nem me tocava. Num determinado dia, já tarde da noite, escuto gemidos vindo de seu quarto e resolvo ir ver o que estava acontecendo, de repente ele poderia estar passando mal, sei lá, estas coisas acontecem. Abro a porta vagarosamente, e na penumbra do quarto noto que ele esta acompanhado com uma outra mulher, ele deitado de costas na cama, e ela espetada nele, fazia um vai e vem delirante, ela gemia, ele gemia, e eu ali parada, vendo os dois fazerem sexo. Fiquei paralisada, mais sentindo algo se modificar em meu corpo, comecei a ficar quentinha, comecei a sentir um formigamento no meio de minhas coxas, e uma vontade louca de ser eu a estar ali, fazendo aquilo com ele. Sai de fininho, para não ser notada, e fui para meu quarto, sei que chorei muito naquela noite. No dia seguinte, ele acordou cedinho e foi até meu quarto, como sempre fazia, eu já estava acordada, e ele notando que meus olhos estavam inchados de tanto chorar, perguntou-me o que havia acontecido, se eu estava sentindo alguma coisa, se eu estava com saudades de minha casa, de meus pais, eu olhei bem profundamente dentro de seus olhos e disse com voz rancorosa, não estou sentindo nada, apenas ódio de você. Ele não entendendo o porquê eu havia falado aquilo, veio até minha cama, sentou-se na beirada, pegou minhas mãos e sorriu para mim, dizendo que não havia motivos de tanto rancor ou ódio, pois ele não sabia o que havia feito para eu estar daquele jeito. De uma vez só, perguntei-lhe se aquela piranha que havia passado a noite com ele, passaria a morar em sua casa também, pois se fosse assim eu estaria indo embora. Ele continuava a sorrir, só que seus dedos passeavam vagarosamente por minha barriguinha, já que eu só dormia nua, e quanto ele entrou em meu quarto, eu assim estava, apenas com um lençol sobre o meu corpo, e ele sabia disso, pois eu sabia que ele às vezes vinha até meu quarto me cobrir, e com certeza sabia que eu adorava dormir nua. Sarita, disse-me ele, a piranha que você viu em minha cama, é apenas uma grande amiga, também sozinha, e quando sentimos o vazio em nossas vidas, ela vem para cá e nos divertimos um pouco, mais é apenas sexo, nada mais do que isso. E mais ainda, sou um homem sozinho, que às vezes tem necessidade de algo que somente uma mulher pode dar. Olhei para ele, e perguntei de supetão, e porque eu não posso dar isso que você tanto precisa. Porque você ainda é uma criança, disse ele olhando dentro de meus olhos, mais ainda com seus dedos passeando em minha barriguinha, que já demonstrava a ele que minha respiração estava muito ofegante. Peguei sua mão que passeava pela minha barriguinha, e puxei-a até meus seios, e falei-lhe, então me ensina a ser sua piranha, prometo que aprendo rápido. Ele passou a alisar meus seios, com mais intensidade, sempre me olhando nos olhos, e disse com a voz rouca de tesão, que me ensinaria tudinho, mais que eu seria somente sua piranha, sua putinha, sua vagabunda, sua mulher. Sorri de uma forma sacana, e disse-lhe baixinho que ele poderia fazer comigo o que quisesse, que eu seria sempre obediente a ele, fazendo tudo que ele mandasse eu fazer, e sei que frizei bem uma frase e que ele entendeu bem... faça de mim o que quiser, eu serei sua putinha, sua piranha e sua vagabunda, e mais ainda eu serei sua escrava. Aquilo o acendeu de uma forma animal, senti ele mexer em sua caceta, nossa era enorme e dura como uma tora de ferro. Pedi a ele que me mostrasse sua caceta, eu queria vê-la, queria tocá-la. Ai ele levantou-se da minha cama, tirou sua calça de pijama e pude ver em toda sua esplendorosa forma, aquela caceta que iria mudar minha vida, daquele momento em diante. Sei que naquela manhã, passamos todo o tempo a nos tocar, ele com seus dedos passeando em minha xotinha, pequenina e lisinha, e eu brincando com aquela tora imensa, que por três vezes despechou leitinho em minhas mãos, e eu nem sei quantas vezes gozei, sei que aquela manhã foi de reconhecimento do que poderíamos ser e fazer. Ainda lembro que em uma de suas esguichadas de leitinho em minhas mãos, ele recolheu um tanto em seus dedos e direcionou para minha boca e pediu gostosamente... lambe