Sempre fui uma mulher muito reprimida, na própria estrutura de minha familia oriental que coloca a mulher sempre em segundo plano, ao casar era virgem e antes de casar a única coisa de que me lembro foi de masturbar o meu noivo à pedido dele quando ficava excitado e nada havia na cidade de interior em que morávamos, as amigas de escola eram puritanas,uma ou outra em muito muito segredo ,contavam sacanagens que faziam com os namorados, davam tudo..um horror..
Meu marido era uma boa pessoa mas muito moralista costumava a rotular as pessoas segundo o que via, não gostava de dançar e que fazer, eu me submeti à sua vontade, ele era muito rígido.
Para piorar morei muito tempo com a minha sogra e duas cunhadinhas irrustidas e falsas, coisas de criança. Meu casamento corria morno, tinha relações com meu marido tipo papai/mamãe e era extremamente simples e puritano, na realidade ele me usava sexualmente com todo machismo oriental em que a mulher pode nada e o homem é quem manda. Contudo tive um casal de filhos e decidi no último operar e meu marido concordou, o tempo foi escorrendo e aos trinta anos resolvi voltar a estudar, fazer agora a faculdade que ficava bem perto de casa, lá consegui melhorar , conversando com minhas colegas do curso de pedagogia que eram ocidentais e contavam histórias maluquinhas sobre sexo, que nem acreditava ser possível guardava-as para mim de medo que meu marido me tirasse do curso . Mas continuava ter sempre o mesmo tipo de relações sexuais, como ele achava certo e depois que ele terminava, eu ia ao banheiro me lavar e me masturbar três ou quatro vezes até ficar satisfeita,em minhas fantasias, eu desejava conhecer muito, ter relações anais, era minha fantasia favorita depois de ouvir tantas histórias de minhas colegas e sem poder experimentar, meu marido vivia na rotina não dava para conversar, nunca me passou na cabeça arriscar o casamento em aventuras que a mulher sempre perde ou ficar falada na cidade pequena onde eu morava.
Consegui entrar no coral da faculdade e a família do meu marido gostou muito, eles não perdiam as apresentações artísticas do coral na cidade que morávamos.
Claro que essa altura do campeonato eu sempre tinha um olharzinho para o volume na calça dos ocidentais ,um grande volume aquilo me intrigava pois meu marido tinha um pequeno de dez centímetros e era o único que conhecia, mas os caras sempre se coçavam e eu nunca poderia perder aquilo de vista. Ouvia minhas colegas contarem histórias que só de ouvir já ficava vermelha, mas o tempo escorria e ficava mais esperta mas no fundo era tímida, embora na faculdade parecesse o contrário uma pseudo líder sempre disposta e atuante.
Foi quando o coral foi convidado para uma apresentação única em uma escola famosa de engenharia de uma cidade vizinha, pensei, meu marido não ia permitir que fosse participar dessa apresentação, mas minhas colegas me ajudaram, pediram tanto que ele deixou ir.
Parecia uma colegial que vai ao parque de diversões ansiosa de brincar e a mulherada toda estava ouriçada com a viagem ,imaginando quantos homens lindos havia lá, que ficavam a cerca de uns duzentos quilômetros de minha cidade.
Em duas horas de viagem de ônibus, sentada no meio de minhas colegas tomei duas latas de cerveja e uns goles de whisky quente pelo gargalo, estava entusiasmada com a festa e naturalmente com a liberdade da viagem que muito mais me animava. Falavam livremente de sexo e eu ouvia e ria . As meninas muito alegres combinavam o que fariam para depenar os frangos dos meninos da engenharia e eu só ria imaginando as artes..
Tivemos a bonita apresentação do coral e um almoço no clube com um baile em seguida, como éramos pessoas adultas, corria muita cerveja em latinha, já estava meio tonta, não estava nem acostumada e até caipirinha tinha tomado! Um rapaz novo chamado Raul, bonito e alto de olhos claros, me tirou para dançar e rodopiamos pela pista dançando muito, dançando colado, senti uma emoção estranha por ele eu era pequenina perto da altura dele e me encaixava bem no seu corpo . Foi quando senti aquilo duro coçando lá embaixo, óra suas coxas que me tocavam e os joelhos que prendiam os meus e se esfregavam creio que o rapaz tinha cerca de uns 23 anos.
