Chegamos, vindos da capital do estado, à pequena cidade do interior, onde encontraríamos o grupo de empresários locais que havia contratado os serviços do escritório no qual eu recentemente começara a trabalhar. Viemos, o Artur e eu, no carro dele. Eu não gostava de viajar para aquela região, pois é muito desabitada e as margens da estrada são desertas, sem postos de combustível, sem restaurantes, sem hotéis, sem policiamento. Havia um clima de insegurança no ar. O que eu não sabia é que isso conspiraria para tudo o que tinha acontecido dentro do caro durante a viagem. Normalmente eu acharia a viagem longa e monótona, mas daquela vez, eu nem vi o tempo passar. Para se ter uma idéia, eu estava com a boca suja de esperma e, por baixo da minha saia, estava sem calcinha. A minha calcinha estava no bolso do Artur. Eu quis pedi-la de volta, mas, por mais absurdo que pareça, eu estava com vergonha. Ele parecia fingir que nada tinha acontecido, e, para mim, aquela atitude era conveniente, pois evitava que eu tivesse que enfrentar a situação, que eu tivesse que falar sobre o ocorrido, pois, imediatamente depois do que acabáramos de fazer, e com todo aquele desejo mais controlado, eu não conseguia acreditar que tinha feito tudo o que fiz. Entretanto, quando o carro entrou na cidade e já nas proximidades do local onde deveríamos descer e encontrar as pessoas que nos aguardavam, me enchi de coragem e pedi a minha calcinha. O Artur, com um sorriso cínico, disse apenas que eu não precisaria dela. “Como não? Já vamos descer, e logo depois vamos nos reunir com os clientes. Vamos, devolve logo”, respondi e, acrescentei com um ar de súplica: “Artur, por favor...”. Nisso, ele estacionou o carro em frente a um supermercado e saiu levando a minha calcinha no bolso. Um grupo de cinco senhores se aproximou do carro, deviam ser as pessoas com as quais reuniríamos. Eu fiquei parada, então o Artur contornou o carro e abriu a porta para eu sair. Não deu tempo de eu me ajeitar, de olhar em um espelho, de arrumar os cabelos, de ajustar a roupa. Tive que sair do jeito que eu estava. Os senhores, todos já com certa idade, foram muito simpáticos. Apertaram a mão do Artur e me cumprimentaram dando beijinhos. Tive medo de eles sentirem algum cheiro. Além desse grupo de homens, havia outras pessoas entrando e saindo do supermercado. Alguns olhavam em nossa direção e eu tinha a sensação de que todos perceberiam que eu estava sem calcinha ou que adivinhariam o que tinha acontecido. Eu me sentia nua, estava nervosa e atrapalhada, me esforçando para fingir naturalidade e profissionalismo no trato com os senhores. Conduzidos por um deles, entramos no supermercado e fomos até os fundos. Eu, com sensação de culpa e timidez, olhava nos olhos das pessoas que cruzavam pos nós, buscando alguma certeza de que não sabiam de nada. Chegamos a uma escada que dava acesso ao andar de cima do estabelecimento. Fiz por onde para que subisse por último, por medo de um deles perceber que eu estava sem calcinha, afinal a minha saia se não era curta, também não era longa. A escada dava acesso a uma sala grande com uma mesa no centro. Lá seria a nossa reunião. Esforçava-me para me concentrar, pois a todo o momento, eu lembrava da viagem. Como o Artur conseguiu fazer aquilo comigo? Logo comigo que sou tão recatada, tão tímida. Ele soube como me envolver, pois durante a viagem, logo depois que eu o deixei a par de toda a situação envolvendo a contratação dos nossos serviços por aqueles homens, começamos a falar de amenidade, depois sobre assuntos pessoais, casa, namorado, esposa. Então ele disse: “sabe o que eu estava fazendo quando você foi à minha sala me avisar desta viagem?”