Doces Descobertas |
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| Heterosexuais |
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Autor: Boquinha
Email: boquinha55(a)yahoo.com.br |
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nota 8,3
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Para quem não me conhece, eu me chamo Suzana, tenho 1,60m, um belo traseiro, coxas grossas, cintura fininha e peitos não muito grandes mas durinhos e empinados. Tenho cabelos longos e cacheados (ruivos dês dos 15 anos) e a pele bem clarinha.-
Hoje tenho 38 anos bem vividos mas na época dessa história eu mal tinha completado 19. Não era vigem mas minha experiência sexual era mínima, eu tinha mais vontade e curiosidade do que qualquer outra coisa.-
O outro protagonista dessa história atende pelo nome de Paulo. Conheci o Paulo na aula de dança, ele era o músico que acompanhava as aulas e já estava na casa dos 40 anos. Logo nas primeiras vezes que ele foi tocar na academia eu já sentia uma certa química entre nós, eu percebia que ele tocava olhando pra mim e depois de um tempo comecei a dançar olhando pra ele também, meio que provocando ou aceitando a provocação.-
O Paulo era o tipo do cara que instiga uma garota de 19 anos cheia de energia sexual meio contida. Ele era uruguaio e falava com um delicioso sotaque mas passava longe do estereótipo do amante latino, fazia mais o tipo roqueiro largado. Estava sempre de calça jeans surrada (acho até que era sempre a mesma) e camiseta velha e justa o suficiente para deixar perceber que ele mantinha o físico em dia. Usava cabelos meio compridos do tipo “esqueci de cortar” um pouco descoloridos nas pontas e estava sempre meio bronzeado. O que mais me impressionava era o jeito com que ele me olhava, ele parecia não ter vergonha nenhuma de deixar todo mundo perceber que ele estava me provocando, ele me olhava nos olhos meio que me desafiando a olhar de volta. Óbvio que isso me desconcertava pacas!-
A coisa começou a esquentar quando ele descobriu que minha faculdade era perto da casa dele e que eu ia direto da academia quase todo dia. Virei carona oficial! Depois das primeiras vezes ele nem me perguntava se eu ia pra faculdade, ele simplesmente me seguia até o carro e já ia colocando o violão no porta-malas. Se alguém oferecesse carona ele logo respondia “Não precisa, vou com a Suzana”.-
Praticamente todo dia nós compartilhávamos quase uma hora de trânsito e por mais que eu tentasse desviar a conversa sempre escorregava para algum tipo de provocação, o Paulo estava sempre procurando um jeito de me desconcertar ou me deixar sem resposta. Ele me fazia perguntas íntimas sem a menor cerimônia e ria quando eu corava tentando responder com naturalidade, zombava do jeito que eu dirigia e me chamava de cagona quando eu deixava outros carros me passarem, me contava suas aventuras sexuais como se estivesse falando com amigos de bar. Com freqüência as provocações vinham acompanhadas de uma mão roçando de leve na minha perna ou um carinho no meu cabelo, as vezes quando ele ia descer do carro o beijo de despedida roçava perigosamente no canto da minha boca. Eu ficava em chamas e ele parecia se divertir com isso.-
O meu carro parecia cada dia menor, o Paulo ocupava o espaço em torno de mim. Eu me sentia acuada mas não queria fugir, eu queria mais. Queria viver aventuras como as que ele me contava, experimentar as coisas que ele tinha experimentado. Queria deixar de ser cagona!-
Um dia o trânsito ajudou e chegamos na casa dele muito cedo e eu resolvi arriscar. Disparei meio sem pensar:-
- Já que eu ainda tenho um tempinho antes da aula, que tal você ser um pouco educado e me oferecer um café em troca da carona!-
