Ao sairmos da empresa tínhamos já as ordens para o dia seguinte: hospedar e servir de cicerones a um engenheiro que vinha da sucursal alemã para substituir temporariamente o lugar de um de nossos colegas que havia se acidentado. É sempre assim: a parte social sempre recai sobre nós... hospedar, servir de guia turístico... mas fazer o quê? Dia seguinte estávamos na hora marcada no aeroporto para receber o tal do engenheiro. Um telefonema da empresa, ainda na noite passada, havia nos avisado que o mesmo viria com esposa... grávida. Na sala de espera logo encontramos o casal dentre os passageiros que chegavam. Não havia como não os reconhecer. O homem e a mulher eram tremendamente altos, loiros e de olhos azuis... e ela com aquela barriga de sete meses... Nós não falamos alemão, mas eles falavam francês o que melhorou a situação de comunicação. Não tenho nada contra os americanos nem com os ingleses, mas não me sinto a vontade com o idioma inglês. Sou do tipo ‘pouca extensão, pouco volume’ e perto deles virei uma coisinha. Humberto se sentiu a vontade, pois é de estatura alta... Era tomar cuidado para não me pisarem. Mas eram super amáveis e simpáticos. Alegres, brincalhões, achando tudo maravilhoso durante todo o percurso da nossa viagem de volta para casa. Em casa fiz as honras e logo os deixei instalados no quarto destinado a hospedes. Descansaram um pouco para se refazerem da viagem, tomaram banho e se aprontaram mais tarde para o almoço. Durante o almoço as conversas de sempre. Ele se chamava Max e ela Anna. Max era do tipo que quando olham uma mulher a despem de imediato. A cada olhar seu me sentia nua... totalmente. Mas Anna também não fica atrás e eu, apesar de fingir não ter notado, vi claramente as olhadas provocadoras que dera a Humberto. Saímos à tarde para passear e visitar o lugar para eles poderem conhecer onde habitávamos e onde eles, por um tempo passariam os seus dias. Bem de tardinha voltamos para casa e eu fui preparar um lanche. Enquanto Anna se desculpava alegando um pouco cansada e indo se deitar um pouco, Humberto saiu indo a uma rotisseria perto de casa para comprar umas coisas a mais para incrementar o lanche. Fui para a cozinha e Max me acompanhou contando algo sobre uma tia que fazia uns doces maravilhosos etc. na cozinha, enquanto eu arrumava tudo, ele se sentou numa espreguiçadeira do lado de fora da porta de vidro e continuou contando coisas da sua vida. Em dado momento em que olhei para ele prestando atenção ao que dizia, ele, sem pudor nenhum, massageou o galinho por entre as pernas. Fingi não notar e continuei o que estava fazendo... e ele lá... contando coisas de sua terra. Comecei a arrumar a mesa em frente a ele e a cada olhada minha para ele era recebida com ele passando a mão lentamente sobre o galinho escondido dentro das calças entre as pernas levemente abertas. Tentei agir o mais normal possível. Sou extremamente exibicionista e adoro homens assim, exibicionistas também. Continuei agindo normalmente como se não estivesse notando o tremendo convite visual que Max me oferecia. Mais afoita deixei que ele notasse que eu estava aceitando a provocação. Entrei para buscar uns copos na cozinha e quando sai ele repuxara a perna da calça de modo que ela fixasse mais apertada em torno de suas coxas para me mostrar mais o volume por debaixo dela. Dei-lhe um sorriso malicioso e continuei o que estava fazendo. Ele agora, com a certeza da minha aceitação da brincadeira, me jogou um beijinho fazendo biquinho. Deixei-o e fui dentro de casa verificar como estavam as coisas. Anna estava deitada e Humberto ainda não chegara. Voltei e parando por trás da cadeira onde Max estava sentado dizendo rapidamente: - A propaganda é boa... agora mostre o produto... rapidinho. Ele não esperava esta minha reação e na surpresa e agiu automaticamente e rapidamente, pois viu em minhas palavras o perigo de chegar alguém. Abriu rapidamente o zíper da calça e colocou o galinho para tomar ar. Devia estar sem cuecas, pois tirou, alem da