A Noite em Saquarema (R.J.) Jade
Ninguém pertence a ninguém exceto na
lembrança. (John Updike)
Sempre ocorria era briga de casal , era uma irritação, uma discussão muito louca mas cansativa, no fundo gerava ódio, raiva, a garganta seca irritada. Carol até esquecia das duas filhas crianças no banco de traz do carro ,puxou um cigarro e fumou em largas baforadas em silencio enquanto o marido dirigia ,rompendo a noite escura com os fachos do farois.
Chegamos ao restaurante-bar , entramos e olhei ao redor havia pouca gente e
escolhi uma mesa para sentarmos perto do bar, meu marido ajudou as meninas, foi quando senti uma pessoa ajudando-me , pensei que era o dono do restaurante, moreno bem alto ,rosto queimado de sol, cabelos longos negros, perfumado usava Kenzo, olhos verdes com uma camisa de seda, de short de jeans e um mocassins , no pescoço um lenço .
Cerca de vinte e cinco anos no máximo, pelos músculos devia ser surfista, recatadamente agradeci ele se afastou, pedimos pratos italianos e vinho tinto Valpoliccela Bolla(italiano)
Mas não tirei o olho desejando aquele gato , disfarçando é claro, ele estava com amigos bebendo era sábado ,meu marido era um grosso, podia fechar o tempo se percebesse minhas sutis intenções.
Terminamos o jantar e de propósito deixou meu marido sair na frente e as duas louras crianças no meio e eu ia no final olhava para o moreno que me deu largo sorriso, senti brotar aquela umidade no protetor da calcinha ,era tesão recolhida A muito tempo tratei de rebolar enquanto andava, mexia os quadris largos e usava tamancos altos tipo anabela , chamava normalmente atenção na rua deixando os homens assanhados como mulher sabia me fazer muito desejada.
Iamos mudos no carro a caminho de nossa casa no condominio, acendí um
cigarro e em pensamento viajei nas másculas mãos do moreno bem alto que percorria meu corpo febril arrancando delicias do meu interior quente lábios ásperos procurando os seus e eram bem experientes ,as pernas beijando as sardas e sua carne branca quando ele tocou no meu delicioso favo de mel languidamente estirei no banco do carro que cortava a noite calma bem ,havia disfarçadamente, gozado. Sentia forte o desejo louca de vontade recolhida no tempo aquela sensação de falta de bom sexo , carinho e encanto era o que já conhecia muito bem, era o desejo recalcado daquilo que a muito bom tempo necessitava Em casa.esperei meu marido entrar no banho primeiro, ao ouvir o barulho do chuveiro dei meia volta peguei as chaves do carro e disse que ia comprar cigarros. Meu coraçãozinho logo disparou ansioso, troquei de calcinha, pus uma vermelha e sai com aquela sensação, o carro voava em direção ao bar e restaurante, não sabia nem como faria mas ia para lá, só ver ao menos o moreno gracioso musculoso que me deixou tesuda e tão desesperada mas de uma coisa tinha muita certeza meu marido não viria atrás de mim porque a casa ficava num condomínio isolado e já era tarde da noite.
Ao chegar estacionei à frente entre arbustos e travei as portas do carro e entrei agoniada e indo direto para o balcão do bar, pedi um maço de cigarros com filtro , dei um tempo olhando para sala, nenhum conhecido ,era sorte ,mas a hora
ajudava o crime , no máximo 10 pessoas .Pedi um burritos para criar coragem sorví o coquetel lentamente, coloquei logo o cigarro na boca e procurei os fósforos na bolsa, um belo zippo se acedeu bem ao seu lado gentilmente, era ele, o moreno! Fingi um susto e sorri para ele, de forma à deixa-lo mais a vontade.
A conversa rolou rápido, Luis era cubano e estava de passagem pelo Brasil para
conhecer os belos locais, tinha um olhar lindo e uma boca maravilhosa, falava bem o portunhol o que denunciava bastante tempo aquí. Era extremamente gentil ,terno ao falar e parecia eletrizado ao olhar meus peitos (os mamilos estavam duros) cujo volume ameaçava sair da blusa branca decotada trançada que se amarrava nas costas, modelo da Fórum, chiquérrimo que eu gostava de usar.
Disfarçadamente olhou as minhas coxas brancas com sardas de forma que me sentia um leve calafrio e uma pontada no meu sexo ,meu vestido verde era curto e por um pouco nada escondia ao sentar na banqueta do barzinho, ele estava excitado eu percebera a mala do moço no short de jeans ,havia um belo e razoável volume, a boca carnuda dele me atraia, não sabia mais que devia fazer para conseguir o que queria, nunca havia traído antes seu marido e não tinha experiência. Sentia uma opressão no peito respiração rápida mais longa e meus olhos denunciavam desejo, alisei os meus cabelos languidamente e se ele não entendesse o que eu queria...
Olhei o relógio eram 23hs paguei a conta e levantei- me com charme para ir embora lentamente, ia falhar pensei, Luís me acompanhou até meu carro, pegou a chave , abriu gentil a porta, estávamos no meio dos arbustos o que escondia a visão, eu tremia, quando me agarrou ,e me aninhei nos braços dele , me encheu de beijos no pescoço, mordeu minha nuca eu gemia como uma gata e me estreitou contra o carro de forma a sentir todo o volume do seu sexo contra minha barriga sentia cólicas de tesão, alisei o seu membro por cima da roupa sentindo, o volume ,sem palavras me encostou entre ele e o carro ,fazendo muita pressão, isto me amoleceu todinha,eu gemia e o queria todo dentro, de mim, no meu ventre quente aonde ardia um calor de noite de verão, queria sentir seu sexo ....