. Respondi que não, que não sabia. Ele disse que estava lendo uma história, contada por uma mulher, em um site na internet. E começou a contar a tal história. Era um conto erótico. Nunca ninguém tinha me contado um conto erótico. Eu já havia lidos uns poucos que às vezes encontrava alguma revista feminina e confesso que gostei muito. Mas os que eu li não eram tão explicito como esse que o Artur me contava. Fiquei vermelha quando ele começou. Quis pedir para ele parar, mas fiquei curiosa, pois a história era interessante e ele sabia como contar. Fazia mistério e suspense e, fingindo que não, observava as minhas reações. A história era de uma mulher, que casou jovem e que, em toda a sua vida, tivera apenas o marido como amante. Mas isso mudou durante uma viagem a trabalho do marido. Ela, que não o acompanhara naquela viagem, teve, a pedido dele, que ajudar a resolver um problema, causado pela sua ausência na empresa onde ele trabalhava. Nisso ela acabou conhecendo o patrão do marido, e com este, se envolveu em uma situação tão inusitada, absurda e excitante, que praticamente não teve alternativa a não ser trair o marido com o tal patrão. Eu, ouvindo a história, por mais que tentasse, não conseguia esconder a minha excitação. Coloquei a mão esquerda na frente da minha boca, mordicava o dedão e me contorcia no banco do carona apertando as coxas uma contra a outra tentando conter a aflição da minha b..., que já estava toda melada. O Artur, no banco do motorista, dirigir com o olhar fixo na estrada à frente, mas, de vez em quando, olhava em minha direção. Continuou contando a história, mas de repente, quando os dois protagonistas, esposa e patrão, estavam despidos em uma suíte de motel, com o patrão prestes a possuí-la, o Artur parou de contar. Pesei que fosse uma pausa momentânea, mas ele continuou calado. A minha b... estava em brasa. Eu precisava de duas coisas: ouvi o resto da história e pegar na minha b... para acalmá-la. Parece que o Artur sabia disso. Como ele continuava calado, eu tive que dizer: “e aí o que aconteceu?”. Acho que ele queria ouvir isso, para tomar como sendo um consentimento verbal de minha parte com aquela situação. Então ele recomeçou a contar. Disse que o patrão penetrou a esposa do empregado com o seu pênis duro e espesso. Ela não teve como notar que o pênis do marido dela era menor e mais fino. Assim ela se sentia bem preenchida e arrombada, mais deliciosamente arrombada. Ele a penetrava até o fundo provocando nela um prazer nunca sentido em todas as transas com o marido. Ela já tinha ido com o marido muitas vezes a motéis e, em algumas dessas vezes, ouvira gemidos de mulheres vindo de outros quartos. Como ela achava essas mulheres escandalosas e despudoradas, nas transas com o marido, em casa ou nos motéis, sempre gemia baixinho. Mas naquela ocasião, recebendo as estocadas do pênis duro, grosso e longo do patrão, era impossível se controlar e então ela gemia alto e descontroladamente, tendo a certeza de que estava sendo ouvida bem além das paredes daquela suíte. Pela primeira vez ela quis ser xingada, ficaria feliz se o seu parceiro lhe chamasse de vadia, safada, infiel, mas ele, concentrado em lhe penetrar, permanecia calado. Quando ela sentiu a proximidade do seu gozo. Gritou alto: “vai mete, mete mais, mais...” e, se tremendo toda, gozou aos berros, de modo intenso, e inacreditavelmente gostoso. Foi um orgasmo prolongado que parecia que não ia acabar. Um orgasmo que ela, em toda a sua vida de casada, jamais experimentara. Ao mesmo tempo em que o Artur, pausadamente, contava esse trecho do conto, com a sua mão direita e sem parar o carro, ele pegou meu pulso direito e conduziu a minha mão para a região entre as minhas coxas deixando-a por cima da saia. Eu apertei por cima da ruopa a minha b... Então ele foi levantando a saia, de modo que fiquei com a mão encima da b... mais ainda por cima da calcinha. Em seguida, sem precisar se conduzida por ele, coloquei a mão para dentro da calcinha, me masturbei freneticamente e gozei no mesmo instante em que, no conto, a esposa gozava sendo possuída pelo patrão do marido. Depois do meu gozo fiquei mais aliviada, mas não estava satisfeita, precisava gozar mais, e era o que aconteceria, pois o Artur continuou contando a história. A história foi tão envolvente para mim que, mesmo durante aquela reunião eu não parava de lembra e, consequentemente de ficar excitada. O Artur, que era um advogado experiente, estava se saindo muito bem na reunião, bem melhor do que eu poderia imaginar. Ele substituiu na última hora a advogada que cuidaria desse caso, mas o vendo argumentar e contra argumentar, indicar soluções e convencer os nossos clientes, eu tive a certeza de que não havia em nosso escritório alguém melhor do que ele para realizar esse trabalho. Pronto, virei fã, ou será que isso já era um indício de paixão. Eu não queria sequer cogitar essa possibilidade, afinal ele era um homem casado e eu tinha um