facilidade, a rapidez, aquele galinho lindo do seu ninho. Comecei a me molhar vendo aquele sexo que realmente positivava a propaganda. Estava completamente duro. A cabeça vermelhinha mostrava que apesar de toda a dureza seria maciinha e delicada. A vontade que me deu no momento era de segura-lo em minhas mãos e mete-lo todo dentro da boca... que delícia. Um barulho de Humberto chegando fez com que voltássemos à realidade. Ele rapidamente guardou aquele instrumento de prazer e eu voltei a minha atividade. Enquanto Humberto depositava as compras na cozinha eu me dirigi ao banheiro. Enxuguei e fiz uma pequena higiene em minha xoxota e retirei a calcinha ficando sem nada por baixo. Estava de saia normal, rodada que me cobria até os joelhos. Voltei à área e todos nos sentamos à espera de Anna que tirava realmente um cochilo de mulher grávida. Sentei-me noutra espreguiçadeira bem em frente a Max. Durante a nossa conversa cruzei e descruzei as pernas várias vezes me exibindo, deixando que ele visse a minha xoxota... disfarçadamente, mas atento, não perdia uma chance. Aquela brincadeira já estava me colocando numa situação desesperadora. Eu queria dar para aquele alemão, eu queria chupar aquele alemão, eu queria comer aquele alemão... minha bocetinha gritava isto aos berros e entrava em pequenas convulsões. Mas a noite terminou e tínhamos de ir dormir para pegarmos no trabalho bem cedo. Ao deitarmos eu já nem sabia mais o que falava. Meus pensamentos estavam voltados somente para o galinho daquele alemão. Invejei Anna deitada ao lado dele... Humberto notou a minha excitação. – Tesuda? Perguntou? – E como! Exclamei. Aí contei a Humberto sobre o convite do nosso colega de serviço. – E aí, gostou? Está tesuda por ele... vai dar para ele? Enquanto me fazia estas perguntas cochichando ao pé de meu ouvido, Humberto ia me tirando a roupa e eu ia ficando alucinada. Nua recebia as mãos de Humberto acariciando todo o meu corpo. Massageando a minha xoxota... acariciando a minha bundinha como gostava de fazer. Ainda num restinho de forças agarrei galinho de Humberto e o chupei dando a meu marido o máximo de prazer. Mas quando estava quase gozando parei e ele deu continuidade a nossa transa chupando a minha bocetinha toda molhada. Quando viu que eu não aguentava mais e iria gozar, parou e me chamando para cima dele colocou a cabeça do seu galinho na entrada de minha xoxota e eu fui descendo aos poucos... devagarzinho... sentido o galinho de Humberto me preencher. Mas estávamos muito excitados e ao completar a penetração não conseguimos dar início aos movimentos de vai-e-vem, pois gozamos como loucos sem poder agüentar mais. Senti o leitinho de Humberto inundando minha vagina e a cada contração dele eu tinha outro orgasmo. Por fim, exaustos nos abraçamos bem agarradinhos e dormimos. O trabalho nos tomou todos os dias posteriores, não nos dando tempo a nenhum tipo de diversão. Anna ficava em casa, na companhia de uma senhora que contratamos para este fim, enquanto trabalhávamos. Certa vez Max ficou retido na empresa devido à queda de uma barragem, mas em segurança. Fomos para casa e ficamos os três a espera de Max. Mas um telefonema dele nos avisou que iria dormir no alojamento, pois o acidente tinha sido pior do que imaginara e teriam que ir noite adentro para resolver tudo. Acomodamos-nos cedo. Mais tarde Humberto levantou-se e foi até a cozinha para tomar um pouco d’água. Deitada, depois de um tempo, notei que Humberto estava demorando. Com a intenção de lhe passar um susto levantei e fui ao seu encontro. No caminho, quase chegando à cozinha, ouvi sussurros. Alguém conversava em voz baixa. Aproximei-me sem fazer barulho. A porta do corredor que dá para a cozinha estava entreaberta e pela fresta dava para ver a cozinha. Como o corredor estava escuro fiquei numa posição de invisível... mas não era que eu tinha razão quando desconfiava dos olhares que Anna dava a Humberto? Safadinha ela... estava com uma camisola semitransparente e sem calcinha. Nua total ficaria