Aquele dia eu estava tecnicamente no cio. Eu era uma gata no cio. Olhava os homens a minha volta e sentia a minha xoxota chamar por eles, ou melhor, pelo brinquedinho que eles traziam guardado entre as pernas. Passei o dia com sexo na cabeça. Tudo que via logo se transformava em imagens de sexo na minha cabeça. No final da tarde, enquanto me preparava para a festa que iria à noite, varias vezes apelei para uma siririca. Gosto de me depilar totalmente. Foi difícil terminar de raspar todo e qualquer vestígio de pelo existente em minha xoxota sem dar umas paradinhas para sisiricar (rs!). Cinco horas e Lolla me telefona para confirmar a nossa ida a festa de aniversário da colega. Cometei com ela sobre o meu estado de cio agudo... Ela riu e disse: - Fique tranqüila. Com tanto gato pela festa de Regiane, não acredito que não vá encontrar um que apague o fogo de seu cio... e sabe mais, amiga? Eu também hoje estou a fim de rolar com um menino... Deu uma risada e se despediu. A noite, no horário marcado, Lolla, em seu carro, passou e fomos para a festa. Na festa nos reunimos com nossas amigas de turma em canto da casa para colocarmos as fofocas em dia. Estávamos assim entre novidades – da vida dos outros é claro – e risos quando notamos a chegada de um grupo de amigos. Todos muito alegres se dirigindo para cumprimentar a anfitriã da festa. Todo o meu corpo respondeu com impulsos violentos a imagem que meus olhos mandavam para o meu cérebro. A imagem de um menino que a minha imaginação classificou logo como ‘gostoso’. Logo ‘dei mole’ para ele na primeira vez que nossos olhares se encontraram. Logo depois, numa segunda olhada dirigida a mim, confirmando o meu olhar de entrega – um olhar, sabia eu, totalmente sem-vergonha e que, além de escrever em minha testa, também implorava: ‘Venha me comer’, ele se aproximou e me convidou para dançar. Dançamos um pouco e logo estávamos conversando sobre nos mesmos e sobre a festa. Não mais nos soltamos daquele abraço... durante o decorrer da fasta não mais demos atenção a ninguém. Quando dançávamos eu sentia o cheiro dele e, quanto mais sentia, mais o apertava contra mim. Entregava-me toda para não deixar nenhuma dúvida de que estava afim dele e de todo seu corpo gostoso acompanhado de seu brinquedinho de dar prazer. Já bem mais tarde me convidou para irmos para fora da casa. Fomos. Lá fora já havia muitos casais em cantos estrategicamente escolhidos, se entregando aos prazeres do amor. Para um canto destes ele me levou. Lá chegando não me deu tempo de nada. Foi logo me beijando. Senti sua boca de encontro a minha e me entreguei toda. Busquei sua língua com a minha e nossos corpos se colaram. Beijamos-nos um tempo. Tempo este em que não perdi tempo em lhe demonstrar toda a minha afinidade. Logo suas mãos procuraram os meus seios e os acariciavam enquanto nossas bocas se deliciavam em quentes beijos. Deixei que ele os acariciassem sem que, da minha parte expressasse qualquer vontade a não ser a de estar me deliciando também com os carinhos os quais até facilitei quando enviou a mão por debaixo de minha blusa tocando os meus seios diretamente. Quase desmaie de tesão quando deu leves beliscões em meus mamilos que aquela altura estava completamente durinhos. Ele parou de me beijar e fiscalizou o ambiente. Certo de que ninguém estava olhando desabotoou a minha blusa e começou a mamar em mim. Sua boca quente ora estava um dos meus biquinhos, ora estava em outro me deixando cada vez mais maluca. Depois de um tempo parou e recompomos minha blusa. Voltamos a nos beijar. Eu não agüentava mais e levei as mãos acariciando o seu sexo por cima da calça que vestia. Estava duro como um pedaço de pau colocado ali. Beijei-o mais despudoradamente e falei baixinho ao seu ouvido numa súplica bem feminina: - Tira... Ele baixou o zíper e