O marido fiel: Chantageei e levei vara no rabo! ( Reeditado)

Heterosexuais  
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Autor: narceja
Email: ananarceja(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
7,8
“O prazer do sexo está acima de qualquer vício da sociedade.” (Narceja) Eis que naquelas férias de julho pude conferir a veracidade do pensamento acima. Cheguei ao Rio, ansiosa para reencontrar as amigas de infância Clara e Amanda. Já havia quase 5 anos que não as via, e estava ansiosa por reencontrá-las. Clara havia me convidado pra ficar em sua casa. Esta, apesar de seus 28 anos, morava ainda com os pais. Já Amanda, estava casada e grávida. Após o reencontro com as meninas no aeroporto, seguimos para a casa de Clara e nos despedimos de Amanda. Sempre tive muito mais afinidades com Clara do que com Amanda. Naquele primeiro dia, logo mais a noite, tomamos um porre de vinho na varanda de seu apartamento. Clara, sem perder o costume, começou a contar sobre a vida dos nossos colegas, o que tinha acontecido com todos. Foi quando, um pouco alta, começou a falar sobre Amanda e seu marido, o Carlos. Fiquei sabendo que Carlos era extremamente fiel e apaixonado pela esposa. - Nossa amiga teve sorte, pegou um homem maravilhoso, fiel e extremamente apaixonado... Ahh, inveja do caralho! Disse em meio às risadas ocasionadas pelo álcool. - E ele é bonito? (Perguntei curiosa) - O Carlos? È um gatão! O homem tem quase 2 metros de altura, umas pernas malhadas, uns braços fortes e uma... (E caiu na gargalhada) Excitei-me na hora com suas reticências insinuantes. - E será que é bom de cama? - Ah, Narceja!! Não perdeu o rebolado, hein Guria?! Olha, deve ser sim, pelo que ela me conta... Mas fiquei sabendo que ele é sério e que nem para o lado olha. No começo do namoro deles eu dei em cima do Carlos e ele foi extremamente fiel, contou pra Amanda e até nos desentendemos nessa época. Aquele homem é um Deus! E além de tudo fiel! Já o vi na piscina... Pense no volume!!! Disse mordendo os lábios. Senti minha xotinha piscar e meus líquidos vaginais escorrerem na mesma hora. Fiquei a noite inteira pensando nas suas palavras: “E além de tudo fiel” - Fiel... Será mesmo? E fui dormir extremamente excitada e tentando não pensar no marido da amiga. O desafio me excitava. Para piorar ainda mais as coisas, no dia seguinte Clara me acordou chorando, contando que sua prima de Niterói havia falecido e que ela precisaria viajar por alguns dias. Que Amanda iria me buscar para ficar em sua companhia. Pois em comum acordo, acharam que seria mais divertido que eu ficasse com ela e o marido do que em casa sozinha, uma vez que os pais de Clara também viajariam com ela. Com aquela situação esqueci por completo a conversa da noite anterior, consolei Clara e ficamos conversando até Amanda chegar. Despedimos-nos e entrei no carro da amiga em direção à sua casa. No caminho ela ia me falando sobre os encantos de seu marido, como se conheceram, como ele era um bom homem e como estavam felizes à espera do nascimento do primeiro filho. Ela se encontrava no 6° mês de gravidez. Passados alguns minutos chegamos a sua casa, um apartamento no 1° andar de um prédio de classe média alta no Rio de Janeiro. Uma decoração simples, mas muito confortável. Fiquei em um quarto de hóspedes enquanto minha amiga foi fazer o almoço. Batemos papo a tarde inteira nos lembrando dos velhos tempos. Final da tarde Carlos chegou. Após saber que ele estava subindo, lembrei como que por instinto da conversa da noite anterior com Clara. Ansiosa, me levantei e fui recebê-lo a porta com minha amiga. Assim que a porta do apartamento abriu, vi um homem vestido de terno e gravata, alto e bastante simpático. Meus olhos desviaram-se por instinto para seu pau. O volume dentro da calça social parecia ser realmente grande. Notei que a calça de linho estava apertada e molestava seus testículos criando