Inocente devorada na prisão

Grupal/Orgias  
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Autor: casadinhamaisordinaria
Email: casadinhamaisordinaria(a)hotmail.com
Ler SEM as mãos
nota
7,7
Inocente devorada na prisão Olá! Chamo-me Érica vou contar o que me aconteceu há uns tempos. Tenho 24 anos, cabelos loiros e compridos, olhos verdes, 1,70m de altura e 60 quilinhos, bem distribuídos e trabalhados em incansáveis horas de ginástica e musculação. Tenho seios grandes e rosados, com os mamilos bem espetados, de fazer inveja a qualquer mulher, e um rabo grande e redondinho, uma verdadeira obra prima! Tenho uma xaninha rosadinha e totalmente raspadinha, sem pelinhos, a pele branca, bronzeada, e tenho marcas de biquíni fio dental. Enfim, sou aquilo que se pode chamar uma mulher perfeita. Bom, vou narrar a seguir um fato que ocorreu no final do ano passado, na cidade de Rio de Janeiro. Estava voltando do ginásio quando, na saída, uma mulher aparentando uns 35 anos estava esperando o ônibus. Já passava das 22:00h e eu estava saindo tarde do ginásio pois tinha tido um exame de matemática naquele dia, em minha universidade. Como eu sabia que não havia mais lotação para aquele horário, encostei o carro e ofereci carona à desconhecida. Ela agradeceu, entrou no carro, e logo após partimos. Conversamos bastante, fiquei sabendo que ela morava num sítio bem perto da cidade e resolvi levá-la ao seu destino. Sou filha única, e neste mês meus pais haviam saído para uma viagem à Europa e nós combinamos que não entraríamos em contato para que nada os preocupasse em sua viagem de férias. Eu estava por minha conta. Bom, voltando à história, após entrar na pista que ia para o sítio de Sandra (esse era o nome dela), uma viatura policial veio atrás de nós e pediu que eu encostasse o carro. Olhei para Sandra e reparei que ficou muito nervosa, aí percebi que havia algo de errado. Veio um policial falar comigo, pois procuravam uma mulher que estava foragida da policia. Foi quando Sandra saiu do carro, desatou a correr e conseguiu fugir dos policiais. Tentei explicar que não tinha nada a ver com aquilo, mas não me ouviram e fui levada para um presídio feminino. Fiz a única ligação a que eu tinha direito, mas o advogado do meu pai estava de férias e não pôde me atender. Eles me colocaram numa cela cheia de mulheres com muito mau aspecto, e todas me ficaram olhando. Foi quando a líder delas se aproximou de mim, dizendo que quem mandava ali era ela e que tinha que lhe obedecer. Ela veio em minha direção, dizendo que tinha gostado da minha roupa e que a queria para vestir. Eu resisti e disse não, foi quando ela partiu para cima de mim e, com a ajuda das outras, tiraram toda a minha roupa. Ela vestiu a minha roupa toda, inclusive calcinha e soutien e eu fiquei totalmente nua, com o meu lindo corpo exposto, e todas me comendo com os olhos. Naquele momento fiquei assustada com o que me poderia acontecer. Foi quando uma guarda, que estava passando, reparou no sucedido e resolveu me tirar dali, levando-me para uma sala isolada. Lhe agradeci, pensei que estava salva, quando reparei que a policial ficou me olhando com um olhar sacana, pois eu estava completamente nua. Percebi que o pesadelo ainda não havia terminado. Ela foi tirando a parte de cima da farda, ficou com os seios à mostra, dizendo que eu era muito gostosa e que queria transar comigo. Ela disse que me havia salvo daquelas mulheres e que agora eu lhe devia um favor, que tinha que lhe pagar de qualquer jeito. A policial aparentava ter uns quarenta e tal anos e pude reparar que tinha uns seios médios. Ela logo se aproximou de