A branca e o negrão
Bem, depois da primeira noite no motel com o Francisco, minha vida se modificou bastante. Eu nunca havia transado tanto! Logo de manhã, após a caminhada, eu ia me encontrar com ele na casa da minha amiga Vanda. Nós tomávamos café e transávamos pela casa toda; na cama dele, na dela, no sofá, no quintal, sob o sol e até na piscina. À tarde eu ia para a empresa e à noite transava novamente com meu negro gostoso.
Minha xoxota vivia dolorida e o útero sensível, não só pelo tamanho anormal da pica do meu macho, que invadia minhas entranhas, como também pelas milhares de estocadas que eu levava. A penetração inicial era dolorosa sim, admito, mas depois de tudo dentro eu implorava por mais. Vanda tinha razão quando disse que eu ficaria raladinha mas que pediria mais.
Numa noite de sexta-feira, eu e Francisco estávamos deitados na cama dela e nos preparávamos para mais uma transa quando Vanda ligou. Ele estava deitado pelado, com o pau muito duro apontando para o teto, eu de calcinha e sutiã beijando-o e punhetando lentamente a vara negra. Achamos melhor atender ao telefone, pois imaginamos ser ela. Mesmo morrendo de vergonha atendi afinal eu estava na casa, na cama e com o amante dela.
Conversamos um pouco e ela me disse que já estava instalada em um apartamento com o marido e que estavam se dando muitíssimo bem. Ela percebeu que eu estava estranha e perguntou onde eu estava, se na cozinha ou no quarto. Respondi: - No quarto.
Fez-se um silêncio momentâneo e ela perguntou: - Fale-me do Francisco. Vocês já transaram?
Muito tímida, respondi: - Sim.
- Ele está aí com você?
- Sim!
- Vocês já terminaram, nem começaram ou estavam “no durante” quando liguei? Estavam no durante né!? Acho melhor desligarmos...
- Não...
- Então me conte o que ele tá fazendo com você agora.
- Porque você acha que ele está fazendo algo agora? (risos)
- Porque ele adorava fazer “algo” comigo enquanto eu falava ao telefone. Vamos, conte-me o que ele está fazendo com você?
- Ele está me beijando...
- Onde?
- “Lá”!
- Na buceta?
- É!
- Ele sempre gostou de fazer isso comigo enquanto eu falava com meu marido!
- Vocês dois transavam enquanto você falava ao telefone?
- Sim, é uma delícia! Deixa ele continuar... como tá o pau dele agora?
- Duro. Muito duro.
- Peça para ele meter em você, quero ouvir seus gemidos.
- E como sabe que vou gemer?
- Nenhuma mulher fica sem gemer quando ele mete.
Minha excitação, que estava a mil, subiu mais um pouco. Pedi para Francisco meter fundo em mim. Foi gostoso narrar para minha amiga o que acontecia:
- Ai... ele tá metendo... entrou a cabeça... e agora já tá quase tudo... ai!... é grosso, comprido... ele é um cavalo! Entrou tudo, está pressionando meu útero...
- Ufffff!!! Que saudade eu sinto dele... da pica preta... peça para ele meter forte! Fica de quatro e deixa ele te pegar de jeito!
E foi nessa posição que o Francisco me empalou. Ele meteu profundamente e com muita força. Era impossível não gritar, pois sentia minha buceta sendo esfolada. O tarugão ia destruindo minha xoxota, me fazendo gritar quando encostava no útero.
Eu gemia muito ao telefone enquanto Vanda se masturbava lá do outro lado da linha, ouvindo as coxas do meu preto batendo nas minhas, o barulho do pau molhado entrando e saindo, a minha voz tremendo cada vez que ele metia fundo e o telefone, que eu colocava perto da boca de Francisco para ela ouvir os gemidos do macho que também era dela.