Assim que eu terminei de falar eu gelei! Estava pronta para ouvir um “Ah hoje não vai dar” ou coisa parecida mas a resposta, como eu devia ter imaginado, veio em tom de provocação:-
- Acho até que eu sou capaz de ser educado, o que eu duvido é que você tenha coragem de entrar sozinha na minha casa!-
FILHO DA PUTA!!!! Claro que eu entrei!-
O apartamento do Paulo era uma aventura a parte. Ele morava em um prédio antigo do centro da cidade que tinha só 2 andares, o apartamento dele era o de cima. A escada escura e meio descascada tinha um clima meio de filme.-
Ao entrar no apartamento dei de cara com o que deveria ser a sala, um cômodo enorme e escuro que tinha apenas uma poltrona como mobília, todo o resto da sala era ocupado por instrumentos. Piano, bateria, baixo, várias guitarras, instrumentos de percussão que eu nem sei o nome... eu nem sabia que ele tocava tudo aquilo (acho que não tocava). Saindo da sala tinha um corredor largo que fazia as vezes de copa com uma mesa comprida de madeira e um banquinho, o corredor desembocava na cozinha que era toda aberta. Ao lado da cozinha tinha um banheirão daqueles antigos e enormes e logo depois vinha o quarto. Nenhum dos cômodos tinha porta e ele parecia não ter o hábito de abrir as janelas, tudo ficava numa leve penumbra.-
O quarto devia ser o lugar aonde tudo acontecia, era o cômodo da casa com mais espaços para sentar. Tinha algumas almofadas, dois colchões de solteiro no chão e uma poltrona num canto, a TV Ficava em cima de um caixote e as paredes eram forradas de prateleiras.-
O Paulo entrou, parou na cozinha e disse que não tinha café, só Coca-Cola. Aceitei, a bebida era só um pretexto mesmo. Ele encheu um copo com o refrigerante, e me deu.-
- Eu só tenho um copo. Você vai descobrir todos os meus segredos...-
Ele tomou o primeiro gole e me deu o copo. Sem nem olhar pra mim foi indo para o quarto, sentou na poltrona, apontou uma das almofadas que estava mais perto da poltrona e disse meio displicente:-
- Senta aí, tem um vídeo legal que eu queria te mostrar.-
Era um vídeo de dança legal mesmo! Ficamos assistindo o vídeo e conversando por horas, ele sentado na poltrona e eu descalça ajoelhada na almofada aos pés dele, as vezes ele esticava a mão e fazia carinho no meu cabelo. Me sentia uma cadelinha meio aconchegada no joelho do dono, ouvindo ele falar meio embevecida e aproveitando o que ele quisesse me dar de carinho.-
Quando dei por mim, já tinha perdido a primeira aula e estava quase na hora da segunda. E EU TINHA PROVA! Levantei correndo, fui colocando o tênis e correndo para a porta meio derrubando tudo. O Paulo só ria! Antes de fechar a porta ele me deu um beijo de tirar o fôlego, uma das mãos me segurava pela cintura e a outra acariciava quente a minha nuca. Os lábios fortes pressionando os meus, a língua explorando todos os cantos da minha boca. Meu corpo inteiro ardia, eu me sentia derretendo.-
Nos separamos e ele ficou longos segundos me olhando nos olhos. Ele vai me pedir para ficar, CARAMBA o que eu faço, ele vai me pedir para ficar, ELE TEM QUE ME PEDIR PARA FICAR!-
O olhar sério virou um sorriso irônico.-
- Vai logo, não quero ser responsável por você perder sua prova!-
Ele me pôs para fora com uma palmada de leve na bunda e fechou a porta. Eu fiquei ali parada no patamar da escada sem saber muito bem o que fazer. Eu queria entrar de novo. DANE-SE A PROVA! EU QUERO FICAR! Acabei decidindo que não ia tocar a campainha para entrar de novo e fui embora fazer a minha prova. Claro que foi a pior prova que eu fiz nos meus 5 anos de faculdade!-
