A foda da minha vida
Sempre fui um cara tímido, desses de não tomar nunca a iniciativa, e é certo que isso me atrapalha um pouco no campo das “conquistas amorosas”. Mas não é nada muito preocupante, sempre sobra uma, ou como diria o velho ditado “sempre tem um chinelo velho para um pé cansado”. Eu faço musculação numa academia pequena perto da minha casa, e especificamente no último ano eu resolvi levar a sério e treinar todos os dias. Sempre ia no mesmo horário, de manhã, tipo dez horas da manhã, pois tenho faculdade de tarde. E nesse horário da manhã a academia é vazia. Sempre sou eu, a dona da academia (uma morena de trinta e poucos anos muito bem de “saúde”, mas com um marido um pouco forte demais para qualquer aproximação mais ousada) algumas senhoras de mais idade, tipo sessenta anos, e um ou outro cara mais ou menos na minha faixa etária. Não costumo falar com ninguém por lá, velhas não são o meu tipo, homem nunca foi meu tipo também e já tenho todos os amigos que preciso. Alguns dias eu durmo um pouco além da conta e chego mais tarde na academia, que fecha ao meio-dia, mas como sou aluno antigo, a dona me deixa treinando sozinho até uma hora da tarde. Eis que numa bela manhã fria e nublada de Porto Alegre, daquelas que é melhor não sair da cama até a chegada do verão, eu resolvo ir na academia, pois como disse, nesse ano resolvi treinar sério! Depois de vencer a chuva e o frio eu cheguei lá, e fui treinando muito desanimado, apenas eu e a dona da academia, ela no telefone tratando de algum negócio qualquer e aquela música de academia insuportável, uma música dance ou eletrônica, não sei muito porque eu odeio essas músicas. Eu louco pra terminar o treino de uma vez e ir pra casa pra ficar uma hora no chuveiro quente, e pensando que tinha aula de tarde, e aquela chuva que não passava... Enfim, um dia “daqueles”! De repente eu escuto uma outra voz falando com a dona da academia, uma voz feminina maravilhosa. É claro que eu fiquei esperto e me posicionei pra ter uma visão completa daquela possível bela espécime do sexo feminino. Tenho que confessar que não me decepcionei. Não existem palavras para definir a beleza daquela menina... Ângela (tinha que ter alguma relação com anjos e paraíso...) era uma mulher perfeita. Todos sabem como são belas as gaúchas, e aquela era mais uma prova viva de que eu vivo numa das melhores cidades do mundo em relação à mulheres. Eu sei muito bem a minha capacidade de conseguir mulheres, capacidade essa que é média, geralmente as mulheres que “caem” na minha mão são daquelas comuns, nem feias nem bonitas. E aquela obra prima da genética que estava ali a poucos metros de mim era muita, mas muita areia pro meu caminhãozinho. Mas eu fiquei ali, só observando (ela nem olhou na minha direção, odeio quando elas fazem isso...), observando e viajando com aqueles pensamentos que todo homem tem às vezes, quando uma linda mulher fica muito tempo no campo de visão, coisas do tipo: “que bundinha perfeita, se eu pegasse ela eu comeria ela por trás com toda a força, não, espera, se eu fizesse isso eu ia machucar e ela ia ficar brava comigo, não, com ela eu teria que lamber todo o corpinho maravilhoso, canto por canto, fazer ela gozar umas dez vezes, e aí iria comer ela com todo o carinho possível... mas aquela bundinha...” Bom, ela estava com uma calça jeans totalmente colada naquele corpo perfeito, aquelas pernas são o sonho do homossexual costureiro que fez aquela calça, certo que ele fez aquela calça pensando numa perna daquelas, mas o sonho dele pára por aí, enquanto o meu vai muito mais longe. E ela vestia uma jaqueta que ficava perfeita, e ainda por cima valorizava os seios que eram do tamanho certo, em forma de pêra, que cabem direitinho na mão. Ela ficou ali um tempo, olhou os aparelhos, falou mais um pouco com a dona e foi embora. Se na hora eu tivesse com alguma gota de sangue na cabeça de cima e conseguisse pensar, eu teria dito que pagaria a mensalidade dela! Mas ficou por isso mesmo. Claro que nem terminei os exercícios e fui pra casa pedir carona pro céu pensando naquele potranca. Passaram alguns dias, algumas semanas e numa outra