mim. Ainda recuei, mas ela me pegou pelos cabelos e ficou pressionando os seios dela contra os meus, passando a mão no meu rabo, pressionando-o contra ela. Ameacei que gritaria se ela não me largasse, que nada nesse mundo me faria transar com ela, pois não curtia e nunca curti mulheres. Ela me largou, dizendo que eu ainda iria implorar para transar com ela, e que se não fosse por bem, seria por mal. Então ela me enviou para uma cela escondida, onde tinha duas detentas de aparência muito forte. Uma se chamava Rosana a outra era Carla. Carla era negra e Rosana era mulata, muito gostosa. Aí a policial disse para as detentas: - Tratamento especial para essa putinha! Eu tentava tapar os meus seios e a minha xaninha com as mãos, mas logo percebi que não adiantaria muito. Quando as portas se fecharam, as duas partiram para cima de mim como animais sedentos. Comecei a gritar. - Pode gritar, loirinha, aqui ninguém pode te ajudar. Nós vamos te comer inteirinha, pois há muito tempo não transamos com ninguém. Você vai ser a nossa escrava. Anda, tira logo as mãos daí e facilite as coisas, pois daqui você não vai escapar. Eu tentei revidar com tapas, mas logo elas me dominaram e me amarraram as mãos a uma barra que havia no teto, onde elas praticavam exercício. Fiquei ali toda exposta, pronta para ser devorada por duas sedentas, e logo desisti de resistir. Estava muito assustada, pois nunca tinha tido experiências com mulheres. Elas ficaram me olhando, se despiram e me atacaram. Uma veio por trás e a outra pela frente. Eu tentava afastá-las, mas não tinha chance alguma de me livrar delas. Fizeram um sanduíche comigo e se roçavam em mim, sem parar. Foi quando Rosana disse: - Nunca vi nada assim, vou te mamar até me fartar! Rosana começou com pequenas lambidas e mordidas, para logo me chupar os seios com voracidade. Seus dedos apertavam os meus lindos e grandes mamilos rosadinhos... nessa hora não pude evitar e dei um gemido de prazer. Não sei o que estava se passando comigo, pois apesar da situação, estava começando a gostar de ser abusada e dominada, estava sentindo prazer como nunca imaginei poder ter, principalmente numa situação daquelas. Apesar de estar tendo prazer, continuei a fingir que estava incomodada e tentava escapar daquela língua, tentava resistir, mas não podia e nem queria fazer nada. Os meus mamilos estavam como botões, enormes, vermelhos e bem duros de tanto serem chupados. Mordia os lábios, tentando não demonstrar que estava gostando daquele tratamento, enquanto Rosana me mamava loucamente os seios. Carla dava pequenas mordidinhas no meu pescoço, enquanto me acariciava a bunda com bastante maestria. Ela colocou as duas mãos no meu rabo e levantou ligeiramente meus quadris, dando uma forte palmada. Senti um choque de dor e prazer como nunca tinha sentido antes. Estava sendo devorada por duas assanhadas e aquilo ainda era só o começo! Rosana percebeu que eu estava gostando de tudo, olhou para Carla e as duas me soltaram. Carla, sem perder tempo, ordenou que eu me deitasse no colchão que estava no chão. Obedeci. Me deitei de barriga para cima, com as pernas abertas expondo a minha xaninha às maldades daquelas assanhadas. Rosana se deitou sobre mim, encaixando-se em mim, então cruzei as pernas sobre as ancas dela. Rosana me deu um longo beijo de língua, e ao mesmo tempo simulava me penetrar como um homem. Seus seios roçavam nos meus, estava fazendo um delicioso vai-e-vem, nossas xaninhas se roçavam lentamente, eu soltava pequenos gemidos, assim como Rosana. Ficamos naquilo por alguns minutos, enquanto Carla nos observava fazendo uma siririca. Que