Putz, foi demais transar para ela ouvir! Fiquei ainda mais molhada e mais excitada sabendo que estava deixando minha amiga fora de si. Gozamos os três praticamente ao mesmo tempo, e foi muito gostoso trepar assim. No final, depois de gozarmos, ela me disse que apesar da saudade que sentia dele, estava contente ao saber que eu estava feliz. E o meu namoro com ele foi transcorrendo recheado de muitas, muitas transas diárias.
Um dia li numa revista uma reportagem sobre uma praia de naturismo. Desde então, meus pensamentos viviam viajando para aquele local. Eu nos imaginava caminhando completamente nus pela praia, e só de pensar me molhava toda. Ele também ficou excitado quando contei e transamos fantasiando a viagem. Decidimos então tirar uns dias de férias e viajar. Lá ficamos em um hotel e alugamos um carro para ir até a tal praia de naturismo, motivo da nossa viagem.
Ao chegarmos, estacionamos o carro, e creio que por vergonha nos dirigimos à praia ainda usando biquíni e sunga. Fomos avisados que não poderíamos permanecer vestidos para não constranger os demais. Tiramos nossas roupas e ficamos completamente nus. Me senti um pouco envergonhada, mas fomos caminhando até chegarmos a um local onde muitas pessoas se banhavam no mar e ao sol – todos completamente pelados.
Achei super legal ver tanta gente nua. Olhei para Francisco, mais especificamente para o pau dele e percebi que, mesmo mole, estava um pouco maior do que o normal. Ele murmurou que sentia tesão por estar ali e que talvez precisasse entrar no mar para esfriar o fogo. Rimos e fomos para a água. Aquilo estava me dando tesão, me sentia molhada entre as coxas e percebi que a pica do Francisco constantemente ameaçava levantar. Comentei que ali não era permitido demonstrar excitação, e ele rindo disse que estava tentando manter a mente ocupada pensando em problemas, dívidas e outras coisas, mas ver tanta gente pelada e não ficar excitado era pedir muito.
Resolvemos sair dali e fazer uma caminhada. Andamos muito até encontrar um local tranqüilo e deserto. Entramos numa pequena floresta de árvores próxima à praia e me encostei numa árvore, fazendo Francisco entender meu desejo. Ele se ajoelhou, abriu ainda mais minhas pernas e enfiou a língua na minha xota. Depois ficou em pé e meteu em mim... Doeu sim, não só pela desproporção entre pau e xota, mas pela posição. Pedi para tirar, fiquei de costas para ele e me apoiei na árvore. Ele meteu novamente. Senti a pica entrar fundo. Estava ardendo muito. Ele começou o vai e vem lentamente, e em poucos minutos estávamos fodendo gostoso.
A uns 50 metros de nós, vejo um casal também totalmente nu caminhando em nossa direção. Me assustei, quis parar, mas o Francisco disse para observar que o sujeito estava excitado e que talvez procurassem um local para transar. Realmente o cara estava de pau duro. Como nós, eles encostaram numa árvore e começaram a malhar. Me senti incomodada com a proximidade, mas Francisco disse para apreciar, pois poderia ser divertido. E de fato foi. A mulher se ajoelhou e começou a chupar a pica dura do companheiro, só que ela fazia de jeito a nos provocar, pois ficava de cócoras com as pernas abertas para nós e chupando o pau meio de lado, para que pudéssemos ver.
Aquilo fez meu tesão retornar e dessa vez veio bem mais intenso. Quando o casal percebeu que a presença deles nos agradava, vieram até nós e reiniciaram a sacanagem. Ela ficou de costas para ele, que a levantou com as pernas abertas para nós e meteu. Naquela posição assistíamos ao pau entrando e saindo. Pedi a Francisco para fazermos igual, pois queria mostrar para eles que eu também estava me divertindo com uma bela vara negra. Fui arreganhada pelo Francisco e mostrei para eles a minha xota engolindo e se enchendo de pau. Em dado momento a pica escapou e eles puderam então vê-la todinha, brilhante e molhada da minha buceta.