Suas mãos enormes avançaram no seu corpo, meus peitos grandes pularam da blusa e oram mordidos suavemente levando-me ao delírio, sua boca linda percorria a minha como uma sutil invasora em delírio. pesquisava, sua língua molhou meu rosto e todo recanto de meu corpo desfalecido.
Retirou minha mini tanguinha vermelha e me deitou com as costas no banco dianteiro sacou rapidamente seu short e deitou suavemente seu peso sobre meu corpo passeando até finalmente atingir o centro das minhas sensações e não tive dúvida de retribuir com um carinho especial ,o orgasmo nos fez gemer. Estava reduzida a cacos segurando com força aqueles braços queimados de sol , músculos sarados firmes sem barriga e terminei molhando de gozo até as pernas, enquanto ele apertava os bicos duros dos meus seios. O tufo de meus pêlos aparados ansiava por conhecer todo moreno de perto, já estava em minha boca e não conseguiu contornar sua enorme tora dentro de minha boquinha que pedia baixinho “põe logo, na minha xoxota querido, coloca tudo na grutinha querido.”
Por fim lentamente, gentil, introduziu-se em mim, roçando todo o interior da xoxota alcançando bem no fundo de minha vagina ,foi quando me senti empurrada pela massa dura e roliça que agora me esfolava por dentro ,me dilatando arregaçando aonde eu estava justa ao redor do seu pau. A cada movimento dele eu sentia que me esfolava toda e me fazia ver estrelas de prazer como nunca vira e a estaca do menino seguia rumo ao fundo expulsando,o ar produzia ruídos da minha gruta até que senti que se alojou todo inteiro , grosso, sem conseguir mexer-me ,me levando ao delírio pela satisfação e sofrendo pelas dores da grossa péça atolada, com os movimentos lentos do seu corpo, suas mãos travavam o movimento de minha bunda querendo fugir do castigo , seus dedos entravam na minha boca seca e entravam em todos cantos,até no meu rabo, dando prazer a todas extremidades, eram apelos elétricos ,beijos chupados de língua alucinados e eu arfava em desespero de fugir ao membro que me dilacerava com seus movimento se acelerando junto com a respiração ofegante até tremer gozando aos jatos alagando minha grutinha dilatada que vazava fóra o seu leite melado e inconsciente eu pedia para não parar ele mudou de posição com minha bunda lubrificada pelo seu leite eu estava muito úmida na bunda esfregou meu botão róseo fazendo me rebolar toda ora coçando e ameaçando ora retirando, foi a loucura ,começei toda a rebolar louca e seu volume cotucava meu cúzinho besuntado de óleo e eu queria que o introduzisse logo, apagasse meu desejo , eu afastava com as maõs as nadegas me abrindo toda para êle ,que esfregando meu clitóris , enfiou a peça grossa no meu cú toda de uma vez vencendo a resistencia do anel muscular , eu suava, me masturbou mais rápido, eu já gozava, rebolando, chorando de prazer,que quase perdi os sentidos no orgasmo mais gostoso que já sentira, ele estremeceu, gemeu , sua coluna de carne inchou e me deu em golfadas que me preencheram, ele por instantes exausto, tombava gemendo de gozo, acho que era sua segunda gozada e eu perdera a conta,.ele afinal trepava muito gostoso.
Ainda queria continuar, estava apavorada pois eram 23,45hs e tinha saído apenas para comprar, cigarros e estava ali de pernas bambas de tanto gozar, reuni todas minhas peças de roupa, menos a tanguinha que acho que levou de souvenir(sic) vesti-me rápido, ele se despediu marcando para o dia seguinte lá na praia, ainda não sabia que dizer a meu marido qual desculpa ia inventar ,era a primeira vez que o traia em oito anos de casada mas tinha sido muito bom mesmo.
Me sentia melada raspada, ardendo toda e de cuzinho dilatado e sentia que ainda queria mais e não seria nunca possível pelo adiantado da hora até minha nuca doía das mordidinhas do cubano e imaginava o que seria passar a noite toda no rala e rola com ele ,ficaria morta de prazer.mas faria ele dar umas quatro, caprichadas,
Pensei enquanto guiava no caminho, aí parei o carro abri o porta malas e furei o estepe , a fim de garantir a histórinha que ia contar ao maridão.enquanto dobrava e colocava no banco a toalha de banho do lado mais seco.para reter os liquidos.
Quando cheguei chorando (fingindo) fui tão real e artista que o corno enraivecido ficou com pena de mim e se desculpou por não a ter ido procurar por falta de carro ,pois todo mundo estava dormindo .Foi quando senti que o melzinho cubano, já escorria pelas pernas abaixo pela falta da calcinha.Tratei de entrar no banheiro e sentei no vaso para tirar o excesso do reto que me ardia estava ,toda dolorida e arrombada ,enquanto tomava meu banho morno ,pensava como aquele menino era gostoso e me sentia arregaçada nos meus buracos . Imagine como ficaria a cara de meu marido junto com a do vizinho se por acaso me encontrassem no carro, sendo possuída pelo moço cubano e imaginou o escândalo no condominio era uma mulher tão séria, meu marido era incompetente e inábil um idiota e lembrei do fogo selvagem do jovem , nunca mais iria ver pois eles iríam para Saquarema na manhã seguinte ao acontecimento mais gostoso que sempre me deixou na dura saudade, para mim era o despertar de uma nova vida ,fora muito melhor do que a oito anos atrás, quando delicadamente fora inaugurada pelo incompetente mas carinhoso corno manso.
Jade 1980/
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