Por Narceja
Assim que acordei, ainda sentia dor no ânus, xota e pernas. A boceta, acostumada a levar cabo, se encontrava relaxada e ainda suja da porra do patrão. Estava com o corpo moído, parecia que havia levado uma surra. Sim, havia levando uma surra. Uma surra de pica!
Satisfeita, rumei ao banheiro tomando um demorado banho. Não passavam das 7 da manhã, e deveria cumprir normalmente minhas tarefas como au pair. Arrumar as crianças e levá-las a escola. Só então, iria pra meu curso de inglês.
Pronto! Estava curiosa pelo café da manhã onde encontraria Mr. Domingues. Após arrumar as crianças, fui ajeitar o café da manhã e logo ouvi no corredor dos quartos a movimentação do casal se arrumando pra ir ao trabalho.
Em alguns minutos, na sala de jantar, apareceram Mr. e Mrs. Domingues cumprimentando-me: - Good morning! Disse Mrs. Domingues.
- Bom dia! Respondi sorrindo e olhando pra Mr. Domingues que se mostrou sério e zangado. Estranhei um pouco sua reação e desfiz o sorriso do rosto tornando-me extremamente profissional. Respondi apenas perguntas relacionadas às crianças. Não conversei muito.
Mr. Domingues tomou o café da manhã com cara de fome, um mau humor inexplicável depois da noite anterior. Sem entender, me despedi da senhora e dei um tímido bye pra Mr. Domingues.
Coloquei as crianças no carro, pela porta do passageiro e logo me dirigi pra porta do motorista quando ouvi a voz de Mr. Domingues saindo da casa:
- Narceja! Disse se aproximando de mim, quando já me encontrava na porta do carro, pronta pra sair.
- Sim? Perguntei assustada.
- Deixe as crianças na escola e volte pra casa. Falou em português, com a intenção que ninguém o entendesse.
- Mas... Após deixar os meninos na escola vou pra meu curso de inglês. Tentei argumentar já sentindo uma vibração na xota.
- Foda-se! Estou te esperando!
A entonação máscula de sua voz me fez tremer por inteira. Sentia uma espécie de medo daquele homem, um medo que me excitava e me envolvia ao ponto de obedecê-lo e aceitei sua ordem sem mais questionar.
Após deixar as crianças na escola, voltei pra casa. Ao estacionar o carro, percebi que minha xotinha estava toda melada ao ponto de sujar minha calcinha.
Desci do carro muito amedrontada pela situação, e ao mesmo tempo aquele medo me excitava a tal ponto que preparava meu corpo inteiro para uma relação sexual. Era o primitivismo latente do sexo executando sua função lasciva.
Os odores sexuais, já ao entrar na casa, invadiram minhas narinas. O cheiro!
O cheiro de macho no ar. A fragrância de seu órgão sexual que já deveria exalar tesão por todos os cômodos da casa. Parei no meio da sala, desconfiada e tomada por um desejo primitivo, respirei fundo tentando diferenciar a variedade de odores da casa, com o objetivo de identificar o cheiro dos testículos e do pênis de Mr. Domingues.
Onde ele estaria? Indagava.
Em minha boca um gosto, um gosto que me obrigou a passar a língua pelos lábios apreciando-o. Que gosto seria esse que aparecera como num passe de mágica em meu apurado paladar?! Com os dedos, toquei a língua e em seguida cheirei. Senti um gosto característico, que meus sentidos recusavam acreditar: Eu senti o gosto do esperma de Mr. Domingues!
Onde ele estaria? Voltei a indagar
No escritório. Pensei.
E me dirigi ao local batendo na porta e abrindo-a em seguida.
- Entra! Ouvi a voz de Mr. Domingues.
Minhas pernas tremeram ao ouvi-lo. Sabia que isso significaria ser abusada, praticamente estuprada por aquele homem. Medo e tesão.
- Estou aqui. Disse submissa àquele homem.
- Dá uma voltinha! Disse fazendo movimentos circulares com o dedo indicador no intuito de enfatizar seu pedido.
Eu vestia uma calça jeans colada no corpo, que ressaltava minhas curvas de fêmea. Mostrava o rabão nitidamente, e empinava-o propositalmente pra me expor mais ainda. Meus seios, empinados pelo frescor da juventude, estavam cobertos por uma camiseta de malha branca. Calçava tênis. Eu era uma estudante.