namorado firme. Ele estava mesmo impressionando os nossos clientes e eu cada vez mais orgulhosa de auxiliá-lo. Eu lhe passava documentos, fazia anotações, efetuava cálculos. Os problemas tratados eram mais complexos do que os clientes imaginaram, e teria que haver uma outra reunião na tarde do dia seguinte, na qual os senhores deveriam apresentar dados e papeis que o Artur solicitou. Como não viajaríamos a noite, por ser perigoso, teríamos que passar duas noites naquela cidade. Fiquei aflita. O Artur certamente iria tentar me possuir e eu, por um lado não poderia transar com ele, mas por outro, a minha b... pedia para ser penetrada. Naquele dia já tinha gozado duas vezes, mas sem penetração. No fim da tarde terminamos aquela primeira reunião. Despedimos-nos dos homens, fomos comer alguma coisa e depois nos dirigimos para o hotel no qual já havia sido feto reservas. Este era pequeno e estava bem ocupado, muita gente passava pra lá e pra cá. Os nossos quartos ficavam próximos em um mesmo corredor. Depois que tomei banho, me vesti pondo uma calcinha, um short folgado e uma camiseta. Liguei para a minha mãe, dizendo que estava tudo bem e em qual hotel eu estava hospedada. Mas esqueci de dizer que ficaria um dia a mais. “Tudo bem, depois eu ligaria novamente”. Deitei na cama. Eu deveria organizar os cálculos que fizera durante a reunião, tal como o Artur me pediu, mas fiquei mesmo divagando, pensando na tal da história da mulher que traiu o marido. Conforme o que o Artur contou, depois que ela gozou, ficando mole e cansada, o patrão ainda não tinha gozado. Ele, então, tirou o pênis duro de dentro da b... e o conduziu para os lábios dela. Ficou esfregando a cabeça do pênis nos lábios e no rosto dela e disse: “abre a boca”. Estava claro naquele pedido que, se ela o atendesse, ele colocaria o pênis, sujo com o seu gozo, dentro da boca dela para que ela o chupasse. Ela lembrou que sempre se recusou a chupar o pênis do marido depois que este a penetrava. Ela tinha nojo de chupar o pênis dele melado com a sua secreção vaginal. Mas naquela ocasião, com o patrão do marido, ela simplesmente abriu a boca para receber o pênis dele todo melado da sua b... Ela o chupou com gosto e vontade, sentindo o sabor dela, mas sem sentir repugnância, muito pelo contrário, estava mesmo era gostando, tanto que com aquilo, recomeçou a ficar excitada e novamente quis ser penetrada. O patrão, percebendo isso, a pôr de quatro e se posicionou atrás dela, abriu suas nádegas e fez algo que seu marido nunca havia feito, ela sequer sabia que parceiros sexuais o faziam. O patrão começou a lamber o ânus dela. Ela sentia um prazer meigo e suava que tomava conta de seu corpo. Ela gemia e pensava como ela viveu até aquele dia sem sentir isso. Eu, ouvindo a história, também não sabia que se fazia isso em relações sexuais, fiquei sentindo um misto de nojo e vontade de sentir a sensação que a mulher do conto sentia. Eu já estava com a minha mão esquerda segurando o pau do Artur, pois no decorrer desta parte da narração, ele abriu o zíper de sua calça, tirou o pau para fora e me fez pegar nele. Eu, que já estava louca de tesão com as aventuras da protagonista do conto, não ofereci nenhuma resistência. Também não ofereci resistência quando o Artur soltou os nossos cintos de segurança e conduziu a minha cabeça até o seu pau, para que o chupasse. Ele fazia isso enquanto dizia que o patrão havia parado de lamber e começa a penetrar o ânus dela. Ela sempre se recusou a fazer sexo anal com o marido, mas ali ela não teria escapatória. O patrão penetrou profundamente em seu ânus, ela sentia dor e um prazer indescritível. Ao mesmo tempo em que era penetrada, ela se masturbava, o que aumentava muito mais o seu prazer. Agora os gemidos dela eram mais altos ainda. Mas ela já não se importava com quem eventualmente a escutasse, afinal, pensariam o óbvio. Só agora ela entendia as mulheres que ela algumas vezes ouviu gemendo em motéis. Elas estavam sendo bem comidas, como finalmente agora ela estava. Quando o patrão falou que estava quase para gozar, ela não se agüentou e explodiu em um orgasmo alucinante. Gritava e o patrão sentiu no pau as contrações do ânus dela. Logo em seguido expeliu jatos de esperma nas entranhas dela. Enquanto isso eu, chupando o pau do Artur, recebia jatos de esperma na minha