Kiara Bebendo porra de colher
O meu primeiro ano letivo no Vestibular foi bem puxado, estudei bastante e em alguns momentos me diverti muito com o meu primo, amigas e amigos que com o passar do tempo eu fui conhecendo. Fiquei muito amiga de uma garota chamada Polianna, filha única assim como eu. Ela era da minha idade, 18 anos, morava em Niterói / RJ e ficava em JF de segunda à sexta, indo embora todo final de semana. Quando chegou dezembro, eu já me sentia exausta e precisando de umas boas férias. Passando as festas de final de ano, Polianna me convidou para passar o mês de janeiro com ela em Niterói, como eu não estava fazendo nada, resolvi aceitar. Embarquei para Niterói e fui muito bem recebida pela Polianna e pelo seu pai Túlio, que logo percebi ser um homem muito atraente. Chegando até a sua casa, fiquei muito deslumbrada, era uma casa enorme e muito bonita, fiquei encantada com a piscina e logo perguntei para Polianna: “A sua mãe está no trabalho?”, minha amiga respondeu: “Ela não mora conosco, meus pais são separados!”, em minha cabeça pensei mil coisas que ela já poderia estar fazendo morando sozinha com o pai. Eu estava sendo super bem tratada, o pai de Polianna nos levava para todos os lados e eu estava me divertindo muito. Durante as manhãs geralmente íamos passear e fazer umas caminhadas, durante à tarde ficávamos na piscina, já à noite quase sempre estávamos vendo TV, ou conversando sobre vários assuntos, às tardes quando passávamos na piscina de sua casa, Túlio ficava sentado na cadeira com guarda-sol e não desgrudava os olhos de meu corpo, às vezes olhava para ele e percebia que o cacete dele estava bem duro. Polianna separou um quarto só para mim, nas roupas que eu separei para levar, tinham muitas roupas levinhas e gostosas para dormir, algumas saias, várias calcinhas e algumas blusas e calças, em minha casa eu adoro dormir só de calcinha, mas como eu estava na casa de estranhos, preferi dormir de babydoll. Já tinham se passado 5 dias e comecei a perceber os olhares provocantes de Túlio, ao me ver sempre levantar de babydoll para tomar café. Quando chegou o final de semana, a mãe de Polianna veio buscá-la para passar o sábado e domingo em sua companhia, a minha amiga me disse: “Geralmente um final de semana no mês eu passo com minha mãe, mas não se preocupe, pode ficar com o meu pai, no domingo de noite eu estou de volta!”, disse para ela: “Tudo bem, quando você voltar, você me conta como foi o final de semana em companhia da sua mãe!”, não estava acreditando no que estava acontecendo, minha amiga indo passar o sábado e domingo com a mãe e eu iria ficar sozinha com o pai dela. O sábado foi passando e parecia tudo normal, até aquele momento o pai de Polianna estava super comportado e respeitador. Por volta das 18h eu fui tomar banho, como eu não tenho costume, deixei a porta sem trancar, estava somente encostada. De repente Túlio entra no banheiro. Fiquei super sem graça, pois o box do banheiro era apenas de vidro fumê, de fora dava para ver perfeitamente quem estivesse no banho, eu virei de costas, deixando o meu bumbum para Túlio admirar, ele começou a fazer a barba e virou-se para o espelho, aos poucos me virei e percebi que ele me comia por completa dos pés à cabeça e continuava fazendo a barba. Estávamos quietos, um observando o outro com olhares quando Túlio disse: “Kiara, me avise quando estiver terminando, assim que você terminar, eu irei tomar o meu banho!”, já um pouco excitada com a situação eu disse: “Pode deixar Sr. Túlio, eu já estou quase terminando!”, continuei o meu banho e ele a fazer a sua barba, assim que ele terminou de fazer a barba, ele começou a despir, eu ali dentro do box fiquei meio hipnotizada com a visão, logo ele disse: “Pode terminar o seu banho, eu só estou tirando a minha roupa!”, ele ficou totalmente pelado em minha frente e não pude deixar de olhar o seu lindo caralho que estava muito duro, ele me vendo hipnotizada disse: “O que foi Kiara, você nunca viu um homem pelado?”, já me sentindo hiper excitada respondi com um ar sorridente: “Já sim, estou assim porque nunca tomei banho com um homem pelado me olhando!”, ele deu uma risadinha e disse: “Minha filha Polianna, quase sempre toma banho junto comigo!”, surpresa com a sua revelação, eu não me hesitei em perguntar: “Já aconteceu algo entre vocês, estou perguntando, pois já ouvi vários casos