tudinho, lambe, e eu lambi e pedi que ele me desse mais. Ele então resolveu dar uma parada, e dando uma palmadinha em minha bundinha, mandou que eu me levantasse e que fossemos tomar um bom banho para irmos passear e almoçar. Ai foi minha vez de me fazer bem sexy, e falei que iria tomar banho, mais que ele me desse este banho, sei que fui parar em seus braços, num colo muito gostoso e fomos para o banheiro, onde ele me deu o banho mais gostoso que eu tinha tomado até aquele dia em minha vida. Os dias passavam, e cada dia que passava, nós avançávamos um pouquinho mais do que da vez anterior, mais alguma coisa me bloqueava, quando eu sentia que ele ia me penetrar, eu esfriava completamente, alguma coisa não estava certa comigo, eu queria muito, mais tinha medo de que ele me machucasse, eu falava isso com ele, e dizia que eu precisava perder este medo, pois sentia que estava atrapalhando a nossa relação, eu queria muito ser sua inteiramente, do jeito que eu já fazia com minha boca em sua caceta, eu adorava mamá-lo até fazê-lo gozar inteirinho em minha boca, e como eu gostava de mamá-lo e escutar ele mandar eu beber todo o leitinho, eu era uma menininha mais não deixava cair uma gotinha fora, eu bebia tudo e o deixava sempre sequinho. Mais eu queria mais, mas o meu medo atrapalhava tudo. Um dia, estava eu em casa sozinha, esperando ele retornar do escritório, quando a campanhia da porta toca, olho pelo visor da porta e vejo aquela puta safada parada enfrente a minha porta. Deu-me vontade de não abrir a porta, mais ai ele poderia saber e não gostar. Abri a porta e mandei-a entrar, e fui logo perguntando a ela o que queria. Ela olhou-me profundamente e disse, quero te ajudar a se transformar na fêmea que ele quer que você seja, e o seu medo não deixou até hoje. Logo entendi que ele havia conversado tudo com ela, e entendi o que ele havia me dito anteriormente, que ela era uma amiga muito querida e sozinha como ele, e que entre eles só existia sexo e amizade, nada mais do que isso. Sentamos no sofá, conversamos muito, sei que deitei-me em seu colo, e ela alisando meus cabelos, dizia-me baixinho que iria me transformar na putinha que eu queria ser, e eu sem saber porque pedia que ela me ajudasse. Logo senti suas mãos passeando por minhas coxas, e a minha reação foi de abrir mais um pouco minhas pernas e deixar ela fazer o que estava fazendo e com mais liberdade de ação, caso ela fosse mais a frente, e foi, em pouco tempo, senti seus dedos invadindo as laterais de minha calcinha, que era bem pequenina, pois ele adorava que eu usasse calcinhas bem pequeninas, ou então não as usasse. Senti o calor de suas mãos e seus dedos passeando em meu sexo, senti quando ela conseguiu segurar entre seus dedos o meu clitóris, e passou a massageá-los de uma forma intensa, e constante, sei que gozei intensamente, pedindo a ela que me ajudasse a ser a putinha que eu havia dito para ele que eu seria. Pedi que ela voltasse a noite e que dormíssemos os três na mesma cama, e que ela deixasse eu ver como ela fudia com ele. Ela adorou a idéia e prometeu que isso seria um segredo entre nós, que ele não poderia saber que havíamos combinado aquilo. Naquele dia a noite, ela chegou vestida tal qual uma puta, deixando antever todo o seu corpo, quando ela cruzava as pernas, dava para se ver que ela estava sem calcinhas, e conversava animadamente, e ele sem saber que aquilo tudo tinha sido combinado, que ela estava ali para me mostrar o que é ser a puta de um macho. Ela fez-me um sinal, e eu disse que iria me deitar pois estava com muita dor de cabeça, ela ainda fez uma brincadeirinha, tipo, abre as pernas que a cabeça passa, sai com um muxoxo da sala, deixando-os sozinhos, e me escondi no corredor, esperando o que iria iniciar-se, pois havíamos combinado que ela não perderia tempo. E como havíamos combinado, ela imediatamente tirou toda sua roupa, ficando nuazinha, ela tinha um corpo bonito, mais o que mais chamava a atenção era sua xotinha completamente lisinha, tão lisinha quando a minha, só que eu ainda não tinha tantos pelos pubianos, a dela não, era totalmente depilada, mais depilada de uma