Olhei para a mulher e vi que ela olhava fixamente para a pica do Francisco. Não pensei duas vezes; segurei a pica na mão e fiquei exibindo o pau do meu macho para ela. Ela botou a língua para fora e ficou pagando um boquete no ar, imitando os movimentos. Em seguida começou a se tocar no grelinho. Tornei a meter o pau dentro de mim e começamos a foder com força. Dava para ouvir os gemidos de todos, principalmente do sujeito desconhecido anunciando que ia gozar. Ela se ajoelhou, abocanhou a pica do companheiro e terminou o trabalho, recebendo muita porra no rosto.
Vendo aquela mulher bonita com o rosto todo sujo de esperma, como se fosse uma puta barata, gozei rápido. Foi um orgasmo forte, intenso. Gemi alto e mostrei para eles o quanto eu gozava gostoso. Me ajoelhei e meti a vara negra de Francisco inteira na boca. Fiquei de cócoras, com a buceta bem aberta para eles olharem à vontade. Chupava o pau enquanto acariciava meus peitinhos e minha xota e meu macho fodia minha boca em busca de gozo. O casal em frente continuava na ativa; ele de joelhos lambendo a xota da mulher e ela de pé, com as pernas abertas, sentindo o prazer da língua atrevida.
Ela continuava olhando diretamente para o pau que eu chupava. Toda essa sacanagem não durou nem cinco minutos, pois recebi um jato de leite no rosto, o gozo do meu homem. Depois fiquei lambendo carinhosamente a pica do meu dono, deixando-a limpa e exibindo novamente o pau ainda duro e pingando esperma. Creio que essa visão foi demais para ela, que gozou gemendo alto na boca do companheiro. Depois disso saímos lentamente, cada casal para um lado. Fomos até o mar nos lavar e depois, aliviados do tesão que nos consumiu, voltamos para a praia onde passamos o dia entre as dezenas de pessoas peladas.
Depois desse dia, a lembrança daquela mulher sentindo tesão ao ver o membro do meu homem veio diversas vezes à cabeça, e estranhamente isso me excitou. Um dia fantasiei como seria vê-lo com outra. Fiquei tão molhada que liguei desesperada para Francisco, que saiu do trabalho e apareceu lá em casa só para me comer e apagar meu fogo. Eu já estava praticamente morando na casa da minha amiga e pouco via meu “namorado” Roberto. Uma noite o Francisco me fez a surpresa de preparar o jantar e depois fomos assistir a um filme pornô inter-racial. Eu via aquelas cenas e minha excitação crescia a tal ponto, que sem perceber estava numa siririca louca. Quando eu estava quase gozando, Francisco se deitou no sofá.
O pau dele estava apontando para o teto, rijo, e ele me mandou sentar em cima. Eu nunca havia feito aquilo – tinha medo de ficar entalada - mas gostei da idéia. Minha buça engoliu quase a pica toda. Me ajeitei e sentei como a mais comportada dama, inclusive de pernas fechadas, só que dentro da buceta o cacete negro me dilatava as entranhas. Eu rebolava lentamente assistindo ao filme e sentindo as espetadas no útero. Tentei me controlar, mas foi impossível não abrir as pernas e me tocar, sentir com os dedos a enormidade que me invadia, tocar o grelinho inchado, que me levou a um delicioso orgasmo. Nós não paramos por aí não.
Quando não agüentava mais levar pica, disse para o meu macho que ele já podia gozar. Fiz do jeito que ele mais gostava. Me ajoelhei no chão, abri as pernas e comecei a chupar aquela pica descomunal. Continuamos a ver o filme e recebi um jato de porra viscosa na cara. Fiz meu homem gozar na minha boca, engolindo todo o creme que adoro. Não me saía da cabeça a fantasia excitante de vê-lo em ação com outra, então tive a idéia de irmos a um motel que tivesse paredes e tetos espelhados, pois assim eu poderia assisti-lo comigo mesma. No sábado seguinte almoçamos mais cedo e fomos passar a tarde num motel. Resolvi ousar e tirei a saia e a calcinha antes de chegar ao motel, e como da primeira vez, já fui segurando o pau do meu dono pelo caminho.