bela manhã de inverno ela surge para treinar na hora em que eu iria embora. Logicamente, como todo punheteiro que se preza, eu a fiquei secando até ela ir embora. Como não tinha mais ninguém na academia além de mim, ela e a dona da academia no telefone, pra variar, eu pude ficar observando ela fazer todos os exercícios sem constrangimento nenhum, afinal de contas ela nunca olhava pra minha cara mesmo, por que vocês sabem, punheteiro que é punheteiro tem vergonha de ficar secando as minas quando elas te pegam babando por elas, e também quando tem mais mulher por perto, por que elas ficam bravas se você tá olhando pra elas e ficam mais bravas se você tá olhando pra outras! Tenho que confessar uma coisa inédita: eu gozei sem me tocar. Foi a primeira vez que isso me aconteceu na vida! Foi quando ela estava praticamente a meio metro de mim e começou a fazer alongamentos para as pernas. Quando ela se abaixou e ficou com aquela maçã do pecado (é como eu chamo a bunda dela. Fiquei até mais erudito por causa dessa gostosa) quase na minha cara, eu não me agüentei e gozei. E foi uma das melhores gozadas da minha vida. Até fui embora depois daquilo. Os dias passavam e eu sempre rezava antes de sair de casa pra ir na musculação e encontrar com ela. Como eu comecei a anotar os horários dela, geralmente acertava e chegava junto com a gata (sim, eu estava ficando louco por essa menina). Era meio estranho que sempre que ela ia fazer um exercício eu ia fazer um exercício num aparelho que ficava atrás dela. Mas como a fissura era enorme, eu nem me importava mais. Depois de dois meses de observação resolvi fazer um plano para, pelo menos, falar com ela. Eu sabia que sexo era impossível mas no fundo, bem lá no fundo, eu tinha uma vaga esperança. O plano não era dos melhores, lembrem-se que o sangue dificilmente estava no cérebro, mas foi o que eu arranjei. Eu ia pedir pra revezar qualquer aparelho com ela (pensando melhor o plano não era ruim, era horrível!). Lá foi ela fazer perna no “Leg Press”, que é um aparelho que a pessoa senta e empurra o peso com as pernas. Com todo o nervosismo eu larguei essa: -Ahhhmmm... Falta muito pra ti terminar?- claro que eu sabia que era a primeira série dela e ela, bem delicada, disse – Olha, falta mais três séries... mas tu pode fazer junto se quiser... - Na boa, deve ter sido a primeira vez que ela me olhava na cara. Certo que eu revezei e já comecei a falar sobre outras coisas de musculação, que é um assunto que eu domino, e também aproveitei e falei sobre faculdade, falei que faço fisioterapia e fiquei sabendo que ela faz direito na PUC. Bom, depois desse dia eu sempre falava com ela sobre tudo o que é besteira, já estava conseguindo dominar o nervosismo e o meu corpo já tinha dominado uma técnica de usar o cérebro sem sangue! Dezoito aninhos, adorava sair à noite, tinha vários amigos homens, poucas amigas mulheres (mas todas espetaculares como ela, bem, não como ela, ela é inigualável...), tinha namorado (mas sem problemas, já que eu nunca teria bala na agulha suficiente pra pegar ela mesmo) e uma vez no shopping eu a vi com o namorado, não sou de achar homem bonito, mas aquele ali não tinha como não achar. Era um cara muito bem de vida. Até que em novembro, naquelas conversinhas meia-boca e outras nem tanto (alguma intimidade eu já tinha com ela, afinal de contas, já eram cinco meses de papo furado!) ela desabafou comigo que tinha terminado o namoro. Ela falou que estava triste, que eles tinham eram quatro anos de namoro, ele tinha sido o primeiro e único da vida dela (cara de sorte)... Tentei dar meu apoio, a consolei enquanto estava ali na academia e disse que se ela precisasse de alguma coisa, tipo sair pra se divertir e esquecer, ir passear no shopping ou ver um filme, era só me ligar. Claro que eu disse essas coisas sabendo que nunca ela faria isso, pois eu conhecia ela há pouco tempo e sabia que ela tinha uma pá de amigos (um bando de urubu, só esperando pra cair em cima). Ledo engano, na mesma noite ela me ligou pra gente dar uma volta. Eu me empolguei um pouco, mas nem tanto, pois eu imaginava que já ia ficar pra amigo (isso já me aconteceu