menos nua... apesar da barriga de grávida era bem gostosinha para uma mulher daquele tamanho... Insinuava-se totalmente para cima de Humberto... Escutei nitidamente quando ela disse baixo, mas em bom francês se Humberto a desejava e, se mesmo de barriga, gostaria de transar com ela. Humberto não respondeu, mas ficou estático. Ela então se aproximou dele e oferecendo sua boca o beijou ao mesmo tempo em que acariciava o galinho de Humberto por cima do moletom sem nada por baixo. Vi o volume que apareceu rapidamente. Pensei comigo: - Isto é meu. Pode pegar usar, mas não pode levar pra casa... Humberto e eu temos um casamento aberto e transas com outras pessoas não influem em nosso relacionamento baseado no amor. Humberto a abraçou pelas costas e lhe alisava o corpo ia mordiscando a sua orelha e nunca. Ela se deliciava fechando os olhos e gemendo baixinho. Eu podia sentir o que ela estava sentindo. Sentia até o galinho de Humberto contra a bundinha dela. Poucos minutos ela se deixou acariciar. Mas estava com medo de que eu aparecesse e tratou com Humberto de arrumar uma ocasião mais propícia. Eu corri para meu quarto quando vi que ela ia para o dela. Pulei na cama e Humberto entrou. Humberto sabia que eu teria estado lá vendo tudo. – Você viu? Perguntou enquanto ia ficando livre da roupa. – Sim... e você gostou? Perguntei tirando a minha roupa também. – Sim e não, respondeu. – Por quê? Quis saber já com Humberto e seu galinho procurando a minha xoxota. – Pelo tamanho e dureza que está o galinho é para ter gostado. Contestei enquanto ajeitava o galinho de Humberto para entrar em minha xoxota. – Ela não é depilada. Explicou Humberto. – Com aquela barriga fica difícil para ela, disse, se quiser arranjo um jeito dela se depilar... Vai gostar de transar com uma grávida? Apesar das palavras já estarem saindo entrecortadas, pois o vai-e-vem de Humberto, entrando e saindo de mim, já nos colocava quase gozando... – Acho que sim... conseguiu responder. – Então não segure mais e goze porque eu não agüento mais... Com um beijo onde nossas línguas se enroscavam uma a procura da outra, gozamos juntos... No dia seguinte, no trabalho, pensei o tempo todo de como fazer Anna se depilar. Não encontrei solução a não ser a de abrir com ela. E foi o que fiz. Humberto e eu construímos um plano onde o casal saberia de alguma coisa, mas não tudo. Cada um de nós contaria uma parte da história. Em casa num momento combinado, Max chamou Humberto para uma partida de boliche e saíram os dois. Comecei uma conversa com Anna como quem não quer nada e fui aos poucos lhe contando intimidades. Isto, entre duas mulheres, logo as tornam amigas intimas. Então por fim lhe confessei que sentia um tesão imenso e intenso sabendo de Humberto transando com outra mulher. E então perguntei a queima-roupa se ela não queria transar com ele. Ela ficou sem saber o que dizer. Então eu a animei: - Ele, eu sei, está louco para transar com você. Nunca transou com uma grávida... Eu disse. – É?... Respondeu ela meio que estudando onde eu queria chegar. – Você deixaria? Perguntou. – É que estou tentando lhe dizer... só de pensar já estou elétrica. E aí? Topa? Eu desconfiou que você também está tesuda para uma transa com ele... estou errada? – Não... respondeu timidamente. Aí lhe disse já combinando a ação: - Então está combinado. Eu vou dar um jeito de segurar Max na empresa e livrar Humberto para vir para casa. Daí vocês sozinhos em casa podem transar a vontade... certo? - Certo! Exclamou animada. – Outra coisa, disse, você se depila? – Ah! Não dá, não é? Com esta barriga... – Então vou lhe ajudar porque Humberto gosta mesmo é de xoxota peladinha igual a minha. Chamei-a então para irmos ao banheiro. Lá ela se despiu e tomou um belo banho quente. Depois se deitou no banco, bem na beirada deixando as pernas bem abertas com os pés apoiados no chão. Depilei-a até ficar lisinha. Uma coisa Humberto não poderia reclamar: a alemãzinha tinha uma xoxota linda... e grande. Quando terminei, sem aviso, dei-lhe