O resto da semana pareceu durar séculos! Eu tive que faltar na aula de dança 3 dias seguidos por causa das provas mas mal conseguia estudar. Eu só conseguia pensar naquele beijo, ficava imaginando como poderia ter continuado se eu não tivesse prova, sentia as mãos dele explorando meu corpo, me imaginava tirando a camiseta e o Paulo beijando meu colo e sugando os bicos dos meu seios. Eu ficava toda molhada só de imaginar o corpo nu do Pulo, praticamente conseguia enxergar ele de pau duro vindo na minha direção, fantasiava cada minuto da transa. Me masturbava toda noite e mal conseguia dormir de tanto tesão.-
Quando cheguei na academia na sexta-feira, não conseguia olhar para o Paulo sem sentir meu corpo todo em chamas, eu podia sentir meu rosto vermelho feito um pimentão e falava para minhas amigas que era por causa do exercício.-
Na hora de ir embora fui perguntar se o Paulo queria carona e ele me respondeu:-
- Você me abandonou esses dias todos, talvez eu tenha arrumado outra pessoa para me dar carona.-
- Eu tinha provas, precisava estudar!-
- Acho que você estava era com medo...-
- Você vem ou não?-
- Acho que vou te dar mais essa chance.-
Ele entrou no meu carro com o mesmo jeito debochado de sempre. Enquanto eu estava a ponto de explodir de tanto tesão ele parecia estar só se divertindo. Mas ele estava só fazendo tipo, mal entramos no carro e ele avançou pra cima de mim, beijava minha boca, meu pescoço e o colo, as mãos buscando freneticamente o caminho por baixo da minha camiseta. Quando eu abri o zíper da minha calça jeans ele sussurrou no meu ouvido.-
- Você precisa aprender a usar saia. Desse jeito eu vou ter que te levar pra minha casa para poder aproveitar cada pedacinho de você.-
Fui dirigindo quase em transe, a mão do Paulo brincando comigo hora dentro na minha calça, hora por baixo da camiseta. Quando chegamos ao apartamento dele fomos tirando a roupa já na escada, ele me jogou pra dentro do apartamento e foi me beijando e me empurrando para o quarto. Nos jogamos no chão já completamente nus.-
O corpo do Paulo era exatamente como eu tinha imaginado, magro mas com músculos definidos, ele parecia ter o controle perfeito de cada movimento, tudo o que ele fazia me enlouquecia. E o pau... MEU DEUS era incrível! Eu nunca tinha visto um cacete daquele tamanho, mesmo com os caras mais novos eu nunca tinha sentido nada tão duro. Quando ele sussurrou no meu ouvido “vou te foder com gosto Suzana, o que você vai sentir comigo vai ficar na sua memória pra sempre” eu tive medo de não conseguir agüentar tudo aquilo, mas sabia que ele estava certo.-
Ele me penetrou e eu senti cada milímetro da minha boceta se alargando, eu estava super excitada e ele socava com força. Um formigamento foi subindo em ondas pela minha barriga e eu gozei enlouquecidamente. Eu mal podia respirar e o Paulo continuava bombando, eu estava completamente entregue, perdi a noção do tempo e o orgasmo parecia não ter fim. Foi realmente um momento para guardar pra sempre!-
Quando ele finalmente gozou estávamos os dois exaustos e mal conseguíamos falar. Ficamos esparramados no chão do quarto ofegando e olhando o teto por uma eternidade. Depois de um tempo ele levantou, foi até a cozinha e voltou com duas latinhas de Coca. Eu estava mesmo precisando de uma coisa gelada!-
- Ah Suzana, bem que eu queria ficar aqui te comendo a noite toda, mas tenho um show daqui a pouco e preciso sair. A gente se vê aqui amanhã.-
Quando ele mencionou o dia seguinte entrei em pânico! Tinha esquecido completamente que a professora de dança tinha marcado um ensaio para o sábado e como não tinha sala livre na academia o Paulo tinha oferecido a casa dele. Eu não tinha a menor idéia de como ia fazer para me controlar! Eu ainda estava cheia de tesão, queria transar com ele o fim de semana inteiro, o jeito que ele me olhava me enlouquecia e eu estava doida para sentir aquele pau delicioso dentro de mim outra vez. E eu ia ter que me concentrar e ensaiar junto com as minhas amigas e a professora na casa dele e com ele me olhando. HAJA CHUVEIRO GELADO!!-