antes, tenho umas três “amigas” gostosíssimas... mas amigo é homem, mulher eu quero é pra fazer sexo! Mas é melhor que nada... fazer o que?). Saímos, fomos no Mc Donald’s (aqui em Porto Alegre a galera vai muito no Mc Donald’s de noite, pois fica aberto até as seis da manhã, tem estacionamento é um lugar seguro). Ela pediu um suquinho (ou vocês acham que ela mantém aquela escultura em forma de corpo humano comendo Big Mac?) e voltamos pro carro. Daí ela me contou toda, mas toda a história dela e do namoradinho dela. Eram colegas de colégio, o primeiro amor da vida dela, eles faziam planos de casamento... enfim, aquele papinho que parece não ter fim... Eu juro que só agüentei aquilo por que sou uma pessoa de coração muito bom, e por que ela era insanamente gostosa. Ela chorou, a consolei, quase me gozei de novo, mas por respeito à ela e por toda aquela situação eu não gozei (claro que só não gozei por que eu não consegui, sem me tocar foi uma única vez, mas se ela passasse a mão por cima da calça ou se um peito dela fugisse pra fora da blusa eu gozava). Depois de quase três horas de choro e praticamente um monólogo dela nós fomos embora. Demos uma voltinha pelos points da cidade e encerramos a noite. Depois disso nos tornamos muito amigos (a minha triste sina tinha acontecido de novo... eu tento me aproximar pra comer uma mina e fico tão íntimo que passo de possível namorado pra amigo direto). E até as minhas bronhas solitárias em homenagem a ela tinha diminuído. Em dezembro, perto do Natal, eu tava indo na academia em diferentes horários do dela, a gente se falava mais pelo telefone, pois eu e ela estávamos de férias e eu tava acordando meio-dia, então só pegava o horário da tarde. E numa tarde quentíssima do verão gaúcho, uma semana antes do Natal, ela me liga. E fala exatamente assim: - Gustavo, tu pode vir aqui em casa ver a minha perna? É que eu acho que distendi a coxa! E como tu é um futuro fisioterapeuta, poderia me ajudar! Bom, foi tipo desenho, a pessoa tá no telefone falando ainda e a outra já chegou do lado dela. Ainda pensei em casa “eu ainda tô no primeiro semestre, mal sei alguma coisa, e certo que eu não vou saber nada sobre a lesão dela, mas é a Ângela, é a coxa dela, e uma massagem pode muito bem ser indicada nesses casos de bronhas mal resolvidas, ops, nesses casos de distensão.” Cheguei lá e, pra variar, fiquei com o pau tão duro que parecia de diamante, o objeto mais duro da terra (depois do meu pau naquele dia). Ela tava com um topzinho branco desses tomara-que-caia, sem sutiã, com as marquinhas do biquíni (sou tarado por essas marquinhas), e um shortinho de lycra verde-claro, que se fosse mais justo teria que ter sido costurado no corpo dela. Bom, fiquei sem palavras diante dela, uma coisa que nunca mais tinha acontecido. Certo que ela notou que eu estava sem jeito, e pior, notou o volume na minha bermuda, e eu tava sem camisa, que nessas situações até dá pra dar uma enganada (é lógico que eu tava sem camisa, afinal depois de um ano de intenso sacrifício puxando ferro, eu tava com um corpo legal e não ia perder nenhuma chance de mostrar!). Bom, ela me disse que tinha se machucado na academia, ela tava com pressa, não podia ficar muito tempo, e começou a treinar sem fazer o devido aquecimento. Realmente passando a mão (minha Nossa Senhora, na primeira vez que eu passei a mão naquela coxa bronzeada e lisinha! Agradeci a Deus por ter feito a mulher) eu notei uma contratura, era na parte posterior (atrás) uns dez centímetros abaixo daquela bundinha perfeita. Aproveitei pra me certificar de uma coisa que até agora não acredito, ela não tem celulite. Dei uma apertadinha de leve pra ver se ficava que nem em outras minas, tipo uma casca de laranja. Ela não tinha nadaaaaaa. Falei umas palavras que tinha escutado pela faculdade, tipo “lesão miocelular”, “contratura em nível de fibra branca”, pra dar mais autenticidade no meu charlatanismo. O meu diagnóstico foi contratura mesmo e a solução era passar gelol (na boa, que pra fazer o que eu fiz qualquer um serve... mas eu sou estudante de fisioterapia...) Ela pegou o gelol no armário e eu comecei a