de pais que transam com filhas!”, ele olhando para mim e já entrando no box respondeu: “Nós já transamos sim, e tudo que acontece entre nós, é com muito carinho e nada é feito obrigado, transo com ela, porque ela gosta e também quer transar comigo!”, fiquei muito excitada com as revelações e fiquei imaginando minha amiga Polianna sendo penetrada pelo próprio pai, ele junto comigo no box e com o cacete bem duro me perguntou: “E você Kiara, já transou?”, muito excitada e já sentindo a minha xoxota contrair de tesão respondi: “Já sim!”, ele logo emendou perguntando: “Quer experimentar como é gostoso transar debaixo do chuveiro?”, fiquei um pouco sem reação e ele sem ainda me tocar, foi bem devagar dirigindo a sua boca em meus seios, logo de primeira ele engoliu o meu peitinho todinho e dentro de sua boca, ele ficou passando a lingüinha no biquinho, de repente ele pegou as minhas duas mãos e as colocou bem em seu caralho e no mesmo momento senti uma sensação deliciosa em meu corpo, senti em minhas mãos um cacete muito duro, grosso e bem grandinho, lembrei na hora do cacete do Bruno, meu amigo de faculdade que também tinha a mesma idade do pai de Polianna, logo que ele terminou de chupar os meus peitinhos, ele começou a beijar a minha boca e foi descendo a sua mão pelo meu corpo até chegar na minha xoxota, onde ele começou a passar o dedinho em meu clitóris, me fazendo gemer um pouco de tesão, aos poucos ele foi descendo a sua boca pelo meu corpo e chegou até a minha xoxota. Ele ficou sentado no piso do box com as pernas cruzadas e com as mãos apoiadas para trás e me puxou para a sua boca. Fiquei com minhas pernas abertas e a minha xoxota bem em sua boca, nunca eu tinha sido chupada naquela posição e estava delirando e comecei a gozar várias vezes soltando o meu corpo e deixando Túlio engolir a minha xoxota todinha, aos gemidos disse para ele: “É uma delícia ser chupada nesta posição!”, ele ainda continuou me chupando por uns 5 minutos e se levantando disse, olhando em meus olhos: “Quer sentir o gostinho do meu pau em sua boca?”, já muito louca de tesão pelas chupadas em minha xoxota, afirmei com a minha cabeça e com ele em pé, fiquei ajoelhada, Túlio segurou a minha cabeça com as duas mãos, me levou de encontro ao seu cacete, abri bem a boca e deixei o caralho de Túlio entrar quase que todo. Ele não deixou eu tirar o pau e engolí-lo novamente, ficou segurando a minha cabeça, ficamos naquela posição por uns 3 minutos, eu estava adorando sentir a minha boquinha toda preenchida, já sentia sair da cabecinha um melzinho de sua porra, a cabeça do cacete de Túlio era bem grande e comecei a passar a minha lingüinha nela, assim que ele soltou a minha cabeça, eu comecei a fazer um vai e vem delicioso. Um determinado momento tirei o cacete de minha boca e perguntei: “A Polianna já bebeu a sua porra?”, logo que perguntei, voltei a engolir o cacete todinho e Túlio respondeu: “Já sim, você quer experimentar e beber ela todinha também?”, com o cacete todo em minha boca, afirmei com a cabeça e voltei a fazer um vai e vem caprichado em seu caralho, aquele banho estava uma delícia, sentia a água quentinha do chuveiro cair em meu corpo e ao mesmo tempo sentia as maravilhas de estar chupando aquele caralho delicioso. Fiquei mamando aquele caralho por uns 15 minutos, Túlio logo fechou o chuveiro e disse: “Se enxuga que eu vou até a cozinha pegar uma colher e já volto!”, comecei a me enxugar e fiquei pensando: “Será pra quê, ele foi pegar uma colher!”, bem rápido Túlio voltou com a colher, era uma colher bem grandinha, eu toda curiosa perguntei: “Porque você foi buscar uma colher?”, ele todo tarado respondeu: “Para te dar toda a minha porra na boquinha!”, fiquei maluca de tesão e Túlio perguntou: “Posso gozar dentro da sua xoxota?”, eu me lembrei que havia ficado menstruada nos primeiros dias que cheguei em Niterói e respondi: “Pode sim, eu menstruei tem uns 3 dias!”, Túlio sentou na tampa do vaso sanitário e me chamou: “Vem cá, senta com a sua xoxota no meu cacete!”, fiquei de frente para ele, abri as minhas pernas e me posicionei em cima do caralho, que estava super duro e grosso, encostei a cabeça na entrada da minha buceta e fui descendo, senti a entrada da minha buceta se abrir para começar a engolir aquele caralho grosso, sentia a cabeça do pau contrair no momento da penetração, fui descendo até penetrar tudo e