Não me importei com a moça da recepção me ver fazendo aquilo, aliás, eu não só segurava como punhetava aquela pica lentamente, deixado-a ver também a minha xota entre as pernas abertas. Quando entramos eu já estava toda molhadinha, prontinha para ganhar o gigante negro que ele exibia para mim. Todos aqueles espelhos refletindo nossos corpos me transtornaram. Eu chupava o pau me olhando no espelho, minhas mãos e rosto brancos contrastando com a vara negra. Quando ele começou a meter, vi o entra e sai da pica preta na minha xota, que já estava bastante dilatada. Rapidamente gozei, mas continuei trepando.
Eu me masturbei na frente de Francisco, para que ele pudesse me assistir. Vi o pau dele ficando duro, enquanto ele punhetava e se exibia para mim. Depois, de cócoras, implorei para ele meter: - Vem, enfia, mete em mim... eu quero tanto! Mas ele disse que só me daria se fosse na minha bunda: - Só vou meter se for na bundinha. Vem, senta nele, deixa entrar no seu cuzinho... vem! Sem muita escolha e louca para sentí-lo dentro de mim, choraminguei: - Vai doer? Ele: - Sim, vai doer sim, mas só o suficiente para você saber que ele tá entrando no seu cuzinho e não na buceta... vem! Peguei na bolsa um lubrificante e lambuzei todo o meu reguinho.
Enfiei também no buraquinho apertado e quente, depois molhei todo o pau. O tão adorado carrasco iria me castigar as entranhas anais. Antes de me posicionar novamente olhei bem para o monstro negro, e com as duas mãos fiz um anel com os dedos, envolvendo a pica, fazendo a circunferência exata que ficaria meu cuzinho dali a alguns minutos. De cócoras fui me abaixando e sentindo a cabeça escorregar no reguinho. Segurei o pau e mostrei o caminho. Senti a cabeça pressionando, e quando ameaçava entrar eu instintivamente fugia. E assim ficamos por um bom tempo até que minhas pernas começaram a fraquejar. Abaixei mais o quadril e a cabeça entrou, me arrancando um gemido dolorido de fêmea submissa espetada pela vara grossa do macho.
A partir daí fui lentamente fazendo movimentos lentos de sobe e desce, e a cada descida minha bunda entrava mais e mais na vara excitada. Eu estava quase colando meu corpo ao dele, mas creio que por medo não o fazia. Foi quando senti mãos fortes me pegando pelos ombros. Abri os olhos naquela hora, pois sabia o que iria acontecer. Ele me olhou como se me pedisse permissão, e o meu sorriso foi interpretado como uma autorização. Fui puxada para baixo de forma firme e sem interrupção, me fazendo sentir no rego os pelos crespos e o saco pesado. Embora não fosse a primeira vez que eu era enrabada por ele, gritei. Creio que fui ouvida por todos os amantes dos quartos vizinhos. Me senti fêmea, submissa, frágil diante do poderoso cacete que me abriu o canal apertado. Ajeitei-me sobre ele e comecei um rebolado tímido, mas que lentamente foi se tornando vigoroso.
Mexia meu rabo sobre o pau duro em movimentos largos, subia e descia com vigor, sentindo meu anel se alargar. O espelho bem nas minhas costas me dava a perfeita visão do que acontecia no meu traseiro. Mudei de posição girando meu corpo sobre o dele e fiquei de frente ao espelho, vendo minha bucetinha toda apertada pelo volume excessivo que invadia o rabo. Subia e descia o quadril batendo minha bunda no saco dele. Eu só conseguia acreditar que tinha todos aqueles 23cm dentro do meu rabo porque via nitidamente no espelho, e isso me dava mais motivos para afundar minha bunda em busca de algo mais. Só que quando eu fazia isso, sentia dores fortes, gemia alto e recuava, subindo a bunda até ficar somente a cabeça.