em seu fundinho um volume considerável. A costura do fundo da calça partia as duas bolas. Imaginei o cheiro que aquilo teria. Um cacete de homem casado que ficara o dia inteiro dentro da cueca. Certamente teria cheiro de xixi de macho com secreções que deveriam umidecer a cabecinha do pau. Pisquei os olhos acordando desses pensamentos e fomos apresentados. Tentei disfarçar meu entusiasmo, embora soubesse que Carlos havia notado minha alegria pelos meus olhos sorridentes ao vê-lo pela primeira vez. Após o jantar, passamos a noite conversando. Soube que Carlos era engenheiro mecânico e trabalhava em uma multinacional, o que o prendia quase todo o dia. Eu estava bestificada com a simpatia daquele homem. Enquanto conversávamos os três, desviei o olhar involuntariamente pra sua calça. Observava aquele volume... Imaginei em alguns segundo o que teria ali dentro. A curiosidade de ver o pau de Carlos surgiu naquele momento. Imaginei-o comendo minha amiga. Fodendo-a, a tal ponto de fazer-lhe um filho. O safado despejou a porra dentro da bocetinha de minha amiga engravidando-a. Esse pensamento me excitava. Um filho!! O primitivismo latente de meus pensamentos me invadiu por inteira. O imaginei gozando e colocando aquele filho dentro de minha amiga. O leite! Era tudo culpa do seu leite. Não pude mais evitar, e pedi pra retirar-me da sala com a desculpa que estava cansada. No quarto me masturbei muito. Cheguei a gemer baixinho enquanto enfiava os dedos na xaninha melada. Fechei os olhos e imaginei aquele pau despejando porra dentro. Criei diálogos em minhas divagações: - Toma puta! Vou te engravidar vagabunda! Vai voltar pra Europa com um filho meu na barriga! Imaginei-o gemendo e se contraindo, despejando seu esperma dentro de mim. Após gozar, senti culpa, tentei me controlar, tirar aquela idéia da minha cabeça. Ele era marido de uma de minhas melhores amigas e ela estava grávida. Mas sua gravidez só piorava as coisas, pois esse fato me excitava mais ainda. Sua barriga era a prova cabal da virilidade de Carlos. O leite... No dia seguinte quando acordei Carlos já havia saído. Fui com minha amiga ao shopping ver as vitrines e passamos o dia enfiadas em lojas, vendo roupinhas de bebê e roupas femininas. No final da tarde voltamos e Amanda foi dormir. Parecia cansada, decerto pela gravidez. Voltei ao meu quarto, larguei as compras em cima da mesa, tomei um banho e vesti um vestidinho de malha soltinho. Entediada por estar sozinha, caminhei pela casa vendo detalhes do casal, como fotos e minuciosidades que casais conservam. Fui à cozinha beber água e vi na porta da área de serviço um cesto sujo de roupas de Carlos. Não sei explicar como e nem por que a idéia entrou na minha cabeça, mas foi algo instantâneo e instintivo. Olhei para a porta da cozinha e me dirigi até o cesto pegando naquelas roupas sujas. Parecia uma criminosa vasculhando aquelas roupas, farejando o cheiro... Encontrei uma calça jeans de Carlos e a contemplei. Abri o zíper da peça de roupa e olhei o fundo. Olhei mais uma vez para a porta da cozinha e cheirei aquele fundo. Naquele momento, com aquela calça virada do avesso, cheirando o fundinho daquele homem, senti minhas narinas ralarem no jeans da calça. Procurei o cheiro de macho e o havia encontrado. Cheirei fechando os olhos e me excitando profundamente a ponto de querer correr dali e me masturbar loucamente. Após alguns minutos, larguei aquela peça ali e procurei no meio daquelas roupas sujas por uma cueca o que encontrei rapidamente e enfiei no sutiã, me dirigindo para o quarto. Passei o resto da tarde cheirando aquela cueca e me masturbando. Foram 5 orgasmos seguidos. A noite chegou e meu desespero também. Tentava voltar à razão, negar meu desejo, minha insanidade... Não obstante minhas ânsias de desvendar o limite do sexo. Ouvi do meu quarto a voz de Carlos. Corri até a porta pra recebê-lo. Assim que me viu vestida