massagem mais demorada da minha vida. Sério, eu fiquei uma meia hora esfregando aquela coxa, só pensando em arrancar aquele short dela e fazê-la virar uma mulher de verdade (não que ela já não fosse...). Foi uma situação estranha quando eu toquei nela pra fazer a massagem. Nenhum dos dois falou uma palavra. Eu nem conseguiria mesmo, estava completamente dopado, hipnotizado por aquela mulher, e ela parecia que estava gostando mais do que o normal daquela massagem “nas coxas” (literalmente) que eu tava fazendo nela. Quando me dei conta que já tinha passado meia hora de massagem, encerrei e consegui balbuciar: - Terminei, Ângela... Quase não trocamos palavras. Eu, pra variar, fiquei de pau duro desde a hora em que entrei na casa dela até a hora em que fui embora, e notei uma certa aparição no top dela, como diria um amigo meu, ela tava de “farol aceso”. Fui pra casa pensando nisso, a minha cabeça era um furacão de pensamentos, claro que o principal era bater aquela bronha, mas também eu tava pensando em fazer um movimento mais ousado, ou pensando se eu não deveria voltar lá e me declarar, mas fiquei com medo que não fosse nada disso que ela estivesse pensando e acabei batendo três bronhas seguidas em homenagem à ela. Realmente naquela tarde eu sovei o picolé. Na mesma noite eu liguei pra ela pra saber como é que tava a perna e tal, e tivemos uma conversa muito estranha da parte dela. Ela estava fechada, meio longe, realmente muito estranha, certo que alguma coisa tinha mudado depois daquela massagem. Bom, eu fiquei na minha. No outro dia eu liguei de tarde pra saber como ela tava (muito preocupado eu sou com ela...), e ela continuava estranha, sem falar muito comigo. Resolvi fazer uma visita surpresa no outro dia, porque pelo telefone não tava dando. Toquei a campainha e ela veio me receber. Nem vou comentar a roupa dela. Como sempre ela tava pronta pra subir num palco e os caras jogarem rios de dinheiro nela. Me convidou pra entrar e eu logo quis saber da perna dela. Ela disse que tava muito melhor, quase curada, e eu disse que “quase” não é curada. E ela me cortou dizendo que assim tava bom. Fiquei mais um tempo jogando conversa fora, vi que ela continuava distante. Faltava dois dias pro Natal e eu sabia que ela ia viajar antes do Natal pra praia e só iria voltar no final de fevereiro. Pensei comigo mesmo “que se foda... vou tentar esclarecer o que houve naquele dia. Ela vai viajar e voltar só em fevereiro! Se ficar muito chato, o tempo faz esquecer...” e tasquei a pergunta: - Ô Ângela, por que tu tá assim? O que houve desde aquele dia que eu te fiz a massagem? Ela só me olhou com aqueles olhos azuis da cor do mar: - Não sei, Gustavo, alguma coisa aconteceu, eu ainda tô tentando entender, acho que talvez eu saiba o que aconteceu. – E tu pode me dizer o que houve? – Não sei o que tu vai pensar de mim, não sei se posso te dizer... – Porra, Ângela, eu sou teu amigo, tu sabe bem que pode dizer qualquer coisa pra mim. Não sou eu quem diz não julgue para não ser julgado? (que papinho... às vezes eu me surpreendo comigo mesmo!!!) – É, eu sei... mas é um lance meio estranho... nem sei como dizer, tipo assim, tu sabe que eu só tive um cara até hoje na minha vida e acabei com ele faz pouco tempo. Mas uma coisa que a gente fazia sempre era sexo. Eu adorava. E tenho sentido falta disso. E naquele dia eu fiquei muito excitada enquanto tu me fazia a massagem. Tanto que depois que tu saiu eu me masturbei como uma louca. Mas eu também sei que não tenho atração por ti, pode ser só sexo, não sei... Bom, vocês já sabem que eu sou lento em relação à esses lances, mas eu não sou burro!!!! Ela terminou de falar e eu meti a minha língua inteira na boca dela. A gente ficou naquele beijo uns dois minutos... depois subimos as escadas e fomos pro quarto dela. Eu a peguei nos braços e a deitei na cama. Comecei a beijar a boca dela, o rosto, o cabelo dela, beijei a orelha, atrás do pescoço, fui tirando a blusa dela, vi pela primeira vez aqueles seios perfeitos, uns biquinhos rosados explodindo na minha mão e na minha boca, fiquei mamando como um terneirinho, fui baixando pela barriguinha lisinha (e saradíssima por sinal), passei direto pela bucetinha - ia deixar pro final - fui para os pezinhos, lambi dedinho por dedinho, só ouvia ela gemer baixinho e acariciar os próprios seios (claro que eram os “próprios seios” dela, eu não tenho seio!), fui subindo pelas pernas, cheguei no joelho, a virei de costas, beijei atrás daquele joelhinho maravilhoso, fui chegando naquela bundinha de sonho... Voltei pra nuca, lambi as costas dela, vértebra por vértebra, cheguei de novo na bundinha, fui tirando a bermudinha de lycra que ela tava e gozei só de ver aquela calcinha branca que atrás era só um fio... UM FIO APENAS!! Ninguém tem noção do tesão que eu tava, afinal de contas eu tinha sonhado com aquela mulher perfeita umas trinta vezes... Eu nunca tinha ido pra cama com uma perfeição daquelas... tirei a calcinha dela e comecei a beijar aquela bundinha perfeita. Virei ela de frente e comecei a lamber aquela bucetinha. Ela tinha os pelinhos muito bem cortados, coisa de profissional. Comecei a chupar o grelinho dela, comecei a assoprar bem devagar, não tem uma mulher que não goste disso... Meti a língua, e enquanto enfiava um dedo naquela gruta do prazer, com a outra mão eu apalpava um seio dela, eu queria ter mais uns dois braços, porque aquela mulher tem muito lugar pra passar a mão. Dei uma chupada mais forte e senti que ela tava gozando. Depois não só senti como fui informado pela própria: - Chupa, chupa, não pára, tô gozando... aaaaaahhhhhhhh... – Ela ficou uns três minutos só falando coisas indecifráveis. Depois que voltou a si fui pra cima, estava com o pau na dureza de sempre, mas agora era a buceta dela que ia recebê-lo, e não o clássico cinco a um que eu fazia em casa. Puxei uma camisinha da carteira, encapuzei o king size e coloquei na entradinha. Creio que saiu uma lágrima do meu olho naquele momento. Se fosse pra eternizar algum momento da minha vida, eu não tenho dúvida de qual seria. Fiquei um pouquinho parado antes do grande momento pra aproveitar ao máximo. E fui colocando bem devagar... Até agora eu não acredito que comi aquela menina. Quantas vezes no banheiro eu não tinha imaginado aquela cena? E estava acontecendo de verdade!! Coloquei todo lá dentro. Em questão de dois minutos eu tava gozando. Tirei, troquei a camisinha, e impressionante, o meu pau não ficou nem um pouquinho mole. Naquele dia não teve tempo de recuperação, era direto. Coloquei de novo, mas dessa vez foi mais demorado... peguei as duas pernas dela e coloquei no meu ombro. E fiquei bombando... ela ali gemendo sem parar e eu de olho aberto pra não perder nenhum momento. Cara, como eu queria ter gravado aquela loucura... Gozei de novo, ela também, botei ela de quatro na minha frente, e olhei aquela bunda maravilhosa na minha frente. Eu acho que todo mundo nasce com um propósito nessa vida, e depois dessa eu posso morrer. Sério, nem em sonho eu imaginava que poderia ser tão bom assim. Meti na bucetinha dela por trás, depois meti nela em pé, meti nela sentada, meti nela no chão, enfim, tudo que era posição que tinha visto em filme pornô a gente tentou, pelo menos. Depois de duas horas de sexo selvagem mesmo, a gente teve que parar porque a mãe dela tava pra chegar... Dei mais uns beijos de chupar a língua dela toda pra minha boca e fui embora. Cheguei em casa, tomei um banho e fui dormir em plenas sete horas da noite. Eu tava muito cansado. No outro dia ela viajou com a família pra uma praia em Santa Catarina. Até hoje ela está lá, curtindo as férias. Eu tô aqui, só esperando ela voltar, esperando que tenha uma segunda, terceira, quarta vez, afinal de contas o verão não dura pra sempre e fevereiro tá aí! Bom, espero que tenham gostado dessa minha história, vocês são as primeiras pessoas que estão sabendo dela, pois não tive coragem de contar pros meus amigos, afinal nenhum deles ia acreditar que eu comi aquele monumento de mulher. E eu entendo, porque se um deles me contasse que tinha comido uma mulher daquelas eu também não acreditaria.
Todos os nomes aqui são fictícios, qualquer semelhança será méra coincidência.
Aos interessado, me escrevam:
Beijos.
Até
casadinhamaisordinaria@hotmail.com