boca. O Artur ainda teve a ousadia de dizer: “cuidado para não melar a minha calça; engole tudo”. Tive ímpeto de tirar a minha boca, mas a mão dele, em cima da minha cabeça, impediu. Realmente, ele não poderia chegar à reunião com uma mancha molhada naquela parte de sua calça. Então engoli tudo. Eu nunca tinha engolido o esperma de meu namorado. As poucas vezes que ele gozou na minha boca, eu corri para o banheiro, para cuspir tudo na pia, escovar os dentes e, se tivesse enxaguante bucal, eu usava. Mas naquela ocasião, engoli tudo e ainda deixei o pau bem limpinho. Quanto perigo! O carro correndo a 100 km/h, os dois sem sinto de segurança e ainda o motorista gozando. Ele poderia perder a direção e um desastre poderia acontecer. Mas não aconteceu. Eu estava muito alucinada de desejo, queria gozar mais. O Artur, que parecia ler os meus pensamentos, meteu a mão direita para dentro da minha calcinha e começou a me masturba. Ele passava um dos dedos bem no lugar certo. Eu me ajeitei na banco para facilitar as coisas. Mas ele disse que a calcinha estava atrapalhando. Pediu para eu tirar. E já foi ele mesmo tirando. Eu apenas o ajudei. Como ele fazia tudo aquilo e continuava a dirigir? Ainda bem que o carro tinha películas escuras nos vidros. Ele colocou a calcinha no bolso esquerdo da calça, longe do meu alcance, e recomeçou a masturbação até eu gozar novamente, pensando na mulher do conto que gozara com sexo anal. Sempre que tentei praticar sexo anal, mas acabava desistindo, pois não me sentia confortável. Mas agora, durante enquanto gozava na mão do Artur, pensava que queria tentar novamente e me esforçaria para dar certo. Estava pensando nisso, deitada na cama do quarto quando o meu celular tocou, era o Artur, querendo os cálculos. E agora? Eu não os tinha organizado. Ele ficaria chateado? Peguei os papeis e, do jeito que estava vestida, fui até o quarto dele. Diria a ele que até o dia seguinte estaria tudo detalhado em uma planilha do Excel. Quando entrei no quarto dele, vi que ele estivera trabalhando no caso, pois ainda não tinha trocado de roupa e o seu leptop estava ligado. Coloquei os papei em cima da pequena mesa onde estava o computador e comecei a lhe explicar. Ele estava um pouco atrás de mim, mas não sei se prestava atenção ao que eu dizia, pois, de repente, ele meteu a mão por dentro do meu short e começou a alisar a minha bunda. Eu fiquei nervosa, aflita e envergonhada de nem tentar impedi-lo. Pelo contrário, abri um pouco mais as pernas para facilitar a ação dele. Ele foi mais fundo com a mão e, por trás, chegou na b... que estava encharcada. Era tudo o que ele precisava saber. Era como uma senha, como um consentimento não verbal de minha parte. Em seguida ele tirou toda a minha roupa, me levou pra cama, me deixou de quatro, tirou a roupa dele e penetrou a minha b... por trás. Finalmente, eu já não agüentava mais, depois da história da mulher do conto que ele contou, eu não pensava mais em nada que não fosse ser penetrada. Ele me pegava forte pela cintura e me mexia no pau dele. Eu enterrava a boca no travesseiro para suavizar os gemidos. E, depois mais algumas estocadas dele, gozei, tal como a mulher do conto, me tremendo toda. Um gozo profundo e prolongado. Ele continuou metendo até ele próprio gozar, inundando a minha b... com o seu líquido. Cai na cama quase que desfalecida. Ele disse: “deixa a droga desses cálculos para amanhã”. Levantei, vesti minhas roupas e fui para o meu quarto. Antes de cair em sono profundo, pensava que eu não poderia volta sem antes tentar fazer sexo anal com o Artur. A que ponto que eu cheguei! No fim do dia seguinte, já no quarto do hotel, depois de tomar banho e trocar de roupa, eu estava aflita e agoniada. O Artur, que estava no quarto dele, tinha ficado com todas as minhas anotações. Disse que estava cansado e que só voltaria a trabalhar naquele caso no escritório. Então ele estava lá no quarto dele e não telefonaria para me chamar? Eu não poderia descer tanto a ponto de me oferecer. Essa atitude poderia ser antiquada para os dias de hoje, mas era o que eu achava. Ele tinha que me chamar, ele tinha que tomar a iniciativa, pelo menos a iniciativa. Mas nada. O tempo passava e nada. Como ele fazia isso comigo? Durante a manhã daquele dia fiquei direto no computador fazendo planilhas e escrevendo