forma que mais parecia que ela nunca teve pelos nela, fora seu clitóris, era uma coisa de chamar a atenção, tinha mais ou menos uns quatro centímetros para fora da xota, e isso sem estar intumescido, logo ela estava com ele totalmente a sua mercê, prontinha para me mostrar como se fudia com um homem como aquele. Eu olhava do corredor, ela sentar encima daquela caceta, deixando-a escorrer totalmente para dentro dela. E eu molhava cada vez mais, sentia vontade de recebe-lo da mesma forma que ela o estava recebendo. Não agüentei e gemi alto, pronto, ele havia me descoberto, levantou-se rápido, tão rápido que ela foi ao chão, e na posição que foi ao chão ela ficou, ou seja, toda aberta, mostrando o quanto aquela xota ela linda e gulosa. Ele me viu no corredor e começou a me pedir desculpas, que tinha sido um problema de momento, estas coisas todas, e eu fui me deixando conduzir por ele para nosso quarto, quando ele me colocou na cama, puxei-o juntamente comigo e comecei mais uma vez a masturba-lo, ele se entregava todo quando eu começava a punheta-lo, ele dizia aos berros que eu tinha nascido para punhetar uma caceta, que eu fazia de uma forma gostosa e intensa, e aquilo na verdade me dava um tesão muito grande, quando consegui virar-me um pouco, ela estava parada na porta de nosso quarto, dei um sorrido maroto e disse-lhe, vem para cá, acabe o que vocês começaram no sofá da sala, aqui tem mais espaço. Ela imediatamente subiu por cima de nós dois e começou a mama-lo, enquanto seus dedos passeavam mais uma vez por minha xota, eu tinha certeza de que pelo espelho de nosso quarto daria para ele ver que ela estava me tocando. E logo tive certeza, pois ele pediu que eu abrisse mais minhas pernas, que ele tinha adorado ver os dedos dela passeando em minha xota, não me fiz de rogada e abri as pernas o Maximo que pude e ele vibrava intensamente vendo-me ser alisada pela sua amiga. Senti quando ela o chamou para mamar minha xotinha, pois ela queria ver eu sendo mamada, logo eu estava fora de mim, gozava abundantemente, queria tudo da forma mais gulosa possível, pedi aos gemidos de gozo que ela me mamasse também, junto com ele. Eu tinha decidido a deixar de ser uma menininha e que a partir dali eu seria a putinha de meu homem. E foi o que aconteceu, ela o colocou deitado na cama de barriga para cima, e disse-me, aproveite da forma que você quizer, e eu lembrando como ela fazia quando a vi pela primeira vez, fiz igual, fiquei por cima dele, com a minha bundinha em direção a seu rosto, e fui atochando aquela caceta toda dentro de minha xota, logo senti que o medo sentido era uma coisa idiota, pois o prazer que aquela vara estava me proporcionando era muito maior do que qualquer medo. Eu logo rebolava, tirava e colocava, ia o mais fundo possível, e o prazer proporcionado era enorme, era imenso, era super gostoso, e aquilo me proporcionava gozos intensos e fantásticos. Com jeito fui virando de frente para ele, ainda sentada em sua caceta, queria ver sua cara, e o que vi deixou-me maravilhada, ele estava com uma cara feliz, satisfeito e sua língua passeava pelos cantos de seus lábios, e ai eu pedi a ela que sentasse em sua boca e deixasse ele chupa-la, pois eu agora queria sentir o gozo de nós três ao mesmo tempo, logo estávamos os três gozando de uma forma gulosa e muito gostosa, e ela depois como uma cachorrinha lambeu toda minha xota que tinha um filete de sangue da virgindade perdida, e ele olhando as reações que eu tinha cada vez que ela me lambia profundamente, e eu pedia mais e pedia a ela para me dar sua caceta em minha boca, pois eu queria bebe-lo mais uma vez. E deste dia em diante, passei a ser a putinha de meu marido, fazendo-o vibrar intensamente com tudo que fazíamos, inclusive sempre colocando uma amiguinha ou um amiguinho em nossa cama... deixei de ser a menininha com medo de tudo e passei a ser a puta que meu marido sempre quiz ter em sua cama e a seu lado... hoje somos mais do que felizes... somos realizados.

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Comentários (1)

em 13/11/2008
enviado por Gabriela
puxa.... que delicia adoraria ter sido vc !!!!!