Uma viagem inesquecível

Heterosexuais  
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Autor: mel237
Email: mel237(a)gmail.com
Ler SEM as mãos
nota
8,0
Em 2001, estava meio aturdida e de mal com o mundo, havia acabado um namoro com um gato por quem estava apaixonada, e pra variar o trabalho não engrenava, resolvi espairecer com uma viajenzinha, falei pros meus pais e eles sugeriram Porto Alegre, pra casa de uma prima que era louca por mim, na verdade, se eu fosse de avião, custeada pelos meus pais, ficaria quase sem grana pra gastar por lá, resolvi me aventurar numa viagem de ônibus, demoraria mais, porém era mais barato e eu ficaria com um extra pra usar no que fosse preciso, nem esperava encontrar nada interessante na viagem por que esses ônibus que seguem pro Sul, normalmente vão lotados de gente querendo emprego e normalmente são pessoas desinteressantes e sem graça; quase me arrependi quando entrei no ônibus, minha poltrona ficava atrás do motorista, o que era uma sorte, tendo em vista o povo feio e cheio de sacolas que estava lá dentro, pra piorar tinha um monte de bebês, daí, era choro, gente falando alto, um horror, fiquei mais tranquila por que ali era mais seguro, como sou muito vaidosa, acho que era a única arrumada por ali, meus cabelos longos e lisos, presos num rabo de cavalo me davam um ar de colegial, pus um shortinho curto e uma blusinha fina que deixavam meus seios bem a vontade, logo que sentei, percebi que seria incômodo viajar ali na mesma posição, como a cortina do motorista estava fechada, pus as pernas pra cima e assim cochilei, do meu lado um coroa sem graça, no meio da madrugada, acordo com risadas e a luz diretamente nos meus olhos, o motorista havia puxado a cortina e da cadeira dele tinha uma visão fantástica da minha bucetinha mal coberta pelo tecido molenga do shorte, ali estavam ele, o cobrador e mais um passageiro, que pareciam, se divertir com a visão que eu lhes proporcionava, fiquei meio encabulada, mas com a certeza de estar agradando, aquilo me deu um tesão enorme, fiz que não percebi , mudei a posição e voltei a cochilar, afinal, nenhum dos três era interessante pra mim. Porém, numa dessas cidades adiante, o coroa do meu lado desceu, dando lugar a um homem de uns 30 anos, alto, moreno, corpão de quem malha, não muito bonito de rosto, mas com cara de macho e como tal, me olhou como quem gosta do que vê, naquele momento, minha xaninha acendeu de vez, meu alerta também, fiquei animada, por que parecia que as coisas iam melhorar, o sujeito, mal sentou, a cadeira dele era a da janela, começou a puxar assunto, fomos conversando e ele me falava do que fazia, que iria a São Paulo atrás de um irmão, que tinha arrumado um emprego pra ele, coisa e tal, era inteligente e seu papo muito agradável, mas o que me chamava atenção era mesmo seu olhar, que mirava constantemente na minha bocetinha e os meus seios, que já estavam de bicos duros, a conversa foi girando, até que bateu um sono, fiquei na minha e ele também, o problema é que durante a noite, acordei totalmente recostada nele, e ele havia passado o braço por cima de mim, acordei assustada e percebi seu meio risinho debochado, perguntou se estava bom, confirmei e perguntei se o tinha acordado, ele disse que não havia dormido, pois meu perfume e o toque do meu corpo o haviam tirado do prumo, que era impossível se concentrar com tamanho mulherão nos braços, fiquei acesa, naquela hora minha bocetinha animou-se, tentei me levantar, ele não deixou, me abraçou mais e puxando-me de encontro a si, tascou-me um daqueles beijos novelescos de arrepiar cada pelo do corpo, seu beijo era devastador, suas mãos passeavam no meu corpo buscando contato mais íntimo, a essa altura estava entregue, deixei que invadisse por baixo do lençol todas as minhas curvas, seu toque suave demonstrava