Na sala dele... lágrima e gemidos

Heterosexuais  
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Autor: Jad
Email: azoa_jad(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
7,8
Estava com um vestido escuro, levinho e de alcinha. As marcas do meu biquíni, na minha pele queimada do sol, deixavam-me ainda mais sensual. Lembro de ter pensado nele enquanto escolhia o que vestir, enquanto esfoliava a pele durante o banho para deixá-la macia ao toque de suas mãos. Pensei nele enquanto escolhia a lingerie, o perfume, a maquiagem, o penteado. Corpo e mente entregues a fantasia de ser somente dele. Pus um salto alto e fino e voltei para realidade de que ele não era meu, nem nunca seria. Até chegar na empresa onde trabalhávamos pude perceber o quanto aquela produção tinha me deixado sex. Pensando nele, acabei atraindo muitos olhares e comentários masculinos na ida para o trabalho e fiquei ainda mais ansiosa por vê-lo. Queria saber que tipo de reação ele teria. Sabia que ele também me desejava, mas eu me envolvi mais do que devia por ele, não era só desejo, não era só tesão. Inconseqüentemente, apaixonara-me por ele. Depois do expediente, teríamos uma festinha de confraternização em uma área externa da empresa. Até lá, não nos vimos e foi proposital. Queria surpreendê-lo só na hora da festa. Fim do expediente. Retoquei a maquiagem, passei um batom dourado para realçar o dourado da pele e soltei o cabelo. Foram inevitáveis os olhares que recebi quando cheguei à confraternização. Enquanto as mulheres me invejavam, todos os meus colegas de trabalho me desejaram naquele momento e podia sentir pelo morder dos lábios dele, o tesão que ele sentiu por mim quando me viu. Durante a festa, dancei com alguns colegas, mas o evitei a noite toda. Já havia alguns comentários e boatos, não queria dar mais razões para fofocas ao nosso respeito. As horas foram passando, aos poucos as pessoas foram indo embora, e eu contava no dedo quantos ainda faltavam até eu poder ficar com ele. Depois que os gestores todos foram embora, fiquei mais a vontade. Comecei dançando sozinha. Depois ele foi se aproximando até chegar a mim. Encostei-me a ele e começamos a nos roçar discretamente. Fiquei de costas para ele, enquanto deslocava o quadril, subia e descia me esfregando no sexo dele. Peguei as mãos dele e coloquei na altura do meu quadril, enquanto rebolava pra ele. Depois, voltei-me de frente e dançamos com os rostos bem próximos enquanto eu fixava o meu olhar cheio de desejo por aquela boca. Eram os lábios mais bem delineados e mais gostosos que já beijei. Propositalmente, virava meu rosto contra o dele e nossas bocas passavam tão perto que podia sentir o gosto daqueles lábios. Ele sussurrou no meu ouvido que me queria. Fiquei louca quando o ouvi sussurrando: “eu te quero tanto, você me deixa louco, você vai ser minha”. Alguém pediu para ele pegar alguma coisa no setor em que ele trabalha. Antes que ele percebesse, sai na frente com a desculpa de que iria ao banheiro. Sabia da fantasia que ele tinha de transar comigo na sala dele. Quando ele chegou na sala, eu já estava lá. Não foi necessário dizermos nada. Ele me pegou e saímos nos arrastando pelas paredes em um beijo delicioso. Ele me puxou para dentro da sala, fechando a porta atrás de mim. Ouvi quando ele a trancou. Minha língua não saia da boca dele. Eu o chupava com toda a vontade que eu tinha dele. Às vezes, chupava seu lábio inferior tão fortemente que não sabia se o seu gemido era de prazer ou de dor. Aí passava minha língua suavemente pelos seus lábios. Ele me segurava pelos cabelos enquanto eu enfiava meu dedo na boca dele. Ele o chupava e imaginar aquela língua quente me deixava ainda mais excitada. Ele escorregou sua mão por todo o meu corpo até chegar as minhas pernas e foi subindo por baixo do vestido. Ainda por cima da calcinha, ele começou a acariciar-me. Podia sentir o quanto eu já estava toda molhadinha. Eu estava usando uma calçinha vermelha de laçinho e sussurrei no ouvido dele que bastava ele puxar a alcinha. E assim ele o fez. Senti quando minha calcinha caiu. Desatei o cinto dele e abri sua calça. Seu membro já estava túrgido, intumescido de sangue e podia sentir o quão grosso ele era. Só imaginava se conseguiria por aquilo na boca. Sabia que uma hora ele iria pedir e não era minha especialidade. Ele levantou o meu vestido e começamos a nos roçar. Era muito gostoso ouvir sua respiração no pé do meu ouvido enquanto eu dava mordiscadas no seu pescoço. Ele me dizia que estava louco por mim, que eu o deixava alucinado de tesão, que ele pensava em mim o dia inteiro. Vi-lo-ei na parede e arranquei sua camisa. Comecei chupando seu pescoço e fui descendo até os seus mamilos, dei leves mordiscados enquanto passava a ponta da minha língua também. Desci até a sua cintura, lambendo-o todinho. Puxei a lateral da sua cueca e o chupava até a virilha. Não demorou a ele pedir o que eu esperava. Lambi todo o pênis dele. Ele me segurou pelo cabelo e forçava a minha cabeça contra ele. Pus seu pênis em minha boca e o sugava sem ter noção do quanto me excitaria vê-lo gemendo. Enquanto eu segurava seu membro com uma mão entre batidas e chupadas, com a outra, comecei a me tocar. Mudava a intensidade à medida que sentia que ele ia gozar. Ele me levantou e me jogou em cima da mesa dele. Fiquei louca de tesão ao perceber que era ali mesmo, do jeito que imaginávamos, que iríamos selar nossa paixão. Ele deitou sobre mim e voltou a me acariciar, podia sentir sua mão quente entre minhas pernas, seu dedo entrando em mim, enquanto nos chupávamos num beijo extremamente molhado. Pedi que ele também me chupasse, e ele desceu da mesa, colocou-se entre minhas pernas, e passou aquela língua quente e úmida em mim, ele lambia bem devagar, depois aumentava a intensidade. Eu o segurava pelos cabelos e pedia para ele só sair de lá quando eu o mandasse. Ele me chupava e enfiava o dedo ao mesmo tempo. Pedi que ele me fizesse gozar. Eu me contorcia inteira, enquanto gemia de tanto prazer que ele conseguiu me dar. Puxei-o pelo cabelo e ele pediu que eu o deixasse entrar todinho em mim. Enrosquei minhas pernas nele e em um único impulso, ele me invadiu de uma só vez, depois puxou devagarzinho e continuou colocando e tirando, alternando entre carinho e brutalidade. Ele me avisou que iria gozar e eu pedi que ele gozasse lá dentro, gemendo em meu ouvido. Agarrei-o com força. Apertava-o contra mim como se quisesse que dois corpos ocupassem o mesmo espaço. Gozamos juntos, enquanto eu o mordia, ele gemia no meu ouvido. Foi o gozo mais lindo que já tive. Pude sentir quando uma lágrima escorreu dos meus olhos. Eu o queria tanto! Ele foi a paixão mais forte que senti por um homem. Ainda o teria muitas outras vezes se nos fosse permitido. Mas, estraguei tudo.

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Comentários (1)

em 21/11/2008
enviado por ana
Otimo seu conto, já tive uma paixão assim que mexeu muito comigo, mas que me fez sofrer muito tbm...