com aquele vestidinho curto e delicado, os cabelos soltos com as madeixas macias e um perfume suave arregalou os olhos admirado, tentando de certo modo disfarçar a surpresa: - Oi! Disse. - Oi Carlos, Amanda está dormindo. Está cansada. - Ah, sim! A gravidez a deixa cansada. Disse me fitando a silhueta. Foi nesse momento que acreditei que teria aquela rola enfiada em minha boceta. Carlos sentou-se ao meu lado no sofá e me comeu com os olhos. Imaginei que talvez ele estivesse sem sexo há algumas semanas. - Como foi seu dia? Tentei puxar conversa. - Cansativo! Estou morto!! Acho que Amanda vai dormir até amanha. Vou pedir uma pizza, vamos?! - Claro que sim. Carlos ligou pra pizzaria enquanto trocávamos olhares. Foi então que passei a me oferecer. Sabia que se não me oferecesse não teria êxito em minhas investidas e Carlos não passaria dos olhares. Levantei do sofá e chamei-o para perto de mim: - Vem Carlos, vou lhe fazer uma massagem nos ombros que aprendi com uma amiga massagista em Viena. Carlos, sem graça, respondeu: - Acho que pode não ser uma boa idéia Narceja. Vai que a Amanda acorda e entenda tudo errado. Frustrada com sua recusa, respondo que não teria problema e não insisto. A coisa seria mais difícil do que eu pensara! Conversamos então sobre a vida na Europa enquanto a aguardávamos a pizza chegar. Carlos tentava desviar o olhar do meu decote e eu tentava mostrá-lo cada vez mais. Abaixando-me e chegando perto dele. Em certo momento de nossa conversa, Carlos, já mais descontraído, fez uma brincadeira e dei uma batidinha com a mão em seu ombro, tocando-o. Ele sorriu desconcertado e levantou-se indo até a cozinha. - Vou trazer um suco pra gente! - Quer ajuda? Ofereci. - Não. Você é convidada. Fica aí que já volto. Silêncio na sala. Alguns minutos e levantei do sofá pra ver o que ele fazia na cozinha. Quando cheguei à porta o vi na porta da geladeira olhando alguma coisa e passando a mão no pau. “– Ele havia ficado excitado?” Me alegrei com a possibilidade desse pensamento. A essa altura já nem lembrava da Amanda ou quem quer que fosse, e parti pra o ataque. - Tudo bem Carlos?! Ele se assustou e derrubou uma jarra de suco que estava segurando. A jarra espatifou-se no chão e corri pra ajudá-lo. Ficamos os dois no chão, ele catando os caquinhos e eu limpando com um pano de prato e olhando em seus olhos a cada oportunidade. - A pizza ta demorando, não é?! - Eu estou com fome é de outra coisa. Disse olhando para seu volume e tentando fazer-me entendida. O interfone tocou e Carlos foi atender dizendo em seguida que era a pizza. Quando terminei fui até a sala e ele estava na mesa colocando os pratos. Sem conseguir mais conter a fúria das sensações da minha vagina, arrisquei ser mais direta. - A Amanda está dormindo não é! Ela me disse que toma uns comprimidos que a deixam muito cansada e por isso deve dormir a noite inteira. O que você acha de nos conhecermos melhor. Disse olhando pra meu decote e sentando-me na mesa. - O que você quer dizer com isso Narceja? Perguntou sério. Fiquei sem jeito e desviei o olhar pra quina da mesa por alguns milésimos de segundo voltando novamente meus olhos para os dele e encarando-o afirmei: - Eu estou muito excitada por você. Desculpe, sei que sou amiga da Amanda e que isso não é certo, mas não posso negar mais meus instintos... Se rolar ninguém vai saber... Carlos levantou da mesa possesso: - Saia já daqui! AGORA! Falou alto. Assustada com sua reação me levantei da mesa e contra-ataquei: - Me expulsa e faz o escândalo que quiser, que eu digo pra Amanda que foi você que deu em cima de mim! - Puta safada. O que você quer afinal? Ela está grávida. Não traio minha mulher! - Não trai? E por que ficou me secando na sala? - Por que você é uma oferecida, foi por isso! Falou abaixando a voz. - Vou facilitar para VOCÊ HOMEM FIEL! Disse num tom irônico e continuei: - Ou você me come hoje à noite ou acabo