delícia de momento! Rosana, muito excitada, pegou minhas pernas e as levantou totalmente até os meus joelhos tocarem os meus seios. Aí, a gulosa Rosana começou a encostar a língua na minha xaninha. Senti um choque com aquele toque, sentindo a língua a serpentear pela rachinha. Ela me lambia quase sem tocar na pele, a língua abrindo os lábios até tocar o grelinho, ficando lá chupando e lambendo bem lentamente. Era uma chupada sublime, que acabou quando eu gozei. Eu mordi o lençol, girando a cabeça de um lado para o outro, querendo gemer alto. Ela abriu minha xoxota e enterrou a língua dentro de mim. Voltei a gozar, sentindo-me invadida, sentindo aquele vai-e-vem delicioso, aquela língua que não me dava tréguas... minha xaninha estava sendo chupada sem perdão, e por isso gozei várias vezes. O meu prazer estava descontrolado e aquele momento estava sendo supremo. Passados longos minutos, Carla sentou-se na cama de molas, onde dormia, e me mandou deitar sobre as pernas dela. Assim o fiz. Deitei-me sobre ela, com a barriga virada para baixo e com o meu rabo todo empinado, a mercê das maldades de Carla. Eu estava vibrando com o momento, minha xoxota estava inchada de tanto tesão, e Carla começou a massagear o meu bumbum: - Que linda bunda, vou fazer estragos nessa bunda! Quando menos esperava, Carla começou a me dar tapas, e ao mesmo tempo com a outra mão, ia pressionando de leve o meu cuzinho, passando os dedos e dando lambidas lentas e deliciosas nele. Eu rebolava naquelas mãos e naquela língua irrequieta, pedindo mais e mais... não me contive, gemia por todo o lado, estava deixando Carla louca, capaz de qualquer coisa. Ela até estava com a respiração alterada. Carla ia introduzir um dedo no meu cuzinho, mas me retraí, pois era virgem: - Ha.. ha.. ha... temos aqui um cabacinho... ui ..vou adorar brincar com seu cuzinho! Nessa hora tive medo do que me pudesse acontecer. Mal sabia que Carla já estava com idéias para o meu cuzinho. De repente, Rosana chamou Carla e as duas cochicharam entre si. Em seguida Rosana pegou algo, que só vi depois. Eram dois pênis de cintura. Me assustei com o tamanho e logo as duas os colocaram. Apesar de assustada, fiquei logo com vontade de ser penetrada por aqueles paus enormes. Era o que faltava na minha xaninha. Rosana ordenou que eu me deitasse novamente no colchão, de barriga para cima, com as pernas bem abertas. Já com o pênis colocado na cintura, Rosana começou mais uma chupada na minha xoxota, e que chupada! Rosana voltou a me colocar de joelhos sobre o peito, expondo mais uma vez a minha xota, totalmente desprotegida e a mercê dela. Então ela se inclinou sobre mim, apoiou seus braços no chão, segurou minhas pernas em seus ombros e enterrou o pau dela duma só vez na minha pobre xoxota. Dei um grito de prazer, era um pau monstruoso! Rosana começou o vai-e-vem sem piedade... eu rebolava por todo lado, não conseguia parar de gemer. Ficamos naquilo por uns longos minutos e eu estava louca de tanto tesão. Rosana mandou eu me virar de barriga para baixo, metendo uma almofada debaixo de mim para eu ficar com meu cuzinho bem empinado, e mais uma vez enterrou de uma vez só em minha xota. Eu estava perdendo o controle, ela me penetrava sem parar... aquela safada tinha uma energia ilimitada e me comeu por mais de uma hora naquela posição, coitada de minha pobre xaninha... Ela estava acabando comigo de tanto prazer, e enquanto isso Carla estava à espera da sua vez para atacar o meu cuzinho, batendo uma siririca enquanto observava nós duas. Rosana se deitou no o colchão de barriga para cima e me mandou sentar no pau. Agora as coisas iriam