Saí catando minhas roupas pela casa, não conseguia achar a minha calcinha e o soutien em lugar nenhum.-
- Tá procurando isso aqui?-
Claro que estavam na mão do Paulo!-
- Hoje você vai embora sem eles, vou levar comigo para o show. Quem sabe assim você aprende a usar um pouco menos de roupa para facilitar a minha vida.-
Fui embora sem roupa de baixo e com o corpo pegando fogo. Rezei para chegar na faculdade e encontrar meus amigos no bar. Tudo o que eu precisava era de MUITA cerveja gelada.-
No dia seguinte, cheguei na casa do Paulo já vestida para o ensaio, eu não queria me trocar na casa dele. Quando toquei a campainha ele apareceu na janela, me jogou a chave e gritou “sobe aí”.-
Subi, entrei e para o meu azar ninguém tinha chegado ainda. O Paulo estava sentado na poltrona da sala com a guitarra no colo dedilhando alguma coisa. CARAMBA COMO ELE ESTAVA SEXY! As pernas meio abertas, a mesma calça jeans rasgada, a velha camiseta branca, o jeito compenetrado... Respira fundo Suzana! Segura a onda! Tirei os tênis e fui me aquecer.-
Uns 20 minutos depois eu já tinha alongado todos os músculos do meu corpo umas duas vezes e nada das meninas chegarem. ASSIM VAI FICAR DIFÍCIL! O Paulo percebeu que eu estava enrolando e me chamou.-
- Vem cá Suzana, escuta isso aqui. É pra acompanhar a parte nova da coreografia.-
Ajoelhei aos pés da poltrona dele e fiquei escutando. A musica era super legal, tinha uma cadência quase sexual. Fiquei lembrando da noite anterior e o fogo começou a se espalhar pelo meu corpo outra vez. E ESSAS MENINAS QUE NÃO CHEGAM! Da posição que eu estava pude perceber que o Paulo estava com o zíper da calça aberto e o volume ali não deixava dúvidas. Ele estava de pau duro! Por baixo de toda a pose de desencanado ele estava tão excitado quanto eu. Não consegui agüentar! A pesar do risco de alguém chegar resolvi avançar. Eu estava doida de tesão e ele também, não fazia sentido a gente ficar se controlando!-
Fui me esgueirando por entre as pernas dele e dando beijinhos por cima da calça até que cheguei no zíper aberto. Ele tombou a cabeça pra trás e deu um longo suspiro.-
- Ah menina, você não sabe aonde está se metendo!-
Aquele aviso, com aquele sotaque que me instigava tanto, só me deixou com mais vontade.-
- Acho que a essa altura do campeonato eu já me meti aonde não devia, não tem mais jeito. Solta ele pra mim, vai. Deixa eu falar com ele bem de pertinho...-
- Só se você prometer que vai até o fim.-
- Até o fim?-
- É Suzana, até eu gozar. Vou encher essa sua boca linda de porra e você vai engolir tudinho! Você vai ver como é gostoso.-
Eu fiquei meio desconfiada. Nunca tinha chupado um pau até o fim e definitivamente nunca tinha engolido porra. Mas como eu mesmo já tinha dito, a essa altura do campeonato não dava para voltar atrás. Além disso a curiosidade era maior que a desconfiança.-
- Eu prometo.-
- Boa menina. Vem aqui que ele está te esperando.-
Ele colocou o cacete pra fora e continuou sentado com a guitarra na mão. Eu caí de boca, enquanto eu ia chupando ele ia dedilhando umas notinhas, as vezes parava de tocar e ficava segurando a minha cabeça ou brincando com os meus cabelos. Aos poucos ele ia me ensinando... beija aqui... assim chupa desse jeito... engole ele todo.-
Eu nunca tinha imaginado que conseguiria engolir um caralho daquele tamanho e nunca tinha chupado um pau daquele jeito. Eu estava maravilhada! Não achava que pudesse ser tão delicioso sentir uma rola quente pulsando dentro da minha boca, ouvir os gemidos de prazer que eu estava proporcionando. Nunca mais eu ia deixar de chupar quando tivesse a chance.-