Foi numa dessas subidas que o pau dele escapou e pude ver o tamanho que estava meu anelzinho anal. Nunca pensei que ele poderia ficar daquela forma. Segurando o pau, enfiei novamente até entrar tudo. Olhei para o espelho e percebi que apenas meu instinto feminino comandava meu corpo, dizendo para eu rebolar em círculos largos, subir e descer o rabo naquela pica negra. Eu até tentava aumentar o ritmo e o vigor dos movimentos, mas isso é coisa pra homem, eles é quem têm ritmo e coordenação motora para meter forte, então eu levantava um pouco a bunda e implorava para que ele se movimentasse: - Mete, mete forte no meu rabo... vem, me fode o cuzinho que eu quero mais...
Eu apenas assistia ao macho forte de mastro duro me enrabando e esquentando meu cuzinho num entra e sai dolorosamente delicioso. Creio que ele se cansou da posição, me abraçou e viramos. Ele ficou por cima e fui novamente fustigada no rabo com violência. Eu parecia querer fugir dele, tamanha era a fúria do meu macho, mas quando ele parava de foder eu implorava por mais levantando o rabo e pedindo pica: - Me fode no cu... Fui colocada de quatro e ele veio por cima, quase em pé, com os joelhos semi flexionados. Com as pernas abertas eu podia ver no espelho o meu cuzinho cheio de pica, completamente disponível a ele, que maltratava meu traseiro com vigor. Meu gozo veio forte e avassalador. Creio que foram muitos, tantos espasmos que quase desmaiei.
Deitamos de ladinho, queria descansar, mas como ele não havia gozado permaneceu dentro de mim. Depois de um tempinho ele iniciou movimentos muito lentos e curtinhos. Fui ficando novamente com tesão e creio que nossas imagens no espelhos contribuíam para isso, pois ver minha bundinha delicada, toda branquinha invadida pela jeba negra reativou meu tesão. Pedi mais vigor: - Mete... mete mais que tá ficando gostoso! Ele aumentou o ritmo e fodemos em muitas outras posições, inclusive de pé, mas na hora de gozar eu mandei ele ficar deitado com o pau para cima e me sentei de frente para ele, engolindo com o rabo a tora negra.
Eu subia e descia a bunda enquanto nos olhava no espelho, e via meu cuzinho todo aberto, receptivo. Às vezes o pau escapava e eu via meu cuzinho enorme, arrombado, tão grande quanto minha xota, e rebolava a bunda em busca do pau, que eu queria todo dentro de mim. De tanto meter, subir e descer, senti o gozo se aproximando e gemi: - Ai... eu tô quase gozando, goza junto comigo... me enche de porra quente... vem... Ele apressou os movimentos também e em poucos minutos nosso gozo veio forte. Gozamos juntos e foi a sensação mais louca que já senti. Nunca havia ficado tanto tempo gozando, foi uma experiência que não há como explicar. Foi muito forte, muito bom. Depois do orgasmo ficamos moles e sonolentos por uma hora mais ou menos.
Voltamos para casa. Eu estava saciada, buceta esfolada, mas feliz. Achei que a vontade de ver meu macho comendo outra mulher iria passar. No entanto, não parava de imaginá-lo comendo uma buceta bem pequena. Queria ver a cara de dor, seguida de prazer, os gemidos, a reação da outra mulher ao levar uma estocada dessa pica, que é tão gostosa e tão grande... Se dependesse de Francisco realizaríamos essa fantasia agora. Ainda estou pensando a respeito. Mas tenha certeza que assim que realizarmos, vou contar com todos os detalhes para você.
Todos os nomes aqui são fictícios, qualquer semelhança será méra coincidência.
Aos interessado, me escrevam:
Beijos.
Até
casadinhamaisordinaria@hotmail.com