urgencia, seus beijos escorregaram dos meus lábios para meu pescoço e por tabela pros meus seios intumescidos e carentes,enquanto suas mãos desciam até minha bocetinha fogosa que ardia em chamas, começou a me mordiscar ao mesmo tempo que me masturbava;pôs minhas mãos em cima do seu membro rijo, que a essa altura saia pelo cós da calça, fiquei em extase ao constatar o tremendo pau do sujeito, deliciosamente grande, um colosso, fiquei doida pra sentí-lo dentro de mim. Aquela altura, queria ser fudida por aquele espetáculo, nos beijamos e nos masturbamos até ambos gozarmos simultaneamente, ficamos inertes e quietos com medo de que alguém estivesse ouvindo, cochilamos juntos eabraçadinhos... Quando houve nova parada numa dessas rodoviárias de beira de estrada, nos recompomos e descemos em busca de banheiro pra nos lavar, o motorista avisou que seria uma parada de 30 minutos, não precisávamos de mais, aquilo foi o estopim pra acender nosso fogo, descemos e buscamos um banheiro, pra nossa sorte, pouca gente desceu ficando na lanchonete, fomos separados ao banheiro, quando chegamos lá, ele me puxou pra uma escada em caracol, que ficava num trecho escondido, começou a me beijar e me pôs num degrau acima ficando no de baixo, que dava a visão perfeita da minha bundinha e da minha xereca insandecida de tesão, puxou meu shorte e meteu a língua, enfiando-a em cada milímetro que pode, estava seca de vontade de ser comida por aquele deus, após me meter dedos e língua, me arrebitou a bunda e mandou ver na minha bocetinha com aquele mastro enorme, quanto mais me bombava mais eu rebolava e mais ele ficava em brasas, já não estava ligando se alguém visse de tanto tesão que estava sentindo, gozamos feito loucos, ele espirrou seu líquido na minha bundinha e deu início a uma massagem deliciosa no meu cuzinho, fiquei arrepiada de desejo, e ao mesmo tempo preocupada com aquele exagero de pica, afinal, era um baita pau, não só de tamanho como de espessura, ele gemia ao meu ouvido, dizendo que ia me arromabr, que estava louco pra me comer, que nunca tinha comido uma vadia tão gostosa, aquilo foi me elnlouquecendo e fui deixando, quando pensei que não ia entrar, ele consegui me penetrar, doia e ardia eu queria que tirasse, mas ele insistiu e pôs a mão no meu grelo, massageando e ao mesmo tempo gemendo e dizendo loucuras, fui além... o tesão foi tomando espaço e eu fui gostando, aos poucos ele foi me bombando lentamente e depois com mais força, gozamos de novo e ficamos abraçados, anunciaram a saída do ônibus e fomos obrigados a sair daquele momento delicioso, ainda deu tempo de me lavar assim como ele, ao entrarmos no ônibus, parecia que estava escrito na testa o que estávamos fazendo, o motorista deu um risinho safado e o cobrador um olhar malicioso, fiquei envergonhada, fiz que não percebi, voltamos aos nossos assentos e continuamos a viagem, dessa vez, abraçados e aos beijos como dois namorados, nos despedimos na rodoviária, ele ficaria e eu mudaria de ônibus pra seguir viagem, pra mim foi ótimo por que estava com medo de encarar o motorista e os outros do ônibus, nos beijamos e prometemos nos comunicar para nos reencontrarmos depois... porém, isso não aconteceu, até hoje relembro com saudade daquele monumento delicioso que me deu tamanho prazer...

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Comentários (6)

em 24/8/2009
enviado por chelly
gossteiiii
em 20/8/2009
enviado por elisa
nossa fiquei louca com esta historia, que ata gozei.
em 21/7/2009
enviado por mary666
Goostei :)
em 11/7/2009
enviado por neto
mel,daria tudo pra ter um encontro com vc.bjim
em 5/7/2009
enviado por jonhatas
Parabens Larissa. Muito excitante o seu conto. Recentemente tive uma experiência igual a essa numa viagem que fiz a BH. Também tenho uns contos.
em 2/7/2009
enviado por Adriano
Muito bom e excitante!!