Não preciso dizer que senti um calor gostoso e gostei, o cara dançava bem, mas ele tinha colocado fogo na minha área adormecida e pedi para parar, pois já tinha me molhado duas vezes e o protetor da calcinha não ia agüentar aquela esfregação toda. que eu tentava muito disfarçar a cor vermelha de meu rosto, mas ele conversava bem, então pedi para usar o banheiro (fazer xixi) e me cuidar, ele gentil me acompanhou até a porta do sanitário me aguardando do lado de fora, o meu retorno, enquanto eu esvaziava a bexiga.
Ao sair do banheiro, cambaleei um pouco tonta da bebida e estava bastante excitada também ele me levou para tomar ar na grande sala vazia de ginástica, todo mundo da escola estava longe na área do baile, derrepente, me agarrou firme passando a mão no meu corpo, inclusive na minha bundinha e me beijou com paixão ,beijo molhado chupando minha língua, muito gostoso, me deixando maluca de tesão, tentei dizer que era casada que não podia fazer aquilo e não era criança tinha meus 36 anos mas minha voz não saiu, fechei os olhos e deixei correr ,então me beijou ,me lambeu no pescoço, mordeu toda nuca com aqueles beijos bem molhados, me sentia mole, enquanto passava as mãos gostosas em meus quadris, me agarrou na cintura me expondo nua por inteiro mordendo suavemente meu pescoço esfregando com a barba raspada, esfregando no meu liso pescoço ,fechei meus olhos e senti, enquanto esfregava sua barba nos meus peitos, com os mamilos ouriçados duros, senti a emoção quente do pau dele encostado no meu rego, quase desmaiei , ele havia tirando devagar minha blusa, meu sutiã e minha calcinha, era o que eu queria, tremia de tesão e sentia uma tontura ótima e nem me importava de falar mais nada, minha bolsa caíra, ele poderia aproveitar de mim, estava nua afinal, de joelhos sobre uma colchonete de espuma relaxada, ansiosa, mamando sem jeito o grande pausão do Raul com aquele delicioso cheiro de macho, coisa que nunca fizera antes . Depois mamou em meus seios que eram grandes mas não caídos ,elogiou meus seios duros me enchendo de beijos pelo corpo todo dizendo safadezas e palavrões, com chupões ,mordidas de leve e chegou na minha xaninha que estava ensopada e lambeu-a toda, mamou, chupou, raspou aquela barba nos meus pelos aparados pôr fora, me deixando bem louca, eu já sacudia minhas pernas no ar, ele já estava nú, foi ao meu grelo e chupava e assoprava o que me deixou pirada, queria que me enchesse logo com aquele rolo de carne ,enfiar tudo lá dentro de mim, sentia como uma necessidade louca até doía, minha racha toda molhada pedia latejando e se contraindo, mas foi, logo o que ele fez encaixando na xotinha aquela cabeçona do seu belo pau, me arregaçava a Xaninha era o segundo homem a entrar todo em meu sexo, eu suava pela grossura do membro dele, estava ainda bem justa e ardia, o recebi todo como quando perdera a virgindade ,porem gemendo de prazer, dava impressão que seu pau grosso sempre ocupara aquele meu espaço, mas sabia que estava me esfolando a chana, aí foi uma loucura muito deliciosa, a cada metida com força ia mais fundo com atrito de péle com péle e fui ficando muito alucinada e gozava, e ele bombava mais, fazendo me ver estrelas ao meio dia, cotucando meu útero com seu membro rígido durante muito tempo e eu fechava os olhos e flutuava a cada gozo, de tanto prazer, me retorcia em suas mãos rebolando sob seu peso até a hora que sentí que o seu pau aumentou de grossura, foi quando despejou o liquido em mim, esguichando, gozei como uma louca como nunca gozara com meu marido, foi um ótimo orgasmo e continuamos já nem sabia quantas vezes já gozara ali, corria um rio de gozo pastoso no colchonete, era um gozo muito profundo elouquecedor eu me sentia uma menina apaixonada, pela primeira vez. Ele me falava palavras ternas e ainda beijava minhas costas passando a língua, devagar descendo até o ossinho do coccix enfiou suavemente o dedinho no meu botão traseiro, me contorcia de prazer, fez massagens circulares que me deixaram de novo tesuda nunca tinha sentido ou entrado nada, meu botãozinho era