O calor da rola do Paulo se irradiou por todo o meu corpo e comecei a sentir as veias pulsando mais forte, ele me segurava pelos cabelos com intensidade, a guitarra já tinha sido deixada de lado faz tempo. Percebi que ele ia gozar e comecei a chupar mais rápido, queria engolir tudo. Se chupar daquele jeito era tão maravilhoso, engolir porra devia ser melhor ainda! Não me decepcionei! Quando senti toda aquela porra inundando a minha garganta quase gozei junto.-
O Paulo me colocou no colo dele e começou a beijar meu pescoço.-
- Agora é a hora de você receber a sua recompensa.-
Ele tirou a minha camiseta e, beijando meu ombro, foi afastando a alça do top. Logo eu estava sem top e ele beijava meus peitos compenetrado. Ele ia beijando, mordiscando, sugando... bem devagarinho. Eu estava nas alturas! Ele desceu uma das mãos pela minha cintura empurrou o elástico da calça e começou a explorar minha boceta que estava completamente molhada.-
- Compra uma saia Suzana! Você precisa começar a usar saia!-
Mesmo com a calça “atrapalhando” ele parecia não ter dificuldade em fazer o que queria. Massageava meu grelinho de um jeito delicioso e começou a enfiar os dedos na minha boceta. Primeiro um, depois o segundo e logo o terceiro. Eu me sentia totalmente preenchida, meu corpo inteiro vibrava nas mãos daquele homem!-
Gozei intensamente, totalmente entregue aos caprichos dele. Mesmo depois que eu gozei ele continuava me acariciando e me beijando. Eu estava quase gozando pela segunda vez quando tocou o telefone. Ele sussurrou no meu ouvido:-
- Agora você se comporta que eu preciso atender o telefone.-
Ele continuou com os dedos mexendo dentro de mim, esticou o outro braço até a banqueta do piano que estava do lado da poltrona e pegou o telefone.-
Era a minha professora de dança avisando que ela tinha tido um problema e que ela tinha desmarcado o ensaio. Ele falava com ela e continuava me masturbando, eu me contorcia de prazer mas não podia fazer nenhum barulhinho. Em vez de acabar logo com a conversa ele ainda ficava esticando o assunto!!!! Quando ela disse que tinha conseguido falar com todas as meninas menos comigo ele respondeu na maior cara de pau.-
- Alguma das meninas deve ter avisado a Suzana, mas fica tranqüila que se ela aparecer por aqui eu aviso que o ensaio foi cancelado.-
Ele desligou o telefone e eu soltei um longo suspiro de alívio e logo gozei de novo. O Paulo me olhava nos olhos com uma expressão engraçada, parecia uma criança se divertindo com um brinquedo novo. Ele já tinha me desmontado inteira e continuava me analisando, me testando...-
Desmoronei completamente no colo dele e ele me deixou quietinha por algum tempo. Quando ele quebrou o silêncio, falou comigo como se eu fosse uma criança levada.-
- Suzana, você fez sua estréia na sala dos instrumentos, essa sala é sagrada para mim, só quem me conhece de verdade transa comigo aqui. Só que essa sala tem uma regra muito importante: ninguém pode dizer não aqui.-
- Não tem problema, a gente já fez tudo mesmo...-
- Já fez tudo???? Você é mais verde do que eu pensava menina. Você não imagina quantas outras coisas duas pessoas podem fazer juntas!-
- Ta bom! O que é que você vai me pedir?-
- Eu não vou pedir, eu vou comer o seu cuzinho hoje e vai ser uma delícia.-
- Você vai o que?!?!?!-
- Comer se cú Suzana! Você nunca pensou que esse buraquinho delicioso no meio da sua bunda também serve para dar prazer.-
- Só se for pra você! O que eu ouvi falar é que dói pra caramba!-
- E você vai deixar de experimentar uma coisa que pode ser boa só porque suas amigas disseram que dói?-