puxou para fora o seu brinquedinho de fazer prazer. Eu queria ver e para tanto afastei meu corpo do dele. Apesar da pouca luz constatei a minha teoria de quando o tinha visto pela primeira vez: Ele tinha mesmo um pinto muito gostoso, lindo. Fazendo um calculo mental dei como resultado uns vinte centímetros. Proporcionalmente grosso... Análise final: gostoso. Agarrei aquela obra de escultura. Envolvi-o com minha mão e fiz-lhe alguns movimentos de vai-e-vem. Não agüentei. Peguei a sua mão, levantei a saia – já curta de natureza - e levei até minha xoxota ávida de prazer. Ele a acariciou da maneira como eu gosto. Carinhosamente, levemente. Assim ficamos um tempo. Masturbando-nos. Sou meio barulhenta e quanto mais ficava tesuda com aquela situação mais gemia. Em certo momento ele confidenciou: - Não agüento mais... Então soltei o pinto dele, o qual já havia notado com certas contrações. Tirei a mão dele de minha xoxota. Baixei um pouco a calcinha e coloquei o fiz colocar o pinto entre minhas coxas amassando a minha xoxota. Aí finalizei abarcando-o e dizendo bem baixinho ao seu ouvido: - Então goza meu amor, goza... Foi a gota. Ele não agüentou e senti o seu leitinho do prazer inundando a área de minha xoxota e escorrendo pelas minhas coxas. Ele gozou de bambear-se todo e tive praticamente de sustentá-lo contra a parede. Depois de um tempo, quando sua respiração voltou ao normal me descolei dele e abrindo a bolsa tirei dela uma toalhinha para nos limpar. Ele admirou-se deu ser tão prevenida. Depois de limpa-lo e a mim. Recompomos-nos e ele querendo resolver uma situação perguntou: - E você? Você não gozou. Sorri e lhe respondi: - Não gozei porque quero deixar para mais tarde... ou você terá a coragem de ir embora sem me satisfazer? – Claro que não, respondeu. Então esclareci a ele: - A garota, minha amiga, com quem vim mora sozinha e esta noite vou dormir lá. Fiz uma cara de gatinha manhosa com direito a biquinho e tudo e convidei: - Quer dormir comigo? Ele não se fez de rogado e foi logo respondendo: - Mas é claro... Lolla e eu somos bastante ligadas e chegamos a adivinhar o pensamento uma da outra. E ela adivinhando o momento saiu da casa em nosso encontro. Saia de mãos dadas com um garoto. Ao nosso encontro perguntou: - Não quer ir embora? Sem resposta puxei o meu menino em direção ao carro dela estacionado. Eu não precisava perguntar a ela se o garoto que a acompanhava iria também... eu já adivinhara isto. Lolla é super-extrovertida e chegando ao seu apartamento foi logo dizendo: - Banhos primeiro... Lolla e eu fomos para o quarto dela conjugado com banheiro. Entramos e eu fui logo lhe contando as minhas previas que me deixara mais no cio ainda. Ela fez cara de espanto e disse: - Menina! Nem bolinar o rapaz eu bolinei ainda e você já até conhece o pinto do seu?! Rimos e acabamos nosso banho. Fui para o outro quarto vestida com um quimono e me deitei esperando o meu delicioso menino. O de Lolla havia ocupado o banheiro antes e só agora estava tomando banho. Por fim chegou enrolado numa toalha. Deitou-se a meu lado me beijando foi desamarrando o meu roupão e expondo meu corpo nu para ele. Ajudei-o a me ficar livre do roupão. Continuamos nossos beijos. Indiquei-lhe para deitar-se de costas e o fiz ficar livre da toalha. Agora eu o tinha completamente nu a minha frente e a minha disposição. Seu pinto era mesmo como eu imaginara: lindo. Acariciei-lhe suavemente passando a mão por todo o seu brinquedo de prazer explorando os mínimos detalhes, centímetro por centímetro. Que maravilha! Completamente duro apontando para o teto. – Quanto? Perguntei acariciando a cabeça vermelha, quase roxa. – Vinte e um, respondeu na maior naturalidade. Joguei minhas pernas mais para cima, em direção a cabeceira da cama, de modo que minha xoxota ficasse ao alcance das