virgem, eu tinha medo, mas desejava que ele entrasse no meu rabo, esfregou a língua por todo meu botão, eu vi estrelas e continuou me lambendo,passou um óleo com o dedo e depois veio a penetração em sí, no inicio, sem experiência eu travava a musculatura, aquela aflição,havia medo e desejo, ele estava me esfolando mesmo e eu tinha medo de ser rasgada, pensei preciso sentir esse prazer que nunca senti, ele recuou, conseguiu passar meu anel muscular, relaxei ele dá uma paradinha, me enche de beijos na nuca e me chama de gueixa e de putinha, um montão de sacanagem no meu ouvido e pressiona sua cabecinha entra mais, avança o anel, arde mas me dá um calafrio bom, fecho os olhos e logo ele se introduz com alguma dor o pau era grosso e eu era justa embora eu sentia que me esfolava, mas era agradável ,sem perceber, começei a rebolar de prazer lentamente, ele aumenta o ritmo, me penetra todo sem ansiedade é uma sensação deliciosa demais, me faz suspirar de prazer, penetra dando a sensação de estar atolado e inicia um lento movimento de vai e vem, todo meu corpo estremeceu, senti então um formigamento que começava na coluna e ia até o clitoris foi quando senti o espasmo do gozo e ele gemeu empurrando tudo, me enchendo com seu liquido grosso, fazendo minha virgindade ele havia me iniciado no gozo anal.. Depois de algum tempo, chupava seu belo membro enrijecido recuperado, sentindo a minha boca toda em volta daquela peça grossa cheia de veias, maravilhosa chapeleta, ela produzira espasmos na minha xaninha de tanto gozo, seu membro era o dobro do meu marido e nunca vira nada igual até aquela dia, o de meu marido era o único que eu conhecia e agora o de Raul era muito mais grosso fiquei contente dele caber todo em mim, contrariando histórias das amigas ocidentais (mentirosas) de que as orientais eram muito rasas e que dificilmente caberia algo grande dentro. Com Raul não tinha receio, era jovem com fôlego, fiquei elétrica, fazia tudo que sempre tive vontade de fazer e meu marido não deixava fazer, como chupa-lo bastante, até chupei o peludo saco do Raul, era maravilhoso e ele acabou gozando em golfadas na minha boca aquele liquido quente e salgado que inundou minha boquinha como sonhara saborear um dia e apreendi engolindo tudo.
Confesso Raul era gentil, delicado romântico , bem jovem diferente do bruto e inexperiente do meu marido que praticamente me usava sexualmente desde meus dezoito anos.
Continuei acaricia-lo por todo corpo e quase sem querer introduzi o meu dedo no botão úmido dele aí ele gemeu se arrepiando todo coloquei mais e ficou com o pau bem duro novamente.
Ele me apoiou no cavalete de ginástica bem macio e fiquei com a bunda para cima mais alta e então me enterrou o pau na xóxota esfolada e molhada,pondo e tirando durante uns 20 minutos me fez gozar de novo, já estava com as pernas bambas(nunca tinha sentido isso) foi quando retirou seu pau melado e com delicadeza o enfiou no botãozinho que pouco antes inaugurara, que estava cheio de seu creme que eu limpara mas insistia em sair e descia pelas minhas pernas abaixo. Claro que ele enfiou facilmente toda a cabecinha, eu até rebolei facilitando sua entrada e gemi muito de gozo, até que alojou toda aquela massa dentro de mim expulsando um pouco de porra que saia, ficou mais fácil, daí para frente foi muito gostoso em suas investidas eram mais faceis corria creme para fora, enfiou até que o saco bateu em minha bundinha, não era o tamanho ou a grossura do pau do Raul que faziam diferença mas o jeito delicado sem pressa, com que ele fazia o amor comigo,me masturbando com a mão no grelo, foi quando tive outro tremendo orgasmo em que gemi muito, até chorei de gozo em seguida ele novamente lançou seu prazer, alagando minhas entranhas com o seu gozo cremoso e quente jorrando dentro de mim e para fora também. Nisto vi na sala dois colegas do Raul e como estava núa não sabia o que fazer, mas Raul alisou minha bunda de forma bem gostosa, me beijou e pediu para ser boazinha com eles que já estavam carentes e nus e com os paus rigidos em pé, eu confesso