- Tudo bem. Até pode ser, mas com certeza não vai ser hoje!-
- Desculpa Suzana, mas é a regra da sala, hoje você não sai daqui sem me dar esse cuzinho. Eu vou lá dentro ver umas coisas e quando você estiver pronta você me avisa.-
Eu fiquei ali, sentada na poltrona da sala, sem camiseta e me sentindo uma criança de castigo. Como ele conseguia fazer aquilo comigo? O que é que ele tinha que me deixava daquele jeito? Eu realmente não sabia dizer mas a verdade é que eu já estava começando a sentir aquele fogo de novo, aquela sensação de formigamento... Eu queria era sair correndo atrás do Paulo e me entregar inteira pra ele, do jeito que ele quisesse. Mas eu não conseguia levantar da poltrona. Não que eu estivesse com medo, tudo o que eu tinha sentido com o Paulo tinha sido maravilhoso e eu não achava que agora ia ser diferente, é que eu simplesmente não queria dar o braço a torcer.-
É claro que se eu realmente quisesse ir embora eu tenho certeza que ele não me impediria. Ele estava jogando comigo e sabia exatamente como pressionar e eu era boba e não sabia jogar. Eu queria ficar lá, e curtir com ele mas ao mesmo tempo eu não queria me dobrar. Só que eu não sabia como fazer isso.-
A vontade de ir até lá ficou insuportável, a curiosidade estava me matando e aquele fogo dentro de mim me deixava a ponto de explodir. Resolvi que eu ia até lá e dizer que eu estava pronta. Procurei a minha camiseta pra poder chegar lá com um pouco que seja de dignidade, não fiquei exatamente surpresa quando eu descobri que não estava mais lá. Mesmo se eu quisesse ir embora eu ia ter que ir até ele e pedir as minhas roupas de volta.-
Cheguei no quarto e ele estava deitado no colchão assistindo TV, sem camisa e com a calça aberta. Resolvi apelar para uma certa manha, o único jogo que eu sabia fazer.-
- Eu tô pronta, mas você promete que se doer muito você para?-
- Eu prometo que não vai doer muito. Confia em mim Suzana, eu sei o que eu estou fazendo. Tenho certeza que você vai gostar.-
- Tá bom! Que posição que eu fico?-
- Calma menina! Que mania que você tem de comer cru! Vem aqui, deita um pouco comigo, temos a tarde toda e eu quero aproveitar tudo que eu puder.-
Deitei do lado dele meio sem jeito por ter levado uma bronca, me sentia uma criança sem saber o que fazer. CARAMBA eu tinha 19 anos e esse cara conseguia me desconcertar tanto que eu me sentia como se tivesse 10!!!!-
A sensação sem jeito durou pouco, quando o Paulo começou a beijar meu pescoço eu me desmontei e não conseguia pensar em mais nada. Os beijos foram descendo pelo meu colo, passearam demoradamente pelos meus seios e foram descendo pela minha barriga, ela dava atenção a cada cantinho como se fosse o último pedacinho que ele ia beijar o meu sangue começou a ferver de novo. O Paulo ficou um tempinho brincando com o elástico da minha calça de dança e foi abaixando ela devagarinho, beijando minha virilha, as coxas... até chegar nos pés, subiu de novo e fez a mesma coisa abaixando minha calcinha.-
Agora eu estava completamente nua nas mãos dele e ele ainda de calça jeans, eu me sentia vulnerável mas estava completamente aberta, não conseguia pensar em nada, eu só queria sentir o que quer que ele estivesse planejando pra mim.-
Daí pra frente confesso que minha memória não vai servir pra muita coisa, foram tantas sensações incríveis e eu estava tão entregue que vai ser difícil contar exatamente como aconteceu, mas vou tentar.-
O Paulo começou a beijar a parte interna das minhas coxas e eu já sabia aonde ele ia chagar. Antes de conhecer o Paulo eu tinha vergonha de receber sexo oral (até por que “receber sexo oral” sempre me pareceu uma coisa meio burocrática) e quando os caras chegavam querendo eu sempre dava um jeitinho de mudar o rumo, mas o Paulo foi chegando de mansinho e eu estava explodindo de tesão. A VERGONHA QUE SE FODA!-