Após a voltinha, Mr. Domingues que havia ficado sentando em sua mesa, levantou-se e deu a volta e sentando-se na mesma, ordenou:
- Tira tudo!
Embriagada pela entonação máscula de sua voz, comecei a me despir.
Tirei a calça jeans ficando apenas com uma tanguinha rosa que havia trazido do Brasil, a mesma encobria apenas parte da minha boceta. Bocetona, diria. Pois, apesar de magra, tinha uma boceta gordinha, cheinha, a estilo “capuz de fusca”. A Bundinha, branca, ficou descoberta e nua, pois a fina tira da calcinha entrava em minha bunda deixando-a com a impressão de estar completamente sem nada por trás, já que a tira de tecido entrava na separação das nádegas. Ou seja, minha bundinha engolia a calcinha. A camisa de malha, tirei rapidamente ficando com um sutiã meia-taça da mesma cor: Rosa!
Olhei pra Mr. Domingues que me olhava com cara de mau. Me sentia pequena, frágil e inocente perto daquele homem maduro, vivido, grande e viril.
- E agora?! Perguntei.
- Eu disse nua! Vai logo! Que é ordem do seu patrão! Tira tudo!
E continuou sentando sobre a mesa pegando no pau por cima da calça estufada.
Sem poder esconder meu tesão, me entreguei e tirei a calcinha e o sutiã ficando nua ali em seu escritório. Me senti exposta, a mercê de Mr. Domingues que vestia uma calça social preta, uma camisa de mangas longas azul e um crachá da companhia aérea em que trabalhava. Ele era um homem grande, parrudo, pauzudo!
- Quero a calcinha na minha mão! Disse estendendo a mão em minha direção.
Peguei a calcinha e me aproximei nervosa. Só em chegar perto daquele homem, minhas pernas tremeram de medo. Um medo que, apenas mais tarde, com os anos, percebi do que se tratava. O medo de piroca! Sim, em frente a Mr. Domingues minha xotinha chorava de medo de se pau. Ela sabia mesmo inconscientemente que dentro daquela calça estufada havia uma tora de carne que iria usá-la, explorá-la e depois deixá-la suja, melada, cheia de esperma. Leite de macho!
Estendi minha mão segurando a calcinha e soltei-a rapidamente em sua mão. Mr. Domingues pegou e levou-a ao nariz dando uma cheirada profunda:
- HUMMM! Cheiro de cadela novinha!! Vem cá abrir minha calça. Disse levantando-se da mesa.
Os meus olhos denunciaram meu medo e meu tesão, Mr. Domingues completou:
- Aqui nessa casa não vai te faltar cacete na buça! Vou te comer todo dia e você será minha putinha cadela. Aqui tem muito leite pra te encher todo dia! Vem logo!
Obedeci e peguei em seu cinto desabotoando e tirando-o por completo. Abri o botão de sua calça e em seguida abri o zíper.
Olhava assustada pra seus olhos e logo, voltava a minha tarefa descendo sua calça até suas pernas, tirando-a em seguida por completo.
Vi um bolão dentro da cueca estufada. Os pentelhos de Mr. Domingues saiam por todas as brechas de sua cuequinha deixando-me fascinada.
- Tira! Mandou.
Puxei a cueca pra baixo e liberei seu pauzão moreno e grosso. Minhas narinas apuravam timidamente o odor daquele cacete nu.
Mr. Domingues pegou na piroca e bateu na minha boca.
- Sente! Toma rolada na cara! Sente o peso dessa tora! Eu fechava a boca e os olhos pra receber as porradas de pênis na cara. Sentia o peso daquela estaca de carne na cara, o cheiro e a umidez de sua tora machucar-me o rosto delicado até que Mr. Domingues segurou meus cabelos e apontou a cabeça do pênis para meus lábios.
- Abre a boca!
Abri e recebi de imediato seu pênis na boca. De uma só estocada, Mr. Domingues enfiou-o até o fundo da garganta me fazendo lacrimejar e sentir seu saco apertar-me o rosto e partes do lábio.
- Engole tudo vadia!
Sem conseguir falar ou respirar, forcei com as mãos a retirada de sua tora. Mr. Domingues a retirou me vendo sufocar. Bateu novamente com a piroca na minha cara e disse:
- De quatro!
Minha boceta derramou no vão de minhas pernas mais lubrificação, deixando-me no cio e desesperada pra ser penetrada.