com seu casamento. Estamos entendidos assim? Carlos sorriu ironicamente por alguns segundos e disse: - Você é muito putinha mesmo, hein Narceja?! - Sou! E você gosta que eu sei! Disse desafiando-o. - Ok vagabunda! Vou ver a Amanda e já volto pra te foder chantagista barata. Sozinha na cozinha ouvindo as pisadas de Carlos em direção ao quarto do casal, imaginei como ele deveria estar excitado com aquele joguinho que estávamos fazendo. Claro que ele queria mais do que eu. O jogo de ser chantageado tirava-lhe a culpa da traição. Quanto a minha consciência tratei de manipulara a tal ponto de pensar que estava ajudando Amanda a acalmar o “meninão” do seu marido. Melhor que fosse com a amiga do que com uma vadia da rua. Já sem me sentir culpada voltei à sala pra esperá-lo. Carlos voltou e disse baixinho: - No quarto da empregada é melhor! Corri na direção do quarto sendo seguida por ele que trancou a porta atrás de mim. O quarto era um cubículo com uma janelinha pequena, uma cama de solteiro e um armário de madeira barata. Esperei suas instruções. - Deita e tira a calcinha putinha. Obedeci na hora tirando meu vestido e a calcinha e deitando-me na cama disse: - Vem me comer, vem!! Mas antes quero mamar nesse pau. -Cala a boca que vou te comer rapidinho! Carlos abriu a calça e tirou um cacete moreno e peludo que me deixou em êxtase só de vê-lo. Pulou em cima de mim com as calças e a cueca arriadas até os joelhos e me beijou enquanto passava as mãos nos meus seios e bocetinha. Desabotoei sua blusa em meio a chupadas e gemidinhos e descobri um peito cabeludo e uma barriguinha minúscula de shop, coberta por pêlos negros e grossos que me fizeram ficar maluca, só em sentir aquele macho em cima de mim. Sentia-me uma presa indefesa embaixo daquele macho pesado e peludo. Abri as pernas e deixei que aquela tora cabeluda repousasse no vão das minhas pernas. Sentia o contato dos seus pêlos em meu corpo macio e delicado. A rola dura repousando em cima da xotinha escancarada e aquele bafo de macho no meu pescoço me mordendo, assim como aquelas mãos grandes me apalpando e me chamando de vadia: - Era isso que você queria sacaninha? Agora vai levar ferro pra ficar calada! Pegou sua tora e dirigiu até minha xota melada encostando a cabecinha na boquinha da vagina que parecia implorar por pica e cheiro de macho. Rebolei pedindo rola e levei um tapa de cacete na boca da xota: - Calma vagabunda! Pede rola, implora por minha pica vadiazinha! - Por favor, mete logo! Pedia enlouquecida! Tap! Tap! Tap! Foram três tapinhas carinhosos de rola na minha xotinha e algumas palavras obscenas que eclodiram com as mais intensas estocadas, que já havia sentido em minhas entranhas: - T O M A pra aprender VADIA! E meteu com toda a força que tinha naquele pau. Senti as bolas baterem forte no vão de minhas pernas e seu ferro estocando dentro de mim, iniciando um entra e sai rápido e intenso. Sentia meu corpo invadido por aquele homem, sentia seu peso e o suor de seus pêlos ralando, roçando em meu corpo branquinho e pequeno. Seu bafo viril no meu ouvido: - Estava louco pra te comer cadelinha! Sente pra aprender a não dar em cima de marido de amiga! Vou te alargar até sua xotinha ficar no formato do meu pau! Vou abusar bem de você pra aprender a me respeitar PUTA! Cadela! Sentia seu pau me comer gostoso e intensamente. Carlos suou muito enquanto me comia gostoso. Curti seu suor molhando meu corpo e me comendo num papai e mamãe gostoso e intenso. - Vira de quatro cachorra. Disse me ajudando a me virar. Fiquei de quatro naquela cama estreita e empinei a bundinha pra levar de quatro quando fui surpreendida pela cabeça do seu pau encostando no meu cuzinho. - Não, nunca dei minha bundinha de quatro, doe muito. Disse tentando me desvencilhar daquela posição. Carlos me segurou pela cintura e disse no meu ouvido. - Não queria pau de marido da amiga? Agora vou comer teu cu igual a