mãos de meu menino. Minha xoxota que estava toda molhada de prazer, inchada, macia pedindo para ser comida. Ele entendeu o recado e acariciava minha xoxota gentilmente. Depois um tempo me debrucei sobre o seu sexo e de beijinhos passei a chupá-lo introduzindo a cabeça e mais um pouco na boca. A sensação de prazer de meu menino foi tão grande que ele gemeu e jogou a cabeça de um lado para outro parando até de acariciar o meu sexo. Continuei a chupá-lo. A sensação que eu tinha é que nunca mulher alguma tinha feito aquilo com ele. De gemidos passou a quase um grunhido profundo, baixo. Senti leves contrações de seu pinto. Parei de chupar e posicionei-me ajoelhando a sua volta na altura da cintura mais ou menos. Dobrei meu corpo e colei minha boca na sua e enquanto nossa línguas dançavam a volta uma da outra, fui descendo a parte inferior do meu corpo, sentando em cima de seu sexo com minha xoxota procurando o pinto dele. Levemente senti a cabeça tocando a minha xoxota. Com as mãos orientei-a para o meu buraquinho e fui sentando devagar. Uma loucura aquele prazer de sentir um pinto entrando em mim. Duro, quente, abrindo aos poucos o caminho até minhas entranhas. Quase gozei, mas me contive. Aos poucos, milímetros por milímetros aquele pinto maravilhoso se enterrou todo em mim. Ficamos parados nos sentindo. Somente nossas bocas é que faziam aquela parte do espetáculo. Não sei quanto tempo durou isto. Perdi a noção de tempo. Eu era só prazer. Mas o meu menino estava por de mais no limite e logo, eu sabia gozaria. Comecei então os movimentos de vai-e-vem que neste caso era debaixo para cima e de cima para baixo. Eu fazia com que o pinto de meu menino entrasse e saísse de minha xoxota. Quanto mais os movimentos mais eu me molhava e, no silêncio do quarto, escutávamos os barulhos que faziam nossos sexos ao se esfregarem um ao outro. Não dava mais. Eu não agüentava mais segurar as minhas explosões e sabia também que meu menino não agüentava mais. Interrompi o trabalho de nossas bocas e línguas e posicionando meu rosto colando ao dele, sussurrei ao seu ouvido: - Goza, meu amor, goza gostoso nesta bocetinha que no momento é só sua... goza. Não foi preciso dizer nada mais. O meu menino, em ejaculadas fortíssimas, me inundou com seu leitinho e minha xoxota sentindo isto entrou em contrações também fortíssimas. Quanto mais contrações, mais apertávamos nossos sexos de encontro ao outro. Isto durou um tempo até que exaustos nos jogamos de costas deitados um ao lado do outro. A exaustão nos colocou a dormir. Acordamos com o sol já alto no horizonte. Ele explicou que tinha de ir embora e se aprontou. Não me preocupei em vestir alguma coisa e nua mesmo fui levá-lo até a porta. Despedimos-nos com beijos inesquecíveis e ele meio sem-graça me pediu para voltar outra hora. - É claro, eu disse. – Fiquei lhe devendo uma coisa e adoraria pagar... – O quê? Perguntei curiosa. – Dar-lhe prazer chupando sua xoxota. Quero retribuir o prazer que me deu me chupando daquela maneira. – Tudo bem, respondi, mas você não está me devendo nada, mas será um prazer ser chupada por você. Sonharei com isto. Ele riu e foi embora. Corri para o banheiro. Estava terminando de tomar banho quando ouvi a porta da frente sendo aberta e, segundos depois, sendo fechada; o menino de Lolla também tinha ido embora. Lolla entrou no banheiro, também nua e aproveitando o final de meu banho, tomou o seu. Estávamos felizes e satisfeitas e falantes como nunca contando tudo uma para a outra. Fiquei com inveja de Lolla, pois ela me conta que o seu menino tinha o sexo totalmente depilado ao contrario do meu. Enquanto falávamos fomos nos deitar. Dormiríamos com certeza até a tarde. Depois de um belo beijo – Lolla beija deliciosamente – nos abraçamos agarradinhas, uma acariciando a xoxota da outra, adormecemos.