aquecer, pois era a minha posição preferida. Sentei-me sobre ela e Rosana começou a roçar o pau na minha xaninha e em meu cuzinho. Naquele momento senti um arrepio de prazer invadindo meu corpo, e logo em seguida a minha xota engoliu totalmente aquele pau enorme de uma só vez. Dei gemidos como nunca tinha dado, fiquei ali lentamente num vai-e-vem muito delicioso, naquele pau que invadia totalmente a minha xana. Eu queria mais, e mais, e comecei com um ritmo muito mais acelerado. Fiquei ali cavalgando que nem uma égua no cio. Naquele momento estava praticando sexo selvagem e descontrolado, gemia e gritava que nem uma louca, fudendo aquele pau grande e grosso ao mesmo tempo em que Rosana tinha suas mãos colocadas sobre a minha bunda, ajudando a penetrar ainda mais fundo. Carla já estava desesperava pela vez dela batendo uma siririca, até que, finalmente, chegou o momento que ela tanto ansiava. Rosana saiu para assistir a maldade que Carla tinha preparado para mim. Carla me mandou virar de barriga para baixo, com uma almofada por baixo, deixando o meu cuzinho exposto para ela. Fiquei assustada pois eu não sabia o que ela ia fazer. Carla me mandou abrir as pernas, deitou no meio delas e começou a me dar mordidas na bunda, alternando com fortes tapas. Isso tudo doía, mas ao mesmo tempo eu estava adorando aquelas palmadas. Senti Carla abrindo meu bumbum e ficou preparando-o para algo. Foi quando Carla me disse: - Fica de quatro, pois vou te enrabar, vou arrombar esse cuzinho virgem! Aí fiquei morrendo de medo, medo de que pudesse doer. Carla estava com intenções de me arrombar com aquele pau enorme, então implorei para ela não fazer isso, mas ela só riu, com um ar sacana. Ela estava decidida a me enrabar sem piedade. Logo de seguida fiquei na posição de cachorrinho, e vi Carla vibrando ao ver meu perfeito bumbum todo. Ela me deu uma palmada e se posicionou atrás de mim, encostando a cabeça do pau, que era grande, na entrada do meu cú. Ela começou a pressionar aquela pica lentamente... dei um baita grito, senti as pregas se rompendo, estava doendo, mas Carla não parou de enfiar. Me levantei repentinamente, o que assustou as duas, e fiquei parada na frente da parede. Disse que não ia fazer isso e ponto. Rosana, irritada, agarrou meus cabelos e me levou até o chão. Carla começou a me bater, dando tapas no meu rosto. Elas começaram a gritar, a me humilhar, me batendo e puxando meus cabelos. Fui obrigada a ficar de quatro, e se reclamasse, levaria uma surra. Elas não estava brincando. Rosana cuspiu no pau, Carla também cuspiu e voltou a enfiar aquela pica. Carla queria ver a minha cara de dor, gostava disso. E assim aquele animal foi entrando em mim... que dor! Gemi, gritei, e comecei a chorar. Quanto mais eu sofria, mais Carla se excitava. Eu chorava e ela me humilhava, me xingava e dizia que ia ser isso todos os dias, que eu não iria conseguir sentar durante a próxima semana. Disse que eu ia virar a escrava delas, que o próximo passo era ter a cara mijada pelas duas. Eu apenas chorava... Não sei em que momento a dor diminuiu. A pica já entrava melhor, já estava deslizando, entrando e saindo de mim. Rosana enfiou os dedos na minha boca, me impedindo de gritar. Os dedos iam quase até a minha garganta, saíam lágrimas pelos meus olhos e eu estava ficando engasgada. Carla puxava meus cabelos força, mas era tanta força que meu corpo já estava curvado para trás. Carla se levantou e agarrou o meu quadril com as duas mãos, para aumentar a pressão e enfiar mais fundo. O ritmo foi aumentado, já estava entrando bem, e aos poucos esqueci a dor e senti como era ter o cu