Eu ganhei uma chupada absolutamente deliciosa! Aquela língua quente vasculhando minha boceta com energia, as mãos firmes nos meus quadris, os lábios sugando meu grelinho... eu estava quase levitando e nem percebi quando ele começou a brincar com os dedos no meu cuzinho. Ele enfiava um, massageava o meu anelzinho, enfiava o segundo, tirava um pouco... começava de novo. As vezes a língua passava por lá também depois voltava pra minha boceta. Eu não sei dizer o que me dava mais prazer, tudo me fazia vibrar eu sentia como se uma corrente elétrica estivesse me atravessando. Gozei feito louca e ainda continuava em chamas.-
Depois que eu gozei o Paulo continuou mais um pouquinho e depois começou a beijar meu corpo de novo, dessa vez veio subindo até acabar com um beijo demorado na boca. Eu estava ofegante e ele parou um pouquinho, ficou me olhando, o corpo sobre o meu a cabeça do pau bem acomodada na entrada da minha boceta (CARAMBA! Como é que ele tirou a calça?) parecia que ele estava esperando eu pedir para ele entrar.-
- Ah essa bocetinha... tão quentinha, tão molhadinha... Será que ela está com saudades de mim?-
- Você nem imagina o quanto!-
- Tô sentindo, parece que ela está querendo me engolir...-
- ELA TÁ QUERENDO MUITO!-
Senti aquele cacete entrando com tudo, aquela sensação de ser preenchida totalmente era incrível. Ele fodia bem fundo e repetia baixinho “que delícia, que delícia”. Eu sentia o corpo todo arrepiado, o calor subindo... Aquele pau duro entrando e saindo de mim daquele jeito trouxe a eletricidade de volta, não demorou muito e eu gozei de novo sentindo o peso do corpo dele sobre o meu.-
O Paulo diminuiu um pouco o ritmo e falou baixinho no meu ouvido:-
- Fica de quatro pra mim, minha cadelinha.-
Virei e logo ele voltou a foder a minha boceta, do mesmo jeito mais tranqüilo que ele estava fazendo antes, de novo vieram os dedos no meu cuzinho, entrando e saindo brincando um pouco, alargando meu anelzinho. De repente percebi que não eram só dedos brincando na entrada do meu cuzinho, os dedos massageavam o anelzinho enquanto o cacete do Paulo, bem melado do meu gozo, forçava a entrada devagar. Ele entrava um pouquinho, voltava um pouco, entrava um pouco mais e logo eu comecei a sentir as bolas encostando deliciosamente na minha boceta. Ele aumentou o ritmo, eu sentia meu cuzinho sendo alargado, sentia um pouco de dor... Mas era uma dor DELICIOSA.-
Não consigo explicar o turbilhão que tomou conta de mim, eu nem lembrei do medo ou da apreensão, só fui sentindo cada segundo daquela sensação maravilhosa. Foi uma entrega tão intensa que eu não consigo me lembrar de como acabou. Me lembro de estar deitada de bruços, ofegante e com a porra quente do Paulo escorrendo entre as minhas pernas e ele deitado do meu lado me olhando em silêncio, meio rindo, com cara de “Eu te disse que ia ser legal!”.-
Esse dia foi o começo de um longo processo de descobertas do qual o Paulo foi apenas o começo. Continuamos nos vendo por um tempo mas depois que ele parou de tocar na academia os contatos foram rareando até que paramos de nos ver. A última notícia que eu tive do Paulo foi que ele tinha ido morar na Austrália.-
Espero que algumas australianas tenham tido a sorte que eu tive de aprender com um cara bacana que na hora do sexo tudo vale dês de que seja consensual e que com sexo, como na gastronomia, você só pode dizer que não gosta de uma coisa depois de experimentar e as vezes precisa experimentar mais de uma vez antes de decidir.-
Até a próxima!|
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