agora adorei conhecer mais membros em mim estava muito acesa e com vontade de trepar mesmo, afinal , eu já fora fodida pôr um não iria mesmo perder a oportunidade de usar minha chaninha e ser fodida por mais, dava na mesma, em relação aos chifres do meu distante e bruto marido. Eles rapidamente trataram de enfiar em mim, um pôr trás e outro na frente e sem saber fiz D.p e para minha sorte, nenhum deles era maior que o do Raul que já me tinha alargado, com cerca de 20cm e bem mais grosso e me lubrificou com seu creme natural, os dois eram carentes e afoitos jovens, porem não eram jeitosos e delicados como o Raul e com certeza deviam estar à seco sem mulher, masturbando-se à varios meses ,senti seus paus duros entrando e saindo dos meus buraquinhos e a respiração deles rítmica, confesso, eu gozava a sensação gostosa de ter dois homens altos como sanduíche, ao meu dispor, me fodendo e dizendo coisas como “ sua puta, putona gostosa e diziam que iam arrombar meu cú, eles me deixaram muito mais excitada , agarraram meus mamilos e agora eram quatro mãos ,delirei apertada entre os dois, coisa que nunca havia feito antes ou pensado em fazer até aquele momento, era uma suruba e eu fechava os olhos aproveitando as sensações e eles gozaram também nos meus buracos até escorrer prá fora, depois trocaram de posição e novamente disputaram meu corpo cheio de líquidos estranhos e até senti escorrer o melado pelas pernas molhando o chão abaixo e eu não sabia como mover meu corpo. Eu estava sentada em cima do pau de um deles, enquanto o outro forcejava para me enfiar no rabo, o que conseguiu graças ao creme que saia, enquanto eu chupava o pau do Raul dava conta dos três numa boa, eu sentia um carinho especial pelo Raul, menino gostoso, a quem eu chupava com gosto, lembrando tudo que havia feito, como nunca tinha trepado antes em toda minha simples vidinha, pedí para ir ao banheiro da ginástica e pus aos jatos para fóra boa parte dos líquidos masculinos que me enfiaram e muita cerveja também, era uma desinteria como nunca sentira antes, tudo me ardia. Nenhuma amiga minha, acreditaria em minha história, a evolução de minha vida sexual em uma tarde e naquela sala de ginástica e as experiências que passei. Foi quando ao longe, ouvi a buzina do meu ônibus da excursão , chamando para ir embora com certeza estavam me procurando, foi uma correria todos os três me ajudaram a limpar o grosso nas toalhas da atlética e a me vestir retoquei a maquiagem e um foi na frente para segurar a saída do ônibus alegando que havia uma pessoa do ônibus no sanitário. Calculo que tinha dado ao todo cerca de umas doze trepadas, estava moída de cansaço e eles ainda queriam mais, mas me deram uns beijos de despedida e se foram. Sentia o ardor do uso desordenado de meus buracos que ardiam muito, até mancava , visivelmente, alem do cheiro ácido de macho em mim, de sua juventude e de seus belos e gostosos sexos. Quando a porta do ônibus se fechou e arrancou, caí sentada no assento vago e percebi que todo meu corpo doía meus buraquinhos estavam inchados tive de sentar de lado, minha racha ficou toda dolorida por uns três dias e alem da diarréia liquida no sanitário do ônibus que expulsou para fóra todo o esforço reprodutor dos três rapazes, aproveitei para colocar um absorvente higiênico na xana, que relaxada insistia em deixar escorrer um caldinho grosso pelas calcinhas e meu vestido vermelho, nas pernas abaixo. Ao sentar na poltrona, dolorida sentia a cola da porra seca que ficara em minha xana, e no absorvente, uma colega maliciosa sorriu e piscando disse “Foi comida foi, querida” fiquei quieta era preciso ser discreta, pois era uma mulher casada, sorri ,mas me sentia uma nova mulher mais madura satisfeita que agora sabia tudo o que era sexo e que tinha gozado muito com aqueles três meninos, mas sem dúvida o Raul me apaixonou, era o mais gostoso e amável e sabia fazer as coisas, mas cansada do exercício, dormi, sonhando o resto da viagem de volta com o Raul dentro de mim, em meus buracos e aquela sua lingua deliciosa..
Jade(1998)/Mitsi.