sentir o saco bater do meu bumbum, Túlio me abraçou bem gostoso e da mesma forma que ele fez com a minha boca, ele fez com a minha xoxota, não deixou eu começar a meter, ficou uns 3 minutos com o caralho todo enterrado em minha buceta sem fazer um movimento, era uma sensação deliciosa de total preenchimento, ele começou a me beijar dizendo: “Deixa a sua buceta molhar bem o meu cacete!”, e continuamos beijando até Túlio dizer: “Mete bem gostoso!”, aos poucos comecei a fazer um vai e vem bem devagar, queria sentir todo aquele cacete deslizando dentro da minha xoxota, estava muito gostoso, comecei a aumentar o meu ritmo e Túlio olhando para mim me perguntou: “Você quer mesmo beber toda a minha porra?”, muito tarada de tesão respondi: “Quero sim, você vai gozar na minha boca?”, Túlio enterrando todo o cacete na minha xoxota respondeu: “Não, eu vou gozar tudinho na sua xoxota!”, um pouco curiosa perguntei: “E como eu vou bebê-la?”, Túlio muito tarado me perguntou sem responder a minha pergunta: “Você já bebeu porra de colher?”, fiquei maluca de tesão com o que iria acontecer e lhe respondi: “Não, nunca bebi porra na colher!”, Túlio, beijando a minha boquinha disse: “Então hoje você vai sentir como é gostoso, eu vou gozar tudo na sua xoxota e assim que você tirar o meu cacete de sua xoxota, eu vou posicionar a colher embaixo dela, a porra vai sair da sua xoxota e cair na colher, aí você vai beber tudinho!”, fiquei com muito tesão e sentia a minha buceta cada vez mais molhada, estava adorando sentir aquele cacete comendo bem gostoso a minha bucetinha, Túlio ficou me comendo por uns 20 minutos, eu já havia gozado pela segunda vez, deixando o cacete dele todinho meladinho, num determinado momento Túlio anunciou o seu gozo dizendo: “Penetra todo o cacete que eu estou gozando na sua xoxota!”, enterrei todo o cacete dentro de mim e fiquei sentindo as deliciosas contrações do caralho em minha xoxota, assim que ele terminou de gozar, ainda com o caralho todo enterrado em minha xoxota, começamos a beijar deliciosamente, até ele dizer: “Agora vem beber toda a minha porra!”, tirei o cacete da minha xoxota e fiquei de pé, Túlio ainda continuou sentado no vaso sanitário e posicionou a colher abaixo da minha xoxota, aos poucos fui sentindo a porra escorrer de dentro dela e cair na colher, me deu muito tesão ver aquilo e fiquei mais tarada, era uma quantidade muito grande de porra e foi enchendo a colher todinha, logo que a colher encheu, trocamos de lugar, ele ficou de pé e eu fiquei sentada no vaso, louca de tesão pedi para Túlio: “Me dá a sua porra na boquinha, me deixa engolir tudinho!”, ele bem tarado disse: “Abra bem a boca!”, abri bem a minha boca e Túlio foi despejando a porra aos poucos dentro da minha boca, ele despejava um pouquinho e dizia: “Agora engole, que eu te dou mais!”, bem safadinha eu engolia e mostrava a minha boca para ele dizendo: “Engoli tudinho, me dá mais!”, parecia que ele despejava em minha boca um delicioso creme de leite, pois a sua porra estava bem docinha. Logo abria a boca novamente e ele despejava mais um pouco, no final ele encheu a minha boca até quase entornar pelos cantinhos da boca e disse: “Bebe tudinho que eu te dou a colher para você lamber!”, fui engolindo bem de vagar e saboreando cada gotinha e quando terminei, mostrei a minha boca para ele ver que eu havia engolido tudinho e ele me deu a colher para lamber e deixá-la limpinha. Ainda nesta noite de sábado, ele me fodeu bem gostoso em sua cama de casal, onde acabamos dormindo juntos, no domingo pela manhã após o café ele me comeu na sala mais uma vez, desta vez gozando bem gostoso dentro da minha boca, assim que Polianna chegou tivemos que parar e o resto das férias foi bem normal. Na despedida Túlio disse: “Em suas férias de julho não deixe de nos visitar!”, com carinha de putinha disse: “Pode deixar, venho sim, adorei passar as minhas férias na companhia de vocês!”, Polianna nem desconfiou do que havia acontecido em sua ausência, logo voltou as aulas e nos encontramos novamente. Bom pessoal, foi assim que pela primeira vez, saboreie e bebi porra de colher, também fiquei tarada por homens mais velhos, é delicioso dar a minha bucetinha para um cacete mais experiente.
Todos os nomes aqui são fictícios, qualquer semelhança será méra coincidência.
Aos interessado, me escrevam:
Beijos.
Até
casadinhamaisordinaria@hotmail.com