Virei-me ficando de quatro no chão de seu escritório e expondo meu rabo branquelo àquela submissão e dominação consentidas.
- Tora! Fode, come, abusa de mim, me esgota! Implorei sentindo a xotinha piscar pedindo cacete.
- Vagabunda! Sabia que tinha uma putinha em casa, mas não sabia que era de primeira! Dessas putinhas que gostam de rola é que eu gosto. Vai ter rola todo dia nessa casa! Eu prometo! Rola é o que não vai te faltar!
Se aproximou de minha bundinha e deu um tapa: PLAFT!
Bateu o cacete na bundinha e se ajoelhou atrás de mim. Senti a cabecinha na porta da xotinha e sua mão pegando na minha cintura e a apertando.
Chorei baixinho pedindo estocada: - Enfia logo na sua vadia! Pedi.
PLAFT! Outro tapa na bundinha e tome rola!
Senti a estaca dura penetrar-me por completo.
- Toma na xota PIRANHA! E enfiou com toda a força que tinha me fazendo cair pra frente e apoiar-me no chão. Abaixei a cabeça e fechei os olhos enquanto minha boceta era violentada.
- É disso que você gosta Safada?! Pois vai ter rola na xota todo santo dia até pedir demissão! Não vai agüentar de tanto cacete!
Sentindo as estocadas não me controlei e comecei a ensaiar meus primeiros gemidos de vadia. Gemidos baixinhos, mas constantes, que eram ouvidos em um volume médio.
- AHHH, mete mais! Não pára! Gemia sentindo as estocadas na xotinha.
- Toma no buraco! Vagaba!
Foi então que senti seu dedo bulinar meu cuzinho e sumir dentro do mesmo. Conseqüentemente fui sendo fodida com uma tora na boceta e dois dedos no cu.
Até que Mr. Domingues tirou o cacete da xana arrombada e veio montar em cima de mim, colocando o pau no meu ânus e penetrando-o em seguida.
A dor inicial da primeira estocada me arrancou outras lágrimas que logo foram substituídas por uivos de prazer.
Mr. Domingues realmente havia montando em cima de mim e parecíamos cachorros copulando, pregados um no outro.
- Toma no cu! Eu como cu de puta é dessa maneira! E estocava mais e mais me deixando louca de desejo.
Desci meus dedos pela boceta e cutuquei-a masturbando-me com força, querendo apressar meu gozo inevitável.
- Isso! Mexe na boceta que vou já gozar nesse cu! Vou deixá-lo cheio de porra de macho! Safadinha!
Enfiei um dedinho na xota e com o outro maltratava meu clitoris mexendo-o de um lado pra o outro e me melando cada vez mais, até senti minha boceta rebolar em minha mão enquanto Mr. Domingues me comia igual a uma cadela.
- Goza vagabunda que vou despejar! Avisou.
Rebolei a bunda e a boceta e senti a felicidade do gozo chegando e apossando-se do meu corpo, até que gozei gritando alto e gemendo.
- Goza Puta e toma minha porra no Cu! Disse soltando o líquido quente dentro de minha caverna anal.
E após o gozo caiu pesado por cima de mim.
Fiquei lá sentindo o peso daquele homem enquanto minha xotinha vibrava de felicidade.
Mr. Domingues saiu de cima de mim, deitando-se ao meu lado. Sem pensar muito, abracei-o, repousando minha cabeça em seu peito e ouvindo seu tic-tac acelerado.
Senti sua mão acariciar meus cabelos. A peça havia se encerrado!
Despidos de nossos personagens, nos abraçamos e o beijei sendo correspondida e tendo em meus braços um homem extremamente carinhoso. Que passou a cuidar de mim como fêmea nos quase 6 meses que passei em sua casa. Nunca nesse tempo ficara sem piroca na xana. Mr. Domingues passou a me comer quase todo dia. Até com a mulher e os filhos em casa. Passei a ser sua putinha. Sempre tratada como vadia na hora do sexo pra depois receber o carinho de um homem maduro.
Descansamos por mais uns 34 minutos no chão do escritório enquanto, nesse tempo, ficava brincando com Mr. Domingues ressaltando seu ego e elogiando seu pênis, de cacetão, pirocudo, tora grande e ao mesmo tempo , brincava com a mão em seus pentelhos suados.
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