uma cachorra, por que é o que você é! Vai sair daqui larga para o banheiro! Cadelinha! Fechei os olhos e mordi o travesseiro sentindo sua rola entrar em meu reto continuamente sem pausa até o saco bater no meu pinguelo. Depois que encostou, Carlos deu um tempo e começou a foder devagarzinho puxando meus cabelos e apertando meus seios. Sentia-me uma cachorra sendo usada por aquele homem e gozei ali mesmo sentindo o ventinho que era produzido pelo vai e vem de seu saco batendo no vão de minhas pernas. - Gozou vagabunda? Disse Carlos sentindo as contrações de meu corpo e meus gemidos baixinhos. Não consegui responder e apenas tentei relaxar e esperar por porra. Carlos continuou metendo por mais uns 15 minutos, me arrombando até começar a tremer o corpo e me esculhambar anunciando a golfada de esperma em meu cuzinho. - Bebe leite com o cu! Ele está bem largo agora cadela!! Sente meu leite quente! PORRA! Disse rangendo os dentes e me chamando de puta enquanto despejava cinco jatos de porra quente no meu cuzinho. Sentia-me invadida por uma quantidade considerável de leite cremoso e quente. Carlos se contorcia com o pau dentro do meu cu: - TOMA! Tudo dentro da putinha! Disse soltando seu esperma cremoso dentro de mim. - Deixa eu limpar. Pedi. - Vem cadelinha. Disse-me dando o pau pra mamar. Passei a mão em sua estaca ainda dura tirando as possíveis secreções do meu rabo e passei a mamar na cabecinha sugando a chapeleta de cogumelo. Infelizmente o leite já tinha sido expelido e fiquei apenas mamando um pau mole e cansado. Mamei um pouco no saco enquanto Carlos me olhava fascinado. Com as bolas na boca, mastigando-as carinhosamente ouvi que Carlos queria sair. - Preciso ir! É melhor! - Espera! Pedi. - Você é uma putinha de primeira Narceja. Você é linda e foi muito gostoso. Fazem muitos anos que não dou uma foda tão gostosa! Estava precisando, mas... Não acaba meu casamento. Gosto muito da Amanda. - Não se preocupe querido. Foi só sexo, ok?! Carlos me deu um beijo de língua e me abraçou afetivamente. Abracei aquele homem sentindo seus braços em volta de mim, e seu peito cabeludo arranhar meus seios delicados. Apertei-o forte, éramos cúmplices daquela data em diante. Encostei minha cabeça em seu peito e o desejei mais do que era permitido. Despedimos-nos com um simples beijo enquanto acariciava a cabecinha de seu pau com meu polegar. Carlos partiu pela porta do quartinho deixando-me toda arrombada em cima da cama. Vesti meu vestido e segui para o meu quarto. Tomei um banho e tentei não pensar em Carlos. Aquela foda havia mexido comigo. No dia seguinte, disse a Amanda que precisava viajar. Eu precisava sair daquela casa antes que me apaixonasse. Assim o fiz. Fui pra São Paulo com a desculpa de visitar um amigo e saí naquela tarde mesmo, sem me despedir de Carlos. Sem dizer nada... No avião, pensava em Carlos olhando as nuvens pela janelinha..., ao meu lado uma senhora idosa. Sentada do lado do corredor fechei os olhos por um momento enquanto desenhava o rosto de Carlos. Virei meu rosto para o outro lado. Abri os olhos e me defrontei com o volume de um passageiro que passava naquele exato momento por mim Olhei pra trás e vi aquela bundinha de macho sentar-se no final do avião. Voltei a minha posição, encostando-me relaxadamente na cadeira e sorri um sorriso de satisfação e poder! E desse momento em diante, nunca mais pensei em Carlos. ************** narcejacontoseroticos@googlemail.com http://recantodasletras.uol.com.br/autores/narceja http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965 ***Todos os meus textos aqui publicados foram previamente registrados para fins de proteção de meus direitos autorais!***

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Comentários (2)

em 20/11/2008
enviado por cated
Vce deve ser um tesão de mulher
em 15/11/2008
enviado por 0WIII
PORRA PARREM DE ESCREVER CONTOS,LONGOS ,VCS SÃO UM PÉ NO SACO