Casal visinho de quarto na pousada

Heterosexuais  
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Autor: JOTAO
Email: notil(a)ibest.com.br
Ler SEM as mãos
nota
5,8
Casal vizinho de quarto na pousada Fomos passar um final de semana numa cidade histórica, bucólica, pequena. Alugamos via internet uma pousada. Na tardinha de sexta chegou um casal e ficaram numa suíte ao lado da nossa. Nos fundos do casarão. Saímos para jantar e voltamos por volta de 22 horas. Ouvimos gemidos escandalosos do casal. Fiquei com muita tesão. Minha esposa comentava: nossa que escândalo! Eu falei assim que é bom Ouvimos eles saírem já tarde. Falei com minha mulher: quando eles chegarem vamos fazer igual a eles ou simular uma transa bem legal. Fazer inveja a eles também. Dormimos, lá pelas 4 da manhã ouvi os passos no salão e as vozes dos dois. Até o barulho da chave eu ouvi. Comecei a encostar no bumbum de minha esposa. Ela queria dormir, mas insisti e logo meu pau ficou duro. Já dormimos sem roupa, nenhuma. Falei para Cleide começar a gemer. No inicio estava baixo. Falei para gemer mais alto. Penetrei-a por trás. Mandei ela pedir mais. Ouvimos conversas no quarto vizinho. Eu sabia que eles estavam ouvindo tudo. Eu mesmo falei alto: você gosta de grande, então sente, olha como está grosso! Goza gostoso vai. Um é pouco para você? Vou arrumar um outro bem grande para enfiar nessa buceta gostosa. Quando gozei dei um urro parecido a um touro. No café da manhã, em torno de 10 horas, quase juntos chegamos no salão. Eles olharam; Nós também; eles já sabiam com certeza que nós éramos vizinhos. Dei um cumprimento, eles corresponderam. Começamos a conversar, nossas mesas estavam próximas. Eram também de Belo Horizonte. Comentamos da cidade, hora que chegamos, onde iríamos naquela tarde. O casal disse que iriam tomar um banho de FURÔ. Convidaram-nos . Falei que dependia de Cleide. Eu toparia e adoro um banho de furô. Eu estava vidrado naquele corpão da mulher do cara. Ele também não tirava os olhos de minha esposa. Eles com idade parecida com a nossa. Em torno de 40 anos. O cara parecia um tarado. Brincalhão, boa pinta, sabendo o que queria. Minha esposa sempre relutante. Deixei que as duas fosse na frente. Eu e ele ficamos conversando em pé na frente da pousada. Comentamos sobre nosso escândalo no quarto. Ele também! Disse que a mulher dele é estéril. Fica alucinada com uma pica na sua buceta. O cara abriu o jogo mesmo. Saímos pela cidadezinha, eles ficaram. Quando chegamos, já estavam no salão preparados para o FURÔ. Novamente chamou nós para ir até lá embaixo. Com muita insistência Cleide topou a ir. Chegamos, os dois já estavam dentro da água. Fez sinal para entrarmos. Falei com Cleide: se não quiser, fica aqui assistindo. Eu vou. Entrei de sunga. Cleide se preparou e também entrou. A água estava uma delicia. Perfumada. Cheia de pétalas de rosas. Vicente brincou com Cleide: Não precisa ter medo não. O máximo que pode acontecer é uma cobra encostar em você. Ficamos alí brincando um com o outro. De repente uma sunga aparece boiando junto com as pétalas. Vicente havia retirado e ficado nú. Sem graça Cleide deu um sorriso e falou: tem má intenção aí. Vicente abraçou sua esposa e beijou forte na boca. Se posicionaram de maneira que seu pau encaixasse entre as coxas dela. Senti um perna tocar-me. Puxei Cleide para junto de mim, de maneira que ficasse de costas para os dois. Ouvi um suspiro forte, vi que ele tinha penetrado a esposa, ali em pé. Cleide já tinha entendido tudo e ficou na sua. Sempre agarrada em mim. Notei que Vicente passava a mão na bunda de Cleide. Tomei coragem e levei a mão entre as coxas da esposa de Vicente e toquei sua buceta que tinha o pau do marido enfiado. Senti o quanto era grosso. Peguei a mão de minha esposa e levei até lá. Fiz questão dela pegar no pau de Vicente. A esposa do cara notou, ficou de lado liberando a tora do marido para Cleide pegar, que soltou logo que ela mexeu. Novamente ele pegou na dela e levou até seu pau. Cleide falou no meu ouvido. Que suruba é esta que vocês arrumaram. Falei: fica calma e sinta o máximo de prazer. Sei que você gosta. Ela concordou. Tratei de retirar o biquíni de Cleide. Meu pau estava duro de lado da sunga. Também me livrei dela e fiquei a vontade. De repente Vicente agarra Cleide por trás e encaixa seu cacetão na bunda. A esposa de Vicente aproximou de mim, abriu as pernas e segurou meu pau. Vicente gozou entre as coxas de Cleide. Vi porra boiando na água. Fomos jantar juntos. Voltamos por volta de 23 horas. Eles já entraram junto com a gente na nossa suíte. Foi uma farra total. Eu chupei a buceta de Cleide. Depois Vicente também chupou. Enquanto eu lambia a buceta da esposa de Vicente, ele metia na buceta de Cleide que gemia alto. Márcia a esposa de Vicente,olhava para o casal ao lado e me puxava para cima de ti. Meti gostoso naquela buceta melada. Nunca vi uma mulher gritar e gemer numa pica igual aquela. Desfalecemos os quatro, abraçados numa única cama. Acordamos com um friozinho danado. Levantei, cobri-os, fui ao banheiro e voltei. Me deitei colado na Márcia. Vicente roncava, ao lado de Cleide. Acordamos com o sol alto já. Tomamos um banho e fomos para o café. Na noite de domingo, repetimos nosso programa, só que na suíte de Vicente. Nesta noite, vi Márcia passar a mão e beijar os seios de Cleide. Na segunda pela manhã fomos embora. Combinamos de visitarmos a casa do casal. Confesso que me sentí um garoto.

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Comentários (1)

em 27/10/2008
enviado por fernando
eu chupo sua buseta