A minha expectativa era enorme. O fato de ela ter ligado e pedido para mudarmos o horário de nosso encontro para as 18:00 horas e, ao invés de nos encontrarmos no shopping, eu ir direto pro apartamento dela só aumentava minha excitação.
Apesar do frio, eu estava de minissaia, camisa, bota cano longo e um casacão de couro.
Cheguei ao endereço que ela me deu e toquei o interfone. Ela me pediu pra subir.
Quando cheguei ao andar, ela já me esperava na porta. Foi uma sensação estranha conhecer de perto alguém com quem você conversou tanto, sobre coisas tão íntimas.
Ela me fez entrar, me abraçou e beijou efusivamente.
- Entre e fique a vontade.
Ela estava à vontade. O apartamento estava quentinho, gostoso. Tudo a meia-luz. No fundo uma música suave, meio indiana, com flautas e cítaras dava um toque exótico ao ambiente. Stela usava um vestido indiano, estampado, longo até os pés. Ela estava descalça.
Ela tem mais de 1,70m, um físico atlético, afinal ela é uma personal trainer. Os cabelos curtos, olhos castanho claros, um sorriso cativante. Ela tem seios pequenos, mas firmes, como eu pude ver pela webcam, quando teclamos outro dia (só de pensar, sinto um calor lá em baixo). Pernas e braços musculosos, mas não demais. Ela definitivamente não é feminina, delicada. Mas também não faz o tipo caminhoneira.
Como estava quentinho, tirei meu casaco e sentei-me no sofá.
- Quer beber algo? Um vinho, talvez?
- Seria ótimo.
Ela volta, trazendo um uma taça de vinho.
- Você é mais bonita do que aparecia nas fotos...
- Obrigada, respondo, cada vez mais tímida e sem saber como agir.
Ela se aproxima, e me beija suavemente. Lábios macios, gostosos. A língua explora meus lábios, procura a minha.
Ela avança sobre mim, seu corpo firme, forte, atlético sobre o meu.
- Você não imagina o quanto eu queria fazer isso..., diz ela entre os beijos.
Stela interrompe o beijo e me pega pela mão e me conduz até o quarto. Muitas velas, incenso e a música suave dão um ar exótico e sensual a tudo.
Ela começa a desabotoar minha camisa, beijando meu pescoço. Minha mão percorre o corpo dela por cima do vestido, percebendo que ela não esta usando nada além dele.
Num instante me vejo quase totalmente nua. Visto só a calcinha branca de lycra, fio dental, e as botas, que ela disse serem sexy.
Ela me pega no colo com facilidade, nos seus braços fortes e me leva pra cama, na verdade uma espécie de futon, grande.
- Quero você todinha pra mim, diz ela com sua vou grave, muito sexy.
Ela vem novamente sobre mim, as pernas entre as minhas. Beija minha boca e vai descendo pelo pescoço, ombro.
Beija meus seios de leve e depois começa a sugar meu seio direito. Sua mão percorre o corpo e começa a puxar minha calcinha para baixo, no que eu prontamente ajudo.
Levanto o vestido dela até a cintura. Quero sentir o toque, pele com pele.
Sinto os dedos dela procurando seu caminho entre as minhas coxas. No momento em que eles começam a acariciar meu clitóris sinto como se uma descarga elétrica percorresse meu corpo. Um tesão incrível se apodera de mim no toque daquela mulher.
Esse tesão vai crescendo a cada novo toque, a cada centímetro do meu corpo que ela percorre com seus lábios, nos desenhos que a língua dela traça na minha barriga, descendo, descendo até chegar à minha xana.
- Aí que bucetinha deliciosa, cheirosa, lisinha como eu gosto!, diz ela.
Delícia foi sentir aquela língua atrevida brincando com meu clitóris. O prazer foi ficando cada vez maior. Ela realmente era muito boa no que estava fazendo. A boca me chupando, enquanto um dedo penetra e sai, firme, nem rápido, nem devagar, na medida certa. Do jeito que eu amo.