um beijinho – quase uma chupadinha - bem no clitóris. Ela se assustou e disse: - O que está fazendo? Respondi: - Deixando-lhe mais tesuda ainda... nunca transou com outra mulher? Perguntei e ao que ela me respondeu que nunca. – Não sabe que está perdendo, disse lhe rindo. O trato foi cumprido. Arranjei um pretexto de erro nuns cálculos e segurei Max na empresa o tempo suficiente para a transa de Humberto com Anna. Agora era a vez de Humberto contar a mesma história para Max com os papeis invertidos. Max aceitou sem pestanejar transar comigo para ‘entesudar’ o amigo e colega. O difícil seria como tirar Anna de casa. Mas Humberto deu um jeito e numa tarde de sábado chamou Anna para ver umas coisas de neném numa loja local. Max deu desculpa de dor de cabeça e que iria se deitar um pouco enquanto isso. Humberto saiu com Anna para a tal loja que não existia. Pararia em algum lugar e ele e Anna se amariam enquanto Max e eu... Assim que saíram corri para meu quarto e me joguei na cama acompanhada de Max. Os beijos de Max eram famintos enquanto suas mãos vasculhavam todo o meu corpo. Quando achou minha xoxota, livre de calcinha, peladinha, molhadinha, inchadinha ficou louco. Mal deu tempo d’eu tirar o vestido e ele já estava de boca em minha bocetinha chupando-a com sofreguidão. Eu estava nas nuvens. Quanto mais ele chupava mais eu queria ser chupada. Sua língua forçava a entrar em minha vagina. O meu clitóris em destaque pelo tesão ele chupava com maestria. Foi minha primeira gozada... e ele tomou todo o meu liquido de gozo. Quando minhas contrações pararam ele se deitou ao meu lado de barriga para cima. Puxei-lhe as calças que ainda usava e seu galinho pulou duro e forte. Como sempre suspeitei, não usava cuecas. Deixei completamente nu e dei inicio as brincadeiras com seu galinho. Beijava, chupava... e ia me enlouquecendo os gemidos dele, sempre aumentando, jogando a cabeça para os lados se deliciando com as minhas chupadas. Minhas duas mãos, uma atrás da outra, envolvendo o seu galinho não conseguiam esconde-lo. A cabeça maciinha, vermelha, quase roxa era uma delicia de sentir dentro da boca. Levei-o a loucura até que me deu o seu leitinho. Faminta de sexo tomei tudo enquanto sentia minha xoxota entrar em confusões orgásmicas. Gozei até as confusões daquele galinho alemão pararem. Deitados lado a lado ficamos a nos recuperar. Logo peguei o galinho na mão e comecei a punhetá-lo. Deu certo e ele acordou. Ficou duro novamente. Fui para cima dele tentando cavalga-lo. Mas Max me pegou, me deitou de barriga para baixo abriu minhas pernas e começou a pincelar minha bundinha dando mais atenção ao meu reguinho. Depois de um tempo abriu minha bunda e encostou a cabeça do seu galinho no meu cuzinho. Não sou muito adepta de sexo anal, mas deixei correr. Ele forçou um pouco e vi que não daria certo. Senti dor e pedi que ele parasse, que gozasse apenas na entrada. Foi o que ele fez enquanto mordia minha nuca fazendo-me ter arrepios. Pouco depois senti o calor de seu leitinho quente a escorrer pelo meu reguinho descendo pela xoxota abaixo. Indiquei-lhe a posição que queria. Ele caiu de lado deitado de barriga para cima. O galinho ainda duro foi por fim cavalgado por mim. Subi e desci fazendo aquele belo galinho entrar e sair de minha xoxota até gozarmos aos gritos. Cimos exaustos ao lado um do outro. Não poderíamos dormir porque logo Humberto e Anna chegariam. Virei-me ao contrário e coloquei a minha bocetinha a disposição de Max para uma chupada enquanto ia chupando o galinho dele num belo sessenta e nove. Limpávamos-nos de nossos gozos. Sabendo que Max estava me limpando de nossos gozos misturados, que ele estava tomando resto de seu próprio leitinho... gozei outra vez... Fomos cada um a um banheiro e tomamos nosso banho pós muito sexo. À noite ao deitarmos, Humberto e eu, estávamos doidos para contar os detalhes um para o outro, mas ficou pro dia seguinte. Estávamos tesudos, excitados demais para conversarmos e transamos quase a noite toda. Adoro sexo...