Sentado em meu computador, pensando vagas lembranças, me deparo com ela. Voz séria e firme me pede para conversar. Apito final. São 5:15h da tarde, me dirijo até o portão de saída. Vou ao encontro dela, mas para meu desespero tudo o que ela me dá é um bilhete. Quase todo mundo viu, a menina mais gostosa da empresa, passando um bilhete para um colega de trabalho. Isso me deixou excitado e com longos passos até meu ponto de ônibus vou saboreando aquele pedido indecoroso e cheio de delícias que iriam por vir. Ligo pra ela as 6:00h conforme o bilhete estava escrito. Me atraso um pouco devido à demora de minha condução. Quase adivinhando a minha resposta estava ela ao telefone combinando a hora certa.
Marcamos para as 19:45h. Pedi também com qual roupa iria estar vestida. Ela me respondeu que não tinha escolhido ainda. Sugeri seu vestido laranja já que ficara tão bonita semana antes. O vestido era curto, deixando suas lindas coxas a mostra. Sua alça fina a obrigava vir sem sutiã que mostravam mais ainda seus peitos exuberantes que balançavam ao movimento de seu andar tal qual suas nádegas, tão perfeitas e firmes se escondiam por baixo daquela peça.
Em casa, na biblioteca, entre teclas e comandos, me perco em meus pensamentos imaginando que depois de algumas horas estaria me deliciando com aquela linda mulher. Tomo um banho apressado, pois pela segunda vez perco a hora. Ouço um ruído. Ruído que meus ouvidos captam como se fossem antenas amplificadas. Ruído que era o princípio da noite, do desejo e do prazer. Fecho a porta de seu carro ao mesmo tempo em que cumprimentando-a sinto seu cheiro, um sabor doce, gostoso que se espalhou em seu carro.
Meus sentidos estão estáticos, apreciando tal perfume que exala daquele corpo tão desejado e que seria certamente meu. Sentado no acento do carro entre palavras e outras fujo meu olhar para suas pernas, que vão pra cima e pra baixo me deixando louco de tesão. Paramos num lugar qualquer já que os lugares não importam quando antecedem uma noite inesquecível. Minutos de companheirismo e amizade dão lugar ao flerte e pensamentos indecentes. Já sem assunto ou talvez à vontade de sair já era maior, entramos no carro. Assumo o volante e sem uma palavra a mais vamos pro motel mais próximo.
Entramos, nos deitamos, nos beijamos. Minhas mãos lhe procuram. Sinto sua bunda gostosa em minhas mãos. Seus peitos quase saltando do vestido me tocam já durinhos de tesão. Num instante me pede pra parar, e levantando da cama inicia um sensacional strip-tease. Me forçando a agarrá-la, com uma das mãos segurando o vestido até a cintura, sobre seu quadril, me derruba na cama, dizendo pra me conter, pois tinha apenas começado. Em movimentos lentos e harmoniosos, vai até o chão já sem o vestido. Nesse instante meu pau já está furando minha calça. Me seguro até onde posso, pois a cena que vira, nunca esqueceria. Aquela gostosa de quatro pra mim se esfregando nos espelhos daquele quarto de motel. Jamais tive uma experiência dessas.
Agora de frente, pula em cima de mim e me levando até o centro da cama. Onde num piscar de olhos tira minha calça e em um movimento brusco e rápido engole de uma só vez minha pica dura e latejante. Em movimentos de sobe e desce quase me fazendo gozar, chupa minhas bolas. Sobe até minha boca e me beija com força, trançando nossas línguas enquanto minhas mãos ágeis arrancam-lhe a calcinha já toda molhada de tesão.
Chupo seus peitos duros e carnudos sem piedade. Meu membro agora está à procura daquela grutinha molhada, quente e apertadinha. Sem perceber já começa a dar gritinhos e sussurros em meus ouvidos. Quando me olha e diz que tem uma coisa que eu pedira uma semana antes. Abro sua bolsa e encontro um pote de mel. Sem demora abro e olhando fixamente em seus olhos, lambuzo-a toda. Derramo em sua boca, mãos, peitos e barriga.
Suspirando de desejo, se contorce parecendo uma cobra, pra minha satisfação. Começo a chupá-la. Beijo-lhe a boca, seu pescoço, seus peitos, que estão pontudos. Vou mais abaixo pra delírio da fêmea.
Passo-lhe a língua em seu umbigo, pois notei que sentira prazer. Minhas mãos percorrem suas pernas enquanto minha língua procura sua xoxotinha. Abocanho de uma vez só, metendo minha língua bem fundo, arrancando-lhe gemidos fazendo-a quase gozar em minha boca. Não agüentando mais de tesão, com minha pica parecendo um arpão pronto pra ferroar aquela carne macia, nossos corpos lambuzados de mel, meti tudo na sua bocetinha com que fez soltar palavras incompreensíveis para ambos.
Naquele vai e vem gostoso e sem agüentar mais, explodi num gozo frenético e delirante. Depois de uma pausa, fomos até o banheiro. Nos banhamos até quando nos demos conta de que estávamos nos acariciando outra vez. Beijando-lhe o pescoço, desci até sua rachinha de pêlos curtinhos e gostosos sugando-lhe todo o seu néctar outra vez. Subi na mesma hora em que ela começou o trabalho de chupar meu pau cansado que só acabaria na cama de novo. Começamos o ritual outra vez. Eu por cima dela metendo fundo, agora com movimentos mais lentos e intensos sentindo sua vagina se contrair ainda da ultima trepada. Passara alguns segundos pra meu deleite ela me fez uma proposta irrecusável que a atendi na mesma hora. Me pedira pra meter em seu botãozinho rosado, apertado e quente. Enquanto colocava o preservativo, ela se posicionava do jeito que mais lhe convinha para receber meu pau em seu cuzinho maravilhoso.
Aproveitando o mel que restara de antes, lambuzei seu buraquinho quente para lhe penetrar melhor. Apontando na reta, forcei a entrada, mas como ela estava explodindo de tesão me ajudou empinando ainda mais aquela bundinha, e com prazer ia rompendo a pressão e ia colocando devagarzinho, mais e mais o meu membro duro dentro daquele cuzinho inesquecível. À medida que ia metendo ela me pedia para meter tudo até o fundo. Sem querer perder aquela cena acendi à luz.
Apreciei aquele entra e sai da minha pica. Dando estocadas mais fortes, ela agora já mais relaxada do que antes, aproximei-me do seu ouvido e disse-lhe que iria gozar. Me pedira então que eu gozasse dentro dela, e sem demora depois de apreciar o abrir e fechar do seu cuzinho gozei pela segunda vez. Agora dentro do seu buraquinho. Fui tirando minha pica aos poucos fazendo-a gemer de dor e prazer. Nos acomodamos um no outro, entre beijos e carícias, descansamos exaustos, mas satisfeitos da noite de prazer. Nos vestimos e fomos embora.