fodido. Estava começando a gostar de ser enrabada. Ela me bombeava sem parar, e meus gemidos acusavam o prazer que eu estava sentindo. Um prazer louco. Carla estava adorando aquela cena e murmurava: - Isso, sua putinha, você é demais! Toma todo esse pau no cuzinho! Vou fazer você gozar como nunca... e continuava me comendo sem parar. Ela tinha as mãos nos meus quadris, me forçando ainda mais para trás. Senti minhas entranhas queimando de desejo e explodi, como nunca tinha acontecido. Comecei a empurrar a minha bunda de encontro com aquele pau, sentia o meu corpo escaldar, não sei como consegui agüentar o tratamento daquelas safadas. Meu bumbum rebolava loucamente naquele pau enorme, nunca pensei que meu cuzinho conseguisse abrir tanto, dava gemidos altos e descontrolados... Carla puxou o meu cabelo enquanto dava tapas na minha bunda, eu gritava de prazer e meus seios balançavam loucamente para a frente e para trás. Tive um orgasmo inesquecível, gozei umas três vezes, estava sendo uma experiência fantástica... nunca pensei que gostasse tanto de ser enrabada. Quando pensei que meu martírio gostoso estava chegando ao fim, Rosana se posicionou por de baixo de mim, com outro pau pronto para me furar todinha. Carla continuava me bombeando sem perdão enquanto Rosana fez minha xaninha abocanhar outro pau, me fez enterrá-lo de uma só vez. Naquele momento eu estava sendo fodida por dois paus enormes, estava sendo bombeada por duas mulheres insaciáveis... Enquanto isso Rosana pegava os meus seios, mamava-os com voracidade e eu gemia descontroladamente, gozando sem parar. Estava tendo orgasmos múltiplos, estava sendo fodida por todo o lado, elas me fodiam por trás e pela frente ao mesmo tempo, sem parar. Ficaram me fodendo por mais de uma hora... Finalmente, já exaustas, elas me largaram e me deixaram ali, totalmente desfalecida e sem força para me mexer. Dormi por longas horas, só acordando no outro dia. Acordei com as duas me mamando, tomando a refeição da manhã, que era eu. Como colaborei com elas durante o tempo em que estive presa, nos tornamos íntimas e amigas do “peito”. Muitas transas se sucederam enquanto estive ali, o pesadelo tinha virado um sonho. O plano da policial tinha se virado contra ela. Nós três combinamos uma pequena vingança contra a policial, mas isso é outra historia, que depois vos contarei. Todos os nomes aqui são fictícios, qualquer semelhança será méra coincidência. Aos interessado, me escrevam: Beijos. Até casadinhamaisordinaria@hotmail.com

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Comentários (8)

em 29/12/2008
enviado por safadiinha
Ameei o contOo! Fiqei molhadissiima! Qeria ser enrabada assim!
em 26/12/2008
enviado por Nelson
ADorei tua história. Quero estar contigo.
em 17/12/2008
enviado por samaíra
isso é uma mentira
aff isso dá é nojo. em q cadeia vc estava?
pois ser enrrabada por 2 prisioneiras isso dá nojo
em 17/12/2008
enviado por samaíra
isso é uma mentira
aff isso dá é nojo. em q cadeia vc estava?
pois ser enrrabada por 2 prisioneiras isso dá nojo
em 8/12/2008
enviado por gabriela
nossa fiquei completamente molhada, minha xana esta piscando de vontade de ser devorada por duas mulheres bem safadas.
em 27/11/2008
enviado por luam
esse sit e uma mentira gigante e vo processalo
em 24/11/2008
enviado por ROBERTO
foi um dos melhores que ja escutei, so lamento pela prisão.um beijaõ gostosa
em 23/11/2008
enviado por cassio
oi gata temho lido os seus contos e tnho amado, envie uma mensagem para mim pois tenho muita coisa interessante para te falar não queria deixar expostos as minhas perguntas ao publico,seus contos são de mais