textos. Toda hora errava, pois estava desconcentrada. Estava com a cabeça em outra coisa. Pensava na mulher do conto. Na experiência que ela passou. A de ser lambida atrás e depois gozar fazendo sexo anal. Eu tinha que experimentar também, mas como? À tarde, durante a segunda reunião. Eu só pensava nisso. O meu ânus parece que pedia. Eu sentia uma aflição lá. Não estava mais agüentando. Mas à noite, depois de toda essa agonia, de toda essa vontade. O Artur não ligava, não dava um sinal. Foi aí que perdi a vergonha e liguei para ele, perguntei o que ele estava fazendo. Ele disse que, havia se contradito, pois estava analisando a pelada, que os senhores haviam repassado. Perguntei se ele não queria uma ajuda. Temi que ele dissesse que não. Mas ele respondeu dizendo que precisava mesmo me perguntar umas coisas. “Então eu vou ai”, respondi. Joguei o celular em cima da cama. Corri para o quarto dele. Bati na porta e o ouvi dizendo para eu entrar. Quando entrei, ele estava deitado na cama, vestido só o com calção do pijama e lendo uma folha de papel. Continuou lendo e eu não conseguia tirar os olhos do volume que se formava no seu calção. Estava hipnotizada. Sem dizer e ouvi nada, me dirigi até ele, baixei o calção e comecei a chupar o pau dele, que foi ficando duro dentro da minha boca. Ele largou a folha de papel e ficou olhando com aquele ar cínico. Sabia que tinha me conquistado, que eu estava entregue e dominada. Realmente, eu tinha a sensação de que não poderia mais viver sem aquele cacete. A minha b... estava latejando. Parei de chupar, sentei em cima dele e a penetração foi profunda. Cavalguei bastante, mas o que eu mais queria, não era aquilo. Muito sem graça e morrendo de vergonha, falei: “faz comigo aquilo que o homem do conto, o patrão, fez com a mulher”. “O quê?” Perguntou ele. Eu tirei pau dele de dentro e me posicionei de quatro. Ele entendeu. Começou a lamber o buraquinho entre as minhas nádegas. Era maravilhosa a sensação. Eu estava realizada e feliz. Dali a pouco, ele parou as lambidas e começou a tentar me penetrar. Eu estava determinada a me esforçar, mas quando começou a entrar a cabeça do pau deu um desespero que desisti de tudo e tentei fugir, mas ele me segurou firme, tentou me acalmar e disse para eu relaxar. Falou que eu não sairia dali sem acabar de fazer o tínhamos começado. Era ao mesmo tempo um encorajamento e uma ameaça. Tentei relaxar, ele foi empurrando. Parecia que ia me rasgar. Eu dava gritinho e me faltava o ar, mas ele estava determinado, tal como a personagem do conto, eu não teria escapatória. E ele foi até o fundo. Lá ele parou e pediu para eu me masturbar. Fiz isso e a dor e a agonia foram cedendo, dando lugar ao prazer. Mais um pouco eu já estava rebolando no pau dele, ele começou o vaivém. Eu já estava alucinada, não parava de pensar na mulher do conto. Agora eu também estava vivendo aquela situação maravilhosa. Era bom demais. Como na noite anterior, ele me pegava forte, eu gemia de maneira enlouquecida. Até que gozei. Foi desesperante. Fiquei mole e não agüentei permanecer com o pau dele dentro depois do meu orgasmo. Ele colocou uma camisinha e penetrou a minha b... na posição tradicional. Senti um arrepio por todo o corpo. Ele continuou estocando. Eu fui reacendendo e, antes dele gozar, gozei novamente e desfaleci. Quando acordei vi que tinha dormido a noite inteira ali no quarto do Artur e agarrada a ele, que ainda dormia. Foi muito bom, a noite passou e eu nem senti. Já era dia. Os hospedes já estavam tomando café da manhã. Esperei uma oportunidade e fui correndo para o meu quarto. Na recepção do hotel, acertando a conta e ao lado do Artur e de outras pessoas que lá estavam, um dos recepcionistas me fez morrer de vergonha. Ele disse que, na noite passada, eu devia ter dormido profundamente, pois ele ligou varias vezes para o meu quarto e ninguém atendeu, mas ele sabia que eu estava lá. Era a minha mãe querendo saber por que eu ainda não tinha voltado, afinal ela não sabia que eu passaria mais um dia ali. Olhei em volta para os que estavam perto da recepção, vermelha de vergonha, e disse que tinha tomado um calmante e dormido muito. Será que todos ali não deduziram que eu não tinha dormido no meu quarto? Paguei tudo e fui rápido para o carro. Pronta para a viagem de volta. Mal eu sabia o que me aguardava.