Ela me fazia chegar quase ao orgasmo e parava. Cada vez que ela retomava, o prazer era maior. Nem sei quantas vezes ela fez isso. Eu me encontrava num paraíso.
Quando meu gozo veio (ou será que foi ela quem “deixou” eu gozar) foi tão intenso quanto os melhores que já tive na vida.
Ela mal deu tempo para eu me refazer e me virou de bruços, fazendo eu empinar minha bundinha, começou a chupar meu cuzinho.
- Que bunda gostosa! Minha vontade era dar um tapa bem dado nela, mas não vou fazer isso por que sei que você não gosta.
Sentir a língua dela entrando no meu rabinho enquanto ela me agarrava pela cintura com aquelas mãos fortes só fazia meu prazer aumentar.
- Que língua gostosa, gemia eu.
Ela fez eu virar de costas novamente, aí sim tirou as minhas botas e as meias.
- Agora eu vou querer provar aquele pezinho lindo que eu vi nas fotos!
Ela já tinha me dito que adorava pés femininos, delicados como os meus em nosso papo virtual no MSN.
Ela levou meus pés até seu rosto. Começou a passar a língua pela sola até chegar aos dedinhos. Aí ela foi colocando um a um na boca, sugando com força, passando a língua entre eles. Enquanto fazia isso, ela ia esfregando a sua xana contra a minha e gemendo gostoso. Dava pra sentir o clitóris saliente roçando meu sexo.
Ela foi intensificando o movimento, cada vez mais rápido e mais forte. O gemido dela, com meus dedinhos na sua boca soava abafado, mas me deixava com mais tesão ainda. Ele também foi ficando mais forte, a respiração dela mais ofegante até que ela também chegou ao orgasmo e deixou seu corpo desabar sobre o meu.
Ficamos as duas ali, abraçadas, nos beijando e acariciando suavemente, recuperando as forças.
- Nossa guria (o sotaque gaúcho bem forte), você é tudo o que eu imaginava e mais um pouco, falou com um sorriso.
- Você também é tudo o que eu precisava, respondi eu.
Ela se levantou e foi até a sala buscar as taças e o vinho.
Ficamos um pouco ali, bebericando, conversando, uma nos braços da outra.
- Eu não acabei ainda. Você não vai me dizer que precisa ir embora agora, né?
- Eu preciso ir, sim...mas não agora, respondi.
Ela se levantou novamente e foi até o armário, de onde voltou com uma bolsa.
- O que tem aí, perguntei, curiosa.
- Você já vai ver!
Ela voltou pro quarto vestindo um consolo de cinta. Só de pensar em sentir aquele cacete enorme entrando em mim, minha xaninha ficou encharcada.
Ela se deitou e fez eu ficar por cima.
- Venha cavalgar este cacete gostoso. Quero ver como você dá esta tua buceta deliciosa peo teu macho. Vem ser minha mulherzinha.
Eu estava tão excitada de toda a nossa ação que nem precisava nenhum KY. Ela posicionou o cacete na entrada da minha xana e eu fui deixando ele entrar, engolindo ele todinho, rebolando. Suas mãos me puxavam pra ela, fazendo com que ele me penetrasse mais fundo.
Era evidente no rosto dela o prazer que aquilo lhe proporcionava.
Não demorei nadinha pra gozar novamente. Ela me ergueu e me fez ficar de 4. Aquele consolo entrando e saindo, eu rebolando...que delícia.
- Rebola pra mim, sua gostosa. Goza de novo pra eu ver e sentir. Como se você fosse a minha mulherzinha.
Gostoso sentir aquelas mãos fortes, porém macias, me pegando com firmeza, agarrando minha bunda. Adoro isso.
Perdi a conta de quantas vezes mais eu gozei. Só sei que estava exausta. Exausta mas realizada.
Era exatamente o que eu queria. E meu sonho foi realizado.
É claro que vamos nos encontrar mais vezes. Eu adoraria repetir isso tudo diante do meu gato (a quem contei tudinho conforme escrevi aqui), vamos ver se eu consigo convencê-la disso!